A Guerra Final
3 Capítulo 2: Realidade
Notas iniciais
Neste novo capítulo daremos início a ação!
Depois do ocorrido eu paro para refletir,que não posso parar minha jornada eu tenho que prosseguir, mas está difícil como vou aceitar tantas mortes que provavelmente virão,o que e mais importante minha própria sobrevivência ou a sobrevivência das outras pessoas,mas elas são iguais a mim se for necessário e é necessário eu cuidarei de minha sobrevivência e da sobrevivência dos outros custe o que custar, uma promessa que faço para mim mesmo.
Então eu raciocíno mas para sobreviver precisarei de armas em meio a essa guerra então digo para mim mesmo -Mas aonde eu ia achar uma arma tão facilmente...ah. Me lembro meu pai guardava uma arma em casa de baixo do armário do quarto dele e de minha mãe tinha uma pistola 9MM,arma para defesa pessoal eu não sabia atirar muito bem más meu pai me deu pequenas aulas,volto correndo para a minha casa quando entro Matthews fala. -EI EI EI. Eu respondo. -O que foi Matthews? -O que foi? O que foi? Você me pergunta ainda que merda de barulho foi esse,cade nosso amigo porra? Eu apenas abaixo a minha cabeça ele ja compreende e me diz -Nossa Gu me desculpe eu não sabia cara eu cinto muito muito mesmo! — Não tem problema! — Mas então o que veio fazer? -buscar a arma de meu pai que está lá em cima a final vou precisar de uma né? -Sim! Depois eu fui para cima e peguei a arma ela estava carregada e acompanhada com mais dois pentes também carregados, levo a arma e os dois pentes. Saindo para ir para a casa de meu outro amigo Leandro eu paro para observar o redor vejo 4 soldados a uns 200 metros para baixo então resolvo ir pela rua de cima já que não havia ninguém passando quase em frente ao Supermercado me deparo com uma cena os soldados fecharam o Supermercado para que nem um civil pegar alimentos isso e muita crueldade para que deixar as pessoas passando fome meu Deus que horor,mas consigo passar discretamente sem ser visto,chegando na casa de meu amigo estou cansado estava muito quente quando entro na casa com a arma na mão não encontro ninguém vou até a geladeira e encontro uma cerveja gelada,se o mundo estivesse normal eu não beberia mas...depois de beber me encosto em algo que nem parei para ver o que era e me descanso por um tempo enquanto esperava Leandro. De repente eu escultor a porta abrindo nem paro para olhar me viro e atiro,quando percebo era Leandro eu me assusto,mas graças há Deus não foi grave acertei a perna dele,então eu digo. -Por favor me desculpe por favor. -ahhh calma não foi nada pegou de raspão. Depois do susto nos fazemos um curativo nele e fomos descançar pois ja estava a noite nos estávamos revezando a vigia quando ele avista 2 ou 3 soldados entrando pelo portão ele me acorda então eu pego minha arma e ele pega uma espingarda achei que ele não teria força nem para erguer a arma mas conseguiu,então eu digo. -Vamos quebrar as janelas e atirar. Então nos quebramos a janela e começamos a atirar e Leandro mata um deles no meio do tiroteio intenço os soldados correm embora não entendemos o por que mas achamos que iriam voltar com reforços e resolvemos sair pelos fundos mas ele não consegue correr,encontramos um carro entramos e eu estava tentando dar partida com ligação direta então Leandro fala. -Gustavo ei ei tem mas deles vindo estão chegando rápido rápido.
Notas finais
Então será que no próximo capítulo conseguiremos escapar ou alguém ira morrer? Não esqueçam de favoritar e comentar!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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