A Família Potter

11 Capítulo 11 - Teddy


Notas iniciais
Oi, gente, desculpe a demora, eu estava viajando.. Quero mandar um enorme obrigada a isapotterblack, que recomendou minha fic, MUITO OBRIGADA! Bom, espero que gostem do capitulo, beijos :*

Pov. Gina


Passou-se um mês desde que tínhamos recebido a carta. Não voltamos a receber outra, mas eu só me tranqüilizei quando Harry reforçou os feitiços da casa e levou a carta para o ministério.

Eu estava deitada com a cabeça em seu peito, apenas um lençol branco fino nos envolvendo. Apoiei meu cotovelo na cama e beijei seu rosto, fazendo-o abrir os olhos e me abraçar mais forte.

- Temos que arrumar as coisas para o aniversário do Teddy. – sussurrei em seu ouvido.

- Isso pode esperar um pouco, não é? Estou desejando uma coisa.

- Posso saber o que o Sr. está desejando? – perguntei, rindo.

- Uma ruiva linda e ciumenta que está deitada do meu lado nesse exato momento. Você.

Ele sorriu, se aproximou e colou seus lábios no meu, dando início a um beijo calmo mas ao mesmo tempo provocante.

Mergulhei minha mão em seus cabelos enquanto o puxava pra mais perto de mim. O fato de já estarmos sem roupa facilitou.

Ele desceu sua boca para o meu pescoço, beijando e mordiscando levemente. Os gemidos insistiam em sair da minha boca e eu não estava tentando reprimi-los, aquela sensação era muito boa.

Puxei sua boca de volta à minha e, depois de outro beijo, desci minha boca para o seu peito e barriga, beijando-os e acariciando seu membro, que já mostrava desejo por mim, com as mãos.

Ele gemeu alto e mergulhou sua boca em meus seios. Merlin, eu arfei nesse momento.

O desejo só fazia aumentar e eu sabia que não agüentaria aquela tortura por muito tempo.

- Harry, por favor. – pedi, arfante.

Ele decidiu atender o meu pedido e, após acariciar minha intimidade, me penetrou lenta e profundamente, fazendo movimentos devagar que iam aumentando cada vez mais o ritmo.

Passei minhas unhas por suas costas, aranhando-as.

Senti nossos corpos suados tremerem e nos derramamos um sobre o outro na mesma hora, de uma forma prazeroza.

Deitamos um do lado do outro e, após ele colocar seu braço em volta de mim, adormecemos.

Não demoramos a acordar, eu estava muito preocupada com o aniversário do nosso afilhado. Iríamos comemorar na toca e eu iria decorar tudo com o tema de quadribol, faria de tudo pra que seu aniversário fosse perfeito. Eu e o Harry éramos muito apegados a ele, que lembrava tanto Lupin quanto Tonks. Nós teríamos trazido ele para morar conosco, mas ele foi a única coisa que restou a Andrômeda, então achamos que seria injusto com ela.

Tomei um banho rápido e fui até o quarto de Lílian. Chegando lá, encontrei Harry sentado com Lílian em seus braços numa poltrona no canto do quarto. Fui até lá e beijei a testa de minha pequena e logo após abracei meu marido, que me beijou o rosto.

- Amor, se importa de ficar com ela enquanto arrumo os meninos pra irmos até a Toca? – perguntei.

- Não, anjo. Pode deixar que fico com ela.

Sorri e quando saí do quarto, falei em voz alta:

- Você é o melhor marido do mundo, Harry Potter!

Pude ouvir ele rindo no quarto.

- Eu sei, Gina! – respondeu, fazendo-me rir.

Entrei no quarto de Alvo e o encontrei brincando com Tiago.

- Os bebês da mamãe estão prontos pra se arrumar pra preparar o aniversário do Teddy?

- Sim, mamãe. O Teddy vem dormir aqui hoje? – perguntou Tiago.

- Vem, mas você terá que deixá-lo dormir, Tiago, e não fazer como da vez passada, que começaram a procurar a capa da invisibilidade do seu pai enquanto dormíamos.

Ri, lembrando do dia em que aquilo aconteceu. Tiago deu um sorriso maroto e respondeu:

- Pode deixar, mamãe, hoje eu arranjo alguma coisa mais divertida pra gente fazer! – respondeu ele, rindo.

Lancei um olhar cheio de censura a ele, e coloquei ele e Alvo pra tomar banho.

