A Filha das Trevas

6 A luz volta para casa


Notas iniciais
Oi moresssss!!!!! Desculpa a demora para postar, andei meio ocupada sabe, vou tentar não demorar da proxima vez! Então espero que gostem do capitulo, pq foi feito com muito amor tá? Tem até gif da linda (e diva) Kaya Scodelario, a Katherine! Espero que gostem! Boa Leitura

5: A luz volta para casa

Pisquei duas vezes antes de abrir por completo os olhos, olhei para a minha direita e vi Alvo dormindo com cabeça encostada na cama hospitalar e segurando a minha mão, olhei para a esquerda e vi Rose dormindo como um anjo na cadeira ao meu lado

– Que bom que acordou senhorita esquecida – a enfermeira disse acordando Alvo e Rose, Alvo se arrumou na cadeira, mas não soltou minha mão – acho que esqueceram de falar para você que se deve comer

– Kath você estava fazendo alguma daquelas dietas trouxas bizarras? – perguntou Rose

– Não – eu disse com uma voz cansada – só fiquei um pouco nervosa e fiquei sem fome – eu disse me sentando na cama

– A quanto tempo você não come adequadamente? – a enfermeira perguntou

– Uma semana – eu murmurou alto o suficiente para ela ouvir

– Bem senhorita Campbell, você poderá voltar para a casa hoje de tarde se achar que agüenta a viagem de trem – ela disse me olhando nos olhos

– Eu tenho que agüentar – eu disse olhando para a porta, a enfermeira virou os olhos e deixou nos sozinhos

– Prometa que nunca mais vai fazer isso – Rose disse se aproximando – você quase matou a gente de susto

– Desculpa, eu não tive intenção – eu disse a Rose

– Não precisa se desculpar – Alvo disse se levantando e sentando ao meu lado na cama, ele passou o braço pelo meu ombro e sorriu, senti minhas bochechas corarem e ele passou um dedo por ela me fazendo sorrir

– Olha não quero acabar com o clima – Rose disse fazendo uma careta – mas eu ainda to aqui – olhei para baixo envergonhada e ela riu – não sei por que fogem um do outro são tão perfeitos juntos – ela disse sorrindo, me afastei um pouco de Alvo, que lançou um olhar de reprovação para Rose

– Vocês ficaram aqui por quanto tempo? – perguntei mudando de assunto

– A noite toda – Alvo disse olhando para mim

– E ficaríamos mais se a enfermeira deixasse – Rose completou – mas ela insiste que já ficamos aqui tempo demais

– Mas ficaram mesmo não tinha por que ficar – eu respondi envergonhada

– Foi exatamente o que eu disse a eles – James entrou pela porta da enfermaria e parou se sentando nos pés da cama – mas eles não vivem sem você então... se recusaram a sair de perto, se bem que... – ele fez uma cara pensativa – levando em conta sua grande beleza e esses olhos azuis, eu também ficaria mais perto de você – James me lançou um sorriso de canto e eu revirei os olhos

– Seu sorriso não me faz ficar caidinha por você James – Rose e Alvo riram e James revirou os olhos

– Também ta tão apaixonada pelo anã ai que nem tem olhos para mim – senti minhas bochechas ficarem vermelhas novamente – não sei o que viu nele, afinal eu sou o Potter mais bonito – James disse cheio de orgulho

– Mais bonito eu não sei, mas com certeza o mais convencido – respondi a James que me fuzilou com os olhos enquanto Alvo e Ro controlavam o riso

– Acho melhor ficarem de olho nessa guria ai, ela tem dupla personalidade, uma hora é um anjinho e a outra um capetinha – James respondeu ironicamente, eu sorri com o comentário

– James Potter! – a voz da enfermeira se expandiu pela enfermaria fazendo James fazer uma careta, ela se aproximou da cama e cruzou as mãos – eu não disse que deixava você entrar com a promessa de não chatear a senhorita Campbell? E se eu não me engano já é a hora de vocês três deixarem essa menina sossegada

– Exatamente, Rose e Alvo tem que descansar para voltar para casa hoje a tarde – a diretora entrou pela porta e parou nos pés da cama – Que tal os três deixarem a Katherine descansar e comer sossegada?

– Mas ai a Kath vai ficar sozinha – Alvo disse

– Quem disse que ela vai ficar sozinha – a enfermeira que eu não me lembro o nome disse, que vergonha, em anos em Hogwarts não me lembro o nome dela – eu vou estar aqui

– Coitada – James murmurou alto o suficiente para levar um olhar fuzilador da enfermeira

– Graças a essa gracinha, vocês tem 5 segundos para saírem daqui – a enfermeira disse estressada

– Muito obrigada James – Alvo disse com raiva para o irmão – por favor, deixa a gente ficar mais um pouco – Alvo disse fazendo uma carinha de cachorro sem dono para a enfermeira q se mantinha segura em sua decisão

– Alvo acho melhor vocês irem mesmo – eu disse olhando para ele

– Não, vou ficar aqui até que alguém venha me tirar daqui – ai Merlin, isso não é bom, mesmo eu tentando é quase impossível afastar o Alvo de mim. Como eu queria poder ficar perto dele, mas daqui alguns dias ele vai me odiar mesmo, mas se eu não afastá-lo a dor vai ser pior, tanto para ele e tanto para mim, mas se eu destratá-lo a dor pode ser imediata, minha cabeça vai explodir!

