A Guerra das Cápsulas

5 O baile de noivado - parte II - hentai


Notas iniciais
Yo mina-san! Como prometido, serão dois capítulos por semana de agora em diante. Enjoy!

Ao fim do jantar, os jovens se reuniram novamente no baile, dessa vez tocaram músicas mais contemporâneas, Vegeta que não queria perder tempo com baboseiras, trancou-se na sala de reuniões com o Rei Ox para discutir os termos do suprimento de recursos. Com a ausência de Vegeta e dos jornalistas, Chichi dançou todas as músicas com Goku, qualquer um que olhasse viria claramente que ambos já estavam apaixonados. Bulma dançou com vários outros rapazes, saiyajins e humanos que faziam fila para terem a sua chance de dançar com ela. Embora sorrisse, seu pensamento estava em Yamcha. Ele não havia aparecido no jantar, ela sabia que ele não viria devido a última briga feia que tiveram. Um rompimento oficial era inevitável, embora ela soubesse que ele não era homem o suficiente para dizer isso claramente.

Dançou pela última vez com um elegante saiyajin muito educado e respeitoso e rejeitou as outras propostas, escolheu ir buscar uma bebida e sentar-se na sacada.

Enquanto bebericava um drink sem álcool, sentiu uma mão masculina sobre o ombro, achou que fosse mais um dos rapazes que ainda insistia que ela fosse dançar, virou-se e deparou-se com Yamcha, usando um bonito smoking preto, os cabelos amarrados em um rabo de cavalo baixo.

— Você veio então? — ela disse tentando o abraçar.

Ele gentilmente se afastou do abraço.

— Eu só vim para parabenizar a Chichi pelo noivado... e dizer adeus.

— E nós?

— Não tem mais "nós", Bulma. Acabou

— Seu idiota.

— Pode me xingar, eu mereço.

— Para onde você vai?

— Assinei um contrato com um time americano. Eu viajo na semana que vem. Maron vai comigo.

— Aquela vadia, vagabunda.

— Não use essas palavras, não combina com você.

— Vai me deixar por ela? Eu não acredito nisso, depois de dez anos! Dez anos juntos, Yamcha! Não significou nada pra você?

— Claro que significou, mas acabou. Como tudo nessa vida, nosso amor também acabou.

— O meu não — ela disse.

— Acabou sim, Bulma, você não quer admitir, mas nós dois já não tínhamos mais nada a ver.

— Só porque eu não fui em alguns dos seus jogos?

— Não é só por causa dos jogos, é tudo. Mas nós já tivemos essa conversa, não vou me repetir.

— Você vai ver só, você vai voltar pra mim de joelhos, se arrastando, seu desgraçado!

— Eu não vou voltar, dessa vez é sério, acabou mesmo. Aceite.

— Desejo que aquela vaca da Maron coloque vários pares de chifres em você, pra você dar valor a uma mulher de verdade.

— E eu desejo que você encontre alguém que te ame como você é, que te faça muito feliz, que dê vários filhos.

— Idiota, sei que no fundo não deseja nada de bom pra mim!

— Está enganada mais uma vez, Bulma.

Yamcha se afastou e Bulma jogou a taça contra ele, ficou gritando ofensas e ameaças que nunca cumpriria. Desceu para pegar um bebida, dessa vez alcoólica, queria beber até morrer. Tomou três doses seguidas de uísque puro que desceu queimando sua garganta e levou mais um copo cheio. Passou por um corredor escuro para fugir dos pretendentes e entrou em uma das inúmeras salas de chá do palácio, estava escuro. Tirou os sapatos e deitou-se na espreguiçadeira. A cabeça girava e girava, já era próximo da meia noite, eles ainda teriam música por mais umas três ou quatro horas no mínimo, os bailes do palácio eram sempre animados. Mas isso não a incomodava, pois estava tão exausta que não conseguia mais manter os olhos abertos. Nesse estado não percebeu quando a porta da salinha foi aberta e um homem entrou sorrateiramente.

***

Assim que o rei fez o anúncio do noivado, Vegeta o seguiu até a sala de charutos onde ficaram discutindo sobre os suprimentos durante um bom tempo.

— Você pensa que eu sou trouxa, seu terráqueo inútil? Nos últimos anos a carga de suprimentos diminuiu consideravelmente.

Rei Ox era por natureza extremamente pacífico, mas era muito difícil até pra ele manter um diálogo civilizado com Vegeta, que não conseguia formular uma frase que não fosse ofensiva.

— Vamos falar sobre isso amanhã, alteza. Hoje é o dia do seu noivado, hoje é festa. Porque não aproveita para ir dançar com a sua noiva? — O Rei Ox sugeriu.

— Eu não vim aqui para dançar, eu quero saber dos suprimentos!

— Nós estamos fazendo tudo o que podemos, já lhe dou 50% da minha produção. Como vocês não conseguiram se reerguer depois de tanto tempo? Será que não é má administração?

