A Herdeira de Pã - Parte 2
7 Capítulo 22
Notas iniciais
PVO do Nico
– Vem comigo! — gritei puxando a Maya
– Pra onde você está me levando, Nico?
–Para algum lugar seguro!
Assim q eu disse isso ela simplesmente parou de correr.
– Nico, eu não vou me esconder como uma covarde em quanto você é os outros se arriscam lutando por mim, por mim!
– Maya, não é nada disso, mas eu não posso perde você de novo!
– Isso não é justo comigo nem com os outros! Minhas Irmãs, Atena e Ártemis, a sua irmã e muitas outras mulheres lutam por mim, por que eu não posso lutar?
– Não é pelo fato de você ser uma mulher, Maya, e sim por eu me sentir melhor sabendo que você está segura!
– Mas como eu vou poder governar toda a natureza se a única coisa que eu faço é me esconder enquanto todos correm riscos por mim?
– Maya, por favor. — pedi
– Nico eu não vou me esconder. Eu não vou me esconder nunca mais!!!
Eu olhei para ela.
Seus lindos olhos verdes haviam perdido o brilho e todo o seu corpo emanava uma aura de poder e raiva.
Ela tinha perdido o controle.
– Maya, se acalme, por favor, agora não é o momento de você perder o controle!
– As vezes eu me pergunto se você me amaria se eu fosse desse jeito. — ela falou com tanta calma que n parecia que o
Olimpo estava sendo atacado
– Maya , eu te amaria de qualquer jeito, mas agora Temos que ir.
– Não, você tem que ir eu nunca mais vou me esconder! Eu vou lutar e vou provar pra você que eu não sou a garotinho frágil e indefesa que você conheceu há alguns meses atrás! Eu sou a Senhora da Natureza Selvagem!!!
– Maya, espera... — mas antes que eu terminasse de falar ela se tele transportou para algum lugar do Olimpo — ... eu não te acho indefesa, eu só quero te protejer porque eu te amo.
Certo o que que eu vou fazer agora?
A Maya perdeu o controle e foi dominada pela outra Maya, o Olimpo está sendo atacado, minha namorada desapareceu em meio ao caos que tá isso aqui e eu não sei o que fazer.
Tá, primeiro eu tenho q achar a Maya, antes que ela faça alguma loucura, acho que o pessoal consegue dá conta do ataque, certo? É eles dão conta, afinal, são deuses, né? É eles dão conta!
Certo vou procurar a Maya e se aparecer algum monstro no caminho eu mato, simples assim.
Saquei minha espada e fui procura-la.
Ela usa arco e flecha como arma então ela deve ficar em um local com uma boa visão do campo de batalha e com uma boa posição de tiro, um lugar alto.
A colina onde fica o seu templo!
Me teletransportei para lá.
Eu acertei na mosca!
Ela estava no telhado do templo atirando.
Ela é realmente muito boa.
Eu podia ver de onde estava que ela nunca desperdiçava nenhuma flecha.
É mais eu não posso ficar só admirando seus feitos, eu estava ali por um motivo.
Subi no telhado, mas ela estava tão concentrada que nem me notou.
– Maya! — chamei
Ela virou rapidamente para mim, ainda com o arco armado.
– Olá, Nico, eu não achei que você me em contrária aqui, e nem que você se daria o trabalho de vir me procurar já que eu não sou mais a sua querida e pequena Maya.
Ela não estava muito amistosa, mas pelo menos tinha abaixado o arco, o que era um bom sinal.
– Maya, eu te amo e sempre vou te amar, mas eu sei que você não é assim! Você é uma mulher incrível, forte e determinada, mas você odeia a guerra e se pudesse evitaria matar até mesmo uma formiga! Não só por você ser a deusa da natureza, mas porque você é boa!
– Você não sabe nada sobre mim!!! Você só me conhece a poucos meses o que você poderia saber sobre a minha vida? — ela tentava parecer firme, mas sua voz vacilava.
A verdadeira Maya estava voltando pra mim.
– Eu sei porque eu noto tudo o que você faz é sempre para ajudar alguém e você nunca tiraria proveito de alguém porque você é boa!
Eu comecei a me aproximar devagar dela.
Ela armou o arco novamente e gritou:
– Fique longe de mim!
– Você não vai atirar em mim, Maya, eu sei.
Quando eu consegui chegar perto o bastante dela eu a puxei para meus braços.
No começo ela se debateu, mas eu não a soltei.
Depois de alguns minutos ela parou e me olhou nos olhos.
– Eu não sei como você me aguenta, Nico.
– Eu não te aguento, eu te amo!
– Eu também te amo , Nico.
– Agora eu quero saber quando foi que você aprendeu a se teletransportar?
– Eu não sei me teletransportar!
– Vem, depois eu te ensino. — Eu falei rindo
Eu desci e depois a ajudei a descer.
– Maya, por mais forte que você seja saiba que eu sempre vou te proteger, sempre vou te amar e saiba também que você não precisa ser uma deusa igual as suas irmãs, Atena e Ártemis, você é perfeita do seu jeito e todos vão te seguir por quem você é. E me desculpe por ser tão protetor com você as vezes, eu só faço isso porque eu te amo!
– Nico eu também te amo e você não precisa se desculpar, você não fez nada de errado. E muito obrigada, Nico, por tudo. Mas agora vamos temos uma guerra pra vencer.
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