Notas iniciais
Milhõoooooooooes de desculpas lindas, é pq fiquei de recuperação e só tive tempo de terminar o capítulo hoje. Mas enfim, espero que gostem :))

Beijos

Jeremy Gilbert

Corri na velocidade da luz para aquela casa, chegando lá vi Nina jogada no chão com um dos híbridos em cima dela tentando arrancar seu coração. Num movimento rápido enfiei a estaca em suas costas. O híbrido virou-se para mim com fúria e Nina levantou-se, arrancando seu coração em um movimento rápido.

Mais dois híbridos chegaram, um deles foi para cima de Nina e ela arrancou seu coração, a híbrida que estava com os outros dois correu assustada.

O outro híbrido voou em cima de mim e Nina partiu pra cima dele, em poucos minutos ela já havia o matado. Ela levantou-se e olhou para mim com os olhos arregalados.

– JEREMY. – Nina gritou.

Antes que eu pudesse reagir senti algo me apunhalando pelas costas, então ouvi apenas alguns gritos antes de apagar.

[...]

Minha cabeça ainda girava, parecia que eu tinha passado meses dormindo. Abri os olhos com dificuldade, na mesma hora levantei-me rapidamente e fiquei sentado na cama.

– Nem pense em se levantar. – Ouvi á voz de Elena ecoar pela sala.



– Oque aconteceu? Onde estou? – Perguntei confuso.

– Num hospital. – Ela disse sentando-se na cama. – Você foi teimoso e acabou sendo apunhalado por um híbrido.

– Nossa, fiquei quantos dias aqui? – Perguntei.

– Você passou dois dias em coma. – Ela respondeu preocupada. – Jer, nunca mais se envolva em uma coisa dessas, você é a única razão que me mantém viva, não posso te perder.

Sorri e abracei-a.

– Está bem, sem mais confusões. – Respondi. – E onde está Anna?



– Jer, não quero te preocupar. – Ela disse levantando-se da cama.

– Oque houve com ela? – Perguntei com medo.

– Ela ... – Elena começou a falar e foi interrompida por Meredith entrando na sala com uma prancheta.

– Jeremy. – Ela sorriu. – Que bom que acordou.

– Quando ele terá alta? – Elena perguntou.

– Vou examiná-lo e se estiver tudo bem ele poderá ir amanhã mesmo. – Ela disse enquanto anotava algo na prancheta.

Meredith então começou á fazer uma série de exames em mim. Eu estava distraído, não conseguia parar de pensar em Anna e Nina, se algo tivesse acontecido á elas eu nunca me perdoaria.

– Terminamos. – Meredith falou tirando-me de meus devaneios.



– Ele está bem? – Elena perguntou preocupada.

– Á maioria dos exames dizem que sim, mas só poderemos saber o resto mas tarde. – Meredith respondeu.

– Meredith. – Chamei-a.

– Sim? – Ela perguntou.

– Você usou sangue de vampiro em mim? – Perguntei sério.

– Não. – Ela respondeu, parecia estar sendo sincera.

Então Meredith chamou Elena e disse que queria conversar com ela na sala de espera, elas saíram deixando-me sozinho.

Não conseguia parar de pensar em Nina e Anna. Mais para minha surpresa á porta abriu-se e quem estava atrás dela era Nina.

– Nina. – Falei pronto para levantar, mas senti uma pontada nas costas obrigando-me á deitar novamente.



– Hey, como você está? – Ela perguntou entrando no quarto e sentando na cama.

– Bem e você?Machucou-se? E a Anna? – Despejei tudo de uma vez.

– Estou inteira, mas Anna. – Ela deu um longo suspiro e continuou. – Anna não está nada bem.

–OQUÊ? – Perguntei quase pulando da cama, mas á dor me atingiu e voltei é deitar.

– Jeremy, cuidado. – Ela respondeu preocupada ao ver minha careta de dor.

– Ela está acordada? – Perguntei.

– Sim, quando chegamos ao hospital ela havia entrado em coma. – Ela falou. – Acordou um dia antes de você, Meredith disse que ela teve uma enorme perda de sangue e que corre um sério risco de vida.

– Porque ainda não deram sangue de vampiro á ela? – Perguntei nervoso.

