Notas iniciais
Oi oi mes anges! Cá está mais um cap eheee Milo - ÉÉ :33 Espero que gostem Boa leitura =^.^=

O tempo passa rápido, não? Algumas semanas haviam se passado, tudo estava mais tranquilo, toda e qualquer atmosfera negativa se dissipou.

– Vamos, não é assim tão difícil Vic. — bateu o pé no chão impaciente. Estava esperando a quase meia hora.

– Calma! Me deixa, não sei se vou gostar de mandar pessoas pra morte... — viajou em pensamentos, logo "voltou".

– Quer ser uma amazona de câncer, ou não? — arqueou a sobrancelha. Viu ela inflar as bochechas, que bonitinha.

– AF! Seu chato. — bufou. Não tinha tanta afinidade por morte, MAS, não iria largar seus sonho, seria para atacar só inimigos de qualquer maneira.

– Não sou chato, sou realista. — estreitou os olhos.

Um pequeno silêncio se formou por longos minutos.

– Você é chato. — o canceriano fez um facepalm. Victorie riu alegremente.

– Vamos! vamos! Tente! — apontou para um coelho morto a frente dela. — Usar em animais não tem tanto efeito quando em humanos, talvez nem funcione direito, mas serve pra treinar.

– Além...

– Além de que você não está pronta para fazer isso com pessoas. — balançou a cabeça.

De fato ele tinha razão, não conseguia atacar pessoas, simplesmente era incapaz de fazer isso.

– É... — suspirou e fitou o coelho. Outra caça que realizou. — Me perdoe... — estendeu o indicador na direção do animal, uma aura branca rodeou seu dedo. — ONDAS DO INFERNO!

Disparou o golpe, o animal foi cercado pela aura branca, logo desapareceu. A canceriana sentia-se sendo arrastada também, revidou com a alma, não estava pronta para encarar o yomotsu e almas suplicantes.

– Se saiu muito bem. — fez cafuné em seus cabelos roxo azulados. Igualzinhos aos dele.

– VIIIIIIIIIIIIC! — Dite e Shura "brotaram" logo voaram na canceriana e a abraçaram.

– Não aprenda isso, não seja como seu pai! — Shura fez bico. Ela ria.

– Como eu, exatamente COMO?! — arqueou a sobrancelha.

– Chato.

– Psicopata.

– Rancoso.

– Maligno.

– Endemonhado.

– E a cima de tudo... — disseram ambos em uníssono. — ANTA!

– ORA SEUS... — o canceriano urrou de raiva. O pisciano e o capricorniano correram deixando a canceriana para trás. — EU MATO VOCÊS! — os perseguiu. Os três corriam em círculos.

Victorie balançou enquanto tirava uma das faixas que haviam em seus pulsos. Não, não eram por causa de cortes de lâminas, apenas as usava por gosto. Juntos os longuíssimos cabelos e os prendeu de forma igual a de Mu.

Observava o pai, o namorado e um dos melhores amigos correrem como loucos em círculos alegre. Ela só podia agradecer por tudo estar como estava, de volta ao normal.

– É... essa é a família em que me meti. — sorriu irradiando alegria.

– Ande devagar, por favor! Que coisa. — bufou o escorpiano enquanto seguia a esposa.

– Deixe de coisa Milo! Eu estou bem, não é ainda que vou precisar ser carregada. — Kalika riu.

– Mas né... se precisar, a gente carrega. — Shoran sorriu inocente, piscando os olhos diversas vezes.

– Tadinha, vão sufocar a mamãe. — Lyra balançou a cabeça.

Estavam passeando por Rodório, a família toda, não puderam resistir e decidiram ir babar um pouco em coisas para bebês. A ariana havia completado em média um mês, a barriga estava um pouco saliente, mas só com uma boa atenção que se notava.

– ROUPINHAS! — Shoran logo exclamou e correu para dentro da loja puxando a irmã.

– .... genética sua. — Kalika estreitou os olhos para Milo e os seguiu. O escorpiano arregalou os olhos fingindo indignação.

– Orras...

Entraram juntos e começaram a olhar. Os gêmeos deixaram mais para os pais escolherem as roupinhas. Eles estavam tão alegres. Rumaram para a sessão de sapatinhos.

– Capricorniano... — Kalika dizia enquanto olhava as diversas roupinhas. Em Rodório era comum roupinhas inspiradas nos signos. — Que fofo!

– O que achou por aí? — se aproximou da mais nova. Ela abraçou a bela roupinha de algodão. — Deixa eu ver! — fez bico.

– Ruim. — fez o mesmo e entregou a roupinha branca com desenhinhos de pequena cabrinhas espalhadas. — Nunca achei que teria isso aqui.

– Mas tem, e é LINDA! — os olhos do escorpiano brilharam. Nunca deixaria de gostar da sensação de ser pai. — Minha! — abraçou.

A amazona balançou a cabeça e voltou a olhar as várias roupas, como não sabiam o sexo, comprariam poucas coisas e seriam unissex.

– Pai! Mãe! — Lyra voltou trazendo pequenos chinelinhos. — Posso? — fez bico.

– Pode leoazinha, pode sim. — riram da empolgação.

Passaram boas horas ali comprando coisinhas de criança. Logo depois ficaram pela cidade, almoçaram e ficaram de bobeira por aí.

