A Good Day For Love To Die

6 Capítulo 6 - Anything Can Happen


Notas iniciais
Olha cap meio tenso! tem acidente, tem momento fofo, palavrões e também uma pequena cena de pseudoestrup. Não é cena forte, pdoem ler tranquilas.
Anna Maria do Bairro voltou!!

Eu ainda estava com a mente a mil por hora quando acordei, tentava juntar cada pedaço de coisas e frases ditas naquela noite. Bebi um pouco além, fiz coisas que talvez não teria feito, enfim... a dor e cabeça era resultado disso. Levantei e fiz minha higiene matinal, Danny estava com a Kim então não me preocupei, desci a passos lentos a escada e ai me deparei com o ...

(...)

...Tom no final da escada, parecia estar esperando alguém, ele estava bem arrumado e com o perfume EU que adorava. Parei perto dele e fiquei olhando seus traços e também seu nariz que estava com um pequeno curativo, mesmo assim ele sempre fora lindo, e dono dos olhos mais encantadores do mundo.

- Anna, a gente precisa conversar linda.

- Estou atrasada Parker. – respondi secamente.

-Também tenho que sair, não vou demorar.

Fomos para fora da casa para conversar. Ele me olhava sério e de braços cruzados, isso estava me incomodando então procurei me distrair olhando os carros, e o silencio tomou conta de nós por alguns minutos até que ele finalmente resolveu falar.

- Queria pedir desculpas por estar agindo... assim. Ver você e o Max se beijando daquele jeito, foi... demais pra mim, fiquei com raiva e acabei fazendo aquilo. Enfim desculpa.

Comecei a pensar que aquela briga toda não devia ser por minha causa e sim pelo fato de eu ter beijado o Max, o melhor amigo dele, e eu me iludindo a toa. Meu sangue subiu e meu rosto queimou de raiva.

- Pode deixar Parker, não vou mais beijar nem o Max e nem nenhum amigo seu viu, ta tudo bem acho que já terminamos por hoje. –falei me levantando.

- Não! Não é isso, que droga Anna, você sempre distorce o que eu falo. – disse fazendo o mesmo e se levantando

-Se expressa melhor então espertão. –falei com um certo sarcasmo.

- Espertão? To aqui tentando te pedir desculpa e você começa a dar a louca, não dá para conversar com você, sempre que eu tento você faz isso....

- ISSO O QUE? – disse aumentando o tom de voz, estava tão emputecida com ele e comigo mesma já, que as pessoas me olhando na rua era o que menos importava.

- Da um ataque de insegurança, fica gritando, depois eu que não peço desculpas, que não converso, que não dou a mínima e que sou ogro.

- Insegurança? – eu ri. – O Mundo não gira em torno de você não amor, se enxerga.

- Isso esta sendo muito desnecessário Anna, sério eu estava falando de boa com você.

- Ah... você acha que eu to sendo louca? Que peninha, desculpa estar fazendo isso Sr. Perfeito, vou falar mais baixinho ta, pode continuar.

- Deixa pra la, você já perdeu o controle , ta fazendo a louca e eu odeio isso.

- Então ta vai la cantar pras meninhas que eu vou trabalhar.

- Ta dizendo que eu não trabalho agora?

- De forma alguma. –ri e dei as costas para ele atravessando a rua

- Agora você vai ouvir! ANNA TO FALANDO CONTIGO PORRA!

Não respondi nada, atravessei a rua sem olhar. Não lembro de mais nada depois disso, apenas apaguei.

TOM’S POV on

Acordei decidido a pedir desculpas de uma vez para ela, o que eu senti ao vê-la beijando o Max me fez perceber que o fato dela ter voltado para a minha vida não foi por acaso, talvez eu devesse realmente pedir desculpas e dizer de uma vez por todas o que eu sentia por ela, eu sei que era o que ela sempre quisera ouvir mas nunca tive coragem de dizer a ela. Mas hoje eu estava pronto para dizer aquelas 3 palavras, só não esperava ela me receber com 3 pedras na mão. Mas ok, talvez eu estivesse merecendo... ou não.

