A Fúria dos elementos - A Ilha dos Monges perdidos
6 Capítulo 5 - A Guardiã do vento
Notas iniciais
Kira olhava completamente perplexo para a Guardiã do vento, tinha um olhar perigoso e intimidador, olhos cinzentos como a tempestade, pele clara, o cabelo espetado branco curto e uma aura terrivelmente forte, Kira podia sentir a aura dela penetrando em cada canto facilmente.
– Olá Kira, vejo que tá sozinho — Ela observa calmamente. Então os dois dominadores se levantaram rapidamente e partiram pra cima dela, que gira desviando dos golpes pulando e formando uma contorção de vento afastando os dois inimigos, um deles ergue uma pedra e investe na guardiã que a quebra facilmente, uma corrente de água foi investida, mas a mesma gira rapidamente criando um tornado e fazendo a corrente ser repelida, a mesma em um vulto investe socos pesados no dominador da água e o deixa sem ar, Kira retomando o sentido corre até o da terra travando uma luta, o mesmo investe mas Kira desvia facilmente dando um chute em seu queixo fazendo o mesmo cambalear.
– tsc..." O mesmo eleva as mãos ao seu maxilar cuspindo sangue, — vocês vão morrer, nosso exército é muita mais podero..."Um chute bem forte o interrompe fazendo o mesmo cair e desmaiar...
– Cala boca — Colin dizia.
Colin viu que a Guardiã deu um jeito em um "carinha" porquê a mesma segurava um sujeito cheio de sangue em sua face e choramingando, o cabelo branco dela não o deixou surpreso, nem o seus incríveis olhos cinzentos, mas sim a quantidade de aura que emanava na mesma, ela era de fato muito poderosa.
– Onde está o Hilo? — Kira perguntou coçando a cabeça.
– Ainda não sei, vim assim que sentir uma grande quantidade de aura — Afirma Colin olhando para a Guardiã.
Então Hilo aparece pousando do lado de Kira:
– Ei! vocês sentiram essa..."Ele percebe que a guardiã estava presente" — ah, — então o mesmo fica sem graça.
– Bem, não temos tempo, daqui a pouco mais deles vão chegar, levem esse cara até aquele beco, vamos!
– Ei! me soltem! — O dominador da água se debatia sem sucesso.
Então estavam no beco os dois inimigos estavam no chão em frente ao devastador olhar da Guardiã, a mesma severamente olha pra eles e diz:
– Me diga, o que vocês querem com os monges ?
– Nós não sabemos — Um deles retruca.
A Guardiã suspira e fala:
– Já vir que vão ter que falar por mal. Então ela se aproxima do dominador da terra, faz símbolos com os dedos, e depois de criar uma ônix branca ela direciona a palma destra no mesmo, criando uma bola espiral que o cobria, então o mesmo começou a ficar sufocado e desesperado, se debatia mas isso não o ajudou muito.
A mesma olha seriamente para o outro dominador, enquanto seu amigo ficava sem ar:
– Ele vai morrer sendo torturado a procura da respiração — ela informa sem demonstrar alguma expressão, — você pode impedir isso me contando o que vocês querem com os monges celestiais...
Por mais que o dominador fosse do mal, ele zelava por sua amizade, olhou preocupado para o seu amigo, que aos poucos ia morrendo sufocado disse relutante:
– Os monges tem capacidade curar, por isso eles vieram em busca de um objeto que pertence a nação de vocês, mas o senhor Youmimaru mandou prende-los e usar a capacidade de cura para poder reergue-lo e assim o trazer de volta em sua ascensão.
– Como pode querer isso? o Youmimaru é terrível, ele é mal, esta usando vocês apenas — Diz Colin.
– Ele nos prometeu poderes inacreditáveis, e eu vou me vingar de tudo que o governo da Cidade Elementar fizeram com meus pais.
A bola espiral deixou de se formar, fazendo o ar voltar para o outro dominador que estava ofegando e com o rosto vermelho.
A Guardiã se adianta rapidamente até os mesmos, segurando-os:
– Já volto! E como um vento ela desaparece, deixando os três amigos sozinhos.
– Ela é bem casual né ? — Hilo comenta.
– Quem se importa, eu quero comer — Diz Colin.
– E eu quero dormir, — Afirma Kira.
Depois de dez minutos a Guardiã diz que levou os dominadores até a prisão da Cidade elementar (Uma espécime de prisão feita propriamente para dominadores loucos, e meio que impossível de se sair, pela segurança reforçada) e cansada ela comenta:
– Tivemos um longo dia, precisamos descansar, aqui perto existe uma pousada, vamos!
Enquanto caminhavam, atentos para não serem visto por algum dominador inimigo:
– Então Guardiã, quando iremos para a tal ilha onde estão os monges...- Colin perguntou.
– Amanhã mesmo, temos que descansar então hoje é o dia, e não me chame de guardiã, é cafona, me chame de Nami — ela diz olhando pra frente.
– Ah. Colin caminha sem graça, enquanto Hilo se segurava pra não rir.
Chegando na pousada, os três estavam sentados num corredor enquanto a Guar...ops, digo...enquanto Nami acertava com o Hospedeiro, todos estavam exausto, pelo que Hilo viu já era 19:17, puta merda o tempo passou rápido — Pensou Colin.
O quarteto acomodado, o que resta era dormir, e eles nem imaginavam que o dia seguinte não seria lá um dos melhores dias.
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