De tarde, Afrodite decidiu passar um tempo ao lado da amada. Por que não? Máscara a roubava a manhã toda, ele a roubaria pela tarde toda!

Vic? — sentou-se no peitoril da janela balançando as pernas, vestia roupas leves.

– QUE SUSTO! — pulou ao se virar e vê-lo em sua janela. Sorrindo como uma criança feliz e fofinha.

– Desculpe. — riu. — Quer ir na praia comigo? — inclinou a cabeça para o lado. — Um passeio quem sabe. Ou andar pela água mesmo... tá bem?

– Tô me recuperando, pera. — riu e respirou fundo. — Que susto, tio! — fez bico.

– Ai que linda! Não me chama de tio a anos. — riu, entrou no quarto e se aproximou dela. — Minha fofinha! — sorriu e lhe tocou os lábios.

– Vamos sim. Por que não? — sorriu. — Agora xô! — o empurrou para fora do quarto para poder se trocar.

– Mas... mas... — fez um biquinho choroso. Ela riu e o enxotou. — RUIM!

– Mas nada Afrodite de Peixes, espere aí fora. — trancou a porta e foi até o guarda roupa.

Pegou um biquini amarelo com flores alaranjadas, as alças eram laranjas, um short cinza e chinelos verdes. Deixou os cabelos soltos.

– Pronto Dih. — destrancou a porta. Ele a admirou.

– Está. linda! — sorriu. — Mas coloque uma blusa até chegarmos lá. — estreitou os olhos enciumado. Ela riu. — NÃO RIA!

– Não seja histérico comigo mocinho! — estreitou os olhos e vestiu uma regata rosa bebê. — Agora vamos!

Desceram e andaram pela praia com os pés na água, os chinelos sendo segurados em suas mãos. O vento estava fresco e agradável.

– Tão bonito... — disse Victorie ao se virar para o mar, o admirando. O pisciano parou e se juntou a ela.

– Sem dúvidas. — sorriu. Por que não brincar? Pensou ele. — Vamos?

– O que... — se virou para ele, mas recebeu água na cara em resposta. — Dite! ORA SEU... — riu e começou a jogar água nele também, tirou a regata a deixando na areia junto aos chinelos, ele fez o mesmo.

Ficaram brincando e se molhando, riam como crianças. Riam e corriam pela água desviando do mar. Em determinado momento, a canceriana acabou tropeçando e caindo de barriga pra cima no raso, puxou o pisciano em desespero, resultado: ambos caíram, ele sobre ela.

– Isso aqui... não seria muito ético, né? — Aflrodite riu. Ela corou, mas acabou rindo também.

– Creio que não. Mas tá frio... e você é um excelente cobertor! — gargalhou e o abraçou. As ondas eram pequenas e faziam muito pouco para tragá-los.

– Virei um cobertor? — fez bico. Ela sorriu e fez carinho nos cabelos azul piscina.

– Nah! Estou brincando. — inclinou a cabeça para o lado. — Amo você. — sorriu docemente.

Ele retribuiu o sorriso alegremente.

– Também amo você. — trocaram um beijo apaixonado.

Só quando anoiteceu que voltaram para casa. Morrendo de frio e correndo como loucos para poder se aconchegar num querido banho quente.

– Você estava na PRAIA de NOITE?! — Máscara estreitou os olhos lentamente ao vê-la entrando.

– Er... — viajou. — sim. — sorriu. Ele bufou frustado.

– Vá tomar um banho quente e vá pro quintal, vamos fazer um pequeno treino.

Victorie assentiu alegre. Foi a melhor tarde de sua vida, por que não estaria feliz? Correu para o quarto e em seguida para o banheiro e tomou um longo banho quente.

Depois de jantarem, foram para o jardim e se sentaram na grama.

– Você quase se sentiu ser tragada, não foi? — Máscara perguntou, ela assentiu. — Certo. Mas o qur faremos agora é separar seu cosmo.

– C-Como?

– Dividir em cosmo sombrio, e puro. Pense em coisas negativas e eleve o cosmo.

Ela logo obedeceu, o cosmo se elevou. O bullying quando criança, coisas que falavam de seu pai, Yohana, a briga, a distância... a energia dourada começava a focar escura e fria.

– Agora pare de pensar, de vez. — disse calmamente. Ela obedeceu, mas o cosmo continuava maligno, sentia dor. — Vic! VIC! — a abraçou. — Pare... calma...

– Pai... estava doendo... — começou a tremer levemente. Aquilo foi terrível, como se o próprio cosmo não quisesse que ela parasse de pensar negativo.

– Eu sei... eu sei... e é pra isso que vamos treinar, quando você dominar, poderá escolher o que é melhor na luta. — explicou. — Vamos só mais algumas vezes. Tá?

– Uhun...

Tentaram mais algumas vezes, praticamente todas deram errado, mas estava melhorando aos pouquinhos. Ao final, a canceriana estava exausta.

– Pode descansar, você merece e precisa. — a segurou antes que caísse e a abraçou.

– Obrigada... — se aconchegou nele e bocejou, sentia as pálpebras pesadas.

Se aconchegou no mais velho exausta, e acabou dormindo. O mais velho a olhava vez ou outra. É... como dizem, criamos os filhos pro mundo. Pensou ele, que adormeceu minutos depois.

Notas finais
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