P.O.V. Alec.

Eu tive uma filha. Uma filha com Renesmee Cullen.

Aleera Cullen Volturi. Ela é a cópia fiel de sua mãe.

E agora ela sumiu. Simplesmente desapareceu.

P.O.V. Aleera.

Eu estou perdida na floresta, mas felizmente encontrei uma estrada.

—Estrada de terra. Esquisito.

Vinha um verdadeiro cortejo vindo.

—Eu ein.

O homem fez o cortejo parar.

—Milady.

—Eu já fui chamada de coisa mais esquisita. Mas, quem diabos é você?

—Eu sou o Rei Edward.

—Isso é algum tipo de pegadinha?

Nós marcamos um encontro. E eu fui. Queria saber mais sobre o que estava acontecendo.

—Sabia que viria.

—É. Eu não posso ficar muito tempo.

—Solte o cabelo.

Eu soltei o meu cabelo que estava preso, ele me ajudou.

—Eu estou louco por você. Pensei em você o dia todo e a noite toda.

—Não devia estar pensando na sua batalha? É uma coisa de vida ou morte.

—Quem é você?

—Aleera Cullen Volturi.

Ele tirou a capa.

—Sente-se comigo.

Eu me sentei ao seu lado. E ele começou a beijar meu pescoço.

—O que está fazendo? Eu não posso, Edward eu não posso.

Começamos a nos deitar, ele sob mim e eu sabia o que viria a seguir.

—Não. Não. Eu não posso.

—Eu não quero!

—Você veio se encontrar comigo.

—É, pra conversar!

Eu o afastei e comecei a me levantar.

—Não. Não fuja!

Eu não sei porque, mas eu fiquei.

—Meu Deus, Aleera, me deixe ter você. Estou desesperado por você, a sua pele é tão macia.

Ele começou a se deitar encima de mim de novo e vi que ele ia tirar o negócio pra fora.

—Não! Não! Não!

Eu peguei a faca dele e apontei pra ele.

—Eu aprendi a brigar quando sou encurralada num canto.

—Aponta uma faca pra mim?! Para o seu Rei?! Isso é traição!

—Então aponto pra mim mesma.

Eu coloquei a faca na minha garganta.

—Se chegar mais perto eu corto a minha garganta e me mato aqui mesmo.

—Representando.

—Me desculpe se entendeu errado o fato de eu ter vindo aqui, mas eu não serei sua amante. E nem de ninguém!

—Eu posso tirar isso de você em um segundo!

—Não pode não. Não antes de eu cortar a minha garganta.

Eu comecei a cortar, senti a dor.

—Pare!

Senti o corte começar a fechar.

—Não duvide da minha coragem Vossa Graça, eu sou paio pra qualquer homem!

—Eu percebi. E percebi que a sua ferida fechou segundos depois de ter sido feita. Pode ficar com a minha adaga como souvenier bruxa.

—Eu sou só metade bruxa. Vossa Graça?

—Você me fez de tolo!

—Não é minha culpa se pensou que eu fosse como as outras!

—Pode se congratular com isso. Você nunca mais me verá.

—Veremos!

O povo foi apoiar o Rei em sua ida para a guerra. E eu fui também, já falam de mim porque eu estou de jeans e camiseta.

—Aleera. Eu não consigo dormir desde a última vez em que a vi.

—É. Nem eu.

—Nem consigo comer.

—Nem eu.

—Por minha causa?

—Não. Por minha causa.

—Então isso é amor, então?

—Com a gente é diferente. Quando amamos, amamos mesmo.

—Com a gente, você e eu?

—Não. Com a gente, aqueles que são como eu. A gente nunca esquece, nunca. Mas, um homem da sua idade, pensei que fosse bem versado na arte do amor.

—Mas, você é diferente. Aquilo não é amor, é outra coisa.

—Sim. É outra coisa.

—Eu não posso liderar a batalha assim. Tenho que ter você e se não vai ser minha amante, então case-se comigo?

—Se é louco?!

—Case-se comigo. É o único jeito. Eu estou louco por você.

—Puta que pariu!

Ele ficou chocado com o meu palavreado.

—Aceita casar-se comigo?

—Aceito.

—Amanhã pela manhã na sua capela. Traga alguém como testemunha, eu trarei meu capelão.

—Tudo bem.

—Teremos que manter segredo por um tempo.

—Tudo bem. É bom saber disso.

Eu compeli uma senhora a ser minha testemunha e a manter segredo. Eu fiz um lindo vestido branco e um penteado no cabelo.

—Eu cheguei cedo. Mal podia esperar.

Já dentro da capela pronunciamos nossos votos.

—Eu sou um tolo. Eu esqueci o anel.

—Eu tenho um anel.

Nós nos casamos e eu compeli o padre a não contar a ninguém que havia realizado a cerimônia.

Nós fomos para uma cabana de caça e fizemos amor.

—Ainda bem que jantaremos na casa da senhora Thompson. Eu estou morrendo de fome. Mulher devassa.

—Ei! Eu era uma virgem tá legal?!

—Eu devo partir para a batalha.

—Eu devo fazer uma coisa antes de você ir. Esse é o José.

—O que ele faz aqui?

—Vou amarrar a força vital dele á sua, assim se você morrer a força vital dele vai fluir pra você e vai te trazer de volta.

P.O.V. Edward.

Vê-la fazer aquele feitiço foi chocante.

—Uma bruxa.

—Não é como pensa. Somos servas da natureza. Não comemos almas de criancinhas ou fazemos pactos demoníacos. Isso é tudo cao.

—O que?

—Mentira. É tudo mentira.

P.O.V. Aleera.

Quando ele retornou da Batalha ele anunciou que estava casado comigo.

—Eu estou feliz e orgulhoso em anunciar que estou casado com Lady Aleera Cullen Volturi.

—Está louco?! A mulher usa calças!

Esse Lorde Warrick está na minha mira. E eu estou na mira dele.

—Vossa Graça.

—Lorde Warrick.

Essa noite ele morre. Esperei o meu amado marido dormir e entrei no quarto do Lorde Warrick, matei ele e a esposa e os guardas é claro.

Depois eu voltei para a cama como se nada tivesse acontecido. Amanhã terei que fingir surpresa.