Notas iniciais
Aqui esta o segundo capitulo, me desculpem mais o proximo vai demorar um pouco

Depois de ouvir todos os méritos da Sonserina, Sophia ficou muito interessada em uma coisa que Draco Malfoy falou "só que o Potter sempre pega o pomo de ouro no final", ele não poderia estar falando dela, afinal de contas ele falou "o Potter" não "a Potter". Ela sabia que que existia o Harry Potter o menino que sobreviveu e sabia que seu sobrenome era igual ao dele, mas quando perguntou a sua mãe ela disse com má vontade " Potter é um sobrenome comum aqui em Londres". Já fazia alguns anos que Sophia não via a mãe, ela sempre mandava uma coruja com mensagens bonitas pedindo que os pais voltassem, mas nunca recebia uma resposta, não esperava receber alguma carta do pai, afinal de contas ele nem ligava para ela, sempre que a via fazia cara de nojo, sua presença o incomodava, sempre que Sophia se aproximava dos pais e de seus amigos eles a mandava sair de perto, alguma coisa nela fazia eles ficarem nervosos principalmente quando estavam cumprindo ordens. Um dia ela estava ela estava andando pelos corredores de uma mansão quando ouviu seu nome, chegou mais perto para ver o que estava falando, então ouviu, "se Sophia descobrir ela pode estragar tudo, o mestre não vai gostar se ela se encontrar com o outro" quem seria esse outro, como ela não queria arrumar problema para o pai saiu andando e tentou esquecer a historia.

Sophia estava tão focada em seu pensamentos que nem ouviu que alguém falava com ela.

— Você não conhece o Harry Potter?- Era a voz de Pansy.

— Se saber o nome de uma pessoa e conhece-la, então eu conheço todos que passam na rua.- Falou Sophia mal-morada.

— Garota ninguém nunca te contou a historia do menino que sobreviveu não? Você nunca se interessou em saber quem derrotou o Lord das trevas?- Perguntou Draco.

— Voldemort não é um Lord, se ele pensa que é um Lord ele tem que crescer, quando eu era pequena eu também achava que era uma princesa.- Draco, Pansy e os outros que estavam na cabine começaram a rir.- Claro que eu já ouvi a historia do "Menino que sobreviveu", mas eu nunca cheguei a conhece-lo igual vocês o conhecem, para falar a verdade eu nunca vi ele. Na minha casa é proibido falar o nome dele, não sei porque.

— Meu pai também não gosta que eu fale do Potter, ele acha que não tem nada de interessante no fato dele ter sobrevivido ao Avada Kedavra, eu concordo.

— Eu pensava que ele era legal.

— Não se iluda Potter se acha muito, e com o apoio de Dumbledore ele e os amiguinhos dele pensa que pode infringir as regras quando bem entende.

— Infringir regras não é tão ruim assim, mas tem ocasiões que não tem outro jeito. Mas quando se estuda em Durmstrang, não se pode fazer o que bem entende, mesmo se quisesse terias as consequências.- Falou Sophia desanimada.

— Consequências? Que tipo de consequências?- Pansy ficava cada vez mais interessada no assunto.

— Desculpe, mas eu não posso falar. Fiz um juramento.- Acrescentou ela vendo a cara de desapontamento de Parckinson. — Não posso falar nada sobre a escola.

-Sua escola participou do torneio Tribruxo, você não veio ou eu que não te vi?- Perguntou Draco.

— Eu ia vim, mas meus pais não me deixaram, disseram que era perigoso eu sair de Durmstrang e encontrar alguma pessoa que estava aqui.

— Devia ser o Barto Croch. Jr, ele se passava pelo Olho-tonto Mood.- Arriscou Blásio

— Não, acho que não, meu pai tinha mania de proteção. Nem me deixavam sair na rua.

— Tinha a mania, não tem mais.- Falou Pansy num tom eficiente.

— É até porque não tem ninguém mais para mandar em mim. Isso não é o máximo?

— Então é tipo assim você não tem mais pai nem mãe.

