A Herdeira de Hogwarts
26 Srta. Ravenclaw

Charlie Jackson
Eu estava deitado em algo duro, provavelmente o chão do corredor, abrir os olhos mais como sempre a claridade quase me fez quase ficar cega e minha cabeça doer, então abrir meus olhos mais devagar dessa vez até me acostumar com a claridade.
Eu não estava no corredor e muito menos em Hogwarts. Então onde raios eu estava?
— Fico feliz que acordou Srta. Ravenclaw — um homem que eu nunca havia visto na vida falou me chamando a atenção.
Seus cabelos eram loiros e seus olhos azuis frios como gelo, ele tinha a pele pálida e um sorriso sarcástico que nunca saia de seus lábios finos.
— Quem é você? — perguntei confusa.
— Não é a primeira coisa que eu esperava que fosse perguntar senhorita — falou sorrindo.
O sorriso dele me irrita.
— Eu fiz uma pergunta — falei irritada.
— Claro, claro — ele falou se levantando da cadeira em que estava sentado e caminhou até mim — Mais não tera sua resposta. Se me der licença, tenho pessoas para conversa.
— Babaca — murmurei.
Observei ao redor e não encontrei nada que me dissesse onde eu estava e isso era irritante, procurei por minha varinha mais essa não estava mais comigo.
— Que raiva — falei entre dentes.
Hermione Granger
— Tom, respire fundo — falei observando os olhos do moreno mudar novamente.
— Como você quer que eu fique calmo quando alguém está por ai com a Charlie? — ele perguntou me olhando com aqueles olhos vermelhos que me davam calafrios.
— Tom — o chamei — A Char é forte. Já passamos por muitas coisas e eu sei que ela está bem.
— Ok, Mione — ele fechou os olhos e respirou fundo — Mas já faz semanas que ela está desaparecida.
— Tom, Hermione — Abraxas gritou chamando nossa atenção.
— O que foi Abby? — perguntei observando o loiro para a nossa frente e respirara fundo pela corrida.
— Dumbledore descobriu quem está com a Charlie — o loiro respondeu.
Charlie Jackson
Parecia ter se passado semanas ou era somente meu tédio falando mais alto, eu estava sentada encostada na parede que ficava em frente a porta da cela onde aquele infeliz estava me mantendo, sem comida e sem água.
Meu subconsciente estava torcendo para alguém está me procurando e ao mesmo tempo para que ninguém tenha sentido minha falta, eu sabia que eles estaria em perigo se viessem atrás de mim.
— Vejo que já está acordada — ele falou adentrando a cela.
— Vejo que ainda não morreu — sorrir em sua direção.
— Está de mau humor hoje? — ele perguntou.
— Esse lugar e você me deixam assim — respondi.
Ele abriu a boca para falar algo mais uma explosão fez tudo sacudir, o mesmo colocou um sorriso em seu rosto segundos depois e se virou para mim que ainda estava sentada no chão, sem força.
— Não saia daqui — falou antes de sair trancando a porta novamente.
— Não sairia mesmo se eu quisesse — falei observando ele desaparecer pelo corredor escuro.
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