Notas iniciais
Boa leitura!

Henry e Jesse estavam no porão da casa dos Floreleans, os filhos do dono da casa, logo depois de capturados eles foram levados para lá.

Henry ouvia paços em direção ao porão, e uma luz apareceu em frente ao seu rosto, a sua frente se encontrava um homem alto com o um tapa olho, ele tinha cara de que a qualquer momento iria mandar nos matar para se livrar dos nossos corpos e voltar as suas tarefas, para ele, parecia que éramos apenas algum problema, e esse problema tinha que ser resolvido já!

–O que dois Forests estão fazendo em minha propriedade? – sua voz era grave e áspera

–É só um! Eu não sou Forest, só estou ajudando ele a achar o sapo...

–Um sapo?

–Na verdade ele não é um sapo, não, ele é um sapo sim, mas nem sempre foi um sapo, ele é um sapo e não é... Entende? — Entra Jesse na conversa

–Ta! Não quero saber se ele é ou não é um sapo, eu só não faço de vocês dois em meus escravos, porque um não é Forest e você – aponta pra Jesse – É apenas uma criança!

–Ei eu não sou uma criança!

–Não é? Então quer trabalhar na fazenda?

–Não,não precisa, estou bem aqui, obrigado.

–Não seja tímido! É só um trabalhinho, o que difere dos outros é que você vai trabalhar a vida toda sem salário, venha vamos trabalhar – Alfred diz insistindo para Jesse e levando ele para fora do Porão...

–NÃO! EU NÃO QUERO ME DEIXE!

Nesse momento Jesse faz um escândalo para não ser tirado dali, Henry até poderia ajudar ele, mas tinha um, porém desde que os dois foram capturados Jesse não parava de cantar uma musica insuportável e Henry realmente não estava mais suportando ouvi-lo, é lógico que ele não deixaria Jesse para sempre ali, Henry também queria sair de lá e daria um jeito, quando conseguisse era só passar no campo e pegar o Jesse. Simples.

No final das contas Jesse foi para o fazendo ser um “escravo” é lógico que não seria por muito tempo já que Henry tinha tudo planejado na sua cabeça. Escapar e pegar ele e ir para casa. O problema era como escapar?

–---------------------------------//------------------------------------

Hey! Henry ouviu alguém chamando do lado de fora da cela, era uma garota não muito alta e nem muito baixa ela segurava um sapo na mão, Weber...

–Você é o garoto Forest que foi preso?

–Não, eu sou apenas o acompanhante do garoto...

–A sim, é verdade que esse sapo aqui é de lá? – ela mostra o sapo.

–É sim, ele se chama Weber...

–Ah, mas vocês não vão o levar.

Henry não estava acreditando no que acabou de ouviu, a garota sabia que eles só foram lá para buscar o sapo, e só foram presos por causa dele, e ela não quer dar o sapo? Maldito Sapo. Malditos Forest. Malditos Floreleans.

E Marcus? Henry pensava. Aonde será que ele estava? Ele nem se lembrava mais o que ele havia lhe dito pela ultima vez, a prisão não estava sendo boa pra ele, mas se conseguisse escapar dela seria uma ótima maneira de impressionar o rei, apesar de que, os dali sabiam que ele era apenas um entregador, mas era apenas um, porém Marcus ia dar um jeito, ele sempre dava...

A menina ainda estava ali, e ela parecia de algum modo estar se divertindo vendo Henry pensar e pensar...

–O que esta olhando aí? Se não vai dar o sapo já pode sair

–Oh eu não vou sair, eu saio se eu quero, a prisão é do meu pai.

–Ah sim! A prisão é do seu pai, mas se eu falar que você estava me paquerando aqui? Tenho certeza que ele te daria uma boa surra

–OQUE? Mas eu não estava te paquerando!

–Em quem você acha que ele irá acreditar? Em mim que estou aqui quietinho ou em você que veio até mim, um prisioneiro, conversar? Isso seria uma situação muito estranha não é?

–Ah, eu não lhe devo satisfações, agora vou pegar meu sapinho e sair daqui, também não quero mais conversar com você

–Nossa, será um favor. Você é pior que o Jesse, e a propósito o que você quer com esse sapo?

–Você nunca ouviu a historia do sapo e da princesa? Então! Eu sou a princesa e esse sapo é meu príncipe!

–Você não acha que já esta bem grandinha para acreditar em contos de fadas? Olho, eu trabalho em uma livraria e posso te trazer livros bem melhores, é lógico se você pagar. Mas então, você vai beijar esse sapo? Fique sabendo que sapos vivem em lugares sujos e alguns têm até veneno.

–Eu não quero seus livros! Apesar de poder comprar todos os livros que aquela livraria tem com o dinheiro do meu pai. E sim! Eu vou beijar o sapo, e sobre ele eu já vou mandar as criadas darem um banho nele

Henry não sabia se sapos faziam caretas, mas tem certeza que aquele fez, porém não sabia se foi por causa do beijo o dou banho, ou até mesmo por causa dos dois...

–Boa sorte com sua seção de beijos com sapos...

–Idiota.

Quando ela ia voltando de volta para casa, ela lembra possível mente de algumas coisas, pois voltou correndo

–Ei, qual o seu nome?

–A gente conversou até agora e você nem perguntou meu nome, eu me chamo Henry

–Eu me chamo Agda, e você falou o nome de um garoto, pode repetir?

–Foi Jesse!

–Jesse? Jesse está aqui?

–Sim, ele está por quê?

A Expressão no rosto de Agda mudou totalmente, foi de feliz a desesperada, parecia que ela estava com um problema.

–Por nada...

A menina logo se desesperou e mergulhou na escuridão gritando pelo nome do pai...

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.