Notas iniciais
Heyy, pessoiinhas!! Bom dia (ou boa tarde... ou boa noite .-.) Como vão vocês?? Aqui está mais um capitulo!! Boa leitura!

– Você pode se retirar, por favor, Petra?! – pediu Angelina calmamente.

– Mas eu não fiz nada! – ela levantou-se num pulo – Por que você ainda...

– Saia, agora!

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– Ok. – ela não reagiu – A gente se fala outro dia, Sarah.

Após sair da casa, Petra rapidamente pegou o celular e ligou para Rebecca.

– Rebecca, sou eu. Preciso que ligue para a Sarah imediatamente, se a imbecil da Angelina contar tudo a ela, estaremos ferradas!

– Contar o quê? Ela sabe de alguma coisa?

– Liga e inventa alguma coisa que a deixe ocupada por um tempo. Só faça isso, eu cuido da Angelina. – ela desligou e atravessou a rua.

Caminhou até a esquina, onde conseguia enxergar a casa de Sarah.

...

– Pode parecer loucura, mas é tudo verdade o que vou te contar.

– Eu não entendo. Mesmo se a Petra estivesse planejando algo, qual é seu objetivo?!

– Eu não sei, mas não é nada bom. Eu encontrei a tia dela... – Angelina é interrompida por um toque de telefone.

– Só um segundo. – Sarah atendeu – Alô, Rebecca?!

– Sarah, vem aqui, por favor! É urgente! – disse Rebecca em prantos.

– O que aconteceu?

– Você sabe onde é a minha casa, então venha, por favor!

– Tudo bem, já estou indo.

Angelina olhou sobressaltada.

– O que aconteceu?

– Sinto muito, nossa conversa vai ter que ficar para outra hora.

– Mas Sarah, não podemos adiantar essa conversa ainda mais.

– Sinto muito. – ela pegou a chave pendurada na parede e foi até a porta – Eu preciso ir na casa da Rebecca. Quer vir comigo?

– Não, obrigado. Acho melhor eu ir para casa, o Luigi está me esperando. Amanhã na escola a gente se fala.

Sarah saiu correndo para casa de Rebecca, ficava só à alguns quarteirões. Ela bateu na porta e a ruiva atendeu.

– Obrigado por vir. – as duas se cumprimentaram com um abraço – A gente pode caminha um pouco?

– Claro, como quiser.

– Desculpe – disse Rebecca depois de alguns minutos –, eu não sabia quem chamar além de você.

– Sem problemas, amigos são para isso. – Rebecca hesitou depois daquilo, mas seguiu o plano. Sarah perguntou: – O que aconteceu?

– Você sabe do que aconteceu, dos meus sentimentos pelo Caleb – ela retraiu-se –, e teve alguém que me ajudou a superar. Na verdade foi... a minha cachorra, a Hayley, e ela fugiu. Eu sei que é idiota, mas ela é a minha melhor amiga!

– Não é idiota. Muitas vezes os cachorros são melhores que os seres humanos.

– Você me ajuda a procurá-la? Ela é uma labradora de pelo preto, é grande e está com uma coleira vermelha.

– Tá, eu ajudo. Por onde a gente começa?

– Pelo parque! Eu costumo passear com a Hayley lá.

Sarah não achava que perder o animalzinho de estimação fosse um problema grande, mas muitas pessoas se apegam a esses bichos, e como Rebecca era um tanto sozinha ela resolveu ajudar. Enquanto isso, Rebecca se sentia culpada por mentir, mas precisava fazer aquilo para obedecer Petra e com a ajuda dela, conquistar Caleb.

Começou a escurecer e as duas sentaram-se em um banco da praça.

– Eu sinto muito por não encontrarmos a sua cachorra.

– A coleira dela tem identificação, número e endereço, se alguém encontra-la saberá onde devolver. Mas obrigado mesmo assim, você é muito gentil de me ajudar com uma bobagem dessas.

