A Filha De Katherine Pierce
1 Prólogo
Notas iniciais
Aberraçãoé assim que me sinto, nem humana e nem vampira, mas um pouco dos dois. Quem eu sou? Nina Petrova, sim, tenho o sobrenome Petrova. Sou filha de Katerina Petrova que agora é Katherine Pierce e quem é meu pai? Eu realmente não sei, passei á vida inteira procurando por eles e nada.
Minha história é tipo assim, nasci na Bulgária e naquela época ter um filho fora do casamento era como uma aberração, minha mãe veio de uma família muito rica e respeitada. Quando descobriu que estava grávida foi o desespero, mas mesmo assim decidiu levar à gravidez a diante. Assim que nasci fomos separadas, ela só pode me pegar no colo um pouco antes de ir para o orfanato.
Ela me deixou duas coisas, uma foto e uma carta:
‘’Nina,
Eu sei que você deve estar se perguntando por que te abandonei, mas não foi isso. Meus pais não me deixaram ficar com você, para não envergonhar o nome da família, como se eu me importasse com isso. Você é mais importante do que qualquer riqueza ou nome de família. Eu te amo tanto.
Só pude te pegar no colo e te ver porque minha mãe te trouxe escondida aqui, e também você só está com esta carta porque eu pedi muito mesmo.
Eu prometo que um dia vamos nos encontrar, você sempre estará em primeiro lugar, nunca se sinta sozinha, você tem um pedacinho de mim, no seu coração.
Eu sempre vou pensar em você, todos os dias e todas as horas. Eu sempre vou te amar, minha estrelinha, e quando se sentir sozinha ou sentir minha falta, pense que você sempre estará comigo, no meu coração.
Eu te amo demais e prometo que um dia ainda iremos nos encontrar.
Com amor sua mãe,
Katerina Petrova “
Li e reli essa carta à vida inteira, procurando algum paradeiro dela. Nada, foi isso que eu encontrei, mas nem isso me impediu de continuar a procurá-la.
Quando completei dezessete anos tive uma sede louca por sangue humano. Conheci uma bruxa chamada Claire e ela me disse que eu era uma meia vampira, e com dezessete anos eu iria entrar em uma transição e que precisava me alimentar de sangue humano.
Claire também me explicou que um híbrido meio-vampiro e meio humano era muito mas muito raro, disse que em uma certa idade começaria a sentir uma sede por sangue e se não bebesse morreria, isso fazia parte da transição. Que nem a dos vampiros, só que para se transformarem em vampiros precisa morrer com sangue de um no organismo.
A minha transição começou aos dezessete, então Claire me ajudou, deu-me um pouco de sangue humano e quando completei a transição passei a me alimentar somente de animais. Como híbrida, posso andar a luz do sol normalmente, graças a minha metade humana, se bem que nos primeiros dias como meia-vampira senti uma certa dor de cabeça, mas logo parou. Também posso hipnotizar humanos e vampiros, mesmo não tomando sangue humano, não tenho nem ideia de como posso hipnotizar vampiros, que eu saiba só os originais podem. Outra coisa interessante e que ajuda muito, se alguém me acertar com uma estaca de madeira no coração eu não morro, tipo enfraqueço e fico igual os originais quando são acertados com estacas de madeira.
Mudando de assunto. Pouco tempo depois que conheci a Claire, conhecemos Annabelle ou Anna. Viramos melhores amigas. Eu, Anna e Claire éramos inseparáveis. Até que Anna foi para Mystic Falls, pois sua mãe Pearl estava presa numa tumba, que por sinal minha mãe também deveria estar mas ela fugiu, porém Anna a viu pela última vez pouco antes de me conhecer.
Anna e sua mãe a conheceram bem, ela me disse que minha mãe era uma pessoa boa, até Klaus matar sua família, então ela ficou amarga. Anna disse que ela não falava de mim, pois tinha medo de alguém querer atingi-la me machucando.
O tempo passou-se, então eu e Claire descobrimos que Anna havia sido morta em Mystic Falls, isso nos destruiu, Anna era nossa irmã de coração. Então Claire, tentou por meses trazê-la de volta e depois de muitas tentativas, ela conseguiu. Mas Anna voltou como humana.
Descobri que minha mãe está em Mystic Falls. Agora nossa nova jornada é para lá, vendo o que o destino nos reserva.
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