A Fuga de Cérbero
2 A chegada de Cérbero
Depois de toda bagunça causada pelo pai de Cérbero o gigante Tifãn, os que habitavam o submundo não deixarão passar a chance de escapar. E é claro Cérbero cansado de seu posto de guardião aproveitou a chance para fugir. Aproveitando assim, toda a baderna para conseguir passar despercebido de pelo seus irmãos.
Usando seu dom dado pela sua mãe Equidna o poder da ilusão, ele se escondeu durante séculos no mundo dos humanos, esperando que a grande hera dos deuses se tornasse apenas mito e conhecida apenas como uma história contada pelos livros.
E a sim aconteceu, Cérbero não sentindo, mas a energia sombria do submundo e a energia pura dos deuses do Olimpo. É chegada a hora de surgi como um humano e viver a aventura de que tanto almejava. Assim podendo viver uma nova história.
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Dias de hoje:
Dingy Cérbero libertou-se de sua magia, ele nem se quer conseguia se lembrar do que aconteceu, talvez uma consequência por ter usado sua magia por tanto tempo. Flashes de lembranças em sua cabeça o atormentava. Com uma grande dificuldade de saber o por que daquilo, seguia andando confuso e desorientado.
Ele se encontrava em uma praça, onde muitas pessoas o reparava; estranhando suas vestes sujas o seu modo como se mostrava perturbado. O mesmo ouvindo aquelas vozes dentro de sua cabeça, animais ressoando sons desconhecido por ele, começou a manifestar uma energia sombria em volta de si, uma energia que se fosse lançada acabaria com todos que ali perto estava.
Dingy atormentado ajoelhou-se sobre a grama com as duas mãos sobre a cabeça começou a gritar, de modo em que todas as pessoas ficassem assustadas.
Sua magia aumentava cada vez mais, seguindo o curso de seu grito que era cada vez mais alto, mal sabia as pessoas que ali, diante delas, existia um poderoso demônio do submundo prestes a matar a todos. Seu poder poderia até estar fraco, mas já era o bastante para aniquilar toda a cidade.
E a energia que emergia de seu corpo foi tomando cada vez mais espaço sobre aquela área fazendo com que as pessoas saíssem desesperadas do local. Não podendo controlar seu poder começou a destruir pouco a pouco o que estava ao seu redor, e Dingy atormentado sem poder se controlar começou a ouviu dentro de sua cabeça uma voz que se destacava das outras e aumentava cada vez mais tomando a frente de todo tormento que estava causando seu sofrimento; junto com essa voz sentiu uma pancada na cabeça fazendo com que ele olhasse para o objeto e com curiosidade procurar a quem atirou. Olhou a sua frente, para os lados, mas não viu ninguém, quando olhou para trás uma garota que diante da situação parecia não de demonstrar medo, na medida que ela se aproximava gritando:
— Ei garoto! O que está fazendo, você é louco? Esta destruindo toda a praça! Pare com isso, próxima coisa que eu lançar vai ser maior que um frisbee e garanto que vai doer.
Como pode existir um humano tão barulhento, será que todos são assim? – Pensou.
Ela ainda nervosa continuou gritando: – Que tipo de encenação é essa? Você não percebe que seu truque está destruindo tudo, está deixando todos assustados. Você deve ser daqueles mágicos tentando impressionar as pessoas para depois distribuir convites para seu número de ilusionismo. Mas saiba que está dando errado moleque idiota.
Dingy olhando para ela sem entender nada nem mesmo percebeu que a energia sombria que emergia de seu corpo minutos atrás estava se extinguindo, na medida que Dingy ia se acalmando a magia ia enfraquecendo, até que a magia se dissipou por inteira. Dingy então, ainda olhando para a garota com a visão embaraça notou que ela estava se aproximando, mas, muito fraco Dingy desmaiou.
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Sem entender o porquê daquilo a menina na ponta dos pés tentava reanimar Dingy, não tendo sucesso resolveu ajuda-lo.
Sem saber como, ela o arrastou para um banco mais próximo e ficou esperando alguém aparecer para pedir ajuda, afinal todos sairão correndo com medo do acontecido. Depois de alguns minutos esperando, Dingy começou a reagir, ela notou que ele estava se mexendo e começou a questiona-lo.
— Qual o seu nome? De onde você é? Ei, garoto estou falando com você. Acorda! Eu não tenho o dia todo pra ficar de babá não, vamos levanta!
Dingy sentou-se e com a cabeça baixa ainda fraco olhou para ela e disse. – Você é uma garota realmente irritante! Se todos humanos forem igual a você era melhor ter ficado no submundo.
— Que papo é esse de submundo? Você só pode ser doido! – e continuou. – Eu te ajudo depois da bagunça que você fez, e ainda fala que eu sou irritante? E nem agradece. – O tom de decepção foi notório em sua voz.
Tão bonito! Que pena que é completo idiota.
Dingy calado levantou-se sem dizer nada virou as costas para ela e saiu andando, como se não tivesse ninguém ali. Enquanto ele ia se afastando a menina irritada tira o tênis do pé, mirando e lança acertando o mesmo em sua cabeça. – Você é um garoto muito babaca. Não estou implorando seus agradecimentos, mas pelo menos quero saber o nome da pessoa que me fez perde tanto tempo. – Um tom de irritação era obvio mesmo na voz calma desta vez.
Ele parou por um tempo e lentamente virou-se para ela dizendo: – É só isso que quer saber? Pois bem! Meu nome é Dingy Cérbero!
Ela rindo retrucou. – Putz que nome mais grotesco! – Virou-se e saiu andando.
Cérbero ainda parado gritou chamando a atenção da menina. – Ei, você acha correto perguntar o nome de uma pessoa sem antes dizer o seu ?
Ela ainda caminhando disse, meu nome é Jhennifer.
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