A Esposa Perfeita

35 O Contra-Ataque


Notas iniciais
Oieeee, meus amores! Antes de começar, quero saber: VOCÊS ESTÃO RESPIRANDO? 👀 Porque depois de tanto sofrimento, luto, perdas e lágrimas... chegou a hora de assistir algumas contas sendo cobradas. Mas cuidado, nem toda vitória chega sem consequências. E nem toda guerra termina quando o primeiro inimigo cai. Boa leitura! ❤️

💍 A ESPOSA PERFEITA

Capítulo 35 — O Contra-Ataque

O sol da manhã batia contra os imensos painéis de vidro espelhado da sala da presidência do Cullen Group. Jasper ajustou o nó de sua gravata de seda italiana e sentou-se na imponente cadeira de couro negro que, por anos, pertencera a Edward. Ele girou a cadeira devagar, observando dois operários removerem da parede o retrato a óleo de Anthony Cullen, o fundador.

— Podem levar para o depósito de descarte — Jasper ordenou, a voz fria e cortante. — A partir de hoje, este império tem uma nova identidade.

Uma pilha de relatórios financeiros repousava sobre a mesa de jacarandá. Jasper puxou a primeira pasta, sentindo uma onda avassaladora de triunfo. Ele havia vencido. Havia destruído Edward, humilhado Bella e tomado o trono que sempre acreditara ser seu por direito. No canto da sala, Alice observava a cena de braços cruzados, uma expressão de profundo desconforto nublando suas feições antes expressivas.

— Você precisava mesmo mandar tirar o retrato do vovô, Jazz? — Alice perguntou, o tom de voz baixo. — Isso parece... ressentimento desnecessário.

— Isso se chama demarcação de território, Alice — Jasper respondeu sem erguer os olhos dos papéis. — O tempo dos Cullen acabou e gora é a nossa era.

Alice engoliu em seco, ela queria justiça pela dor que sofrera em Milão, mas ver Jasper saborear o poder com aquela ganância gélida a assustava. Não parecia mais uma reparação de danos; parecia tirania.

No entanto, a soberba de Jasper começou a vacilar nas horas seguintes. À medida que assinava as ordens do dia, o telefone interno não parava de tocar. Eram analistas de Wall Street exigindo respostas sobre a queda das ações, diretores do setor de energia reclamando de contratos internacionais travados em Berlim, e acionistas minoritários em pânico. Jasper tentou cruzar os dados de um relatório de projeção de lucros, mas os números pareciam embaralhados.

Edward fazia a presidência parecer um trabalho simples, quase natural. Mas a verdade crua que Jasper começava a socar contra a mesa era outra: a pressão da cadeira de CEO era esmagadora, e ele estava, secretamente, começando a se afogar no próprio triunfo.

A cinquenta quilômetros dali, em Forks, a realidade operava em uma frequência completamente diferente.

Edward não usava um terno de três peças. Vestia uma calça jeans velha, botas de trabalho e uma camiseta cinza desgastada. Ele segurava um martelo, fixando as tábuas soltas da cerca de madeira da antiga casa de Charlie, para logo em seguida aplicar uma nova demão de tinta branca. Na garagem aberta, Bella e Sue organizavam caixas com pertences antigos, separando o que seria doado.

Edward largou o martelo e limpou o suor da testa com o antebraço. Ele caminhou até a cozinha, lavou as mãos e preparou um sanduíche leve de peito de peru com queijo branco, organizando tudo em um prato ao lado de um copo de suco de laranja natural e das vitaminas pré-natais de Bella.

Ele caminhou até a garagem e estendeu o prato para a esposa.

— Você precisa comer, meu amor. Já passou da hora da vitamina — Edward disse, com um sorriso brando, os olhos verdes transbordando uma ternura genuína.

