A Filha de Máscara da Morte
19 Perdão...
Notas iniciais
Desculpas pela demora, minha casa está em reforma e o barulho tira minha concentração totalmente ;-;
Por isso decidi postar mais cedo :3
Agora sim, OI OI MES ANGES!
Mais um cap pra vocês :3
Espero que gostem
Boa leitura =^.^=
Milo - LEIAM AS NOTAS FINAIS, PESSOAS DE NOSSO CORAZION!!
– ... Socorro... — Kalika suspirou com a cena. Victorie riu e a abraçou compreensivelmente. — Me sinto com 9 anos assim. — fez bico.– Fazer o que. — riu alegremente. Só depois que Shion se cansou de usar telecinese que Milo se salvou. — Pelo jeito ele tá salvo.– Água... — se arrastou até a esposa e capotou caindo pra frente exausto.– Tomara que morra. — bufou Shion nervoso e logo pegou um copo d'água e o virou em um gole.– Tadinho! — a ariana o ajudou a levantar, abraçou como se fosse uma criança apavorada e fez carinho em seus cabelos.– Obrigado, obrigadinho. — retribuiu o abraço manhoso. — Achei que ia virar um casaco de peles ou alguma decoração pro berço do bebê. — fez bico arrancando risadas dos presentes.Victorie não podia não achar graça disso. Os gêmeos, Shoran e Lyra, tentavam se esconder atrás de Aiolia pela vergonha.Arregalou os olhos ao ver aquela pessoa do seu lado. Se arrepiou, não o via a semanas. Se virou para o pai.– O que você quer? — seu tom estava frio. Com ele, era apenas assim que iria se referir.– Olá, Vic. — ele sorriu levemente.– Victorie. — o corrigiu séria, queria sair dali, queria sair de perto dele e ir até Afrodite. — Meu nome é Victorie.– Claro, Victorie. — não tirou o sorriso do rosto, parecia... diferente, alegre. — Quero te pedir algo.– O que? Que eu compre um teste para saber se engravidei mesmo ou não? — estreitou os olhos. Ele nada disse, mas aquelas palavras doeram por dentro.– Não, não é nada disso. — balançou a cabeça. — Queria saber se depois... eu poderia falar com você. — ela se surpreendeu. — A sós...– Para que? Para falar aquelas palavras horríveis de novo? — sentia vontade de chorar. Por que ele queria procurá-la agora?– Amanhã serve? Só quero conversar. Garanto que não irei fazer nada demais. — ele sorriu fracamente e se afastou.Ficou a pensar. Deveria ir até ele? Depois de semanas e semanas? Estava indecisa, não sabia o que esperar. O pai era imprevisível. Se aproximou de Afrodite procurando se distrair.Caminhou por seu belo templo, tão belo quanto sua dona. As pilastras tinha um leve e fraquíssimo brilho rosado, flores estavam em urnas espalhadas por vários lugares, pequenos jardins em alguns pontos.Se dirigiu até seus aposentos. Não havia janelas, as pilastras tinha um grande espaço entre sim com apenas um pequeno muro, possibilitando a vista do céu, um grande divã estava encostado no murinho rodeado por cortinas amarelo clarinho e transparente.– Minha filha? — se virou para ver quem a chamava.– Mãe, como vai a senhora? — Afrodite sorriu docemente enquanto se sentava em seu divã.Hera se mostrou diante dela, um sorriso amigável nos lábios.– Tudo como sempre minha filha, cuidando de famílias e matrimônios por esse mundo.– Sente-se, fique a vontade. — sorriu. A outra retribuiu e sentou ao seu lado. — O que deseja, Hera?– Um dos casos familiares que venho tem um pequeno envolvimento seu, ou melhor, de Erotes. — logo Afrodite sabia do que se tratava. — Mas tenho minhas dúvidas se poderia se acertar.– Hecariate... teria ficado chateada se os visse daquele jeito. Não posso fazer muito, mas tenho a impressão de que as visões que você o fez ter ajudaram.– Assim espero... — se perdeu em pensamentos. — Imagino como teria sido se Hecariate ainda estivesse viva...– Pensando na sua reencarnação e aquele rapaz? Já faz bastante tempo. — sorriu levemente.– Faz. Ambos se foram juntos no fim. Minha alma se separou da dela, fiquei livre novamente. E os dois se foram... e ninguém soube dos dois. Que ironia.– Sim... Electra e Shijima... — se perdeu em seus pensamentos, mas logo sorriu. — provavelmente teria algumas coisas não teriam mudado tanto, mas nunca se sabe. Caso as coisas saiam dos conformes, vai usar seus poderes de novo?– Se precisar, sim. — assentiu. — Me vou agora, minha filha.– Certeza, Hera? Se quiser pode ficar por mais tempo.– Tenho Afrodite. Qualquer dia, lhe farei outra visita. — sorriu logo saindo de seus aposentos. A deusa do amor ficou área por um tempinho, mas logo voltou a seus afazeres.A manhã seguinte estava quieta, beeem quieta. Após o demorado jantar, todos se enfurnaram em suas casas e não saíram mais por nada.
