A Escolhida (Dramione)
9 O Encontro
Notas iniciais
Povs´ Hermione Granger
Eu queria tanto encontrar palavras para descrer o que sentir ou pelo menos entender porque estive nos braços de meu pior inimigo e gostei muito de tê-lo só para mim na noite anterior.
O dia chegou e ainda deitada na cama, fechei os olhos e automaticamente fiz uma retrospectiva me lembrando de cada detalhe da noite, enquanto me lembrava da sensação de proteção de estar nos seus braços, um calafrio subiu pela minha espinha quando notei que me sentia sozinha como nunca me sentir antes na minha vida.
Eu não sei o que vem agora e pensar nisso me assustava de um modo que não conseguia compreender e enquanto mas pensava mais confusa ficava e só sair dos meus pensamentos quando me deparei com Ginny sentada na sua cama me olhando curiosa.
– Oi Ginny – Digo me encostando na cabeceira da cama a fitando envergonhada.
– Oi Mione! Dormiu bem? – Pergunta ela se sentando na minha cama enquanto me olhava sorridente.
– Sim! Dormi – Respondo voltando minha atenção para ela e não aguentando mais acabei por falar – Ginny eu acho que te devo uma explicação – Comento a fitando esperando ela falar qualquer coisa.
Ela negar com a cabeça – Mione você não me deve explicações – Comenta ela se aproximando ainda mais de mim pegando em minha mão me olhando docemente.
– Eu sei mais mesmo assim eu queria pelo menos.... Tentar explicar – Tento me explicar mas uma vez e ela me interromper.
– Para Hermione Granger! – Diz ela firme – Você gostou de estar com ele? – Me pergunta ela me pegando de surpresa e a fitei piscando diversas vezes enquanto mil pensamentos fluíam na minha mente.
A notei me fitando e quando me viu raciocinando sobre sua pergunta e não querendo mentir para minha melhor amiga lhe falei:
– Eu sei de tudo que ele me fez e também aos meninos – Começo – Mas sei lá Ginny ele me surpreendeu de uma forma que eu não sei explicar! – Completo a fitando demoradamente.
Ela sorriu – Não pense, apenas sinta! – Diz ela me fitando docemente.
– Ah Ginny eu não sei o que pensar e o que senti – Lhe digo fechando os olhos enquanto mil pensamentos vinham a minha cabeça – É melhor eu para de pensar Ginny ou vou enlouquecer – Completo me levantando indo para o banho e depois de pegamos nossas mochilas fomos direto para o salão principal tomamos café.
Encontramos os meninos já na mesa e graças a Merlin Rony não me questionou, porque não saberia o que dize-lo e depois da refeição fomos juntos para a primeira aula que para minha infelicidade era com a Sonserina, quanto mas me aproximava mas agitada e nervosa ficava e tentando me controla, respirei fundo diversas vezes já sentada na banca.
E meu coração bateu feito um louco no peito ao vê-lo entrar e se dirigir a terceira fileira do outro lado da classe e o observando desafiadamente vir uma aluna da Sonserina se sentando ao seu lado toda sorridente o que me fez olha-los de cara feia.
“Foi só uns beijos e eu já estou me sentindo dona dele” – Pensei comigo mesma e sacudindo a cabeça tirando esses pensamentos da cabeça o vir me olhando confusa e eu o ignorei ou melhor fingir….
Seu olhar parecia me queimar viva e quando o professor chegou dei graças a Merlin por acha uma desculpa para não voltar o olha-lo, passei a aula inteira me sentindo observada e saber quem era não estava me ajudando nessa situação, nervosa passei a mão sobre o meu pescoço enquanto a temperatura do ambiente também aumentava consideravelmente me deixando ainda mais agitada.
– Senhorita Granger você está bem? – Pergunta o professor me fitando um pouco surpreso e decepcionado já que passei a aula inteira sem fazer nenhum comentário algo não natural meu.
– Sim professor, me desculpe! – O respondo constrangida vendo também que todos me olhavam surpresos também.
“Merlin o que esse garoto está fazendo comigo? Isso não é natural meu! Eu sou a sabe tudo por Merlin” – Penso enquanto anotava alguma coisa que o professor dava alguma explicação que não entrou na minha mente por mais que tenta-se.
A aula chegou ao fim e aos poucos todos foram saindo e enquanto guardava os livros na mochila, encontrei um pequeno bilhete sobre a mesa, olhando em volta não vir mas ninguém acabei por abrir um pequeno sorriso surgiu nos meus lábios ao ler o papel.
“H. Granger”
“Olá Granger, se sentir vontade de me encontrar, estaria no jardim as 14:00 lhe esperando ansiosamente, até lá “
“D. Malfoy”
Pisquei diversas vezes segurando o bilhete na minha mão e sorrindo bobamente ciente que ele deu o primeiro passo e pelo bilhete parecia que queria me encontrar de novo, algo me dizia que teríamos uma conversa que definiria nossa relação, tirei o resto do meu tempo livre para pensar o que esperava dele e o que também queria dele.
Quando o relógio apontou 1:30 sai pelo Castelo caminhando normalmente, enquanto seguia para o jardim, deixei-me por pensar o porquê de estar fazendo isso, e mesmo querendo volta para o Castelo e fingir que tudo isso não aconteceu, e não conseguindo dá a volta para ir embora, parei para observa-lo sentando em um banco no meio do jardim com os olhos direcionados ao céu.
Enquanto me aproximava lentamente, como se percebesse minha aproximação, abaixou a cabeça me fitando e parei ao vê-lo abrir um grande sorriso que fez meu corpo inteiro se arrepiar, ele se levantou e caminhou em minha direção, nesse momento ficamos a dois passos um do outro apenas nos encarando.
– Que bom que você veio! – Diz ele ainda sorrindo me encarando.
– Estou feliz por vim! – Lhe afirmo – ele guiou sua mão até a minha, seus dedos faziam um leve carinho o que me causava leves caricias.
– Com licença – Diz ele levemente.
E antes de sequer pode falar sentir sua mão direita envolve minha cintura me puxando de encontro ao seu corpo com minhas mãos em seu peito e o fitando o vir fechar os olhos como se gosta-se do meu toque o que me fez sorrir também.
Ele aproximou seu rosto do meu e já ansiosa fiquei nas pontas dos meus pés já que ele era mais alto do que eu e fechei os olhos ao sentir seus lábios quentes sobre os meus e antes de reagir a isso sua língua acariciou meus lábios antes de invadi-los e com saudade da sua boca e seu gosto, minha língua também o invadiu sentindo a macies dos seus lábios e cheiro de hortelã sua boca também.
O beijo estava ainda mais exigente como se quisesse me devorar inteira, me prova e rendida subir meus braços por seu peito para em seguida se enrolar no seu pescoço que usei para puxa-lo ainda mais para aprofundar o beijo e quando dei por mim estava presada nos arbustos com ele pressionado seu corpo contra o meu, suas mão direita segurava em minha cintura e a outra estava entre dentro dos meus cabelos o bagunçando enquanto seu polegar fazia um carinho na minha nuca, ação que me fez arrepiar inteira.
Aos poucos o beijo foi diminuendo a intensidade e nos separamos ofegantes e buscando um olhar do outro, nós olhamos fixamente enquanto nossas respirações se normalizavam.
– Quero ficar com você Granger! – Diz ele me pegando de surpresa e olhando fixamente vir a verdade através das suas palavras.
E não sabendo o porquê mais gostei muito das suas palavras.
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