– Não é bobagem! – Sarah olhou para o céu, para a lua que mostrava os seus primeiros brilhos – Acho melhor a gente voltar para casa, amanhã tem aula e já está escurecendo.

– Eu também acho... e, obrigado de novo.

...

Na manhã do outro dia, os portões da Escola Secundária Welsburg eram abertos. Rebecca e Petra se encontram logo na entrada.

– Eu preciso que você faça uma coisa. – a Petra sussurrou.

– O quê?

– Eu preciso que você mantenha a Sarah ocupada. A Angelina não pode, de forma alguma, contar o que aconteceu. Fica de olho! Quando elas forem conversar você se intromete no meio. – ela parou – Entendeu?! Deixa a Angelina comigo!

– Entendi, mas por que elas não podem se falar? O que a Angelina tem para contar?

– Não faça perguntas! É melhor a gente se separar, porque se aquelas duas nos verem juntas não vão mais confiar em você. – ela saiu.

“Mas do que ela está falando? O que a Angelina contaria para a Sarah?” pensou Rebecca “Desculpe Caleb! Eu estou fazendo isso por você”.

...

Quando o sinal tocou para o intervalo, a primeira coisa que Angelina fez foi ir a classe de Sarah, pegar a mão dela e puxá-la para fora da sala.

– Não posso mais esperar, ok?! É sério o que tenho para falar!

– Tudo bem, Angel, você pode...

– Sarah! – disse Rebecca chegando de surpresa – Tem um minutinho?

– Agora não! – falou Angelina.

– Mas é rápido, eu só...

– Agora não! – gritou – Eu preciso falar algo importante!

– Angel, está tudo bem com você? Por que está gritando?

– Desculpa, eu s-só – ela estava muito afobada – quero falar com você!

– Vou roubar ela por um segundo. – Rebecca sorriu e puxou a menina pelo braço, não dando escolha.

Angelina ficou parada no corredor, frustrada.

– A Angel anda meio... perturbada. Ela não quis gritar com você.

– Tudo bem, eu entendo. – disse Rebecca após descer as escadas e parar no patamar de descanso – Eu só queria dizer que achei a Hayley! – ela sorriu.

– Sério?!

– É! Uma garota achou ela caminhando por uma rua e viu a coleira. Eu estou tão feliz! – ela abriu um sorriu ainda mais largo – Desculpa por interromper sua conversa com a Angelina, mas é que ela não sabe e eu prefiro que continue assim.

– Ok. Você poderia me mostrar ela um dia né?!

– É – Rebecca concordou sem jeito. A Hayley na verdade nunca existiu, se a Sarah fosse visita-la, ela teria que se virar para conseguir uma labradora preta –, a gente combina um dia.

...

Angelina esperava no corredor de braços cruzados. “O destino não está nem um pouco a meu favor” – ela pensou.

– Olá, Angel! Como vai? – cumprimentou Petra aproximando-se.

– Sai de perto de mim!

– Cala a boca! – Petra segurou o braço da Angelina e apertou, começou a puxá-la para a sala de informática, que ficava no corredor ao lado.

Ela abriu a porta e quando viu que ninguém estava usando os computadores, empurrou Angelina lá para dentro.

– Você acha que sabe alguma coisa sobre mim? – disse Petra aproximando-se furiosamente – Você não sabe nada sobre mim, sua patricinha ridícula! – ela empurrou Angelina bruscamente, e a mesma caiu no chão.

– Eu sei o que você...

– Cala a boca! – gritou Petra aproximando o dedo indicador do rosto de Angelina – Você é tão perfeitinha, seria uma pena se alguém... – ela juntou o dedo médio ao indicador, simbolizando uma arma, bem entre os olhos de Angelina – Boow!

Notas finais
O.O o.o O.O o.o '-' '-' '-' '-' Mdsss!! A Petra é meio... meio... "irritadinha", não?! '-' '-' Aguardem o próximo capítulo, por que... Bom, nem preciso falar, os motivos estão aqui em cima ;)