Notas iniciais
Minha primeira Fanfic, como vocês sabem eu sou boa, em Trágedia, terror, romance. Boa leitura!

Apenas uma pequena, que tirava ótimas notas. Para impressionar seus pais. Em uma tarde adorável, eles decidiram ir a um passeio no parque. Um pouco longe de onde moravam. Começou a chuviscar, pequenos e pequenas gotinhas caiam na janela do carro, cada vez mais rápido, caia. Era apenas mais uma, de várias observações que Jolie fazia. Quando estavam prestes a cruzar um cruzamento, perigoso. Seu pai percebe a falha nos freios. E começa a se desesperar. Sua mãe, que estava ao lado do pai, coloca o cinto rapidamente, falou a filha para também a colocar. A pequena, sem saber então fez, como sua mãe estava falando. Um caminhão que veio sem também conseguir segurar o freio, os dois carros se chocaram. Seu pai morreu na hora, sem nem dar as suas últimas palavras. Sua mãe desesperada tentou sair do carro. Fraca, pegou a filha pela mão. E a tirou do carro. A ambulância logo chegou, a partir dai, sua mãe havia entrado em coma. Jolie, foi criada, com sua tia, que vivia muito longe, no Alasca. Sua tia era rica, humilde, detestava palavrões. Sua tia Margaret, a criou como uma filha. Ao passar dos anos, Jolie foi crescendo ainda mais desesperançada, a respeito de sua mãe. Ainda continuava em coma. Ia fazer 9 anos que seu pai havia falecido. Jolie já tinha 18 anos, então sua tia a colocou em uma faculdade, o grande sonho de Jolie, era ser desenhista. Os meses haviam se tornado minutos. Passavam rápidos, sua tia sempre bancava as despesas, da faculdade de Jolie. Que era realmente como uma filha para ela, Jolie fez amizade com 3 meninas. Que moravam perto de sua casa. Onde estava morando atualmente, com sua tia. A Candy, loira, baixinha, um pouco obesa, branquinha, gentil. A Janaina, ruiva, alta, magra, parda, brincalhona. E a Géssica, morena, baixa, peso regulável, escurinha, inteligente. Elas eram as únicas amigas de Jolie. Que sempre a apoiava, a divertia quando estava triste, elas eram diferentes de outras garotas. Géssica queria se tornar uma grande fotografa, a Candy uma médica de sucesso, e Géssica uma veterinária. Jolie continuava a tirar as melhores notas da classe. Apenas para orgulhas sua tia, sua mãe que estava em coma, e seu pai, que por incrível que pareça para Jolie, ele estava mais presente. Jolie pensava antes em sua família, e sempre preferiu ficar longe do amor. Onde ela pensava ser um castigo, uma fraqueza. Jolie já estava no meio do semestre, já estava preste a ser tornar uma desenhista. Em uma tarde, as amigas se reunirão, em um jardim lindo. E com cada uma, tinha tubos, e folhas. Começaram a arrumar as coisas, e começaram a grafitar, deixaram completamente lindo o muro. As amigas ficaram orgulhosas pelo trabalho feito.

As amigas foram para casa, menos a Jolie. Que antes de voltar para casa, decidiu passar em uma loja de construção. Lá ela compro uma tinta branca, e foi para casa. Falou com sua tia, e a abraçou como sempre fazia a pequena Jolie, subiu tomou banho, e colocou uma roupa velha apenas para pintar a parede. Desenhou uma mulher, que sempre aparecia em seus sonhos, e outros desenhos perfeitos. E assim levava sua vida, até que enfim recebeu um telefonema, que não era qualquer telefonema era o telefonema do Doutor Liam. Ele cuidou de sua mãe desde que ela chegou no hospital, e ainda sentia um carinho forte pela garota. Ela rapidamente foi para o hospital, e encontrou com o Doutor, ele era loiro, olhos azuis, até tinha uma tatuagem com um coração flechado. Rapidamente ele a cumprimentou, e ela apenas o cumprimentou com um sorriso simpático, que logo foi retribuído. Logo o doutor a explicou a jovem que a algum tempo era apenas uma menina, que não conseguia se conformar com a morte do pai. O doutor logo disse, que sua mãe, tinha feito alguns movimentos. Uma das enfermeiras a viu de olhos abertos. E as esperanças da pequena, já tinham voltado e só pelo motivo de sua mãe está viva, seria a melhor noticia que ela poderia dar para sua tia. Que em seguida chegou no hospital. Ao receber a noticia, a sua tia abraçou a sobrinha. Elas foram para casa, jantaram, e foram dormir. Já na manhã, do dia seguinte, Jolie já arrumada, preferiu ir para faculdade para dar a ótima noticia para as amigas, que sempre lhe aguardavam ao lado do portaria. Em um abraço coletivo, ela deu a grande noticia que para ela era a coisa que mais a importava saber, se sua mãe iria sair daquela sala, para dar um abraço bem forte naquela pequena... Que foi crescendo ao lado da tia, aprendendo tudo o necessário com a vida. Aprendendo que o amor, é uma armadilha, que só pega as pessoas que estão desprevenida. Suas amigas, ficaram feliz, com a noticia e deram o apoio necessário para pequena. Que já estava precisando de amor, carinho. Depois da faculdade, ela foi grafitar e fez cada desenho mais bonito que o outro. E todos ficavam olhando. Como se desenhar fosse o crime.

Mais mesmo com vergonha a jovem pequena, com raiva do mundo ser tão injusto. E também feliz... por sua mãe está prestes a se levantar da maca, e dizer o quando se importava com aquela pequena, fraca que não conseguiria se levantar, sem um pequeno empurrão. Então, ela apenas sorriu, para o mundo como um presente. De repente surge o Doutor que tira algumas fotos, dela sorrindo, e distraída. Que rapidamente ficou timidamente com vergonha. Apenas acenou para o Doutor. Mesmo a pequena não sabendo seu nome. O conhecia um pouco de cada, e sabia que seria bom ter ele por perto. Ele a cumprimentou, com um beijo no rosto. E ela corou. Logo começou a desenhar no muro novamente, e ele apenas a observava, procurando saber como agradá-la. Ela apenas ficava desconfortável com a presença dele. Logo ela se despediu dele, e foi embora. Procurou, outro lugar para desenhar. Porque ela preferia se manter longe. Não queria arriscar amar uma vez, e sofrer igual sua mãe sofreu na juventude.