A Filha de Aro Volturi
2 Capítulo 1
Notas iniciais
–Bellzinha já arrumou suas coisas?- Vovó perguntou.
–Já, só falta eu me arrumar e não me chame assim esse apelido é estranho!- Fiz um biquinho, ela sorriu me dando um beijo na bochecha.
–Mas, eu gosto. Vou descer para fazer algo para comermos.- Falou saindo do quarto, certamente sentiria muita saudades disso, suspirei, estou indo procurar meu pai, o nome dele é Aro Volturi, digamos que ele é o rei dos vampiros, juntos aos seus dois irmãos, Caius e Marcus, eles vivem em um castelo, em Volterra- Itália, eu nunca o conheci, e bem estou indo para lá, é to hiper ansiosa e nervosa, e digamos que eu estou bem nervosa, coloca nervosa nisso.
Olhei em meu guarda-roupa, escolhi uma leggi preta, uma blusinha Azul, com pequenos detalhes de renda roxa, e uma blusa de frio aberta Azul.
Entrei dentro do banheiro, tirando minha roupa.
–--xXx---
Olhei-me no espelho, e não estava nada mal, eu usava a roupa que escolhi, meus cabelos estava amarrados em rabo de cavalo alto, eu usava um gloss que destacava meus lábios, estava perfect!!
Sai do quarto, e desci as escadas com cuidado, mesmo sendo uma vampanjo, como me chamo, Vampira + Anjo: Vampanjo, ri é eu sei que tenho alguns parafusos soltos, segui pra cozinha, sentindo um delicioso cheiro de chocolate, me sentei na bancada, enquanto ela arrumava a mesa.
–Hum... Que cheiro delicioso!- Murmurei, vovó sorriu, dando de ombros.
–Sabe como é né?! Comprei um perfume novo!!!- Gabou-se, dando uma piscadela, quase falei a verdade, que o cheiro bom, era o bolo, não que o perfume que ela use não seja cheiroso, só que, eu estava falando do bolo. Mas era engraçado ver ela se gabando, sorri, eu não queria "abandoná-la" mas eu preciso conhecer minhas origem, pelo menos uma parte dela.
Desci da bancada me sentando na mesa.
"Pra que você se sentou na mesa, se temos a cadeira"
"O idiota eu sentei na mesa, é modo de falar, burra"
"Um sorry se fui um pouco desprovida de inteligência"
"Um pouco é de menos, né?!"
"Eu aqui pedindo desculpa e você vem com essa, puero amor!!!"
Começamos uma discussão, eu contra minha querida consciência.
–Belzinha, Bella!!!- Vovó estralava os dedos em frente ao meu rosto, despertei encarando seus olhos de um tom caramelo lindo!
–Estava discutindo novamente com sua querida eu!! De novo querida?!- Senti minhas bochechas ganharem tons a mais, evitei revirar os olhos- Já te disse que fica linda corada?- Perguntou colocando o bolo no centro da mesa.
–Não!- Fiz biquinho, teatralmente chateada, vovó sorriu, apertando minha bochecha a deixando mais vermelha, por minha pele ser branca como leite.
–Você fica uma graça com as bochechas coradas!-Sorri enquanto a própria me dava um beijo na testa, ela deu a volta na mesa se sentando em minha frente.
–Nervosa?-Franzi o cenho, apontou para os meus dedos que batucava sem eu perceber, os parei, me servindo chá de maracujá, pra vê se me acalmava.
–Só um pouco!- Sorriu me reconfortando, mas o sorriso não chegava aos olhos, eu estava em duvida de ir ou não, deixar minha avó ou conhecer meu pai!
"Se você o encontrar, é claro!"
"Cala a boca, não estou falando com você"
"Claro que você não esta falando comigo, você só me chinga!"- Revirei os olhos
"Ohh Sorry!"
b
"Não aceito suas desculpas"
"AAHH, Vai catar coquinhos que você ganha muito mais, vai!"
"Tenho muito mais o que fazer, do que ir catar coquinhos, se me der licença, Adios"
"VAI TARDE!!!"
–Querida!!- Vovó sorria, sorri
–Sorry!!
–Sorri? Mas eu já estou sorrindo!- Fez graças, gargalhei, pegando um pedaço de bolo, o mordi. Gemi, ohh sentiria muitas saudades disso, mordi... Peguei outro pedaço de bolo, era o oitavo, tirando as rosquinhas que tinha comida, qual é, sou uma doceira! Vovó entrou na cozinha e riu.
