Notas iniciais
E aqui está mais um cap fresquinho, as fofuras começam melhor no próx, I promisse :3 Oq estão achando dessa lagosta que agora tem o que fazer ao invés de mofar? Falem pra mim meus amores Espero que gostem, muito obrigada a todos que favoritaram até agr :3 Boa leitura =^.^=

Seguiu a amazona de aries sem questionar nenhuma vez, irritá-la e ter que se virar com a criança seria a pior coisa que poderia lhe acontecer, não tinha a menor vontade ou paciência para ter que se virar sozinho.

– Você... vai me ajudar, né? — andou próximo a ela. Victorie continuava a chorar no colo da amazona.

– Vou, é claro! Deixar uma criança de um ano com VOCÊ sem saber como cuidar é suicídio. — estreitou os olhos para ele, o canceriano fez o mesmo. Ambos entraram em aries e indo direto ao quarto do fim do corredor.

– Mama! É o bebê do tio Mask? — Shoran apontou para a pequena ao ver eles entrarem. Andaram para perto dos dois.

– Que buitinha! — Lyra bateu palminhas ao ver a pequena. Aos poucos Victorie se acalmava e olhava ao redor, incluindo os gêmeos até o olhar parar no canceriano e ela sorrir radiante para ele.

– Pegue ela. — disse a amazona. — Antes que fique chorosa de novo.

– O que!? — a encarou incrédulo. Kalika apenas se aproximou mais. Victorie dava gostosas risadas e estendeu os bracinhos para o maior. — Ah... — disse apenas e a pegou no colo, a mesma se aconchegou nele começando a brincar e por os dedinhos na boca distraída.

A amazona revirou alguns armários e gavetas. Buscando tudo que seria necessário, pegou uma bolsa relativamente grande e guardou tudo. Ou viram um pequeno som de ronco e olharam para a bebê, logo se virou para o canceriano.

– Ok... o que ela tem é fome, pelo jeito não ingere nada a um tempo. — se virou e pegou uma mamadeira e foi até a cozinha. — Me siga.

– E eu lá tenho escolha? — fechou a porta do quarto e a seguiu. Para seu pior pesadelo, Milo também já havia voltado, estava sentado a mesa bebendo um copo d'água.

– Então... depois dizem que o irresponsável sou eu. — seu rosto se alargou num enorme sorriso, cheio de deboche.

– Seu...

– Pelo menos... eu quis ser pai e não abandonaria a coitada quando ela precisa. — seu sorriso passou a ser maligno. O canceriano se segurou com todas as forças para não apertar a pequena no colo sem querer ou avançar nele.

A ariana preparou a mamadeira e entregou ao canceriano, indo ao quarto dos gêmeos logo em seguida sem dizer palavra alguma.

– O que ela... — sua fala morreu ao olhar a pequena que se remexia no colo fitando a mamadeira.

– É só arrumar ela meio deitada... — o escorpiano se levantou e se aproximou dele afrouxando o braço e a fazendo deitar. — Deve estar esfomeada, é só aproximar e ela faz o resto. — deu de ombros.

– Milo...

– Faço isso pela coitada da criança que não teve sorte pelo destino te botar no caminho dela. — riu divertido. A amazona voltou com a bolsa cinza e simples. — Isso são...

– As coisas antigas dos gêmeos, é. — sorriu levemente e olhou para o canceriano. — Caso precise de ajuda com algo, chame uma serva ou a mim mesmo. — ele assentiu sem dizer nada.

O canceriano se concentrou mais em fazer Victorie parar de espernear por estar numa posição meio desconfortável. Aproximou a mamadeira do rosto da menor que segurou os lados da mesma com as mãozinhas e começou a tomar o leite desesperada. O casal apenas o observava.

– Pelo amor de Zeus, você queria que essa coisinha morresse de fome!? — Milo fez um facepalm.

– Me entregaram hoje, seu idiota. — estreitou os olhos. — Não comece a me encher com sua tagarelice.

Afrodite cuidava do jardim com a mesma paciência de sempre. Regava as flores enquanto assobiava uma canção qualquer. Se abaixou e pegou algumas rosas as arrumando em um buque.

– Vic vai gostar, tudo que faço é lindo, por que ela não gostaria? — os olhos azuis brilharam. Não viu o leonino e o aquariano passarem por ele.