Ela começou a ser absurda e falar coisas que não cabiam no momento, ouvir ela falando daquele jeito comigo não estava ajudando em nada e quando percebi já tinha perdido completamente a cabeça e ambos estávamos gritando meio da rua. Anna atravessou a rua me deixando falando sozinho e fui atrás dela, de repente um barulho alto de freios e alguma coisa caindo me fez parar no lugar onde eu estava, Anna tinha sido atropelada!

Corri rapidamente até ela que estava desacordada no asfalto, passei a mão por seu rosto e comecei a me sentir culpado, me bateu um desespero.

- ANNA! ANNA ACORDA PELO AMOR DE DEUS! — dava tapas no rosto dela, lagrimas começam a aparecer no meu rosto, ela não respondia.

- Meu Deus! NATHAN CHAMA UMA AMBULÂNCIA – disse Jay aparecendo de repente ao meu lado.

A ambulância chegou rápido, e fui com ela até o hospital e os caras nos acompanharam depois. Já no hospital, passamos quase uma hora esperando noticias delas ate o médico finalmente aparecer.

- São parentes de Anna Knight?

- Eu... eu sou amigo dela. – falei levantando e indo ate ele.- Com ela esta?

- Bom, ela levou uma pancada forte na cabeça, estamos fazendo exames para ver a gravidade, mas tudo indica que foi só uma batida sem grandes danos, fora isso ela também quebrou a perna. De maneira geral ela esta estável, e fora de perigo,vou liberar a visita á tarde. — Suspirei aliviado coma noticia, graças a Deus não era nada grave.

TOM’S POV OFF

Abri meus olhos e a claridade tomou conta dos meus olhos, conforme ia me acostumando com ela, analisa o lugar onde eu estava, com certeza era um quarto de hospital, e como eu havia ido parar ali eu não me lembrava.

- Olha quem veio visitar a Bela Adormecidaaa – Tom entrava no quarto com Danny segurando um macaco de pelúcia fazendo a maior festa.

-Mamãe!!

- Principe! – sorri ,contente em vê-lo.

- Como você esta bem amo...linda?

- Acho que ganhei um pé quebrado não é? – falei olhando para o gesso que eu acabara de perceber devido ao peso da minha perna.

- Você vai melhorar, só vai fazer mais alguns exames e se tudo estiver ok amanhã você volta pra casa.

- Que bom, a Miranda vai me matar. – Mirando era minha chefe, que provavelmente odiou um funcionário a menos no dia de uma reunião importante.

- Já liguei para ela, acidentes acontecem não fica preocupada com isso. – falou colocando Danny sentado ao meu lado.

- Que macaco lindo, quem te deu lindo?

- Tiu Jay comprou pra mim na lojinha aqui du lado.

- Ele é lindo, já tem nome?

- Johnny Macaco – eu ri e comecei a enchê-lo de beijos e mordinhas.

- Que susto você me deu pequena. – Tom agachou do meu lado na cama e afagou meus cabelos. – Sério pensaram até que eu ia infartar, quase que eu fui parar ai do seu lado hospitalizado.

- Bobo, menos um enfermo então. Mas e ae e a entrevista? – falei agitada me recordando do compromisso que ele ia ter antes de conversamos.

- Calma, eles foram sem eu e o Jay. O Martin nem brigou por causa disso.

- Desculpa por dar trabalho.

- Você não dar trabalho e alias ficou linda de camisolinha de doente. – nos dois rimos e começamos a brincar e fazes cócegas no Danny.

Semanas depois, eu já estava livre do gesso e completamente bem, iria voltar ao trabalho naquela manhã, não voltei antes por causa do Tom, que não me deixava nem pegar um copo de água sozinha.

- Brincá mamãe.

- Oh meu lindo, mamãe vai trabalhar – ele logo abriu uma cara de choro e olhou pro pai.

- Papai também vai sair filhão, mas olha tem a tia Kim.

- QUERO BRINCÁ COM MAMÃE E PAPAAAAAI – disse gritando e se jogando no chão.

