Notas iniciais
Boa Leitura! Aqui apareceram novos personagens!

Capitulo 8 – O Hotel.

Andaram até o ônibus que eles vieram, a porta do veiculo estava aberta.

Maria – Que estranho.

Aline uma menina de 14 anos e olhos castanhos claros, pele morena falou.

Aline – Não era para o motorista estar esperando a gente aqui?

Fernanda – Era mais não estou vendo ninguém lá dentro.

Rafael subiu no ônibus e atrás dele foi Fernanda e Maria. Rafael viu o motorista em uma das cadeiras do banco, parecia estar dormindo.

Andrezza que veio atrás das meninas falou encostada no ombro delas.

Andrezza – Que preguiçoso dormindo em serviço!

Fernanda viu um filete de sangue sair da boca do homem.

Fernanda – Tem alguma coisa errada aqui.

Rafael encostou na cabeça do homem, a cabeça dele caiu bem a sua frente. Fernanda e as outras meninas gritaram. O homem estava decapitado!

Fernanda – Mais o que significa isso?!

Rafael olhou para frente e tinha um recado escrito com sangue na parede do ônibus.

“O jogo está apenas começando crianças!”.

Fernanda – Temos que sair daqui!

Eles desceram.

Os demais que estavam lá fora ficaram pasmos com o que Maria contou a eles.

Fernanda – Certo. Temos que pensar em alguma coisa. Daqui a pouco vai escurecer e não temos onde dormir.

Vinicius um menino de 16 anos, era muito lindo e não havia sofrido nada alem do alguns arranhões pelo corpo. Tinha cabelos castanhos escuros e lisos. Estava com seu irmão mais velho Will que tinha 19 anos de idade.

Will disse.

Will – Já que estamos aqui fazemos o seguinte. As meninas que estão capacitadas de andarem, vão lá dentro do ônibus e peguem coisas que serão úteis, como mantimentos e água. Tudo o que acharem tragam para aqui fora. E os meninos vão procurar algum lugar para que possamos passar a noite.

Fernanda – Certo. As meninas que vão comigo levantem a mão.

As meninas entraram no ônibus e os meninos foram andar, em busca de algum lugar seguro. Havia um pequeno hotel a alguns quilômetros a frente. Não gastariam mais de 01hs30min para chegar lá.

Eles voltaram ao ponto de encontro e contaram a todos sobre o hotel.

Vinicius – Comeremos primeiro e depois partiremos imediatamente para o hotel.

Todos – Certos.

As meninas desceram minutos depois dos meninos terem chegado. Fernanda falou.

Fernanda – Encontramos muitas coisas. Separamos os mantimentos e outras coisas. Pegamos os celulares. E nós tentemos fazer contato com a central do ônibus mais o comunicador está quebrado.

Alexandre – Parece que seja lá quem esta por trás disso não quer que saímos daqui de jeito nenhum.

Thamara uma menina morena e bem extrovertida de 15 anos falou.

Thamara – Mais conseguiremos sair daqui. Amanha cedo partiremos em busca de ajuda.

Fernanda – É uma ótima idéia Thamara.

A menina sorriu em concordância. Todos fizeram uma roda e sentaram-se no chão mesmo, não se importavam com o estado de suas roupas.

Comeram besteiras, pois ninguém iria levar arroz e feijão para um passeio escolar não é?

Havia salgadinhos, salgados, bolos e até tortas. Daria para sustentar a fome ou enganá-la.

Assim que terminaram de arrumar as coisas, pegaram algumas mochilas com coisas importantes e foram em direção ao hotel. Andaram rápido pois tinham presa de chegar nesse tal hotel. De longe avistaram um hotel simples. Mais daria para passarem a noite.

Fernanda e mais algumas pessoas tentavam ligar os celulares. Mais alguns estavam quebrados e os que não estavam quebrados estavam desligados ou sem a bateria.

Fernanda – Que ótimo! Não tem sinal!

Mariana, uma menina que é na dela, não faz questão de ter muitos amigos, apenas aqueles com quem ela realmente pode contar. Tinha 15 anos de idade, pele morena e era bem inteligente. Pronunciou-se.

Mariana – No hotel pode ter sinal.

Fernanda – Tomara Mariana, se não estamos mais perdidos do que já estamos.

Chegando no hotel eles olhavam envolta para ver se tinha alguém.

Rafael – Esse hotel esta silencioso demais pro meu gosto.

Edson – Vamos entrar e ver se tem alguém.

Eles adentraram o local e Fernanda falou.

Fernanda – Olá! Tem alguém ai?

Continuaram falando mais ninguém aparecia. Bianca foi até onde o recepcionista deveria estar. Pulou a bancada e olhou o caixa. Arrombou e todos a olharam abismados.

Bianca – O que foi? Tem coisas que devemos aprender. E alem do mais, precisaremos de dinheiro certo?

Thamara – Certo.

Eles subiram as escadas e viram que tinham apenas 7 quartos disponíveis, pois os outros estavam trancados.

Fernanda – Vamos dividir os quartos em 5 pessoas. Já que dentro tem duas beliches e uma cama de solteiro.

Vinicius – Quarto 1: Fernanda, Maria, Elizangela,Andrezza e Carol (loira).

As meninas já se dirigiram para dentro do quarto.

Vinicius – Quarto 2: Rafael, eu, Will, Edson e Alexandre.

Vinicius – Quarto 3: Thamara, Mariana, Camila, Carol (morena) e Bianca.

Vinicius – Quarto 4: Danilo, André, Matheus, Jefferson e Enigton.

Vinicius – Quarto 5: Aniele, Larissa, Jéssica, Francielly e Joelma.

Vinicius – Quarto 6: Jonas, Alexandre (é outro), Marcos, Paulo e Lucas.

Vinicius – e finalmente o ultimo Quarto 7 – Kelly, Lita, Maria Daiane, Amanda e Michelle.

Todos começaram a ir para seus devidos quartos. Arrumaram as coisas e desceram.

As meninas cuidavam dos ferimentos dos meninos e foram ver se tinha alguma coisa na cozinha daquele hotel. Por sorte os armários estavam cheios de alimentos, tinha também remédios que podiam ser utilizados.

Cozinharam e chamaram o resto do pessoal para comer. Eles se sentaram no chão e alguns na mesa. Comeram e resolveram ver quem iria ficar de vigia aquela noite.

Vinicius – Eu o Will podemos ficar de vigias, já que estamos menos cansados e feridos que vocês.

Fernanda – Certo. Pessoal boa noite eu vou tentar dormir um pouco.

Fernanda subiu e foi para o quarto tomou um banho e depois se deitou na cama de solteiro. Se cobriu com um lençol que estava num dos armários que tinha ali. Fechou os olhos mais antes de dormir disse.

Fernanda – Deus nos proteja de todo o mal que nos cerca.

Vinicius que passava no corredor ouviu o que a menina disse e completou a frase.

Vinicius – Amem.

Vinicius foi até o quarto e pegou uma barra de ferro e desceu para a entrada do hotel. Deu graças a Deus que não tinha entrada dos fundos naquele hotel. Checou se todas as janelas e portas estavam trancadas e se juntou a Will.

Will – Boa sorte essa noite, irmão.

Vinicius – Vamos precisar!

Continua...

Notas finais
Gostaram?
Esse capítulo ficou bem mais maior.