Notas iniciais
Oi oi gente! Desculpa, sorry, entschuldigung, contristatus, triste, scuze, désolé, scusate, pela demora! Só pra deixar claro eu pedi desculpas em varias línguas, e não, eu não inventei nenhuma palavra dali! Eu vou propor um desafio: eu duvido alguém adivinhar as 8 línguas em que eu pedi desculpas! Gostaria de agradecer: A Mih por ter comentado! E a todos os fantasminhas que nunca se manifestam ou se manifestam pouco, mas que mesmo assim continuam lendo essa fic! Muito obrigada a todos! Sem mais enrolação, vamos pro cap!

P.O.V. Alice

“Preparada?” Aslan perguntou assim que fechei minha mochila.

— Nem um pouco, para falar a verdade, estou muito nervosa. – confessei

“Não toque tão nervosa, lá não é tão ruim. E falo isso pro experiência própria, já que eu mesmo cresci no tártaro. “ ele disse estufando o peito, como se fosse um motivo de grande orgulho.

O que se fato deveria ser mesmo, já que pelo o que eu tinha lido e escutado dos outros campistas, lá era um lugar terrível e o simples fato de Allan ter crescido, sobrevivido melhor dizendo, lá era um grande feito.

— Nossa, deve ter sido difícil.

“Nem tanto, depois que você se acostuma, viver lá em baixo se torna fácil.

— Mesmo assim estou preocupada, e se tivermos que ir até o Palácio de minha mãe? Ela provavelmente deve estar querendo acabar com a raça do Nico.

“Sim, muito provavelmente.” Ele disse como se a morte de Nico fosse algo irrelevante “Mas mudando de assunto, o que aquele elfo fez com o Katze? Não o vejo desde ontem.”

— Que fofo, você se preocupando com o Katze! – falei e ela me lançou um olhar mortal, o qual eu ignorei com sucesso – mas falando sério, o Leo passou aqui ontem e o levou para as forjas, disse que faria umas melhorias nele e que infelizmente não terminaria a tempo de leva-lo conosco. Eu achei até bom, menos uma coisa para eu me preocupar.

“Tem razão, será melhor ele ficar. Um filhotinho como ele acabaria se machucando.”

— Concordo, mas tenho que ir. Nico já deve estar me esperando.

“Certo, mesmo eu ainda não concordando em ficar. Lembre-se, qualquer coisa é só chamar.” Ele disse sério

— Vou lembrar. – falei afagando sua juba – Tchau, Aslan, se cuida. Eu volto logo, prometo.

Ele faz que sim com a cabeça e eu saí.

Andei rapidamente até o Pinheiro de Thalia, que era nosso ponto de encontro, e vi que Nico já me esperava.

— Demorei muito? – perguntei assim que me aproximei

— Não, eu acabei de chegar também. – ele respondeu indiferente – Só falta o Argos.

Eu tinha sido apresentada à Argos ontem, e mesmo que não falasse, parecia uma boa pessoa. Ele parecia um surfista, cabelos loiros que batiam abaixo da nuca, pele bronzeada e olhos azuis, a única diferença era que ele tinha olhos espalhados pelo corpo todo. De acordo com Claire ele não falava, pois tinha olhos até na língua.

Pouco tempo depois Argos chegou.

— Agora não falta mais, vamos. — falei puxando Nico pela manga de seu casaco em direção a van.

Argos nos levou até a estação rodoviária de Mahnratan para que de lá seguíssemos viajem sozinhos.

— Então, como vamos fazer para chegar ao Mundo Dos Mortos? -perguntei

— A forma mais prática seria através das sombras, mas como nossos pais estão em clima de guerra eu duvido que ele iria gostar que você entrasse sem mais nem menos em seus domínios, por isso acho que o melhor seria irmos pela entrada convencional.

— E onde ela fica?

— Por incrível que pareça ela fica em um estúdio de cinema em Holywood.

Arqueei uma sobrancelha e cruzei os braços. Ele não podia estar falando sério. A entrada para o Mundo Inferior não podia ser um estúdio de cinema!

— Isso é sério mesmo? – perguntei incrédula

Ele deu um longo suspiro antes de responder, também não parecia gostar disso.

— Infelizmente sim.

— Fazer o que, né? Vamos logo comprar nossas passagens.

Compramos nossos bilhetes e pouco tempo depois embarcamos.

Eu e Nico teve os uma breve discussão sobre quem ficaria no assento da janela, mas no fim eu acabei ganhando, e Nico não parecia bem um pouco satisfeito com isso.

Não sei porque ele ficou bravo! E ideia do pedra, papel e tesoura foi dele! Quem mandou ele colocar pedra?

Pra ser sincera, foi bem fácil ganhar dele, já que quando ele fica irritado, ele cerra os punhos, e por isso eu sabia que ele inconscientemente jogaria pedra. E aí eu só tive que jogar papel, espero que ele não descubra o meu truque, pretendo ganhar muitas outras disputas no pedra, papel ou tesoura.

A nossa viajem foi bem mais tranquila do que eu imaginava, nem sequer fomos atacados!

Pela janela eu pude ver muita coisa, entre elas um Leão da Neméia correndo ao lado da estrada. Ele olhou diretamente para mim e então deu um aceno com a cabeça, como se estivesse me cumprimentando. Não sei bem o porquê, mas esse gesto dele me lembrou aqueles filmes antigos em que os homens ao cumprimentarem as moças tiravam seus chapéus e faziam uma breve reverencia. Não me pergunte o porquê, simplesmente me lembrei disso. Acho que pelo fato do meu pai gostar muito desse tipo de filme, meu pai ama filmes em geral, mas tem uma verdadeira adoração por filmes antigos, por isso eu os assisto desde pequena com ele. Talvez eu devesse dar uma maneirada nesses filmes.

Assim que o aquele leão, me lembrei de Aslan e Katze. E isso me deixou com saudades dos dois, fazia pouco tempo que eu os tinha deixado, mas mesmo assim eu sentia falta deles!

Por consequência acabei me lembrando da minha família, do meu pai, da Emma e da Melissa, sentia falta deles também. Os dias no acampamento eram tão repletos de atividades que eu nem tinha me dado conta da saudade que sentia da minha família.

Olhei para o lado e vi que Nico dormia tranquilamente, pela segunda vez notei o quanto ela fazia jus ao seu sobrenome, ao menos enquanto dormia.

Me perguntei como seria a família dele. Adoraria poder pergunta-lo, mas tinha medo que ele não reagisse bem, já tinha notado que para a maioria dos semideuses tanto passado quanto família eram assuntos delicados. Quem sabe algum dia eu descubra um pouco mais sobre seu passado e até sobre ele mesmo.

O ônibus em que estávamos passou em abaixo de uma placa que dizia que estávamos chegando em Los Angeles.

Acho que aquele momento foi um dos em que fiquei mais ansiosa em toda a minha vida, daqui a pouco tempo estaríamos entrando no Mundo Dos Mortos para tentar resolver a guerra.

Uma confusão de emoções se passava dentro de mim. Por um lado eu estava com medo de não conseguimos e acabarmos piorando tudo. Por outro, eu estava animada, afinal era um grande desafio e eu sempre gostei de desafios.

Notas finais
Então? O que vocês acharam??? Por favor me contem!!!