A Herdeira dos Marotos
2 Capítulo 2 – Desculpas de um rato.
Notas iniciais
1. Eu sei que deveria fazer um capítulo sobre o nascimento do Harry e tals, mas não consegui T.T então vou passar diretamente para o dia em que Voldemort ataca os Potter e me desculpem a demora e o capítulo curto!
28/10/1981
Pedro estava em um conflito interior: Traía os Potter e seus únicos amigos de toda uma vida e se salvava ou se recusava a abrir a boca e possivelmente... Morria? Não teria problema se ele falasse, aliás, os Potter sabiam se cuidar, certo? Ainda estava pensando nisso quando viu ele. O homem que queria tirar a vida do pequeno Harry por causa de uma profecia inútil... Mas, espere. Reyna. Ela também tinha nascido no final de Julho. Ela também podia ser a criança da profecia. Ela também teria a vida tirada por causa de Pedro...–Então, Rabicho, já se decidiu?- Pergunta Lord Voldemort. –Irá se tornar meu aliado?–Não- Responde Pedro com a garganta seca de tanto medo.–Como não?- Voldemort berra, o ódio fazendo seus olhos vermelho-vivo brilhar.–Não posso traí-los. Não posso. Nunca me perdoaria por isso.–É uma pena... –Fala Lord Voldemort em um tom falso de lamento — Então... Avada Kedavra.–---------------------------------@----------------------------------–Calma pequena – Dizia Remus tentando fazer Reyna que estava em seu colo parar de chorar.–Ela começou a chorar tão de repente... – Observou Sirius. Neste instante uma coruja passa voando e entra pela janela, Lily vai pegar a carta e lê: “Queridos amigos, Escrevo esta carta para implorar as desculpas de vocês por quase tê-los traído. Vocês não merecem tanto sofrimento, estão sempre tão dispostos a ajudar os outros e alem disso Harry e Reyna merecem uma família feliz. Sinto-me até um pouquinho melhor agora que pensei que posso salvar a vida deles, mas cuidado: Você-Sabe-Quem está tramando atacá-los e está tentando a todo custo obter informações sobre a localização de vocês. Ele até tentou me fazer falar, mas eu não podia traí-los, não depois de tudo que fizeram por mim. Digam a Reyna que eu a amo muito! Com carinho,Pedro Pettigrew.” Ao final da carta todos ficam muito emocionados. Não importava se Pedro tivesse fraquejado um pouco, o que importava era que ele tinha desistido a tempo. Agora eles iriam lutar para que o amigo não tivesse morrido em vão.
Notas finais
Gostaram ou eu cometi um erro terrível com esse personagem?
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