— Está me chamando de burro é? — Vegeta rosnou.

— É claro que não, alteza! Seus conselheiros que administram podem estar cometendo algum engano.

— É óbvio que não, eu acompanho tudo bem de perto.

— Bom, nós estamos fazendo o possível. Aqui mesmo estamos com o cinto apertado também.

Vegeta sabia que era mentira, afinal desde que pousara na Terra só viu luxo, não havia sinal de pobreza em lugar algum.

— Eu vou descobrir o que está acontecendo por aqui, seu verme! — e saiu chutando a porta.

Rei Ox nunca admitiria para aquele tirano que eles possuíam riqueza incalculável acumulada graças à Capsule Corporation, não queria ter o risco de ter tudo roubado e os humanos mortos.

Vegeta foi até o salão de baile e lá deu de cara com Chichi dançando com Goku, não se incomodou muito, afinal ela não representava nada para ele além de uma obrigação. Pegou uma bebida e foi espairecer na varanda, quando chegou ouviu a discussão de um casal. Era a voz da mulher terráquea que ele pretendia matar. O homem que a acompanhava saiu e uma taça foi jogada na direção dele, Vegeta se escondeu nas sombras e observou Bulma voltar ao salão e indiscriminadamente virar três doses de bebida e ainda levar mais uma. A seguiu em silêncio. Ela era barulhenta e espalhafatosa, enquanto ele se movia como um gato nas sombras. Vários homens a abordaram no caminho, ela era o tipo de fêmea que atraía os machos, ele constatou. Viu quando ela entrou em uma sala afastada do salão, esperou alguns minutos e entrou atrás.

Encontrou Bulma deitada sobre um sofá comprido sem encosto. Ela já estava completamente bêbada, seria muito fácil para ele matá-la sem que ninguém soubesse. O corpo só seria encontrado no dia seguinte, como havia muitas pessoas no palácio qualquer um se tornaria suspeito.

O copo ainda cheio pendia da mão mole da garota, Vegeta o tirou dela para que o barulho de uma possível queda não chamasse sua atenção. O corpo miúdo da jovem se revelava curvilíneo por debaixo daquele vestido de tecido fino.

— Mulher vulgar — ele disse com desprezo.

Vegeta se aproximou e tocou sua cintura, quebraria algumas costelas primeiro, era tão fácil, era só apertar um pouco.

— Yamcha, é você? Eu sabia... — Bulma balbuciou.

— É o Yamcha sim, estou aqui — Vegeta mentiu. Ganhar a confiança da vítima era importante.

— Faz amor comigo, meu amor! Só a última vez, a última... — ela o agarrou pelo pescoço e começou a procurar sua boca desesperadamente.

— Me solta sua mulher vulgar e louca! — Vegeta a empurrou.

Com o empurrão, Bulma caiu pra fora da espreguiçadeira, seu vestido saiu do lugar deixando muitas partes do seu corpo à mostra.

Vegeta se aproximou, estava decidido a não perder mais tempo com aquela terráquea inútil.

— Vou matá-la de uma vez, mulher.

Ele a segurou pelo queixo, então Bulma começou a beijar suas mãos, implorando.

— Faz amor comigo, querido — ela pedia enquanto levava as mãos dele para os seus seios e o puxava para si — vem logo vem, eu sei que você me quer, eu sei.

— Eu quero é te matar, mulher vulgar.

— Não quer nada, você me ama, me ama...

Bulma puxou Vegeta para o chão junto de si e o agarrou pelas pernas, tentou despi-lo mas as mão de Vegeta a impediram.

— Você é louca, mulher? Você não sabe o perigo que está correndo?

— Você é que está em perigo, de me amar mais ainda — sua voz estava enrolada e confusa.

Ela deu a volta por cima do corpo dele e sentou-se com as pernas sobre seus quadris, começou a mover os quadris em uma dança ritmada.

A contragosto, Vegeta sentiu o membro enrijecer sob aqueles movimentos.

— Essa mulher vulgar está me deixando excitado, não é possível!

— Eu sempre te deixei excitado — ela riu.

Ela abriu a braguilha da calça dele e posicionou-se. Vegeta, vendo que estava na iminência de unir seu corpo soberano ao daquele ser inferior, usou sua força e sem nenhuma dificuldade levantou-se fugindo dela. Um saiyajin quando fica excitado não consegue fazer outra coisa a não ser transar, mas Vegeta sempre teve à sua disposição as mais belas e fogosas saiyajins de alta classe. Nunca iria jorrar seu precioso sêmen num corpo impróprio daqueles, temia que gerasse uma aberração.

Fechou a braguilha da calça e foi atrás de uma das inúmeras guerreiras saiyajins que vieram com ele na viagem para o servir de todas as maneiras que ele quisesse. Bulma permaneceu semi-inconsciente no chão, sonhando que seu corpo unia-se ao de Yamcha.

Notas finais
Deixem comentários. Abraços!