–Querida, acho melhor você manerá!!!- falou docemente, sorri, eu realmente estava comendo demais, bebi um pouco do chá, me levantando.
–Vamos?- Perguntou, guardando o resto do café da manhã.
–Vou só escovar meus dentes!!- Ela assentiu, subi correndo, entrei no banheiro, me olhei no espelho e sorri, minhas bochechas estavam coradas pela pequena corrida!
Peguei a pasta escovando os dentes.
–--xXx---
Coloquei minha mala dentro do porta mala do carro lindo da vovó, ela te muito ciúmes dele, vê se pode, é só um carro! Revirei os olhos, entrando no carro, vovó após trancar a porta, entrou nele também!
–Promete pra mim, que vai me ligar todos os dias?!- Falou dando uma olhada rápida em mim.
–Sim vovó, eu prometo!! E a senhora promete pra mim, achar um parceiro!!- Falei maliciosa, suas bochechas coraram, a vi revirar os olhos!!
–Assim, que eles descobrem vão embora!!- Falou em um muxoxo
–Não sei por que! A senhora é hiper gostosa, quando eu tiver meus 45, quero esta que nem você!- Ela riu, balançando a cabeça, liguei o som, tocava Never say never, do The Fray, musica perfect, a deixei, encostando minha cabeça na janela pensando se aquilo era o certo ao se fazer?!
–--xXx---
Chegamos ao aeroporto em silencio, eu já estava com saudades de casa! Supirei. Vovó achou uma vaga, e descemos em silencio, ela pegou minha mala, sorri, entramos no aeroporto, por onde passava atraímos olhares, quer dizer mais minha avó, ela sorria, para algumas pessoas, era engraçado de se ver, como um mulherão desse não conseguiu um "homem" ainda, os 7 que ela teve falharam, diga-se ao descobrir o que ela era, foram embora correndo, bando de covardes!!
(N.A.: Eu não entendo muito o que se faz quando esta no aeroporto, então vou colocar assim mesmo)
Fiz meu Check-in, e caminhei até minha vó para dar um ultimo tchau, já que estavam chamando meu vôo já, os olhos dela estavam marejados, abracei, passando meu braço pela sua cintura, encarei aquele rosto que eu tanto amo.
–Vovó assim que eu chegar eu te ligo, prometo que ligo todos os dias, e venho te visitar, eu nem sei se vou o encontrar!!- Suspirei, ela sorriu entre as lagrimas, as sequei
–Okay!!-Beijou minha testa, entregando minha mala, sorriu
–Fica bem, ta!- assentiu, abracei ela novamente, e me soltei, meu coração batia rapidamente, minhas mãos suavam, nervosa, era assim que me encontrava. Suspirei e me caminhei para a sala de embarque, esperei um tempo e finalmente pude entrar no avião, eu ia na classe A, vovó insistiu pra que eu fosse nele, o que ia perder? Nada!
Não demorou muito e finalmente o avião pousou, retirei minha mala da base do compartimento e desci do avião, sentindo a claridade pisquei varias vezes, até me acostumar com a própria. Terminei de descer as escadas e fui na sala de desembarque, esperar minha outra bagagem chegar, o que não demorou acontecer.
Eu ficaria em algum hotel próximo, e amanhã iria até onde Aro vive. Tenho que me lembrar de agradecer minha vó por ter me obrigada a fazer curso Italiano. Depois que sai do aeroporto, fiquei esperando uns cincos minutos até algum taxista poder me atender, entrei em um que parou assim que fiz sinal com o dedo polegar, totalmente estrangeira. O homem parecia ter em torno de seu 30 anos, era digamos fofo, tinha grandes olhos verdes, cabelos grandes encaracolados, castanho claro, e quando falava sua covinha ficava a mostra, sorri.
–Para onde senhorita?- Perguntou num perfeito Italiano, revirei meus olhos, claro que ele falou perfeito, se ele é daqui, quer dizer eu não sei se ele é daqui... Balancei a cabeça, ele me encarava esperando a resposta.
–Será que o senhor poderia levar-me a um hotel próximo?- Perguntei, ele sorriu ligando o carro.
