A Force Called Love
14 Guto romântico e pegação
Notas iniciais
Tudo suave na nave?
- ♥ -
BOOOM, eu fiz uma nova fic. Se quiserem ler, taí ó:
http://fanfiction.com.br/historia/397724/Monster_Game/
E não me matem por esse cap, ok? ;33
Lembrem que eu amo vocês ♥
Beijinhos
Me deitei na toalha de piquenique e fiquei olhando o céu. O céu inteiramente azul. A brisa soprava levemente. De uma coisa eu não poderia reclamar nessas férias: tédio. Guto estava ocupando cada parte do meu tempo de uma forma encantadora. Ele era ainda melhor do que sua aparência supunha. Podia ser bem tarado quando queria, mas era muito fofo comigo. Um verdadeiro amor. Além disso, ele me fazia parar de pensar no Nate, e isso era... maravilhoso. Comecei a tapar o sol com os dedos. Era bonito o jeito como a bola luminosa reduzia e surgia nas fendas que eu deixava. Guto deitou do meu lado.
- Fazendo o quê, princesa? – Ele inventara de me chamar de princesa alguns dias atrás, quando eu disse que odiava meu nome. Aquele garoto era um gentleman. Me levou em vários lugares da cidade, agora nesse piquenique perfeito. Eu estava amando estar ali. Com ele.
- Vendo como o sol fica visto por entre as frestas dos meus dedos. – Ele riu.
- Tu é estranha pra cacete, linda. – Linda. Por que aquela noite me veio à cabeça? Abaixei o braço e ele me olhou. Eu devia parecer ou muito nostálgica ou prestes a chorar, porque ele se ergueu, preocupado.
- O que foi? Falei algo errado? – Fechei os olhos. Sai da minha cabeça, Nathaniel!
- Não... tudo bem. – Ele revirou os olhos.
- Isso agora não, princesa. Fala, vai. – Sentei.
- Você me chamou de linda. – Ele mexeu no cabelo.
- Mas você é. – Suspirei.
- Me lembrou alguém. – Ele riu.
- Seu namorado? Deu saudades? – Eu bati no ombro dele.
- Não tenho namorado. Na verdade... ah, esquece, é dramático demais até pra você. – Ele me encarou.
- Por favor. Eu quero saber. – Olhei em seus olhos verdes.
- Ok. – Contei tudo. No final já estava chorando, e olha que pra eu chorar na frente de alguém eu preciso ou estar com muita raiva, tristeza, ou confiar muito na pessoa. Ele me abraçou e esperou passar.
- Olha, esse cara é um idiota. Apostar uma menina como você por 500 reais? Você vale mais que um diamante. Que ridículo. – Olhei-o. Ele olhava pro horizonte. Quando percebeu que eu o olhava, sorriu pra mim. Eu meneei a cabeça, sorrindo de volta.
- Você não existe. – Ele me colocou no colo dele e me apertou. Foi um dos melhores abraços que já me deram. Depois, sem me afastar completamente dele, ele me olhou.
- Acredita em mim agora? – Eu o abracei de novo.
- Acredito com todas as minhas forças. – E eu realmente acreditava.
***
Guto me levou lá. Na barraquinha do senhor George. As lembranças me assolavam, mas eu não liguei. Agora, associaria aquele lugar com o Guto. George me reconheceu, e tratou Guto como um velho amigo. Acho que era mesmo. Comprei várias coisas. Saímos a pé, para ver a cidade. Eu ficava tirando fotos repetidamente, do Guto e das ruas.
- Ok, fotógrafa. Olha, comprei isso pra você. – Me deu um colar. Jurei que ia ter um símbolo da paz no meio, mas não. Era exatamente igual ao que Nate me dera, fora o fato que no lugar do pingente era um símbolo do infinito. Sorri. – É pra ocupar o lugar do que o idiota deu pra você. – O abracei.
- Obrigada... é lindo, eu amei. – Falei, sinceramente. Ele sorriu.
- Tudo o que eu quero é ver esse sorriso. – Diz, apertando meu queixo de leve e soltando. Por isso, sorrio mais abertamente.
- Vamos lá, príncipe. Hora de voltar pra pousada.
POV’S NATE
Virei metade da garrafa e olhei em volta. Gente dançando, gente se pegando, gente mexendo no celular e gente bebendo. Eu fazia parte do último grupo. Sei, é errado afogar suas mágoas em bebida. Diga isso para minha linda garrafa de Jack Daniels. Batuquei no balcão e virei o resto.
- Mais, senhor? – Pergunta o barman, e eu digo que sim. Três garrafas depois, eu levantei para dançar. Logo que cheguei na pista, vi uma cabeleira loira que eu tinha certeza de quem seria. A bebida começava a fazer efeito, e eu não queria amenizar essa noite. Cheguei perto dela e falei ao seu ouvido:
- E aí, delícia? – Ela se virou, provavelmente pronta para dar um fora, mas quando me viu, ficou surpresa.
- Nate?
- Oi, Carol. – Caroline estava gostosa. Usava um short que mais parecia uma calcinha e um top roxo brilhante.
- Você tá bêbado? – Eu comecei a beijar seu pescoço.
- Aproveita. – Não precisei dizer mais nada. Tudo que me lembro é que fomos para um dos quartos da boate.
***
- Com a CAROLINE?? – Pergunta Mike, boquiaberto. Ele já tinha tirado a birra comigo por causa da Jess, e ele era um ótimo amigo.
- Sim, mas fala baixo.
- Cara, você comeu a mina mais vadia dessa escola. Ela vai ir atrás de você. Tem uma queda mais longa por você. – Revirei os olhos.
- Mas eu não quero nada com ela.
- Eu sei com quem você quer algo. – Mexi nas rodinhas do skate.
- Acha que ela ainda me perdoa? – Ele deu de ombros.
- Não sei. Nunca a vi perdoar alguém desde Jake. – Assenti. – Você a ama, não é?
- Amo. – Respondi sem nem pensar. Ele sorriu.
- “Minha mente nem sempre tão lúcida fez ela se afastar mas ela vai voltar...” – Cantou, me fazendo rir. Se levantou. – Vamos andar um pouco pra desestressar? – Assenti e ele me puxou pela mão para me erguer. Eu tinha que parar de pensar na Jess até ela voltar. Isso seria um desafio, já que todos os meus pensamentos eram voltados à ela. Mas eu conseguiria. Não é?
Notas finais
A Caroline voltou com tudo né?
Vamos ver onde isso vai dar.
ALIÁS, ALGO IMPORTANTE:
O GUTO É TIPO O AUSTIN MAHONE
Porque vamos admitir, esse menino é lindo.
Só imaginem um Austin mais encorpado jfvbhjfrbvfrhbv
BEIJO, espero que não me matem.
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