A Fábrica de Chocolates do Mello
1 Boa notícia, má notícia
Notas iniciais
Aqui a introdução da história, digamos que um preview...pra ver se vocês aprovam minha escrita |D
- Mello, está acordado? – era meu pai, o que diabos ele queria me acordado em uma hora dessas em pleno sábado?! — Agora tô, né?! –respondi reclamando, levantei e abri a porta, ele continuou. — Preciso de um grande favor seu, será uma grande responsabilidade, mas você precisa fazer isso por mim e sua mãe! – ele parecia desesperado, me segurando pelos ombros olhando como se estivesse implorando, me assustando logo cedo. — Tá, fala aê coroa. – fui pegar uma roupa pra me trocar, e meu pai fez um pedido que eu achei que não ouviria nunca, ou apenas leria no seu testamento, e olhe lá. — Bom, sua mãe faz questão de que eu a ajude na preparação dos shows, quer que opine sobre figurinos, luzes e tudo mais, isso vai demorar um bocado, então você pode cuidar da fábrica por mim por uns dias? — Ele falou em um tom sério e preocupado, e não era pra menos, já que a fábrica era (exageradamente) importante pra ele. — Aé? Vai me deixar cuidar dela? – eu respondi tentando parecer indiferente, mas era um grande sonho meu poder ajudá-lo com a fábrica, e ele nunca havia me deixado nem visitá-la por muito tempo. — Vou mas tenha muito cuidado, e por favor, contenha-se e não mexa na cachoeira de chocolate, porque... – começou ele. — “Mãos humanas não devem tocar o meu chocolate.” – completei. – Okay pai, vou cuidar de tudo. – não consegui impedir um sorriso, e meus olhos brilhavam de emoção, vou ser o dono da fábrica por uns dias, uaaaau. *---*’ — Ah, mais uma coisa Mello, os premiados visitarão a fábrica na terça. — O que?! De novo seu concurso maluco?? — Sim, as crianças pareceram gostar da última vez... – um sorriso sinistro apareceu no rosto do Sr. Wonka. — Ah, okay. – isso estragou meus planos de ter a fábrica toda pra mim, mas, era só por um dia... que mal poderia ter? O problema mesmo, é que minha mãe apareceu com mais más notícias, enquanto meu pai foi buscar algo que não consegui entender o que era quando ele falou. — Mello, querido, eu liguei para aquele seu amiguinho, Matt, ele disse que vai te ajudar na fábrica! — O QUEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE?! – meu mundo de sonhos veio abaixo – NÃO NÃO PODEM! IA SER TUDO MAGNIFICO E... NÃO!!! – estava com as mãos na cabeça, prestes a arrancar meu lindo cabelo. — Mello, pare de escândalo, ou seu pai vai achar que não deve te deixar lá, Mello! – minha mãe me segurava pelos pulsos fazendo-me encará-la. — Tá, tá legal. – fingi me acalmar, rangendo os dentes. — E filho, a sua roupa de trabalho está aqui. – era meu pai voltando pro quarto com roupas nas mãos. Um sobretudo bordô, uma camisa e uma calça(pretas), e uma cartola, fora aquela bengala que mais parecia um doce. Era uma roupa muito parecida com a dele, mas tinha um aspecto mais...mais Mello. Por exemplo, as luvas não eram roxas, eram pretas...e o casaco tinha enfeites de metal na gola e nas mangas...e o “W” no lugar da gravata tinha sido virado pra se tornar um “M”. xxxxxxxxxxxxx Como o dia seguinte era um domingo, passei-o imaginando como seria mágico ir à fábrica. Wonka e Donna haviam viajado de manhã cedo e até o fim da tarde eu fiquei olhando TV, acompanhado de meu amigo chocolate, até que ouvi a campainha e fui atender a porta. — Yo, Mello. – disse o garoto ruivo à minha frente, com seus mesmos óculos laranjas, camiseta listrada e colete, calça preta e botas. Sempre esse mesmo visual repetido, sem graça. Ele exibia um quase imperceptível sorriso – acho que era o máximo que conseguia no momento — e tinha um cigarro na boca, pra variar. — Matt, o pai não quer cigarro na fábrica. — Nós já estamos na fábrica? – indagou ele com um tom debochado. — Só jogue isso fora antes de irmos amanhã. – minha mãe havia combinado que Matt iria dormir ali em casa essa noite, pra irmos juntos pra fábrica logo de manhã. — Sim, senhora. – aquele tom irônico não saía da vóz do ruivo. — Vá se danar. – ele sempre conseguia me estressar com muita facilidade, mais do que me estresso normalmente. Felizmente parou com as piadinhas, mas, se atirou no sofá. – Ei, Eu estava sentado aí. – reclamei tentando manter a calma. — Hehe, é, estava. – riu o garoto, jogando o toco do cigarro pela janela e pegando seu Nintendo DS do bolso.
— Idiota. – fui pro meu quarto e deixei que dormisse no sofá, amanhã seria um grande dia e eu não deixaria que ele estragasse.-----------------------
Notas finais
Nyu, espero que gostem! Quero ao menos 3 reviews, por favorzinho ó-o' senão vou achar que tô escrevendo pro ar e aí vo parar ela no capítulo 2! =T
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