Depois de três dias de caminhada Henry chegou ao povoada vizinho e foi procurar seus irmãos, pediu informações a um homem misterioso em um bar.

– Hey, você viu dois rapazes com um burro?

O homem não respondeu então Henry contou tudo o que aconteceu dendê a ultima semana, o homem ficou interessado no burro e no moinho que os irmãos de Henry tinham herdado, então vendo uma oportunidade de faturar alguma coisa com eles, resolveu “ajudar” Henry

Henry foi levado até uma floresta aonde o homem que na verdade se chamava Cedric.

– Hey Cedric onde estamos? Pensei que meus irmãos estivessem morando em um sítio.

– Henry, Henry, você é muito ingênuo pensa que realmente sei onde seus irmãos estão? Eu sou apenas um viajante que vai de povoado, a povoado atrás de pessoas como você!

– como eu? – pergunta Henry

– Sim como você, pessoas que acreditam em tudo e em todos, agora eu simplesmente terei que te sequestrar e pedir resgate para seus irmãos, não é um bom plano?

– Seria sim um bom plano, se eu não tivesse uma faca aqui

Depois de ouvir aquela voz, Henry e Cedric ficaram procurando quem disse aquilo.

Um assobio foi escutado na floresta e uma faca com uma longa lamina acertou a cabeça de Cedric.

Henry começou a correr loucamente pela floresta a procura de um lugar a salvo, quando corria ele via sombras pela floresta, coelhos correndo a procura de alimento. De Longe dava para ver um pequeno sitio em cima de uma colina, Henry rumou para lá.

Enquanto na floresta o corpo de Cedric estava sendo assaltado pelo seu assassino.

Quando chegou a sítio ouviu alguém gritar seu nome, era Jhonatan seu irmão! Henry contou o que tinha acontecido e se deu falta de uma coisa: seu gato.

Jhonatan e Ulisses contaram que estavam trabalhando juntos com um negocio de farinha. Ulisses com seu moinho o fabricava e o Jhonatan com o burro a vendia na cidade. Henry ficou triste ao saber que só ele não estava dando um jeito na vida então na manhã do dia seguinte saiu cedo da casa dos irmãos e foi embora à procura de algum trabalho em outro povoado.

– Enquanto meus irmãos receberam coisas boas de meu pai, eu recebi apenas um gato, e ainda por cima ele foge... Eu não tenho sorte mesmo.

Henry estava andando em uma estrada que parecia não ser muito movimentada já que havia caminhado durante um algumas horas e não achou nenhum outro viajante.

A estrada era rodeada por arbustos e por uma floresta, Henry ainda sentia medo de ser atacado pela mesma pessoa que atacou Cedric.

Nas poucas horas que havia caminhado pela floresta tinha notado quanta falta o pequeno gato fazia para ele, o gato podia não ser grande coisa, mas era uma companhia.

Perto de um arbusto ele ouviu um chiado

– Ei? Alguém ai?

– Ora, ora se não é o Henry?

– Quem é você? Como sabe meu nome?

– E como não saberei o nome do meu próprio dono?