Bella olhou para o prato e depois para o marido. Havia uma paz nova nos olhos dele. O homem que Carlisle sempre quis que ele fosse não nasceu em uma sala de reuniões de Nova York, nasceu ali, limpando o quintal da casa de um sargento de polícia aposentado. Edward não estava fingindo ser bom para impressionar o conselho ou manter uma farsa; ele simplesmente estava sendo.

Três semanas após o funeral, as feridas do luto ainda estavam abertas, mas o dia trouxe o primeiro raio de sol real na vida do casal. Eles estavam na sala de exames da clínica obstétrica de Port Angeles.

Bella estava deitada na maca, com o abdômen coberto por um gel aquecido. Edward segurava sua mão com tanta força que os nós de seus dedos estavam brancos. Após tantas mentiras no ano anterior, tantas fitas adesivas, silestones e a dor legítima do aborto de Alice em Milão, a atmosfera ali parecia quase sagrada.

A médica moveu o transdutor de ultrassom pela barriga de Bella. Por alguns segundos, houve apenas o chiado da estática do aparelho. Bella prendeu a respiração, o medo paralisando seu peito.

Então, o som ecoou pela sala.

Tchum-tchum, tchum-tchum, tchum-tchum.

Rápido, forte, ritmado. O som de um coração galopando cheio de vida. Um coração real.

Edward congelou. Seus olhos se fixaram na pequena mancha tremeluzente na tela em preto e branco. Suas defesas desmoronaram por completo. O homem que enfrentara os tubarões de Wall Street sem piscar desabou em um choro ruidoso e descontrolado, escondendo o rosto no pescoço de Bella. Eram lágrimas de um perdão que ele finalmente se permitia sentir, de um recomeço que não dependia de nenhum contrato, da memória viva de Charlie e de um futuro que finalmente tinha luz.

— É o nosso bebê, Edward... — Bella sussurrou, misturando suas lágrimas com as dele, acariciando os cabelos do marido. — É de verdade...

No final daquela tarde, um sedã familiar estacionou em frente à casa de Charlie. Carlisle Cullen desceu do carro carregando uma caixa de papelão pesada. Ele caminhou até a varanda, sendo recebido por Sue que o guiou ate o pequeno quarto no segundo andar, onde encontrou Edward de joelhos no chão, cercado por tábuas de madeira, parafusos e um manual de instruções, tentando montar um berço usado que fora de Bella quando bebê.

Ao ouvir os passos, Edward ergueu os olhos. Houve um segundo de tensão palpável entre pai e filho.

— Sua mãe pediu para entregar isso — Carlisle disse, a voz mantendo uma distância formal, mas sem a crueza da noite do centenário. — São algumas mantas e roupas que eram suas quando você era recém-nascido. Ela guardou todos esses anos. E... ela queria saber como a Bella está se sentindo.

— Ela está bem, pai. Ouvimos o coração hoje mais cedo — Edward respondeu baixo, voltando a focar no parafuso que insistia em ficar torto.

Carlisle observou o filho. O herdeiro arrogante do Cullen Group estava ali, com as mãos sujas de poeira, tentando alinhar a grade de um berço antigo com uma chave de fenda barata. Sem o império, sem os milhões, sem o status. Carlisle deu um passo à frente, colocou a caixa na cadeira de embalo e ajoelhou-se no chão de madeira, do outro lado do berço.

Sem dizer uma palavra, Carlisle segurou a lateral da grade de madeira, alinhando-a perfeitamente para que Edward pudesse fixar o parafuso. Edward olhou para o pai, surpreso, e Carlisle apenas assentiu com a cabeça.

— Esse manual está invertido. O suporte inferior vem primeiro — Carlisle comentou, o tom de voz suave.

Pela primeira vez em meses, a muralha de ressentimento no peito de Carlisle sofreu uma rachadura profunda. Não era o perdão definitivo, mas era a compreensão de que a destruição do império havia, finalmente, revelado a verdadeira essência de seu filho.

Alguns dias depois...

