A Great Day to Die - Fanfic Interativa
11 Sangue e Morte- Parte 2 Final
Notas iniciais
Jasmine cambaleava pela floresta sem rumo, estava atrás de Mason tinha certeza que o encontraria em algum lugar, precisava de sua ajuda naquele momento. As suas pernas tremiam como se fosse um rigoroso dia de inverno, mas ela já nem ligava.
– Mason! – O grito saiu fraco, ao mesmo tempo em que ela sentia suas forças indo embora.
Havia realmente entrado no espírito do “jogo”, tomada pela vontade de viver. Como poderia ela, antes tão doce e frágil, um exemplo de família, dando orgulho aos seus pais, como ela poderia ter matado três inocentes?
Nunca ela pensaria que se tornaria isso, um monstro. A garota andava sem nem saber onde estava nessas condições já estava desorientada. Estava gravemente ferida por causa de sua luta com Chloe, Jasmine levou várias vários golpes com a clava da garota.
Jasmine escutou um barulho estranho, mas familiar. Ela adentrou as arvores e viu: estava no topo de uma cachoeira. Ela pensou e pensou. Realmente o barulho das águas desaguando calmamente no riacho que se formava ao fim a acalmava. Ela fechou os olhos e relaxou, como nunca antes. Sua mente agora estava em branco, apenas uma culpa muito grande em sua consciência a incomodava. Ela não pensou em mais nada depois disso, apenas sentiu o ar bater em seu corpo, a fazendo relaxar. Aquele delicioso voo a tiraria de todo aquele sofrimento, dor e culpa, e logo se sentiu livre como um pássaro. Estava agora em seu descanso eterno. A garota havia pulado do topo da cachoeira.
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Alaska corria como uma louca atrás da tal voz, ao seu lado estavam Ariella e Mason, correndo o mais rápido que podiam.
– Ei! – Era uma voz familiar.
Os três se viraram e deram de cara com Alex e os outros. Finalmente haviam se encontrado!
Foi um longo abraço entre eles. Mas tinham de pensar em uma maneira de sair daquela ilha.
– Nós sabemos onde está a cabana do Ariel. – Disse Matthew, um tanto aflito.
Todos pensaram um pouco.
– Melhor irmos até lá – Falou Alaska, ainda um pouco pensativa. – É a única maneira de conseguirmos sair daqui.
– Também achamos uma lancha no píer, mas ela não pegou, e nem era a nossa.
– Era minha – Respondeu Mason – Eu e Jasmine encalhamos aqui.
Todos se entreolharam por um minuto e concordaram com o que Alaska havia falado antes. Seguiram para a cabana, com Hilda na frente.
– Onde está Chloe?
– Ela... Ela morreu. – Falou Hilda, triste.
Alaska engoliu em seco e continuou seguindo. Pularam algumas moitas espinhosas e se viram em frente à cabana do monstro. Alex respirou fundo e abriu a porta já um pouco comida por cupins. Ela rangeu, mas não foi alto, o que deixou os jovens despreocupados.
Eles adentraram o casebre, desconfiados, um cheiro estranho tomava todo o local, fazendo alguns deles taparem o nariz com as mãos.
Havia uma ave morta e cima da mesa, talvez fosse isso o motivo do odor.
– Que nojento! – Resmungava Hilda, quase vomitando. – Melhor não continuarmos.
– Essa é a única maneira de sairmos daqui, Hilda.
Hilda respirou fundo, escutaram um barulho.
– O que foi isso? – indagou Alex.
– Vem dali.
Alaska apontou para um alçapão, no fundo da cabana. Alex não o havia percebido da última vez que foi ali.
Os 6 jovens foram até o alçapão e o abriram, mesmo sem saber o que encontrariam lá dentro. Era uma sala, com um grande corredor, que dava em um afastado píer, o lugar todo era iluminado por tochas. /eles seguiram cautelosamente até o final do corredor e descobriram um píer abandonado, bem diferente do que eles viram quando chegarem.
– Esse é outro píer – Disse Hilda, sentando-se na fina areia da praia.
– Olhem! – Era o grito de Matthew, apontando para um lugar que ficava há uns cem metros dali. – É a nossa lancha!
Todos correram para lá, era mesmo a lancha de Rafael. Então Ariel não havia queimado ela, como havia falado antes, ela estava intacta, escondida. A ilha era grande, talvez fosse por isso que os jovens não a acharam.
Enquanto examinavam a lancha, escutaram um grito de dor, era de Alex. Olharam para ele e perceberam que ele havia sido acertado com uma flecha na barriga. O garoto caiu já morto.
Alaska pegou rapidamente sua lança e foi para a floresta, á procura de quem havia feiro isso. Ariel saiu de surpresa e a agarrou no pescoço, derrubando-a no chão.
– Socorro!- Era o grito de Alaska, os outros foram para lá tiraram Ariel de cima dela. Ele tentou fugir, e eles o perseguiram pela floresta. Estava na hora da vingança, a tão esperada vingança.
A perseguição durou uns cinco minutos, até Ariel ser encurralado em uma frondosa árvore.
Sem nenhuma chance contra cinco, ele partiu para cima, e enfiou sua faquinha na barriga de Ariella, que deu um grito de dor . Ela caiu no chão.
– Seu desgraçado! – Foi o grito de Alaska, que empalou Ariel com sua lança. Ele caiu no chão morto e eles deram vários golpes nele com suas armas, até ficarem sujos de sangue.
– O...
Eles tentavam falar, mas as palavras não saiam apenas respirações ofegantes e fundas.
– Ele, morreu- Hilda foi a primeira a falar.
Mason foi até o corpo dele e constatou a morte de Ariel. Em seguida foram ajudar Ariella, mas a garota já estava morta.
– Oh, não – Falou Hilda, triste.
Fizeram cerca de um minuto de silêncio.
– Ei, olhem. – Matthew apontava para uma chave, que estava na mão de Ariel. Era a chave da lancha. Felizes por dentro, e cansados. Eles fizeram uma lenta caminhada até a lancha.
– Quando chegar em casa, vou tomar um belo banho. – Falou Alaska.
– Acho que eu também.
Mason subiu na lancha e colocou a chave, deu a partida, mas ela não pegou.
– Ah, não.
– Espere um pouco.
Tentaram muitas vezes, mas a lancha não pegava.
– E agora? – Matthew se sentou.
– Olhem!
Hilda apontou para o lado, havia 2 botes ali.
Eles correram até lá. Agora estavam salvos. Eles subiram no bote, mas foram atrapalhados por uma luz ofuscante que vinha do mar. Eram dois barcos, não sabiam de quem. A luz era muito forte, o que dificultava a visão.
– O que é isso?
Esperaram um pouco, eram barcos da polícia, vindo resgatá-los. Os policiais levaram-nos até lá dentro.
– Nós procuramos ilha por ilha. – Disse o policial, sorrindo.
– Agora vamos levar vocês para a casa.
Depois de uma hora de respostas eles foram levados ao barco, onde foram para a delegacia, e em seguida para casa, onde encontrariam seus pais. Estavam agora á salvo
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[N/A: Fim. Agradeço á todos meu leitores.]
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