–Claro, que tal Albergo Villa Nencini? Disseram-me que era bom, conhece?- Perguntou, me encarando pelo o retrovisor.
–Não conheço, esqueci de pesquisar os hotéis!!- Sorri amarelo, ele riu.
–--xXx---
Olhei em meu endereço e era aqui mesmo, suspirei, como eu entraria lá, sem ser a refeição deles, eu procurei na mente das pessoas para ver se eles o conheciam, um me chamou atenção, olhei para onde vinha o pensamento, o homem me encarava, ele estava no meio de umas casas,onde existia sombra, tipo um beco, pelo o que li, ele trabalhava para Aro, era tipo um "guarda" que dizia tudo da cidade, ao olhar para sua roupa, constatei que havia visto muitas pessoas com aquele vestimento pela cidade. Fui me aproximando, e pude ver ele passar a língua pelos lábios, provavelmente pensado que eu iria ser seu almoço. Idiota! Mas espera ai, como assim ser seu almoço?
–Olá!- Falei, ele sorriu maliciosamente, com pensamentos nada puros. Imbecil!
–O que você quer, docinho?!- Me senti enojada, mas afastei esses pensamentos, sorri!
–Poderia me levar até meu pai?- Franziu o cenho, me encarando como se fosse uma louca, ta talvez eu seja!!
–Quem?!- Perguntou se aproximando! Dei dois passos para trás
–Aro Volturi!- Seus olhos se arregalaram, e seu rosto tomou uma expressão de choque por frações de segundo, para depois ele soltar uma gargalhada exagerada, algo que eu não gostei nadinha.
–A...Aro!!- Ao perceber que eu não ria, me encarou ameaçadamente- Aro não pode ter filhos!- Ergui uma sobrancelha, quer dizer tentei!
–Ohh não!!- Sorri- Aro é amigo do meu pai, meu pai pediu para mim avisá-lo de algo que esta preste acontecer!- Falei me aproximando, como se ninguém pudesse escutar e fosse um segredo enorme!
Tive que mentir que pelo o que eu percebi, ele não me levaria nunca lá, se eu falasse que Aro era meu pai de verdade!
–Então me conte, para eu ir contar Para o Sr. Volturi!- Neguei, me aproximando
–Sabe o que é, é que meu pai falou, para não confiar em ninguém, já que um ataque esta preste acontecer...Ops!!- Arregalei meus olhos, em forma de susto e tampei minha boca teatralmente, entrando no personagem. Ele arregalou os olhos e engoliu em seco.
–Ata..Ataque!- Assenti- Por acaso você sabe o que nós somos!- Engoli em seco, e assenti com medo.
–Vampiros.- Sussurrei tremula, eu já podia ganhar o Oscar! Ele arregalou os olhos.
–Eu a levo até ele, venha comigo!- Nós fomos para o final do beco, me assustei, a entrada não era do outro lado?
–Calma, docinho, eu não vou te morder, não agora!- sussurrou a ultima parte pra si, mas como tenho sangue vampiresco nas veias o escutei — Alias você tem algo para nós- piscou, sorri amarela, ele apertou algo, e a parede foi abrindo, ohh um lugar secreto, ele deixou eu entrar primeiro, puxou a estatua, e a parede se fechou, ele me conduziu com a mão em minha costa. Algo que eu não gostei, descemos alguns degraus, para subirmos em outro.
– Mas como é o seu nome, e por que veio para cá!
–Meu nome é Isabella e acho que você sabe por que eu vim para cá- Falei irônica, ele parou em minha frente rapidamente, e se aproximou ameaçadoramente, como se eu tivesse medo dele, okay só um pouquinho!
–Não brinque comigo Isabella- eu quis dizer que não estava brincando, mas manti minha boca fechada — Eu posso matar você em menos de três segundos!!
"E nós em um piscar de olho"- minha consciência! Preciso arrumar um nome pra ela urgentemente.
Assenti, ele virou para frente, e continua andando, imbecil! Só por que é vampiro-eu também sou, metade, mas sou, e bom isso não vem ao caso- mas ele se acha como se fosse rei, e pudesse matar quem quiser. Mal sabe que existe espécies mais fortes do que eles, claro que eu sou uma dessa, sqn!
