Notas iniciais
TAE POVS LINDS OF MY FIGADO

Era a melhor sensação do mundo, uma sensação de liberdade, como se eu fosse uma rajada de vento e pertencesse ao céu.

Voe com o coração não com as asas, você tem que aprender a voar por si mesma. A voz de Afrodite soou na mente de Plumis.

A garota olhou para o lado e viu uma Afrodite planado em Cloud, sorrindo.

O pégaso relinchou em sua mente.

Isso aí garota digina de um pégaso!

Plumis sorriu para o pégaso.

Filha de Éolo, você finalmente se mostrou. A voz de Boréas soou na mente da menina. Agora volte não vou lhe pulverizar, tenho muitas coisas a te ensinar!

Plumis ficou triste por ter que parar de planar no céu do acampamento, mas não queria um deus furioso atrás dela de novo.

Plumis planou suavamente no céu e desceiu até a areia da praia onde pousou perfeitamente.

Lê-se: Foi até la rápido de mais, tropeçou na hora que tocou na areia, rolou até o mar, com a boca cheia de areia e mar.

P-E-R-F-E-I-T-A-M-E-N-T-E

-Humpf, desajeitada como um ganso. — Reclamou o deus. — Temos que te transformar em um cisne!

Deuses são estranhos.

-Muito bem Tempestade! Você aprendeu a voar mais cedo do que eu imaginava, mas não é só isso em uma luta as suas asas podem ser uma grande vantagem, mas também grandes alvos. — Disse o deus. — Portando lição número um: Em batalhas mantenha as asas fechadas, e só as abra se for usá-las se não pode ser atingida. — Boréas começou a tabarelar. — Pretium! Saque a foice!

Depois daquele dia na arena, eu passei a usar só o colar, porque em um treino toda vez que ser atacado aparecer aquela armadura de batalha, ninguém merece!

Boréas, sacou sua espada e se pôs em posição de batalha com as asas devidamente guardadas em suas costas.

Fiz o mesmo e entrei em posição de batalha.

O deus atacou Plumis no flanco direito, mas ela bloqueou com a lâmina da foice.

Plumis percebeu que o deus iria atacar suas pernas então vôou por cima dele evitando o golpe.

Ficaram lutando por um bom tempo, o deus atacando, Plumis defendendo e atacando mas o deus sempre bloqueava.

Ficamos nesse ataca-desvia-ataca-bloqueia, até que me destrai, e deixeia as asas abertas por um segundo, o deus não deixou a oportunidade escapar e antes que eu pudesse perceber meu erro aconteceu.

O deus me acertou na asas direita, e o sangue jorrou de uma das veias, encharcando de carmesim o branco da asa.

Gritei de dor.

-AHHHHHHHHHHHHHHHHH. — O grito foi tão agudo e alto, que ecoou por todo o acampamento.

Sky que passava ao longe olhou direto para mim. Ele veio correndo em minha direção.

-Plumis o que aconteceu? — Perguntou ele meio desesperado.

-Co-orte na-na a-a-asa. — Falei arfando e gaguejando de dor.

-Bobagem ela melhora! — Falou o deus Boréas. — Cria de Nix! — Falou ele com certo nojo da voz. — Leve-a a enfermaria.

Ele me pegou no colo, e me levou para enfermaria. O sangue da asa pigava por todo o caminho, e campistas curiosos olhavam para gente.

Sky me colocou na maca, e me deu um suco, com godto de mashmellows com chocolate queimados na fogueira.

A asa parou de sangrar.

-Deixe-me cuidar disso. — Falou Sky suavemente.

Ele olhou o corte que não estava tão feio assim, só um pouco sujo de areia.

-Vamos limpar e te darei alguns pontos. — Disse ele sorrindo tranquilizando-me.

Ele passou alcool no ferimento, e estremeci, ele me olhou preucupado mais forcei um sorriso.

Logo os pontos estavam dados e enfaixados.

-Prontinho. — Ele sorriu para mim.

-Obrigado. — Ele olhou para mim profundamente.

-Você é tão linda. — Ele disse e beijou meu ombro. Eu o olhei assustada.

-O-obrigado. — Eu disse envergonhada.

-Pombinhos. — Fritou um garoto rindo. — Quíron quer falar com vocês!

Notas finais
Ta ai!