A sala do conselho de administração do Cullen Group estava lotada para a primeira reunião trimestral sob a nova liderança. Jasper presidia a mesa com um sorriso de satisfação estampado no rosto, desfrutando dos olhares de submissão dos acionistas minoritários. Alice estava sentada ao seu lado esquerdo, mantendo os olhos fixos na mesa, o desconforto ainda evidente em sua postura.

— Senhores — Jasper começou, batendo levemente com a caneta no tampo de vidro. — A transição de poder foi concluída com sucesso. Apesar do... contratempo de imagem causado pela gestão anterior, o mercado já entendeu que o Cullen Group está sob uma liderança firme e implacável. Vamos dar início à votação das novas diretrizes de...

A porta da sala do conselho foi aberta sem que o botão de liberação interna fosse acionado.

Jasper franziu o cenho imediatamente, a irritação cruzando suas feições.

— O que significa isso? Eu ordenei que não fôssemos interrompidos.

O secretário do conselho entrou, com o rosto pálido e as mãos trêmulas segurando uma pasta de notificações judiciais.

— Senhor Jasper... me desculpe, mas há uma representante acionária majoritária solicitando entrada imediata. Ela detém as procurações de transferência de ativos da senhora Renée Dywer.

Jasper soltou uma risada nasalada, desdenhosa.

— A Renée? Mandem-na entrar. Aquela mulher sabe exatamente quem a colocou no jogo.

A porta abriu-se por completo e o sorriso de Jasper morreu na mesma fração de segundo.

Bella cruzou a soleira da porta, usando um vestido preto simples de maternidade que destacava a pequena barriga saliente, os cabelos castanhos caindo soltos pelos ombros e a expressão esculpida em uma determinação gélida que fez metade do conselho prender a respiração. Ao seu lado, caminhando com a postura ereta e o olhar focado de quem conhecia cada centímetro daquele território, estava Edward. Atrás deles, Renée avançava com um sorriso enigmático, acompanhada pelo Dr. Harrison.

Alice sobressaltou-se na cadeira, os olhos arregalados ao olhar para a mãe de Bella.

— O que é isso? — Jasper levantou-se, a voz subindo um tom, o pânico disfarçado de raiva. — Edward, você foi destituído e banido deste prédio pela segurança! O que vocês pensam que estão fazendo aqui?

O Dr. Harrison deu dois passos à frente e depositou a pasta de couro preta exatamente em cima dos relatórios de Jasper.

— Senhor Whitloock — o Dr. Harrison declarou, a voz ecoando com autoridade técnica. — Registramos formalmente junto à Comissão de Valores Mobiliários, há algumas semanas, a transferência integral e irrevogável de todas as ações confiscadas da antiga presidência para a titularidade de Isabella Marie Swan Cullen. Através do contrato de representação legal anexo, o senhor Edward Masen Cullen detém os direitos plenos de voto, voz e veto em nome de sua esposa e seu herdeiro.

Jasper olhou para os documentos, as mãos começando a tremer levemente enquanto folheava as páginas que comprovavam que a jogada de Renée havia sido um cavalo de Troia. Ele olhou para Renée, que apenas piscou para ele em um brinde silencioso.

A guerra que Jasper acreditava ter vencido com uma bomba no centenário não havia acabado. Ela estava apenas começando.

Bella deu um passo à frente, apoiando as duas mãos na borda da mesa do conselho, encarando Jasper bem no fundo dos olhos, com a autoridade de quem não tinha mais nada a perder.

— Bom dia, senhor CEO — Bella disse, a voz gélida e firme ecoando pela sala em um silêncio sepulcral. — Acho que precisamos conversar sobre o seu mandato.

O silêncio que se seguiu à fala de Bella foi tão denso que o zumbido do sistema de ar-condicionado central pareceu um estrondo. Os acionistas ao redor da mesa se entreolharam, alguns empalidecendo, outros ajustando os óculos, enquanto os cliques mentais de uma reviravolta sem precedentes reconfiguravam o poder naquela sala.