Depois de arrumar Tiago, Alvo, Lílian e, praticamente, Harry, chegamos à Toca.

Rony e Hermione também estavam lá, pois prometeram que nos ajudariam com os preparativos.

Passamos a manhã toda e metade da tarde arrumando as coisas. Colocamos alguns feitiços para que ficasse parecendo que a área que as mesas ficavam era um campo de quadribol. A mesa do bolo estava repleta de doces em formato dos tipos de bolas de quadribol, importados diretamente da Dedos de Mel.

Mas o que estava mais bonito era o bolo, que era em formato de um pomo de ouro.

Após acabarmos os preparativos, nos arrumamos e esperamos os convidados chegarem. A Toca enchia cada vez mais à medida que o tempo passava. Quando Teddy chegou, ele ficou super animado com a festa. Correu e me deu um abraço.

- Feliz aniversário, amorzinho da madrinha! – falei, abraçando-lhe de forma que seus pés saíssem do chão.

- Obrigada, madrinha! – respondeu ele, animadamente, beijando minha bochecha.

- Você já falou com o seu padrinho?

- Já.

- Os meninos estão brincando ali atrás, pode ir lá se quiser. – falei sorrindo.

Ele nem deixou eu terminar e já estava correndo para onde eu apontei.

Sorri, ele se dava muito bem com os meninos.

Fui até o quarto verificar se Lílian ainda estava dormindo, e voltei pra festa.

A festa foi ótima, todos se divertiram muito, principalmente as crianças, que choraram para não ir embora. Quando finalmente todos os convidados foram embora, eu, Harry e as crianças fomos pra casa.

Lílian, como sempre, já chegou dormindo, então eu só tive que trocar sua roupinha por um pijama e colocá-la no berço.

Alvo também dormiu rápido, porém estranhei uma coisa quando estava saindo do quarto dele. A gaveta de sua cômoda estava aberta, sendo que eu a deixei fechada antes de sair.

Olhei e meu coração parou uma batida quando vi que dentro tinha uma carta.

Aquilo ainda não havia acabado.

Corri, com lágrimas nos olhos, até onde Harry estava.

- O que foi, Gina? – ele perguntou, preocupado, me abraçando.

- Encontrei isso na cômoda de Alvo. – falei, entregando-lhe o envelope.

- Deixe eu ver. – pediu ele, com preocupação e raiva no olhar.

Ele pegou a carta e leu em voz alta:

Aqui estão eu de novo, não é mesmo?

Vocês entregaram a carta anterior para o Ministério, mas não deveriam ter feito isso.

Agora vocês me irritaram e, quando eu fico irritado, eu não meço muito os meus atos.

O dono do quarto que eu deixei essa carta eu soube que era o favorito do Potter, então será o primeiro que eu irei matar se vocês não resolverem ficar calados.

Até logo e, lembrem-se: minha presença pode ser não imperceptível quanto a de um elfo doméstico.

- Harry, isso já foi longe demais, precisamos fazer alguma coisa. – falei, trêmula.

- Eu sei. Tem uma coisa que eu sei que eu não te contei pra não deixá-la preocupada, mas que agora eu vou ter que falar. – o tom de sua voz era cauteloso e preocupado.

- O que foi, Harry? Você está me deixando com medo.

- Quando enviaram a carta anterior, o Ministério conseguiu rastrear de onde vinha, só que acharam melhor não agirem ainda, pois poderia ser apenas uma brincadeira. Tudo indica que seja um laboratório no sul da Escócia. Eu acho que teremos que resolver isso, e a única forma é ir até lá.

- É isso que eles querem, Harry! Você não pode ir, eles irão te machucar!

- Eu não irei sozinho, Gina. Provavelmente o Rony irá comigo. Precisamos garantir a segurança de nossa família, Gina, e a única maneira é essa.

Comecei a chorar de verdade e o abracei forte.

- Harry, nossa família está tão bem, por que isso tinha que acontecer?

- Gina, olhe pra mim. – pediu ele, segurando meu rosto entre as mãos – Eu prometo que ficará tudo bem. Eu, você e as crianças, ok?

- Certo, eu confio em você, só prometa que vai voltar pra mim. – pedi, lutando contra o desespero que se apoderava do meu corpo.

- Eu prometo, meu amor. – respondeu ele, me beijando e aconchegando-me em seus braços.

Notas finais
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