– Al – Rose, James e Alvo me olharam incrédulos, eu nunca tinha nem pensado em chamar ele com o apelido – eu preciso descansar e você também, hoje a tarde temos que enfrentar uma viagem demorada de trem então o que acha de descansar e esse arrumar para a viagem? – eu disse olhando profundamente em seus olhos verde, ele sorriu de canto deixando sua covinha ainda mais evidente

– Okay – continuávamos as nos olhar no fundo dos olhos – eu vou, mas só se você me der uma coisa

– E o que seria? – perguntei

– Isso! – assim que disse ele se aproximou, me beijando, e por mais que eu devesse fugir, minha boca deu entrada para que sua língua e a minha dançássemos uma dança única e maravilhosa, a diretora pigarreou envergonhada, fazendo com que eu me afastasse do beijo envergonhada, Rose e até mesmo James, nos olhavam com um sorriso de canto encantador, eu tenho o dom de fazer besteira

– Agora que já se despediu Alvo o que acham de ir embora? – a enfermeira disse secamente

– Okay – ele bufou estressado e se levantou depositou um beijo no topo da minha cabeça e ficou no pé da cama junto com James

– Te vejo no trem – Rose disse se aproximando e me abraçando

– Tchau – eu disse quando ela se juntou aos dois e ai então eles andaram em direção a porta e então assim que a porta se fechou encarei a diretora e a enfermeira que me olhavam com um jeito bizarro – então? Vão me empantufar de comida até a hora da viagem e jogar xadrez de bruxo?

– Infelizmente tenho que concordar com James, você tem dupla personalidade! – a enfermeira disse e sorriu de canto, dei de ombros e sorri – mas não, eu não vou ficar aqui com você, tenho mais o que fazer, eu prometi a ele que quando Alvo e Rose saíssem ele poderia ficar aqui com você

– Ele quem? – perguntei confusa

– Eu! Quem mais seria? – Scorpius disse atravessando a porta e vindo em minha direção, sorri, ele veio até a cama e se deitou ao meu lado no leito, como Alvo havia feito – achou que eu ficaria de fora?

– Fico feliz por ter vindo – eu disse o abraçando – tenho muita coisa para te contar

– E muito a comer – e enfermeira disse, fazendo Scorpius sorrir de canto – vou pegar o café da manhã da criaturinha ai – ela se virou e saiu da enfermaria acompanhada da diretora

– Então o que tem a dizer – ele disse quando as duas saíram da sala

– Eu to perdida – eu disse enterrando minha cara em seu ombro

– Kath diga o que ouve – Scorpius disse

– O Alvo me beijou ma frente de todos que se encontravam na enfermaria – Scorpius sorriu fraco – e agora estamos ainda mais ligados, Scorpius eu vou falar para o pai dele que eu fui feita para matá-lo e a reação final não vai ser a melhor – eu disse cabisbaixa

– Você tentou se afastar, disse que não era certo vocês se aproximarem, e fez o possível e o impossível para não se envolver com eles, mas foi escolhas deles não sair de perto, você não vai ter culpa do Alvo ter o coração partido daqui alguns dias, você não tem nem um pingo de culpa por tudo que aconteceu, sabe que pode contar comigo sempre neh? – Scorpius perguntou e eu assenti o abraçando

– Aqui está senhorita esquecida, seu café da manhã – a enfermeira disse entrando pela enfermaria com uma bandeja de café da manha, então ela entregou a mim – agora Scorpius, faça essa senhorita comer tudo e então a faça descansar um pouco mais, daqui e umas 3 horas eu volto com o almoço, coma tudo em senhorita Campbell

– Obrigada – eu disse antes dela sair pela enfermaria, pegou o sanduíche e dei uma mordida nele e olhei para Scorpius – estou agindo certo? – perguntei quando engoli

– Certíssimo – ele disse sorrindo e pegou uma uva da bandeja e jogou na boca, eu ri e passei o dedo no glacê do pedaço de torta e passei no nariz dele ele me olhou incrédulo e fez o mesmo comigo, e então começamos a ter uma crise de risada

∞

Depois de uma manhã inteira na enfermaria e um almoço reforçado eu finalmente ganhei alta para ir para o meu quarto e arrumar as minhas coisas para a viagem, se bem que não tinha muito para fazer, já que minha mala já estava pronta há uma semana, quando terminei e na hora marcada, desci para o ponto de encontro, Scorpius me encontrou e me acompanhou até a estação, quando chegamos na estação logo entramos e escolhemos uma cabine vazia, nos sentamos e matemos as pernas em cima do banco encostando as costas na janela e ficamos olhando para a porta

– Você vai na minha casa ou vai ficar na sua? – Scorpius perguntou

– Não sei, não falei com a minha mãe, se ela não tiver ali eu vou para a sua casa, mas se ela tiver ali eu fico onde ela quiser – eu disse calmamente