— Não é tipo: essa parte da minha vida eu não vou falar.- Dizendo isso Sophia ficou calada pelo resto da viajem.

(N/A quando eu me referir a Sophia também vou chama-la de Lilian ou Lili. Pra não ficar toda hora falando Sophia. Ok?)

Lilian ficou encantada ao ver a beleza do Salão Principal, ver as quatro mesas apinhadas de alunos, as velas que ficavam flutuando sobre as mesas das casas, o que mais a impressionou foi o teto estrelado, Lili adorava ver constelações, formar os mais variados desenhos nas estrelas, pesquisar sobre os diversos planetas que consentia a Galáxia, mergulhar num universo paralelo, era a umas das únicas coisas que fazia no tédio de sua vida. Mas foi arrancada de seus pensamentos, professora Minerva a convidava a se juntar aos alunos do primeiro ano para a seleção do chapéu.

Quase todos os alunos já haviam sedo selecionados, só restava Sophia e mais outros três alunos, a aluna Cheuse Kingson foi para Sonserina, Sophia sentiu uma pequena pontada de inveja. Inesperadamente professora Minerva, ficou imóvel lendo e relendo um nome na lista, estava com uma expressão assustada no rosto pálido, chamou o diretor Dumbledore que foi ao seu encontro, leu a lista de nomes e como Minerva ficou paralisado lendo e relendo a lista, até que saiu do transe e anunciou o próximo nome:

— Sophia Lilian Potter.- Ouve um silencio no salão, que logo foi quebrado pelo som dos passos alegres de Sophia, ela não sabia o porque da expressão assustada dos alunos e professores. Sentou-se no banquinho, a professora colocou o chapéu em sua cabeça, Sophia percebeu o quanto a professora tremia.

— Pelas barbas de Merlin, Sophia Lilian Potter todos pensaram que nunca mais seria vista novamente. Você é uma menina muito inteligente, leal e muito companheira, tem uma enorme vontade de fazer muitos amigos, viver novas aventuras, Grifinoria seria uma ótima casa, mas vejo que você não quer ser uma grifinoria, pois tem uma grande admiração pelos bruxos sonserinos. Você tem certeza? Na Grifinoria você encontrara aventura e alunos de muita coragem, mas na Sonserina você encontrara amigos leais e muito inteligente. Tudo depende de você.- Flava o chapéu "Sonserina" pedia Lilian com mais vontade.- Já que você quer assim. Sonserina!

Com um sorriso que ia de orelha a orelha Sophia se encaminhou para mesa, mas antes que pudesse se sentar foi bloqueada por alguém que cutucava seus ombros. Se virou e diante dela estava Harry Potter, Rony e Hermione eles a olhavam como se ela fosse um tesouro. Então Rony começou a falar:

— C-como você pode ter o sobrenome de Potter?

— Você é a irmã do Harry.- Falou Hermione.

— Não. Não sou não, Potter é um nome comum.- Respondeu Sophia num tom eficiente.

— Potter não é um sobrenome comum. Você é a filha desaparecida dos Potter.- Hermione não conseguia acreditar, Harry não tinha palavras.

— Não sou não. Se eu fosse irmã do Harry Potter eu me chamaria, Sophia James Potter, caso vocês não tenham percebido eu me chamo Sophia Lilian Potter.- Explicava Lili.

— Mas a mãe do Harry se chama Lilian.- Dizia Rony.

— Tá suponhamos que eu seja irmã dele.- Disse Sophia apontando para Harry.- Porque eu não estava morando com ele?

— Porque você estava desaparecida.- Falava Hermione impaciente.

— Eu não estava desaparecida, eu estava com a minha família...

— Vocês poderiam me acompanhar por favor?- Perguntou Dumbledore amigavelmente. E os quatro o acompanharam.

Na sala do diretor.

-Creio que a senhorita Sophia tenha muitas perguntas a fazer a respeito do seu irmão- Falou Dumbledore.

— Não tenho, porque ele não é meu irmão.

— Garota você é que não quer entender- Hermione ficava cada vez mais nervosa.

