A Guerra das Cápsulas

14 Vegeta tenta beijar Bulma


Notas iniciais
Sassinhora! Gente, estou super feliz! A FIC recebeu a sua primeira recomendação, e eu não posso nem acreditar que foi tão cedo e mais ainda pelo nosso querido amigo, que já me acompanha desde a minha primeira fanfic: Mockingbird! Lindo, eu não posso nem dizer como fiquei feliz quando vi a notificação que você havia recomendado a FIC, eu tipo... MASOQUÊ?! Eu sei que você já tinha dito que iria recomendar mas não imaginei que fosse tão cedo, sério. Fiquei muito feliz com as suas palavras, escrever fanfics é um hobby e não me qualifica como escritora, eu sei disso, mas é sempre tão legal ver pessoas inteligentes me incentivando! Eu realmente gostei bastante, principalmente porque a FIC está no comecinho, e recomendar assim tão cedo é dar um puta de um voto de confiança. Muito obrigada pelas suas palavras, o capítulo de hoje é dedicado à você. À todos, enjoy! ***AVISO IMPORTANTE*** Pessoal, eu renomeei todos os capítulos anteriores da fanfic, mas nada, absolutamente nada na história foi alterado, nenhum capítulo foi alterado ou editado, tudo está exatamente igual, somente os títulos dos capítulos foram alterados por questões estéticas e para facilitar o entendimento da história.

Bulma abriu sua cápsula de casa ao lado da casa do Mestre Kame e chamou as meninas para tomar banho lá e assim fugir do assédio dos rapazes. Vegeta não considerava nenhum daqueles terráqueos bons o suficiente para tomar banho antes ou depois dele, então foi até a casa de cápsula da Bulma, encontrou as meninas ainda semi nuas, terminando de se vestirem.

— Caiam fora suas terráqueas insolentes!

As meninas gritaram e saíram correndo assustadas, exceto Bulma que permaneceu impassível enquanto terminava de se arrumar.

— Prepare meu banho, mulher.

— Eu não vou preparar nada, se vira.

— Nós temos um acordo!

— Meu acordo com você é pra produzir as cápsulas, nada mais. E tem tudo aí, é só ligar o chuveiro e se virar.

Bulma saiu passando por Vegeta, estava perfumada do banho e a pele havia adquirida um brilho dourado devido ao sol da praia. Ele a segurou pelo braço.

— O que foi? — ela perguntou.

— Eu não gostei do que me disse.

— Então estamos quites, eu não gosto de nada que você diz.

— Não brinca comigo, mulher.

— Me solta, eu quero sair.

Vegeta se aproximou dela, Bulma estremeceu. Temeu que ele de repente se esquecesse do acordo de ambos e a tentasse machucar.

— Ficou com medo, mulher?

— Não — Bulma mentiu.

— Está fugindo de mim?

— Você mesmo mandou todo mundo embora, não lembra?

— Todas, menos você. É pra você ficar aqui pra me servir.

— Eu não vou te servir nada, já falei que tem tudo aí para o seu banho.

— Não é disso que eu estou falando.

Vegeta apertou mais os punhos dela e se aproximou, ela continuou recuando até o limite da parede, ao lado da porta de saída.

— Eu falei que eu não queria que você fizesse nada comigo — Bulma argumentou.

— Só fica quieta e deixa comigo.

Vegeta começou a cheirar o pescoço de Bulma, mordiscou, lambeu. As mãos percorreram a cintura, os seios, os braços. Apertou-a mais forte contra a parede, separou suas coxas com uma das pernas. Conduziu suas mãos até embaixo e a obrigou à toca-lo. Procurou sua boca pra beija-la, Bulma virou o rosto. Ele a segurou pelo queixo e obrigou que ela o beijasse, ela virou o rosto várias vezes para o lado fugindo dele.

— Que caralho, mulher! — ele esbravejou e socou a parede que afundou com o golpe.

— Eu falei que eu não quero — ela disse fingindo indiferença à explosão dele.

— Você tem que querer! Tem que querer igual àquela noite do baile.

— Eu não estava em mim daquela vez, aquilo foi um engano.

— Eu vou ter que te obrigar?

— As cápsulas...

— Esquece essa merda dessas cápsulas! — ele gritou — Isso agora é outra coisa, devia se sentir lisonjeada pelo príncipe querer te comer.

— Por que tem que ser tão grosseiro? — ela gritou.

— Já me cansei disso mulher! Quer que eu te mate agora?

— Não! Você prometeu!