Andamos e andamos, até parar em uma porta enorme de madeira resistível, ele deu três toques, em seguida dois e depois três novamente, deve ser um tipo de sinais entre eles, a porta se abriu, do lado dela havia dois vampiros, eles me encaravam como se eu fosse uma refeição, revirei os olhos.
–Que gostosinha, Matt!- Sorriu, o idiota, Matt, acho que esse era o nome, não achou graça nenhuma, o vampiro ao lado ao perceber deu uma cotovelada, o vampiro que me chamou de gostosinha, parou de rir na hora, abaixou a cabeça e sussurrou- Desculpe-me Senhor!- Matt deve ser o tipo de chefe deles.
Andamos mais um pouco e paramos de frente a uma recepcionista, muito linda por sinal, alta com a pele escura os olhos verdes, e com cabelos escuros até um palmo abaixo do ombro, ela nos encarava com um misto de curiosidade e desconfiança.
–Gianna será que poderia a levar a sala do trono? Eu tenho que resolver algumas coisas, e não poço a leva — lá- ohh eles levavam esse negocio de rei a serio! Ela me encarou de cima a abaixo, me medindo e sorriu, sorri de volta, olhou algo no computador, e nos encarou de volta.
–Claro Sr.Conney- que sobrenome ridículo!!- Mas por quê?
–Diga a majestade que essa mocinha sabe de algo muito importante sobre nós!!-ela assentiu e me encarou.
–Tipo?
–Que somos vampiro e que algo esta preste a acontecer!- Claro que está, eu estou preste a conhecer meu pai, ri internamente!
–Claro! Vamos!- Me chamou, assenti a seguindo, espera ai! Foi isso mesmo que eu ouvi, o coração dela batendo, OMG ela é uma humana. Ela me encarou.
–Você é humana!- Falei perplexa, nossa ela ainda não virou comida, como?
–Sim, e você também!- Quase neguei, mas não seria ao certo ao se fazer, paramos em uma porta enorme- que pelo o que pude perceber todas são- uma garota muito bonita de olhos vermelho vivos, com uma carranca abriu a porta para mim, eu em! Ao entrar todos nos encravam meio surpreso digamos.
A sala era enorme, quando digo enorme, eu não estava exagerando, ao olhar para frente, havia três tronos vermelhos, e cada homem sentava-se neles, ao redor tinha alguns guardas, e havia um vampiro segurando um homem-vampiro- pela cabeça, mas acho que nós o interrompemos, tenho certeza.
O homem do meio nos encarou irritado, eu, sai fora, quem quer que seja ele!
Gianna fez uma reverencia!- Serio mesmo que eles levam esse negocio de rei a serio? Qual é? Estamos no século 21, se bem que tem alguns reis pelo o mundo, mas vampiros!? Omg mesmo!
Todos me encaravam com a sobrancelha erguida, é um complô contra mim, né!? Só por que eu não sei fazer isso, um bico se formava em minha boca, mas o impedi de continuar.
–O que você quer minha jovem Gianna?- Perguntou me analisando, senti um arrepio em minha espinha, isso não é bom!
–O Sr. Conney, avisou-me que ela- Apontou para mim- Sabe de algo muito importante sobre nós!- Ele sorriu maléfico.
–E o que seria? Espero que não tenha nos interrompido por uma besteira!!- Eu já não gostei desce homem. Não vejo a hora de ver my papis. Mas espera, meu "pai" é um dos “reis" e ali só a três tronos, Certo. Então meu pai esta ali, agora é saber qual?
– Ela sabe, que vocês são vampiros e que algo esta preste a acontecer, palavra de Matt!- Ele fez um sinal para que ela saísse, antes de sair se pos a se fazer outra reverencia. A porta fechou-se com um enorme estrondoso, fazendo-me pular de susto, que foi, estou no meio de sei lá quantos vampiros, eu posso virar refeição deles, mesmo com minhas agilidades, o Rei do meio gargalhou, idiota! Que risada mais gay?
–Como se chamas minha doce mortal?- Falou se contendo das gargalhas, ai se ele soubesse que eu sou muito mais do que ele! Ele não me chamava de mortal! Não que seja uma ofensa, um pouco, já que os humanos são totalmente fracos!!
–Isabella Marie Higginbotham!!- Ele arregalou os olhos, assim como os outros, ohh eu sou Famosa! Sorri, me sentindo poderosa, sqn!
–HI..HI...Higginbotham?!- Engoliu em seco!
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