– Quando vai contar a verdade para eles – Scorpius perguntou

– Depois do natal, um dia antes de voltar para casa – respondi

– Com licença – Rose disse aparecendo na porta – podemos sentar aqui? – perguntou ela

– Claro – eu disse sorrindo, Alvo e Rose entraram na cabine, Rose se sentou comigo e Alvo com Scorpius, os dois se encararam de uma forma bizarra e eu ri – acho melhor trocarmos isso – Rose se levantou e se sentou com Scorpius, que sorriu para ela de canto, e Alvo se sentou comigo, sorri em resposta

Logo o trem começou a andar e o resto da viagem foi tranqüilo, conversamos sobre alguns assuntos básicos como Quadriboll, doces e pais, claro que quando Rose me perguntou o que meu pai fazia, senti um aperto no peito, o meu pai é Will Campbell o marido trouxa da minha mãe que sempre cuidou de mim como um pai, tenho orgulho dele e minha mãe assumiu o sobrenome dele ao me colocar no mundo, mas não posso me esquecer do homem que me deu esses olhos azuis, Lorde Voldemort, o pai que eu nunca quis ter, e por mais que eu ame o Will, o lorde vem primeiro na minha mente quando o assunto é ‘pai’ e eu odeio isso

Mas como de amigos sou abençoada, Scorpius logo deu um jeitinho para que Rose mudasse de assunto, sorri em agradecimento e voltamos a conversas assuntos avulsos, quando finalmente chegamos na estação King’s Cross, nos quatro saímos juntos do trem e ficamos meio perto do trem enquanto tentávamos achar nossos parentes, a fumaça trazida pelo trem não deixava vermos rostos muito longe de nos o que dificultava a vista, Rose veio até mim e me abraçou

– Que tal você ir me ver na casa do meu tio essa semana? Pode vir qualquer dia eles vão amar conhecer você – ela disse inda me abraçando

– Vou tentar ir – ela se afastou do abraço e sorriu, ela foi até Scorpius e o abraçou, Alvo veio até mim e me abraçou se afastou de leve e roçou os lábios nos meus, foi um beijo rápido mas o suficiente para uma despedida, ele me olhou e eu sorri envergonhada

– Antes de eu ir, eu quero saber qual é a nossa relação – Alvo disse olhando no fundo dos meus olhos

– Alvo, eu prefiro que resolvamos isso quando voltarmos a Hogwarts, vamos ficar uma semana longe com nossas famílias e muitos conceitos podem mudar em uma semana, você não tem nem idéia do quanto tudo pode mudar então, que tal deixar essa resposta para depois – passei a mão em seus rosto e sorri, ele assentiu com um sorriso fraco e suspirou em forma de aceitação

– Okay, mas que fique bem claro que não estou de acordo com isso – ele disse me fazendo sorrir – e considere o convite de Rose um duplo convite – ele disse sorrindo assenti e ele depositou um beijo na minha testa antes de ir junto com Rose que o esperava um pouco atrás dele, eles acenaram e desapareceram na fumaça

– Hogwarts vai ficar engraçada quando voltarmos para lá – Scorpius disse sorrindo

– Cala a boca Hyperion – ele riu e não contive a cara de mal e ri também

– Ei vocês dois não querem ir para casa – a voz de Draco veio de trás de nos, nos viramos e vimos minha mãe e Draco acenando , andamos na direção deles com nossas bagagens, assim que cheguei em minha mãe abracei ela demoradamente enquanto Scorpius abraçava o pai

– Que saudade que senti de vocês – eu disse quando Scorpius e eu trocamos de lugar para que eu pudesse abraçar Draco e Scorpius minha mãe

– Também sentimos pequena – Draco disse quando me afastei dele, ele passou a mão na minha cabeça bagunçando meu cabelo

– Ei não faça isso – eu disse rindo – Cadê Will e Astoria? — perguntei

– Seu pai está no carro nos esperando e Astoria em casa – minha mãe respondeu

– Vamos? – Draco perguntou pegando minha mala, assenti e andamos em direção a saída

Fomos até o estacionamento e de longe vi meu pai apoiado no carro girando as chaves do carro, assim que ele nos viu sorriu e andou em nossa direção, fui correndo na frente e o abracei

– Ei minha pequena, senti sua falta – ele disse ainda me abraçando

– Também senti pai – eu disse o abraçando ainda mais forte- Vamos? – eu disse quando nos afastamos, ele assentiu e entramos no carro. Meu pai e minha mãe na frente e Scorpius, Draco e eu no banco de trás

A viagem de carro foi curta e logo estávamos na casa de Draco, quando entramos, Astoria veio até nos e nos abraçou e depois subi para o meu quarto, como passo bastante tempo aqui, tenho meu próprio quarto assim como meus pais, e também temos dois quartos reservados para os Malfoys em casa, deixei minhas coisas perto da porta e me joguei na cama exausta e acabei pegando no sono

Notas finais
E ai gostaram????? Comentemmmmmmmmmmm!!!!!!!! O proximo capitulo, provavelmente vai se chamar "O Natal com minha família quase perfeita!!! Cometem o que acharam!! Bjoss