A Garota Dos Olhos Verde-mar
30 O Quarto do Deus do Sol
Notas iniciais
Jason's POV
Depois de termos ouvido o grito do Percy como se estivesse caindo abrimos a porta correndo.
A sala era realmente bonita, tinha um brilho próprio espetacular.
-Parece o quarto de Apolo. -Eu disse olhando para uma cama no centro da sala com varios espelhos em volta. Ainda tinha alguns instrumentos musicais, e umas folhas com poesias jogadas por todo o quarto.
-E é. -Ouvimos uma voz vindo de atrás da gente. -O que me leva a perguntar o que vocês estão fazendo aqui.
Nos viramos e demos de cara com Apolo, ele estava com a aparencia de um adolescente de 17 anos, ele parecia ter acabado de voltar de uma boate, sua calça jeans e sua camiseta estavam todos amarrotados, e ele parecia querer desmaiar na cama mais próxima.
-Você tá bem? -Hazel perguntou se aproximando do deus do sol. -Você parece estar com mais sono do que o Frank.
-Eu só dei uma passadinha em Las vegas. -Ele disse. -Vocês já foram pra lá, é incrível, mas eu acho que exagerei nas flores de lótus.
-flores de lótus? -Frank perguntou. -Isso não te faria ter perdido a consiência do tempo e ficar lá por anos?
-Cara. -Apolo disse parecendo ofendido. -Eu sou um deus, não um semideus ou humano que não aguentam nem ficar uma noite no cassino lótus.
-Não falei por mal. -Frank se desculpou.
-Tudo bem. -Apolo disse se sentando na cama. -Mas como vocês entraram aqui?
— A gente não sabe. -Hazel disse para o deus.
-Mas eu acho que você sabe. -Eu disse encarando ele. -Não estou certo?
-Não. -Apolo falou. — Na verdade, mais ou menos, eu fiquei sabendo que vocês estavam aqui e decidi vir aqui dar uma ajudinha para vocês.
-Ótimo. -Frank falou. -Porque é exatamente disso que a gente tá precisando.
Jason's POV Depois de termos ouvido o grito do Percy como se estivesse caindo abrimos a porta correndo. A sala era realmente bonita, tinha um brilho próprio espetacular. -Parece o quarto de Apolo. -Eu disse olhando para uma cama no centro da sala com varios espelhos em volta. Ainda tinha alguns instrumentos musicais, e umas folhas com poesias jogadas por todo o quarto. -E é. -Ouvimos uma voz vindo de atrás dagente. -O que me leva a perguntar o que vocês estão fazendo aqui. Nos viramos e demos de cara com Apolo, ele estava com a aparencia de um adolescente de 17 anos, ele parecia ter acabado de voltar de uma boate, sua calça jeans e sua camiseta estavam todos amarrotados, e ele parecia querer desmaiar na cama mais próxima. -Você tá bem? -Hazel perguntou se aproximando do deus do sol. -Você parece estar com mais sono do que o Frank. -Eu só dei uma passadinha em Las vegas. -Ele disse. -Vocês já foram pra lá, é incrível, mas eu acho que exagerei nas flores de lótus. -flores de lótus? -Frank perguntou. -Isso não te faria ter perdido a consiência do tempo e ficar lá por anos? -Cara. -Apolo disse parecendo ofendido. -Eu sou um deus, não um semideus ou humano que não aguentam nem ficar uma noite no cassino lótus. -Não falei por mal. -Frank se desculpou. -Tudo bem. -Apolo disse se sentando na cama. -Mas como vocês entraram aqui? — A gente não sabe. -Hazel disse para o deus. -Mas eu acho que você sabe. -Eu disse encarando ele. -Não estou certo? -Não. -Apolo falou. — Na verdade, mais ou menos, eu fiquei sabendo que vcs tavam aqui e decidi vir aqui dar uma ajudinha para vocês. -Ótimo. -Frank falou. -Porque é exatamente disso que a gente tá prescisando.
Fale com o autor