Notas iniciais
Heeeeey pessoinhas! Então, mais uma att do capitulo. Vocês devem estar pensando "ô sua doida, hoje é sexta, não sábado" mas eeeeis um motivo pra eu postar hoje: domingo é aniversário de 70 anos da minha vozinha, e como não se faz 70 todos os dias, nossa família vai fazer uma festa de ARROMBA pra ela e quem ficou encarregada de boa parte da decoração? Moi. Folgados? Nem um pouco. Mas enfim, esse final de semana estarei ocupada dos pés a cabeça e, pra não deixar vocês esperando até segunda, resolvi atualizar hoje YEEEEEEY agora deixem pra me agradecer depois e vão ler logo esse capitulo, crianças!

Festa no lago

POR ELA

– Amellie, espera! – Ouvi Dylan gritar atrás de mim e apertei o passo, entrando no meu Porsche conversível branco. Liguei o carro enquanto via o segurança correr para me alcançar pelo retrovisor. Mal tinha pisado no acelerador quando a porta do carona se abriu de supetão e Dylan se jogou pra dentro.

– Saia do meu carro! – Ordenei, segurando o volante enquanto o encarava. Ele apenas negou com a cabeça. – O quê? Dylan, eu sou sua chefe e isso é uma ordem. Saia do carro agora!

– Amellie, o carro! – Ele gritou de repente, colocando as duas mãos no meu volante e o girando. O que aconteceu em seguida foi rápido demais pra eu assimilar. Senti quando o meu conversível rodou na pista, e outro carro passou raspando do meu lado, enquanto o motorista buzinava. O Porsche deu uma balançada e morreu. Eu e Parkes apenas nos encarávamos ofegantes até que resolvi quebrar o silêncio.

– Você é louco? – Exclamei assustada e ele arregalou os olhos.

– Você quase nos matou e eu que sou louco? – Rebateu, o tom de voz elevado como o meu. Cansada de tantos gritos, relaxei no banco de couro e suspirei.

– Tudo bem, acho que começamos do jeito errado. – Abaixei o tom, sorrindo enquanto lhe estendia uma mão. – Eu sou Amellie Lockwood, mas todo mundo me chama de Amy. E você?

– Dylan Parkes, seu novo segurança, senhorita. – Apertou levemente minha mão, também sorrindo. Eu fiz uma careta.

– Se você vai conviver comigo mais do que qualquer um, acho melhor cortar esse negócio de “senhorita”. Já disse que todo mundo me chama só de Amy. – Expliquei e Parkes deu um sorriso de lado que eu achei a coisa mais fofa do mundo.

– Ok, Amy. Aonde mesmo você disse que queria ir? – Questionou e eu arqueei as sobrancelhas, surpresa.

– Você vai me levar? – Retruquei e ele assentiu. – Sem precisar dar satisfações ao meu pai?

– Esse não é o certo a se fazer, mas eu sei que você vai de qualquer jeito e eu não confio em você no volante. – Brincou enquanto trocávamos de lugar.

– É bom mesmo, porque eu tive a carteira negada quatro vezes. – Ri me sentando no banco do carona e Dylan arregalou os olhos azuis pra mim.

– Isso é sério?

– Lógico! – Afirmei. Ele ligou o carro e pisou no acelerador. Fiz biquinho antes de dar voz a minha reflexão. – Aliás, acho que eles só me passaram porque meu pai interferiu.

– Então quer dizer que Amellie Lockwood é uma verdadeira terrorista ao trânsito americano? – Brincou novamente e eu dei uma gargalhada pro seu trocadilho. – Sabe, acho que as revistas adorariam saber disso.

– Você nem pense! – Ameacei apontando um dedo pra ele, que apenas riu.

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POR ELE

O lugar aonde Amellie tanto queria ir era nada mais nada menos do que uma festa em um lago que ficava a poucos quilômetros da fronteira de Washington Dc. Um DJ animava a festa e uma corda estava amarrada na árvore para que as pessoas pudessem pular no lago. Do meu lado, Amy segurava seu celular enquanto olhava para as pessoas ao redor, um pouco assustada. Eu fazia o mesmo, mas por questões muito diferentes.

– Então, cadê a sua amiga que você disse que estaria aqui? – Perguntei como quem não quer nada e ela deu de ombros.

– Não sei. Não consigo falar com ela. – Respondeu discando algo em seu celular.

– Eu estou aqui, baby. – Alguém cantarolou e nos viramos ao mesmo tempo, dando de cara com uma garota loira e baixinha, que usava um short e a parte de cima do biquíni, os cabelos presos em um rabo lateral.

– Camille, este é Dylan, meu novo segurança oficial. Dylan, está é a minha amiga. – Amy fez as apresentações e eu sorri fraco pra loira, que devolveu com um sorriso de orelha a orelha.

– Espera, pensei que você não tivesse mais segurança oficial. – A tal de Camille comentou com Amy, já começando a andar. Eu fui atrás.

– Loooonga história... – Amellie respondeu a amiga, acompanhando seus passos. De repente, parecendo se lembrar de algo, ela se virou pra mim com um sorriso sem graça. – Dylan, você não precisa me seguir em todos os lugares, né? Acho que pode ficar aí. – A verdade era que sim, eu precisava segui-la em todos os lugares. Mas provavelmente elas falariam sobre coisas de mulheres e, pensando bem, a loira não me parecia uma ameaça. Suspirando, eu assenti.