— A garota aqui tem nome.

— Então você não sabe da historia?- Perguntou Rony.

— Que historia?- Lilian começou a ficar interessada.

— Lilian e James Potter tiveram uma filha depois de Harry, mas alguns dias depois de seu nascimento ela foi sequestrada. Potter não é um nome comum, até por que tenho a mais absoluta certeza de que seus "pais" não se chamam Potter. Ou estou enganado?

— Não mas...

— Eles não queria que você viesse para Hogwarts no torneio Tribruxo porque eu iria contar toda a verdade sobre quem realmente são seus pais.- Dumbledore ficou pensativo.- Porque você demorou tanto para vim para Hogwarts?

— Sei lá. O trem deve ter atrasado.- Rony segurou a risada, mas Hermione estava tão impaciente que começou a falar:

— Porque ela passou tempo demais no jardim de infância, e mesmo assim não aprendeu nada.

— Olha Granger não sei o que eu te fiz para você ficar com tanta raiva, mas eu acho que o diretor fez a pergunta mim e quem deve responder sou eu. E acho que você deveria passar mais tempo no dentista.

— Eu quis dizer onde você estava estudando que não veio para Hogwarts.- Dumbledore falou antes que Hermione falasse mais alguma coisa.

— Em Durmstrang.

— Você sabe porque seus "pais" te mandou para lá.

— Sabe diretor, eu não podia fazer muitas perguntas para meus pais, mas um dia eu os vi abrindo uma carta com um brasão em formato de H, perguntei que carta era aquela eles disseram que não era da minha conta, então eu sai da sala e ouvi falarem "ela não pode se encontrar com o outro, vai estragar tudo". Para eu não me encontrar com o "outro" eles fizeram um acordo com o Igor, e eu comecei a estudar em Durmstrang.

— Igor? Igor Karcarof?- Perguntou Hermione.

— Não Igor Weasley. — Sophia falou sarcástica.

— Não tenho nenhum parente que se chama Igor.- Rony não havia entendido, mas Lili explicou a ele.

— Garoto você não sabe reconhecer uma ironia não?

— Sophia. Quer dizer posso te chamar assim.- Perguntava Harry depois de tanto tempo calado. Então continuou depois que Lili concordou com a cabeça.- Você nunca perguntou para seus... seus pais quem eu era, porque era muita conhecidencia nós termos o mesmo sobrenome.

— Eu perguntava, mas eles me disseram que Potter era um nome comum.

— E você acreditou?- Hermione continuava nervosa.

— Depois de tanta coisa que eu via era difícil não acreditar. Agora por favor Granger dá para você ficar na sua?- A castanha ia falar, mas ficou quieta diante do olhar de Harry.

— Eu não queria que fossemos inimigos, nem você e a Hermione, ela não estava com raiva de você. Ela estava descontando a raiva em você. Entende?- Falava Harry enquanto caminhava.

— Não se preocupe Harry, já estou acostumada com isso. Eu sei que Hermione é legal Vitor me contou sobre ela, quer dizer ele não parava de falar dela.

— Fiquei surpreso quando a professora Minerva chamou seu nome. Todos ficamos. Fiquei mais surpreso ainda depois que você foi para a Sonserina.

— Eu quis ir para Sonserina Blásio me disse que o chapéu levava em conta a nossa opinião. E levou não é mesmo?

— Blásio Zambini? Ele e o Malfoy são muito exibidos e são uma péssima companhia.

— Engraçado foi o mesmo que disseram de você.

— Agora que você é uma sonserina, você vai ouvi muito pior.- Harry olhou o relógio de pulso.- Nós passamos muito tempo lá na sala do diretor, todos já devem ter ido dormir. Então boa noite.

-Boa noite.- Despediu-se Sophia.

Harry estava certo os corredores do castelo já estavam vazios, Sophia se esquecera de perguntar onde ficava sua casa, pesava ela "esse castelo não deve ser tão grande vou achar rapidinho essa casa". Mal sabia ela o quanto estava enganada.