– Já oferecemos, mas ela se recusa. – Ela respondeu com um tom preocupado. – Jer, você precisa convencê-la.

– É o mínimo que posso fazer. – Murmurei. – Se eu não tivesse atrapalhado você, poderíamos ter chegado ao hospital á tempo.

– Não fale isso, você ajudou muito Jeremy. – Ela falou. – A culpa foi toda da Rebekah.

Apenas fiz silêncio. Á porta foi aberta – ou quase derrubada – por Bonnie, que correu até mim visivelmente preocupada.

– Jeremy. – Ela disse abraçando-me. – Como está? Quase enfartei quando Caroline me contou o seu estado.



– Não precisava se preocupar. – Esbocei um sorriso.

– Como não? – Bonnie falou quase tendo um ataque de nervos.

– Érr, eu vou tomar um café e depois conversamos. – Nina disse saindo estrategicamente do quarto.

– Hey, eu vou ficar bem. – Sorri e ela deu-me um selinho.

– Vai sim. – Ela sorriu.

Nina Petrova

Andava pelos corredores do hospital em busca da cafeteria, estava tentando desviar minha cabeça de alguns pensamentos.

Depois de andar por mais alguns corredores deparei-me com a cafeteria, enfrentei uma fila imensa e consegui finalmente comprar um cappuccino com algumas rosquinhas.

Arrastei-me para uma mesa vazia e sentei-me. Nem notei quando alguém puxou uma cadeira e sentou-me ao meu lado.

– Posso ficar aqui? – A voz melodiosa de Derick soou.



– Claro. – Esbocei um sorriso.

– Você parece... – Ele suspirou. – Triste.

– Porque acha isso? – Perguntei.

– Seu sorriso. – Ele respondeu. – Não é o mesmo á tempos.

– É só que. – Abaixei a cabeça tentando conter as lágrimas. – Anna está muito mal e tenho tanto medo.

Quando dei por mim já estava me debulhando em lágrimas.

– Droga. – Murmurei.



– Hey, não se envergonhe. – Ele disse colocando seu dedo em meu queixo e levantando delicamente. – Chorar faz bem às vezes, é bom botar para fora, não guarde para você.

– Tenho tanto medo algo acontecer á ela. – Falei.

– Ela vai ficar bem. – Ele disse abraçando-me.

– Espero que sim. – Falei encostando a cabeça em seu peito.

Depois de algum tempo fui ver com Anna estava, quando entrei em seu quarto deparei-me com ela dormindo, parecia um anjo. Ela estava tão frágil, parecia que iria desmoronar.

Saí do quarto e falei com Claire. Ela disse para eu ir tomar um banho e descansar um pouco, ela ficaria com Anna. Relutei um pouco mais acabei concordando.

Segui para a pousada e assim que cheguei fui preparar meu banho. Enchi á banheira, tirei minhas roupas e entrei. A água fez com que meus músculos relaxassem, afinal, foram quase três dias sem dormir.

Passei longos e deliciosos vinte minutos naquela banheira relaxante. Enrolei-me na toalha e pus minha roupa suja na máquina de lavar. Vesti um pijama e caí na cama.

Dormi um sono sem sonhos, quando acordei já estava anoitecendo. Ainda me sentia um pouco cansada, mas estava recuperada o bastante para voltar ao hospital. Resolvi comer alguma coisa antes de ir. Preparei um sanduíche e enchi um copo com leite. Devorei tudo em pouco tempo.

Peguei uma calça jeans escura com alguns rasgos, coloquei minha t-shirt dos Beatles e calcei meu all star. Dirigi feito uma pilota de fórmula 1, em menos de dez minutos já estava lá.

Quando voltei para o hospital dei de cara com minha mãe conversando com Elijah Mikaelson, estranhei muito aquilo e resolvi me aproximar.

Para minha sorte não me viram, ambos estavam concentrados demais na conversa.

– Não pode contar a ela agora Elijah. – Minha mãe falou.



– Eu sei, mas uma hora ela vai saber. – Elijah respondeu. – Nina tem que sair da cidade

Aproximei-me dos dois e ambos se assustaram com á minha presença.

– Digam á verdade. – Disse séria. – Porque eu tenho que sair da cidade?



Notas finais
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