– Fique em um lugar que eu possa te ver. – Ordenei e ela concordou, se afastando rapidamente. Amy e Camille se sentaram num tronco perto do lago há alguns metros de distância. Continuei encostado numa árvore, vigiando as redondezas e bebericando um ponche que havia conseguido com uma menina. Logo Amy se levantou do banco e caminhou na minha direção com um sorriso.

– Posso saber aonde você vai? – Perguntei quando ela parou do meu lado, tirando a camisa e desabotoando o short. Não pude evitar uma pequena olhadela em seu corpo escultural. Qual é, eu sou homem.

– Corda. – Apontou pra corda presa em outra árvore há alguns metros. Sem esperar minha resposta, a menina deu uma corridinha até lá e se pendurou.

– Isso é seguro? – Questionei Camille, que havia parado do meu lado e estava sorrindo pra sua amiga. Ela deu de ombros.

– Amy precisa se divertir um pouco. – Ela respondeu, ao mesmo tempo em que Amellie se jogava da corda e caía no meio do lago, com um baque. Com um sorriso, esperei a garota emergir, mas o mesmo ia se desfazendo conforme o tempo passava e Amy não aparecia. Olhei confuso pra loira, que no momento encarava o lago, branca como uma folha. Sem esperar mais um segundo, tirei meus sapatos e me joguei na água de terno e tudo, nadando rapidamente até o lugar onde Amellie havia caído. Respirando fundo, mergulhei e rapidamente encontrei Amy desacordada. Segurando em sua cintura com um braço, apoiei-a em meu ombro e nadei de volta a areia, com o braço livre.

Não demorou muito pra eu sentir a terra sobre os meus pés, e correndo pra fora da água, coloquei delicadamente Amy desacordada na areia. Muitas pessoas curiosas se aproximaram, junto com uma Camille de olhos arregalados. Mas minha atenção estava totalmente virada para a garota a minha frente.

– Vamos, Amellie, acorde! – Gritei enquanto fazia massagem cardíaca na menina, minhas mãos aumentando a força a cada segundo que ela não voltava a vida. – Acorde, Amy, por favor! – Deixando a massagem de lado, abri os seus lábios agora azulados e aproximei os meus, fazendo o famoso boca a boca. Algumas tentativas depois, Amy finalmente acordou, cuspindo uma quantidade razoável de água. – Ah, graças a Deus! – Suspirei num impulso, tomando a garota que me encarava confusa em meus braços e a abraçando apertado.

– Dylan, o que aconteceu? – Ela perguntou com a voz fraca e eu afaguei seus cabelos molhados.

– Você se afogou, Amy. Por quê? – Me afastei dela, encarando seus olhos verdes. Ela corou.

– Eu...Hm... – Seus olhos desviaram pro chão e ela se encolheu, parecendo envergonhada. Eu franzi o cenho. – Eu não sei nadar.

– Você o quê? Como assim você se jogou num lago sem saber nadar, Amellie? Por acaso estava tentando se matar? – Exclamei me levantando e ela se encolheu mais ainda.

– Não! É que... A Cam disse que o lago não era tão fundo assim, então eu pensei... – Ela começou, mas eu a interrompi, me virando pra loira que estava quieta até agora.

– Você é louca? Por que diabos mentiu pra sua melhor amiga? – Dessa vez eu gritei pra ela, que ficou vermelha.

– Eu não menti! – Camille gritou de volta, e eu levantei as sobrancelhas. – Não é como se eu estivesse feito de propósito. Eu só queria que ela se divertisse!

– E por acaso se afogar é sinônimo de diversão pra você? – Não obtive resposta. Respirando fundo, calcei meus sapatos e joguei as roupas de Amy pra ela. – A festinha acabou, vamos embora. – Ordenei, já caminhando pra longe de todas aquelas pessoas que pararam pra ver a cena, e logo Amellie começou a caminhar ao meu lado, em silêncio.

Notas finais
Quem nunca se jogou num lago sem saber nadar, né povo? Eu nunca, mas já me joguei numa piscina e quase morri afogada... enfim, vocês não querem saber. O que vocês querem saber é: Amy se jogou no lago, Dydy ficou P da vida, mar como assim Jess? A história nem começou e já tem dr? E agora? Caaaaaaaaaaalma galera, logo logo vocês vão voltar a me amar porque o próximo capitulo tem uma cena linda por demais do nosso casal *---------------* Ah, quase me esqueci: AFP começou faz pouquinho tempo mas já tem mais de 100 visualizações! Vocês são mara *O* quero agradecer também a quem favoritou, a quem tá acompanhando e a quem comentou, vocês também são lindos, beijos de arco íris pra vocês! Enfim, me empolguei e falei demais, como sempre. Agora vocês vão comentar porque vocês são lindos e adoram me deixar feliz, certo? Não, sem brincadeira agora, COMENTEM! Próxima att, como vocês já sabem, no último sábado do mês e das férias (NÃÃÃÃO) ainda estou tentando superar. Beijinhos, titia Jess ama vocês.