Ele concentrou o poder nas mãos e Bulma começou a chorar, ele passou bem perto dos seus braços e a pele ficou avermelhada rapidamente.

— Você está me machucando Vegeta, pare — ela soluçava enquanto chorava.

Então Vegeta viu em seus olhos o pânico verdadeiro, desfez o poder das mãos e pegou em seu queixo, ela tremia dos pés à cabeça e não o olhou diretamente nos olhos um momento sequer.

— Você está fazendo isso pra me provocar, mulher?

— Não, eu só quero que me deixe em paz.

Aí estava, uma rejeição genuína, apesar do medo que ela sentia, era corajosa o suficiente para defender sua vida. Bulma era a única que não havia cedido às ameaças de Vegeta, e como a vontade dele era tê-la fogosa como a noite do baile, nenhuma ameaça adiantaria. Vegeta entendeu que a rejeição era definitiva, pela primeira vez ele sentiu havia sido rejeitado.

— Saia — ele disse finalmente.

Bulma saiu o mais rápido que pôde. No caminho encontrou Chichi vinda da praia após a conversa com Goku.

— Você está bem? — Chichi perguntou.

— Estou sim.

— Está pálida.

— Acho que estou passando mal de tanto sol que tomei — Bulma mentiu.

— Por que não vai descansar?

— O Vegeta está aí tomando banho, quando ele sair eu vou deitar um pouco. Por enquanto eu vou me reunir com o pessoal. E você? Estava chorando? Seus olhos estão vermelhos — Bulma observou.

— Eu ganhei o troféu de trouxa do século — Chichi disse desgostosa — Conversei com o Goku, como você me sugeriu, e ele fez o favor de me rejeitar definitivamente.

— Ai, Chichi... eu sinto muito. Mas é certeza?

— Sim, ele não vai se meter entre o Vegeta e eu. Tem um lance de lealdade, alguma merda do tipo... — as lágrimas recomeçaram a escorrer.

— No fundo você já sabia que seria assim, não sabia? Um casamento entre príncipes... Goku é um cara ótimo mas ele é só um servo, nunca estaria à sua altura. Você se entediaria com o tempo.

— Não Bulma, não diga isso, não você que me conhece muito bem, sabe que eu nunca me considerei melhor do que ninguém, eu só tive o azar de nascer na família real, mas eu não sou melhor do que ninguém.

— Não é azar.

— É sim... eu não posso nem amar quem eu quero sem provocar uma guerra entre dois planetas.

Chichi aproveitou para secar as lágrimas e colocou um sorriso forçado no rosto.

— Bom, mas agora que está tudo esclarecido eu vou seguir o seu conselho.

— Qual conselho? — Bulma perguntou.

— Vou tentar me aproximar do meu noivo. Você disse que ele está aí dentro?

— Está, mas toma cuidado. Ele parecia mais irritado do que o normal.

— Ele não vai fazer nada contra mim.

— Eu sei disso... bom, mas é que eu pensei que... sei lá.

— Relaxa, Bulma. Por pior que ele seja ele deve saber tratar uma princesa, não concorda? — Chichi disse e entrou na casa tranquilamente.

Então Bulma percebeu o ponto crucial que a igualava à Goku, ela também, no final das contas, era só uma serva. Ficou pensando que Vegeta a tratava daquela maneira, como um objeto porque ele reconhecia a diferença entre ambos, enquanto ela se considerava uma igual, ele a olhava como um pedaço de carne para ser comido e massacrado.

— "A Chichi ele vai tratar como uma princesa" — ela pensou entristecida — "Enquanto eu recebo xingamentos, violência, ameaças... acho que ele me mataria igual matou aquela criada do chá..."

Então ela se arrependeu das palavras que dissera contra Goku e percebeu que para Vegeta ela não era nada além de um brinquedo, ele a chutaria após usá-la como havia chutado a bola para longe naquela mesma tarde.

Notas finais
Chichi vai tentar uma aproximação com o Vegeta, e aí acham que vai dar certo? E a Bulma, tadinha, bateu uma "deprê" no final, será que isso vai afastar mais ainda o "suposto" principal casal da FIC que não engrena nunca? Me digam nos comentários. Abraços! ***AVISO IMPORTANTE*** Pessoal, eu renomeei todos os capítulos anteriores da fanfic, mas nada, absolutamente nada na história foi alterado, nenhum capítulo foi alterado ou editado, tudo está exatamente igual, somente os títulos dos capítulos foram alterados por questões estéticas e para facilitar o entendimento da história.