- Daniel, isso é feio levanta daí – disse o pegando no colo

Ele gritava e se debatia no meu colo com força, essa fase birrenta do Danny me tirava do sério as vezes. Tom me olhou e pegou ele do meu colo.

- Que tal ir ver o papai cantar hein?

- Tio Jay vai? – disse parando de chorar e fazendo uma carinha fofa.

- Vai sim, você gosta dele é ? Não quer mais o papai?

- Tio Jay é legal papai,mas você é o papai – disse sorrindo, fazendo carinho no rosto do Tom, que sorriu todo bobo.

- Se ele for atrapalhar, acho que posso levar ele comigo Tom.

- Que nada, eu levo ele ta beleza pra mim, bora pequeno, pega seus brinquedos com a Tia Kim e desce.

- Posso levar o Johnny ?

- Pode sim, vai la, da tchau pra mamãe. Ele apenas acenou e saiu correndo pela escada.

- Bom trabalho. – falou por fim me dando um beijo na testa, peguei minha bolsa e sai.

Quando cheguei do serviço a casa estava no completo silêncio,encontrei vários bilhetes em cima da mesinha ao lado da tv um era de Kim dizendo tinha saído para tomar sorvete com Danny e Siva, outro do Jay falando : “ Por favor Aninha do meu s2 da comida pra Tia? Te amo xxx” , outro de Nathan e Max “ Anna a gente foi dar uma volta, deixa aquele lanchinho esperto pra gente quando voltarmos? Contamos com você coração, beijos Nath e Max” devidamente assinado com a letra de cada um, procurei algum bilhete do Tom mas não encontrei nada. Resolvi então já alimentar a Tia, preparar os “lanchinhos espertos” e aisim, tomar meu banho e ler um livro até Danny e Kim voltarem. Ao sair do banheiro, ouvi um barulho de porta batendo alto e desci fui ate o topo da escada ver o que era.

- Kim? É você flor?

Até parecia que um elefante subia as escadas tamanho o barulho que fazia, ao invés de Kim encontrei Tom bêbado e com um tremendo galo na testa como se tivesse metido a cara na porta.

- Ai Parker, você não toma jeito. – o peguei pelo ombro e levei-o direto pro chuveiro.

- Vem Ca tomar banho comigo amorrr – eu preparava a cama para ele, enquanto ele me gritava do banheiro. Balancei a cabeça e continuei a ajeitar o quarto.

- AAAANNAAAA – ele fazia um tremendo de um escândalo então resolvi ir até la fazer ele cala a boca antes que acordasse alguém do bairro.

- Cala a boca Thomas – sai indo para onde ele estava.

- Já disse que você é gostosa? Vem aqui com o papai vem – falou abrindo a porta do Box e me puxando para dentro com ele.

- Sai pra la oh – tentei me livrar dele,mas ele era mais forte do eu, rapidamente ele me jogou contra a parede com força, e segurou meus punhos e começou a beijar e chupar meu pescoço de uma forma violenta que provavelmente em deixaria marcas.Comecei a me debater.

- Para Tom!

- Eu sei que você também quer gata, para de tentar lutar contra. – falou me prensando cada vez mais contra a parede e colocando sua perna no meio das minhas, a movimentando.

Eu não acreditava que ele estava fazendo aquilo, ele me segurava e minhas costas doíam devido a batida, comecei a chorar de desespero, esperando que alguém chegasse e me tirasse dali.

- Só quero me divertir um pouquinho vai, para de se fazer de difícil . – dizendo isso ele soltou um dos meus braços e colocou a mão por dentro do meu short.

- Tom eu não quero... – eu fazia força para sair dali e ele mais ainda para me manter ali, comecei a ficar fraca, apenas fechei os olhos e comecei a pensar que tudo aquilo so podia ser um pesadelo.

- Quer sim. – disse me soltando de vez e me olhando, vi uma chance e lhe dei uma joelhada nas partes baixas, sai correndo,tranquei o quarto e me atirei na cama. Aquela de longe foi a pior noite da minha vida.

Notas finais
Quem gostou deixa review! Queria tanto saber quem favoritou minha história, as senhoritas podiam se manifestar?