Jasper continuou de pé, a boca ligeiramente aberta, os olhos alternando freneticamente entre o documento timbrado e o rosto de Renée.

— Isso é um golpe... — Jasper sibilou, a voz falhando antes de recuperar o tom de comando. — Isso é uma fraude de bastidores! Renée, você assinou um acordo de cavalheiros comigo! Você recebeu esses ativos como compensação!

— Acordo de cavalheiros, Jasper? — Renée deu um passo à frente, cruzando os braços com uma elegância letal. — Para haver um acordo de cavalheiros, é preciso que haja um cavalheiro de cada lado. O que eu fiz foi salvar o patrimônio da minha filha e do meu neto das mãos de um oportunista que usou o luto da própria esposa para roubar uma empresa. Você achou que eu era previsível porque sou ambiciosa, mas esqueceu que, antes de tudo, eu sou mãe da Bella.

— Segurança! — Jasper esmurrou a mesa, a compostura desmoronando por completo. — Chamem a segurança agora! Quero todos eles fora da minha sala!

— A sala não é sua, Jasper. Legalmente, metade deste andar pertence à minha esposa — a voz de Edward ecoou, fria, calma e absurdamente cortante.

Diferente do Edward de um mês atrás, que usaria aquela situação para esmagar o oponente com termos jurídicos e arrogância aristocrática, este Edward mantinha as mãos nos bolsos do paletó, um terno simples, sem o brilho do ouro de antigamente, mas que vestia um homem muito mais perigoso. O homem que não tinha mais medo de perder nada, porque já havia visitado o fundo do poço.

Edward caminhou calmamente até a cadeira vazia à direita de Jasper, o assento historicamente reservado ao principal acionistas do bloco familiar , e puxou-a para Bella. Ela se sentou com elegância, a mão repousando protetoramente sobre o ventre, os olhos castanhos fixos no cunhado.

O telefone da sala do conselho tocou. Jasper, com a respiração arfante, atendeu no viva-voz, esperando o chefe de segurança.

— Senhor Whitloock... — a voz do diretor jurídico do grupo saiu trêmula pelo alto-falante. — Nós acabamos de checar a autenticidade dos documentos junto à CVM. Os metadados das assinaturas digitais da senhora Renée e da senhora Alice Cullen foram validados há semanas. É... é legítimo. A senhora Isabella Cullen é, oficialmente, a maior acionista individual presente nesta sala.

Jasper girou a cabeça lentamente na direção de Alice. O rosto dele estava transfigurado pelo choque da traição.

— Alice... — a voz dele saiu como um sussurro venenoso. — O que você fez?

Alice se levantou devagar. Ela não olhou para Jasper; olhou para Edward e, depois, para a barriga de Bella. Suas mãos tremiam, mas sua voz carregava a firmeza de quem finalmente havia se libertado de um fardo maldito.

— Eu assinei a liberação dos fundos de garantia que travavam as ações corporativas, Jasper. Eu ajudei a Renée a transferir tudo para a Bella — Alice confessou, uma lágrima solitária escorrendo por sua bochecha. — Eu queria justiça, Jazz. Eu queria que o Edward sentisse a dor de ser desmascarado, mas eu vi o Charlie cair morto naquele chão e eu vi a minha familia quebrar por dentro. A nossa vingança virou um funeral, e eu não vou carregar o sangue do pai da Bella nas minhas mãos para que você possa brincar de ser rei. Acabou...

— Sua vadia ingrata... — Jasper deu um passo na direção de Alice, os punhos cerrados.

No mesmo milésimo de segundo, Edward moveu-se. Com uma velocidade que fez os acionistas recuarem nas cadeiras, ele se posicionou entre Jasper e Alice, agarrando o terno de Jasper com uma mão e empurrando-o de volta contra a cadeira presidencial.

— Diga mais uma palavra para a minha irmã — Edward proferiu, o tom de voz tão baixo e perigoso que fez o pescoço de Jasper suar —, e eu garanto que você sai daqui algemado por calúnia, difamação e agressão corporativa antes do meio-dia. Olhe para a mesa, Jasper. O jogo terminou.

