Notas iniciais
Hey, peoples. Tudo bem?? Hoje eu estou muito feliz ^^ Tenho 7 leitores já!!
Então aqui está mais um capítulo!! Espero que gostem dele tanto quanto eu gostei de escreve-lo!!
Boa leitura!
Bjs Bjs

Acordei um pouco confusa, olhei ao redor e percebi que não estava no meu quarto. Levantei-me de súbito. Se eu não estava em meu quarto, onde eu estaria? Foi então que eu vi o Hugo e lembrei-me de onde eu estava e o porquê de estar ali.

Tentei achar um relógio para ver a hora, mas aquele quarto parecia um furacão. Só tinha bagunça. Decidi acorda-lo, tarefa que não seria fácil já que ele não dormia, ele ficava em coma. –Hugo! Hugo acorda! –tentei de um modo gentil, mas não estava adiantando, então aumentei o tom de voz. –Hugo! Hugo, você morreu? Acorda criatura!

Depois de várias tentativas, eu percebi que não conseguiria o acordar, não daquele jeito. Seria necessário tomar medidas drásticas.

–Bem, eu tentei! –falei para mim mesmo, dando de ombros.

Peguei minha varinha e pronunciei baixinho (não sei o porquê): -Aguamenti!

A próxima coisa que eu vi foi um Hugo, todo molhado, dando um pulo da cama. Ele então me olhou e viu que eu estava quase me acabando de tanto rir. Acho que ele também percebeu a varinha em minhas mãos, porque ele veio diretamente para cima de mim. Mas, eu fui mais rápida e saí correndo, direto para o meu dormitório. Não tinha ninguém no salão comunal, então, ou era muito cedo ou muito tarde.

Ao chegar em meu quarto deduzi que era a segunda opção, já que não havia mais ninguém lá. Oh, droga! Olhei imediatamente no relógio, constatando que eram sete horas da manhã ainda. Fiquei confusa por um tempo, mas eu me lembrei: eram sete e meia da manhã de um domingo. Certamente todos estariam em Hogsmeade. Perdemos o primeiro final de semana que poderíamos sair do colégio. Com raiva por ter perdido a hora, tomei um banho rápido e fiz minhas higienes matinais. Ao descer para o salão comunal encontrei o Hugo.

–Nossa, achei que tinha morrido lá dentro. –comentou com um sorriso no rosto.

–Ha, ha, ha; muito engraçado. Não demorei, você é que foi rápido. Deve ser porque nem precisou tomar banho, já que eu já havia providenciado isso.

–Você sabe que vai ter vingança, não é?- ele falou. O sorriso malicioso em sua boca me assustou bastante.

–Você não vai fazer nada, Hugo.

–É claro que vou. Me aguarde. Mas agora eu to morrendo de fome, pelo visto, perdemos o café da manhã.

–E o passeio a Hogsmeade. –completei.

–É mesmo. O bom é que teremos a escola toda para nós. — pelo seu tom, pude perceber que ele estava planejando algo.

–E o que exatamente faremos com a escola toda só para nós, hein?-indaguei.

–Agora? Nós iremos até a cozinha, como eu já disse: eu to morrendo de fome. E depois... Bem, você verá. Vamos.

Nós saímos pelo retrato da mulher gorda e seguimos pelo corredor. Era estranho: estava tudo muito calmo. O que era quase impossível de acontecer.

Descemos pela mesma escada que leva para o salão comunal da Lufa-lufa e fizemos cócegas na pera pintada em um retrato, fazendo a mesma se contorcer e virar uma maçaneta.

Os elfos foram muito gentis conosco, como sempre, e servira-nos com muito prazer. A fome do Hugo se assemelhava muito a do Tio Rony, e ele saiu de lá quase estufando.

–Eu não sei como você não engorda, Hugo. –eu discorri enquanto seguíamos pelos jardins.

Estava um dia muito bonito, um pouco frio, porém o sol se mostrava alto e brilhante. Era outono, por isso, para todos os lugares que olhavam viam tons alaranjados, folhas secas caiam todas as horas e ao andar escutava-se um farfalhar causado pelas folhas que já haviam caído.

Nos sentamos em baixo de uma árvore, perto do Lago negro e ficamos conversando besteiras e rindo muito. Mas também, era quase impossível não rir quando se estava ao lado dele. Falamos sobre tudo, sobre o tempo que passamos juntos, relembramos todas que aprontamos junto com os nossos primos, os natais que passamos na casa do vovô e da vovó Weasley.

–É incrível como passa rápido, não é? Parece que foi ontem que estávamos todos aqui, o Jay, o Albus, a Rose, a Roxy, o Scorpius, a Domi, o Fred... –falei um pouco cabisbaixa- Tudo passou muito rápido. Eu mal acredito que já é o nosso último ano.

–É verdade. Eu me lembro da primeira vez que entrei em Hogwarts. E daqui a pouco, eu irei embora pela ultima vez.

–É...

Ficamos um tempo pensado no assunto. Mas ele quebrou o silencio dizendo:

–É o nosso último ano, não é?

–Não, Hugo, é o primeiro. –ironizei.

Ele me olhou repreendedor, mas continuou animado: — Temos que deixar nossa marca. Temos que fazer algo que marque a nossa estadia.

–Hugo, nós só não aprontamos mais que o papai, o tio Rony e a Tia Hermione. Porque, fora eles, nós fomos os alunos que mais se meteram em confusão nessa escola. Como marcar mais que isso?

–Isso você vai ver. Vem comigo. –dizendo isso, ele se levantou e estendeu a mão para mim.

Eu tinha certeza que ele ia aprontar. E, pela sua cara, não ia ser coisa boa.

Notas finais
Gostaram? Não se esqueçam de deixar reviews! Até o próximo capítulo ^^