A História De Uma Filha De Poseidon

1 Descubro o que realmente sou.


Notas iniciais
Oooi gente..espero que gostem do primeiro capitulo da fic. (: deixemvril reviews!Desculpem os erros ortográficos.

Bom,Oi,meu nome é Avril Perkins,tenho 16 anos,tenho dislexia e deficit de atenção,essa é minha história:

La estava eu na minha tediante aula de geografia,bom a ultima do ano,porque aquele era meu ultimo dia de aula,mas isso não vem ao caso..continuando....quando eu vejo passando pelo corredor uma coisa que tipo..a não da pra explicar..era tipo uma estudante..mas ela tinha presas,sim presas e um olhar sanguinário...

Então eu resolvi pedir pra sair da sala,eu tinha que fazer alguma coisa,bom eu sei que ia dar merda(desculpem pela palavra),e que eu podia ser expulsa..pela 9ª vez de uma escola,mas tudo bem,e sim eu ja fui expulsa 9 vezes de varias escolas,os motivos? incêndios,desmoronamentos..que eu não sei por que aconteceram.

Mesmo assim eu fui,e vi que aquela coisa estava indo para o jardim da escola,então eu fiz a coisa mais besta da minha vida,eu ataquei.

Eu não tinha uma espada,não tinha uma faca...eu só tinha uma lapiseira no meu bolso...bom vocês ja devem imaginar o que aconteceu né..aquela coisa me viu atacando(obvio),então ela se virou e me jogou para o lado com a mão,e eu cai no chão,em cima de umas flores e perto de mim eu vi meu melhor amigo,Peter,pulando pra cima daquele troço..eu achei estranho porque ele usa muletas,porque ele não anda muito bem sabe.

Quando me levantei ouvi aquela coisa gritando:

–Avril Marrie Perkins você não me escapa...-e essa foi a ultima frase antes que Peter batesse nela com sua muleta,o que a fez se desmanchar.

–Peter o que? como?o que era aquela coisa? como ela sabia meu nome?

–Avril..ja ta na hora de eu te contar umas coisas,mas antes a gente tem que sair daqui.

–Não! Peter mas...-e antes que eu terminasse de falar ele me puxou e eu tive que ir atras dele,no fim nos entramos dentro da sala dos professores,e quando ele teve certeza que ninguém havia nos seguido,e então trancou a porta.

–Peter! me explica essa porra agora!-sim,quando eu me estresso eu falo muito palavrão

–Olha..aquilo era uma empousa..tipo uma vampira...e ela queria te matar..

–Avá.sério mesmo?-olá ironia você por aqui? kk

–Ta ta...então lembra aquela coisa de mitologia que os deuses se envolviam com os mortais?então eles ainda fazem isso..e você é uma semideusa..então nós temos que ir agora pro Acampamento Meio-Sangue!E..eu sou um sátiro-disse ele tirando sua calça e me mostrando que ele era meio..bode?

–PUTA QUE PARIU!meu Deus!

–Vamos agora!

–Ta..-sim,eu tinha acreditado,não sei porque mas alguma coisa me dizia que aquilo era mesmo verdade,então eu fui com Peter até a saida da escola..minha casa era a 2 quarteirões da escola correndo,muito e com medo de que alguma coisa estivesse nos seguindo.

Chegando na minha casa eu encontrei minha mãe cozinhando,bom,eu não tinha pai,minha mãe dizia que ele tinha sumido quando eu nasci,mas agora eu sabia a verdade,meu pai era um deus.

-Sra. Perkins...a..ela sabe de tudo

-Tudo..tudo o.....-ela disse,mas quando se virou viu o corte em meu braço e logo percebeu o que eu havia descoberto

-É mãe..eu sei de tudo,mas eu não estou brava com você,sério.-eu disse vendo sua cara de preocupada.

-Filha...me desculpa,se eu te contasse..os monstros iam te achar mais rápido..-disse ela com lagrimas nos olhos.

-Tudo bem mãe..mas agora eu preciso ir..-disse eu antes de ser interrompida por ela

-Pro acampamento Meio-Sangue,claro,vamos.-disse ela pegando a chave do carro.

-Peter..coloca suas calças de volta ok?-eu disse

-Ok...calma.Vamos.

O caminho até o acampamento foi até que tranquilo,até que alguma coisa caiu em cima do carro,e minha mãe gritou:

-SAIAM DO CARRO!

Quando nós saimos eu vi um monstro..ele tinha garras enormes e olhos vermelhos....Peter gritou que era um benevolente..ou fúria..eu me lembrei das aulas de história e grego onde nós aprendemos isso.

Do eu senti alguma coisa aparecer no meu pescoço,era um colar em forma de cavalo-marinho,e quando eu tirei ele,ele se transformou em uma espada,o que me assustou,mas assustou a tal fúria, que recuou um pouco,o que me deu tempo de tentar um golpe contra ela,que conseguiu escapar.

Peter começou a subir a colina e eu fui seguindo atras dele com minha mãe,e meu braço ainda estava machucado,mas isso não me impediu de me defender daquela benevolente.

Quando chegamos no topo da colina eu vi um pinheiro,muito bonito,parecia até ter vida..

Minha mãe me olhou e falou:

-Meu amor,eu não posso passar daqui..não mesmo..porque eu sou mortal.

-Não..mas mãe...não!

Eu vi a fúria se aproximando da minha mãe,e então eu não pensei duas vezes e a golpeei,mas ela escapou e arranhou minhas costas.

Então enquanto eu estava caida ele foi diretamente para minha mãe e para Peter,eu reuni todas as minhas forças,me levantei e enfiei minha espada no peito da fúria que deu um grito agudo e depois se desmanchou.

Eu,Peter e minha mãe estavamos machucados,então minha mãe voltou para o carro,que estava meio destruido,e voltou para NY...eu apenas acompanhei com o olhar o carro indo embora e senti uma lagrima escorrendo,mas depois Peter me chamou e eu atravesse um portal com ele,e depois de atravessar la estava eu,no Acampamento Meio-Sangue,consegui ver plantações de morango,alguns jovens treinando o que me pareceu esgrima.

É..minha primeira impressão sobre o acampamento foi boa...na verdade foi muito boa!