Máscara acordou cedo. BEEEM cedo para se dizer a verdade. Mas nada podia fazer, estava ansioso, queria ver sua pequena novamente.– Vou concertar tudo... — disse para si mesmo. Era estranho admitir, mas sentia sua falta, ouvir a bagunça sendo feita no quarto, ou até pelo menos a presença dela pela casa.– Máscara? — ouviu a voz de Victorie ecoar por câncer. Se segurou para não correr como um louco até ela.– Eu. — sorriu e foi até o hall.Victorie estava vestindo um vestido azul claro, a saia era esvoaçante e tinha um leve decote em V, uma fita de mesma cor amarrava a cintura. Os cabelos estavam presos em dois rabinhos. Tão fofinha...– Disse que queria falar comigo, não é? — disse no mesmo tom frio da noite passada. Ele assentiu e a chamou para dentro de casa. — Seja rápido.– Bem... er... — coçou a nuca procurando as palavras. — Me desculpe...– É tudo que tem a dizer? — arqueou a sobrancelha. Era SÓ ISSO?! Desculpas?! — Depois de tudo que me fala, acha que DESCULPAS vai apagar tudo?!– Eu... eu sei que não vai... — suspirou e a olhou. — Mas o que quer que eu diga?!– Qualquer coisa que valha a pena. — retrucou. — É só isso que queria falar? — repetiu a pergunta, sentia a raiva aumentando, não queria fazer uma burrada, queria sair dali antes disso.– Bem...– Não se preocupe, eu já entendi. — disse tentando se acalmar. Deu as costas a ele e rumou para a subida de câncer. — Adeus, Máscara da Morte.– Se é assim que deseja... — disse com um pesar na voz.Ia subindo rumo a peixes quando o ouviu dizer aquelas palavras, uma lágrima rolou por sua bochecha.– Só nunca esqueça que eu te amo, filha.Correu direto para peixes. Assim que chegou lá se jogou no pisciano e caiu no choro na hora, ele mesmo sem entender, a consolou. Aquilo doía demais.Era de tarde do dia seguinte, o Sol começava a se por, os pássaros se recolherem para seu sono, Apollo passava seu trabalho para Ártemis.E Victorie se sentava no jardim de peixes, viajando, sem prestar atenção em nada a não ser o alaranjado do céu e as rosas vermelhas.– Vic... por que continua com isso? — a fitou curioso. — Ele te pediu desculpas...– Só desculpas não irão resolver absolutamente nada! Eu nunca vou esquecer as coisas que ele falou! — exclamou nervosa ele. Ele permaneceu normal, sentou ao seu lado.– Sei que não, mas ele... tem um pouco de dificuldades pra se comunicar, mesmo depois de todo esse tempo. — suspirou. — Mas ele sente sua falta, conheço meu melhor amigo.– Hm... mas...Afrodite "engatinhou" até sua frente e segurou seu rosto. A franja dela quase cobria um de seus olhos, deu um leve beijo em seus lábios e sorriu.– Você também sente falta dele, eu sei que sente. Não tem por que continuar com essa tortura. — inclinou a cabeça para o lado. Ela sorriu fracamente, mas assentiu devagar. — Então, VAMOS ATÉ ELE! — gritou histérico, pulou e a puxou pela mão.– Socorro...Desceram para câncer, o pisciano mais alegre e histérico que nunca. O canceriano os notou descer, tentou ignorar, mas não houve como.– Máscara? — Afrodite chegou saltitante o chamando.– O que quer? — arqueou a sobrancelha para ele. Victorie virou a cara, se recusando a falar com ele.– Conversar, certo, Vic? — estreitou levemente os olhos para ela.– É. — resmungou a contra gosto.O canceriano os encarava confuso. No dia anterior ela o evitou mais ainda, e agora... estava de volta.– Desculpe por manter segredo de você. Mas achamos que se você soubesse seria ainda pior... mas no fim, foi a escolha errada. — o pisciano suspirou. O canceriano arregalou levemente os olhos vendo ele passar por cima do orgulho.– É... não foi lá das suas melhores ideias, Afrodite. — cruzou os braços. Não deveria se ceder, deveria?– Vic... — disse ele em tom de alerta para a canceriana novamente. O canceriano, mesmo não demonstrando, achou graça da cena.Ela suspirou.– Me desculpe. Não devia ter sido tão rude, devia ter esperado e ouvido você falar tudo. — suspirou.– Está tudo bem, é compreensível. — acabou sorrindo. Dessa vez ela o olhou e fixou seus olhos chocolates no mais velho. — Agi errado também, explodindo e falando aquelas coisas horríveis pra você. — abaixou levemente a cabeça.– Explodiu porque é meio super protetor e se preocupou demais, se cegou sobre mim também. — Afrodite resolveu colocar os erros a vista. Agora era a hora.– E-eu sei... me perdoe por isso, Afrodite. Te conheço desde criança, e mesmo assim... não confiei na sua mudança. — suspirou e então se virou para Victorie. — E me perdoe... filha, eu sempre estarei de portas e braços abertos para você. — sorriu fracamente.– Pai... — seus olhos marejaram, não houve tempo, e então as lágrimas rolaram por seu belo rosto. — Me perdoe... — correu até ele e se jogou em seus braços em um abraço.– Eu que lhe devo desculpas... inúmeras desculpas... — retribuiu o abraço forte. — Mãe tinha certo... sou um demônio mesmo...– Não... — abraçou seu pescoço começando a chorar. — Você é meu pai. — sorriu em meio aos soluços. Afrodite inclinou a cabeça para o lado satisfeito por tê-la arrastado, e funcionado.
Notas finais
Então... primeiro: me desculpe pela pequena confusão que houve ali no começo, uma frase no cap anterior foi equivocada, interpretem a parte inicial como se fosse antes da festa acabar, obrigadinha ^3^
E segundo: A fic está em sua reta final ;------; sim, infelizmente, mas quero saber, gostariam de mais um ou dois caps antes do fim? Preciso que me digam, é sério, a opinião de vocês importa muito pra mim.
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