Notas iniciais
Demorei... mas postei... se é que alguém ainda lê eu gostaria que dissessem se querem que eu termine a história...

Acordei com uma forte dor de cabeça e notei que estava na enfermaria, fiz um esforço para engolir e senti minha garganta queimar. O local parecia mais que uma simples enfermaria, parecia com um hospital. Fechei os olhos por um tempo e quando os abri notei que uma enfermeira estava parada ao meu lado. Apertei minhas têmporas e me sentei na maca, notei que Lucy também estava ali, parecia morta... sua respiração era praticamente imperceptível e sua pele estava ainda mais pálida que o normal, quando me coloquei de pé a enfermeira me lançou um olhar furtivo dizendo :

–Acho que a diretora vai querer te ver. Querer saber o motivo de vocês duas terem sido encontradas na floresta e de sua colega estar com sangue nas mãos...

–Ela... ela está ferida ? – perguntei sentindo meu corpo gelar e o medo percorrendo meu corpo.

–Parece que ela perdeu sangue. Ela fez alguns exames, tínhamos um médico aqui, pai de uma das alunas, ele a examinou e disse que ela ficaria bem mas estamos monitorando a condição dela... ainda não deu nenhum sinal de estar viva além dos batimentos e respiração que estão fracos.

Uma lembrança do que acontecera na floresta passou pela minha mente e meu corpo se arrepiou, a porta da enfermaria se abriu e uma mulher muito parecida com Katherinn entrou, ela me observou e parou ao lado da cama de Lucy :

– Srta. Barnnes, fico feliz em ver que já está acordada. Sou Grace Carlisle, diretora dessa instituição e tia de Lucy. – ela se apresentou.

–É um prazer conhece-la e uma pena que tenha de ser assim. Sou Mayla Barnnes mas isso a senhora já devia saber... – falei com a voz mal passando de um sussurro.

–Sim... e então ? Como se sente ?

–Bem. Ao menos fisicamente. Estou preocupada com Lucy.

–Entendo... pode me dizer o que aconteceu ?

–Ah... é que... não me lembro. – menti.

–Isso já era de se esperar... você não se lembra de nada.

–Absolutamente nada. – menti de forma descarada e então senti uma forte dor em minha cabeça que obrigou-me a apoiar a mão na parede.

–Srta. ? Está bem ? – vi ela se aproximando e fechei os olhos respirando fundo fiz que sim com a cabeça.

Ela colocou as mãos em meus ombros e me levou até a maca que eu estava alguns minutos antes, me deitei e fechei os olhos, ouvi-a dizer algo para a enfermeira e então os passos leves da profissional se aproximaram de mim. Eu pude sentir uma dor leve no braço quando a agulha entrou e ia protestar mas assim que liquido entrou em minha corrente sanguínea comecei a ficar sonolenta, minhas pálpebras pesaram e senti meus olhos se fecharam. Elas haviam me sedado. Será que havia algo errado comigo ?

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.