Notas iniciais
ùltimo capitulo do livro 2!! Amanhã vou postar o livro 3!! Dai vai acabar de vez suahsuahsuasha Obgdo por acompanhar! Gente, seguinte, sei que ficou muito poucos capitulos, mas é que tipo, se eu não parar agora, não vai sobrar ideias pro 3º livro!! Ah, SPOILER ~ Mas pessoas estão indo em direção a morte aushausha

Decidi que não posso ficar mais muito tempo com essa minha curiosidade aguda para saber o que Max está escondendo de mim. Antes, deixe-me montar minha teoria:

Aparentemente, ele quer que eu recupere minha memória, mas que ela fique ''fragmentada''. É engraçado por que eu sei ler, escrever, falar, fazer contas de matemática, andar, etc. Acontece que eu não tenho lembranças de como eu aprendi essas coisas, ou de como eu perdi minha memória.

E uma coisa eu tenho certeza: Max está envolvido na minha perda de memória.

Decidi primeiro atuar de espiã e seguir Max o dia todo. Primeiro ele acordou, saiu do quarto, foi tomar café da manhã, depois desceu para o treinamento, almoçou, voltou pro treinamento, jantou e foi para seu quarto. Eu já estava a ponto de desistir, quando, perto da uma hora da manhã, ele saiu do quarto (desrespeitando o toque de recolher, se ele ou eu formos pegos, ficaremos fodidos) e, nas sombras (como eu) ficou andando e se escondendo dos guardas. Ele foi até o laboratório. Entrei com ele. Ele foi em direção à dois cientistas que estavam trabalhando numa máquina estranha, acho que nunca a tinha visto antes. Não consegui ouvir muito bem, só por partes. Mas o que eu ouvi foi o suficiente para a minha teoria estar certa:

– Vocês disseram que conseguiriam! — Max falou.
– Nós avisamos... Máquina estava em teste! — Um deles falou, mas quase sussurrando.
– Era para vocês terem apagado apenas aquela memória, não tudo! Ela mal se lembra de quem eu sou... — Max estava gritando.
– Não fomos nós que pedimos para apagar a memória dela...

Então, mesmo minha curiosidade me matando por dentro, tive que ir embora, antes que eu começasse a chorar ou algo do tipo. Antes, percebi que havia uma câmera, uma não, quatro. Elas devem ter gravado o que aconteceu comigo. Eu tenho que achar esse vídeo!

Consegui chegar ao meu quarto em segurança e dormi a noite inteira. No dia seguinte tive que sair para tomar café da manhã, Max se sentou na minha mesa, mas não consegui falar com ele, nem sequer olhar em seus olhos. Exceto por meu último momento, antes de eu levar meu prato para a cozinha e voltar ao meu quarto.

– O que você está escondendo de mim? — Perguntei.
– Que? — Ele perguntou, meio assustado.
– Você está estranho e está escondendo algo mim! O que é? Algo que você não quer que eu me lembre? — Ele abriu a boca para falar algo, mas eu continuei: — Saiba, Max... Que eu irei descobrir! E se você me contar agora, talvez eu não fique tão brava com você.

Mas ele não falou, ficou quieto e ''escondido''. Sai da mesa, com raiva e levei minha bandeja para a cozinha. Mesmo no caminho ele gritando meu nome, não me virei para ele, entrei no meu quarto e tranquei minha porta. Ele tentou entrar, e depois ficou batendo na porta. Então ele desistiu e eu, quando achei seguro, destranquei minha porta.

E logo em seguida a enfermeira veio, com seu tablet na mão. Deitou-se do meu lado, conversamos um pouco e ela pôs um vídeo meu, no centro, conversando com o Max. Durava bastante. Jhona chamou a Enfermeira para conversar. Eu pus o fone para não atrapalhar. Mas então ela e ele saíram da sala, e acho que essa é a minha deixa.

Sai do vídeo e acessei a pasta onde todos estavam armazenados e procurei nos últimos videos, algum que estivesse eu e Max. Era o penúltimo.

Meio receosa, abri o vídeo e liguei.

Está na hora de descobrir o que Max e todos aqui estão escondendo de mim.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!