Jasper caiu sentado na cadeira que tanto cobiçara, sentindo o peso do teto desabar sobre sua cabeça.

Bella, mantendo a postura impecável, deslizou uma folha de papel impressa pelo Dr. Harrison até o centro da mesa, na direção dos outros membros do conselho.

— Senhores — Bella chamou a atenção de todos, a voz firme de uma Swan que não se dobrava mais. — Como acionista majoritária, eu não estou aqui para pedir a presidência de volta para o meu marido. O Edward cometeu erros, usou esta empresa de forma errada e nós pagamos o preço mais alto por isso no hospital de Forks. Ele não quer e nem será o CEO do Cullen Group.

Os acionistas murmuraram, confusos. Jasper ergueu os olhos, uma ponta de esperança patética surgindo em seu rosto.

— No entanto — Bella continuou, olhando fixamente para Jasper —, o senhor Jasper Whitloock provou nas últimas semanas ser incapaz de gerenciar as crises internacionais do grupo, além de ter usado informações privilegiadas e sigilo familiar para manipular o mercado de ações no dia do centenário. Isso é crime federal.

Ela olhou para o Dr. Harrison, que prontamente abriu outra pasta.

— Diante disso — Bella concluiu —, estou usando o meu poder de voto para convocar uma auditoria externa imediata em todas as contas da nova gestão e propor a destituição de Jasper do cargo de CEO por justa causa e conduta lesiva. E para o lugar dele, o bloco majoritário indica um nome técnico, neutro e inquestionável...Como o Senhor Emmett McCartney.

A porta da sala abriu-se novamente.

Desta vez, Carlisle Cullen entrou. Ele vestia seu terno cinza clássico. Não olhou para Jasper, nem para Edward. Ele caminhou até a cabeceira da mesa, assumindo o lugar de direito do homem que fundara a ética daquela empresa. Carlisle olhou para a nora, depois para o filho, e um quase imperceptível aceno de cabeça selou o novo pacto da família.

— A auditoria começa agora — Carlisle declarou, a voz imponente ecoando pelo salão. — Jasper, recolha seus pertences pessoais, você está suspenso de suas funções executivas até o término das investigações.

Jasper olhou ao redor. Nenhum acionista ergueu a mão para defendê-lo. Todos os olhares estavam voltados para Carlisle, para Bella e para Edward, que agora permanecia de pé ao lado da esposa, segurando sua mão com uma cumplicidade inabalável.

Humilhado, destronado e desmascarado diante do mesmo conselho que usara como arma, Jasper levantou-se lentamente, pegou sua pasta e caminhou em direção à saída, sob o olhar gélido de todos.

Quando a porta se fechou atrás de Jasper, o silêncio retornou. Edward olhou para Bella, e no fundo daqueles olhos castanhos, ele não viu a "esposa perfeita" de um contrato de cinco anos. Viu a mulher que o salvara da própria arrogância, a mãe do seu filho e a verdadeira arquiteta do futuro que eles começavam a construir, ali mesmo, sobre os escombros do velho império.

Notas finais
E então... Quem diria que a pessoa que salvaria os Cullen seria justamente a Renée? 👀 Confessem, quantos de vocês ficaram com vontade de levantar da cadeira e aplaudir quando Bella entrou naquela sala do conselho? Porque eu fiquei. 😂❤️ Mas não se enganem...Jasper perdeu o cargo e o poder, mas ele ainda não perdeu a guerra e pessoas feridas costumam ser perigosas...Muito perigosas. Enquanto isso, Edward finalmente começa a entender que o maior legado da vida dele nunca foi o Cullen Group. Sempre foi Bella. Sempre foi a família. E agora...Tem um bebê chegando. 🥹❤️ Nos vemos no próximo capítulo! E quero teorias nos comentários porque o caos ainda não acabou. 👀🔥