– Quem é "Vic"? — Aiolia inclinou a cabeça para o lado curioso e parou próximo a entrada do jardim, o aquariano fez o mesmo. O pisciano engoliu em seco e se virou lentamente para eles.

– Por acaso alguma serva ou amazona nova que você vai atormentar? — Camus perguntou em um tom frio.

"ME socorram!" – pensou. — Er... er... EU NÃO AGUENTO MAIS! — puxou os cabelos, manter aquilo em segredo estava lhe matando e berrou subitamente assustando os dois. — VICTORIE É A FILHA DO MÁSCARA! — tampou a boca logo em seguida saindo em disparada para câncer enquanto o regador caiu nas flores.

– Filha... do... SAIAM DA FRENTE! — o leonino correu como louco escadas a baixo, o aquariano o seguiu descendo calmamente. Os outros ficavam curiosos no caminho e os seguiam e os das casas a frente de câncer ouviam a barulheira e subiram.

– Se acalmou agora? — Máscara olhou para a filha que ria no colo enquanto olhava para as paredes de câncer. — Espero mesmo. — a colocou no chão. — Não faça nenhuma bagunça.

– Pa! — bateu palminhas e começou a engatinhar pela casa de câncer brincando com tudo que via na frente. — Papa! — o canceriano a fitava intensamente sem dizer palavra alguma.

– MÁÁÁÁÁSCARA! — Afrodite entrou aos berros em câncer assustando a menor que deu um pulinho e caiu no choro novamente

– Meus. parabéns. — disse entredentes e a pegou no colo começando a balançá-la levemente para que se acalmasse

– Desculpa Vic! — disse em voz chorosa, balançou a cabeça e olhou para o canceriano. — Desculpa amigo, não consegui. — fez um facepalm.

– Hum.... O QUE!? — berrou incrédulo. Victorie começou a berrar devido ao segundo susto.

Ouviram passos vindos de ambas as saídas de câncer. O dono da casa engoliu em seco, os demais entraram e pararam os fitando, uns sorrindo divertidos e outros com cara de total idiotas ao verem a criança.

– Isso... não é... possível! — Aiolia arregalou os olhos. — Minha santa mãezinha que não conheci... — passou a mão nos cabelos.

– Máscara da morte, o cavaleiro mais assassino desse século, tem uma filhinha. Manchete do milênio. — Camus sorriu divertido.

– Pere... É FILHA DELE!? — Aiolos e Kanon o encararam descrentes.

– WHAAAAAAAAAT!? — a voz dos demais se fez presente em um berro uníssono e desafinado.

– É, é minha sim. — revirou os olhos. Victorie ainda chorava no colo do maior. O mesmo a colocou sobre as almofadas mesmo assim, resultando em um choro mais alto.

Saga inclinou a cabeça para o lado vendo ela chorar, se aproximou dela, fez carinho na bochecha e logo a pegou no colo surpreendendo os outros ao vê-la se acalmar aos poucos e brincar com as mechas azuis do maior, o geminiano para distraí-la ainda mais jogou quase todo o cabelo para frente para ela brincar. Afrodite arqueou a sobrancelha.

– Qual o nome dela? — Mu o olhou. Tinha a feição serena de sempre.

– Victorie... — resmungou alto o suficiente para o ouvirem.

Os outros passaram a rodear a menor que olhava de um para o outro e ria, se divertindo ao passar de colo em colo enquanto os dourados riam e a divertiam, a mesma não recusava de forma nenhuma, teve as bochechas apertadas, recebeu mordidinhas nas bochechas fofinhas, carinhos calmos, foi jogada pro alto e diversas outras brincadeiras que acabaram de vez com o choro.

Já começava a entardecer. Os demais ainda tinham muitas piadas para cuspir sobre o canceriano, mas esperariam um pouquinho. Victorie brincava com as mechas azuis-piscina do pisciano enquanto o canceriano arrumava a casa.

– Vai por ela para dormir já já? — o pisciano perguntou.

– Uhun. — disse simplesmente. Quando terminou de arrumar os móveis e brinquedos desarrumados se aproximou. — Me entregue agora. — estendeu os braços.

– Ok... mas primeiro me ajude aqui. — riu meio envergonhado. A bebê brincava alegremente, havia bagunçado os cabelos do mais velho e se agarrava a eles sem a menor vontade de soltá-los.