Em um lugar não muito distante havia um Império, controlado pelo Conde Drácula, junto com seu poderoso exercito, dizem que esse seria o exercito mais poderoso que já existiu e mais impiedoso também.

Drácula não costumava sair muito do seu Castelo, mas quando saia era apenas para uma missão rápida e prática: incendiar as aldeias ao redor que eram menores e indefesas. Drácula não tinha piedade, matava todos homens, mulheres... Do maior ao menor, sem mostrar nenhum tipo de sentimento. — Por que ele fazia isso? — Simplesmente para mostrar seu poder e superioridade, fazendo com que todos o temam e jamais ao menos pensem em o desafiar.

Apesar dele ser isso tudo e muito mais, la no fundo, bem no fundo tinha algo de bom dentro dele. Ele tinha uma esposa chamada Elizabeth. Ela era estéril, Elizabeth sofria muito por causa disso.

Até que um dia Drácula sai para incendiar mais uma aldeia. Ele sai com uma parte do seu exercito de vampiros e assim que chegam começam a pôr fogo em tudo e a se embebedarem com o sangue das pessoas que corriam apavoradas sem saída. Quando todas as pessoas estão mortas e as casas completamente devastadas com as chamas e não sobrou nada além de pó e cinzas, Drácula começa a andar em meio aos corpos, até que ele escuta algo, um barulho vindo de longe, então pouco a pouco esse barulho começa a aumentar, Drácula procura de onde esta vindo esse barulho, enfim ele acha. Era um bebê. Provavelmente sua mãe no desespero o deixou escondido ali na tentativa de salva-lo.

Bom, Drácula incendiava as aldeias como sinal de superioridade, mas ele não viu nenhuma ameaça naquele bebê que estava ali. Então para alegrar sua esposa, Elizabeth. Drácula resolve levar aquela criança para seu castelo. E é ai onde eu entro na história. Sim, essa criança sou eu.

Notas finais
Isso é só uma pequena introdução do que vem por ai... Espero que gostem ;)