A Filha Do Medo
3 Capítulo 3
Notas iniciais
Acordo tonta, consigo ver algumas coisas brancas e umas mulheres que parecem ninfas, elas são verdes e tem rostos angelicais com orelhas pontudas... "Mas o que estou fazendo aqui?" — penso.
__ Até que fim acordou, você está no Acampamento meio sangue, mais especificamente na enfermaria. Bem vinda!
__ Hm... Am? Atah, tudo bem. — falo meio confusa — Eu consegui chegar? Como?
__ Gabriel te trouxe até aqui, ele é filho de Macaria. E você, qual seu nome?
__ Primeiro: quem é você?
__ Sou o diretor de atividades do acampamento, meu nome é Quiron.
Quiron me explica todas as coisas do acampamento e sobre os deuses, mas eu já sabia a maior parte, pois meu pai falava todas as suas historias e o que acontecia no olimpo para mim, enquanto eu adormecia, mesmo dormindo eu ouvia tudo.
Depois de ele terminar, ele me apresenta tudo: o refeitorio, os chales, a parede de escalada, etc.
__ Aqui você poderá escolher uma arma para você. Uma espada, adaga, lança, punhal, escudo... temos de tudo por aqui, é só escolher! — disse Quiron quando chegamos en um tipo de galpão de armamentos.
__ QUÍRON!!! — alguém grita lá fora.
__ Er... Eu preciso ir, vou deixar alguém para terminar de apresentar o acampamento para você. Hum... — ele puxa um garoto todo de preto e cochicha algumas coisas, olho distraidamente para eles. — Este é Nico e ele irá te apresentar o resto do acampamento e te ajudar a escolher sua arma.
É ele. É Nico, olho para ele com os olhos arregalhados e fico sem reação, não sei o que fazer. Meu pai me mandou vinga-lo, mas era para eu ataca-lo? E mata-lo?
__ Di Angelo?
__ Sim?
Respiro fundo, tenho que atacar. Sinto que ele está cauteloso e nervoso por minha causa, pego uma espada e em um movimento rapido coloco-a em seu pescoço. Vejo o medo em seus olhos e isso me dá força para eu continuar o que estava fazendo.
__ Então, você é Nico Di Angelo. Você que convenceu seu pai à quase me matar, você que causou problemas ao meu pai.
__ Eu? — ele me olha incédulo.
__ Não se finja de besta.
Faço um pequeno corte no seu pescoço e finalmente a ficha cai pra ele. Ele pega uma espada totalmente negra que parecia emanar uma energia poderosa, sinto um arrepio gelado passando pelo meu corpo. E começamos à lutar, apesar de eu nunca ter pegado em uma espada, até que eu lutava bem. Mas ele conseguiu me desarmar, continuo a lutar pegando vários armamentos do arsenal: escudos, lanças, adagas, espadas, etc. Mas ele sempre conseguia me desarmar. Mas também era porque as armas eram pesadas ou leves demais e não se ajustavam em minha mão. Já estava cansada disso e ele parecia que não queria me machucar, pois ele ainda não tinha encostado em mim, mesmo quando eu estava indefesa. Vou começar a ser um pouco mais radical, li seus medos e descobri que ele era muito solitario e tinha medo de se aproximar de alguém novamente e ela ou ele acabar o abandonando. Eu tenho um poder especial de saber a história da pessoa, conseguindo sentir certas coisas que os outros estão sentindo, é mais o medo, mas também outros sentimentos. E percebi que ele estava muito confuso.
Eu não vou matá-lo, até porque eu não iria conseguir, mas vou fazer um jogo, vou faze-lo sofrer em nome do meu pai. E ele vai ter que aprender a jogar.
Notas finais
Essa história é bem rapidinha de ler e não demora nem 2 minutos para comentar ou escrever uma recomendação, viu?
Beijinhos
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