A Divergência Filosofal e o Raio Voraz
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Hello Todos e todas! Bem, como essa fic vai ser CrAzY, eu decidi facilitar a leitura com algumas ´´dicas´´:
A câmara seguinte era tão escura que não dava para ver absolutamente nada. Mas, ao entrarem nela, a luz inesperadamente inundou o aposento, revelando uma cena surpreendente. Estavam parados na borda de um enorme tabuleiro de xadrez atrás das peças pretas, que eram todas mais altas do que eles e talhadas em um material que parecia pedra. De frente para eles, do outro lado da câmara, estavam dispostas as peças brancas. Harry, Rony e Hermione sentiram um leve arrepio — as peças brancas e altas não tinham feições.
— Agora o que vamos fazer? — sussurrou Harry.
— É óbvio, não é? — falou Rony. — Temos que jogar para chegar ao outro lado da câmara.
Por trás das peças brancas eles podiam ver outra porta.
— Como? Perguntou Hermione, nervosa.
— Acho que vamos ter que virar peças.
Ele se dirigiu a um cavalo preto e esticou a mão para tocar seu cavaleiro. No mesmo instante, a pedra ganhou vida. O cavalo pateou o tabuleiro e seu cavaleiro virou a cabeça protegida por um elmo para olhar Rony.
— Temos que nos unir a vocês para chegar ao outro lado?
O cavaleiro preto confirmou com a cabeça. Rony virou-se para os outros dois.
— Isto exige reflexão — disse. — Suponho que a gente tenha que tomar o lugar de três peças pretas...
Harry e Hermione ficaram quietos, observando Rony refletir.
Finalmente ele disse:
— Agora não vão se ofender, mas nenhum dos dois é tão bom assim em xadrez...
— Não estamos ofendidos — interrompeu Harry depressa. — Diga o que vamos fazer.
— Bom, Harry, você toma o lugar daquele bispo e, Hermione, você fica ao lado dele substituindo a torre.
— E você?
— Vou ser o cavaleiro.
As peças pareciam estar escutando, porque ao ouvir isso um cavaleiro, um bispo e uma torre deram as costas às peças brancas e saíram do tabuleiro, deixando três casas vazias, que Harry, Rony e Hermione ocuparam.
— No xadrez as brancas sempre jogam primeiro — explicou Rony, observando o tabuleiro. — É... olhem...
Um peão branco avançara duas casas. Rony começou a comandar as peças pretas. Elas se mexiam em silêncio indo aonde eram mandadas. Os joelhos de Harry tremiam. E se perdessem?
— Harry, ande quatro casas para a direita em diagonal.
O primeiro choque de verdade que levaram foi quando o outro cavalo foi comido. A rainha branca esmagou-o no chão e arrastou-o para fora do tabuleiro, onde ele ficou deitado imóvel, de borco no chão.
— Eu tinha que deixar isso acontecer — disse Rony, parecendo abalado. — Assim você fica livre para comer aquele bispo, Hermione, ande.
Todas as vezes que eles perdiam uma peça, as peças brancas não mostravam piedade. Dali a pouco havia uma coleção de peças pretas inertes encostadas à parede. Duas vezes, Rony reparou, em cima do lance, que Harry e Hermione estavam em perigo. Ele próprio disparou pelo tabuleiro comendo tantas peças brancas quanto as pretas que haviam perdido.
— Estamos quase chegando — murmurou de repente. — Me deixem pensar... me deixem pensar...
A rainha branca virou o rosto vazio para ele.
— É... — continuou ele baixinho -, é o jeito... Preciso me sacrificar.
— NÃO! — Harry e Hermione gritaram.
— Isso é xadrez! — retorquiu Rony. — A pessoa tem que fazer alguns sacrifícios! Dou um passo à frente e ela me come, isso deixa você livre para dar o xeque-mate no rei, Harry!
— Mas...
— Você quer deter Snape ou não?
— Rony...
— Olhe, se você não se apressar, ele já terá apanhado a Pedra!
Não havia opção
Tudo para. Harry é o único que consegue se mover. Sabe o que está acontecendo. Tranquilo, o bruxo sai do lugar do bispo e olha para cima, tomando fôlego para gritar.
—AHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!— Bem, acabou não sendo ele que gritou. Do topo na sala escura, abre-se uma fenda, e alguém cai.
—Eita! Isso não deveria acontecer!- resmunga o bruxo, chegando mais perto da figura que gemia baixinho.- quem é você?
O menino que estava no chão, levantou-se deste e olhou firmemente para nosso bruxo.
—Vix! Eu sei quem você é! Percy Jackson, escrito por Rick Riordan! –Exclama Harry, um pouco assustado.
—Harry Potter? O Harry Potter?- pergunta Percy, que agora conseguia enxergar o menino de 11 anos.
—Pô! Até em outro Universo sabem que eu sou o Harry Potter?- reclama o menino, talvez até um pouco chateado com sua escritora, J.K.Rowling.
Mas sua chateação acaba durando pouco, pois então uma pergunta surge-lhe em mente.
—Ei! Pelo que eu sei, essa é minha história! O que é isso de Percy Jackson aparecer aqui do nada?- Os dois se olham, mas já sabem a resposta.
—LAAAAAILAAAAAA!!!!- Gritam os dois. Talvez Harry tenha dado um grito muito ``feminino´´, por causa de suas cordas vocálicas de criança.
—Narrador! Me respeita!.- Opa. O menino-bruxo-famoso-em-todos-os-mundos estava um pouco bravo comigo.
—ARGH!-HEHE.
Bem, desviei de assunto e esqueci de narrar.
No mesmo ponto em que Percy Jackson aparecera, duas mãos rasgam mais ainda o cenário, aparecendo um olho escuro, que deve ser do tamanho de nossos pequenos meninos
—Obrigado por nos chamar de pequenos!- Meu Deus! Esses meninos se ofendem com tudo!
—Ai, ai! Como eu amo escrever!- comenta nossa escritor, rindo com nossa briga. Percy e Harry se olham, com raiva de ser apenas os personagens.
—Laila, você enlouqueceu? Sabe, essa é minha história!- reclama Harry, olhando para o olho.
— Ei! Eu estava com tédio das histórias clichês demais! Eu gosto de coisas diferentes. –se defende nossa escritora, revirando o único olho que aparece.
—Mas....-tenta Percy, mas é impossível ganhar de Laila.
—Boa, narrador!- Obrigado. Obrigado.
—Laila, sabe, eu gostaria de...- tenta novamente o menino-de-água.
—QUEM MANDA AQUI SOU EU!- Já sei quem ganhou. O rasgo que antes estava ali, desaparece junto com o olho. Os dois meninos que perderam, se olham, sabendo que nada adiantava.]
Depois aconteceu uma coisa bem bizarra. Harry Potter começou a ficar com uma cara meio estranha. Seus lábio começaram a sumir, junto com seus olhos, nariz e orelha. Apenas a famosa cicatriz ficou. Depois foi a vez de seu corpo. Para ficar um pouco mais fácil de imaginar, caros leitores, ele virou, como se diria nos dias modernos, uma amoeba humana.
O Harry Potter de 11 anos, virou o de 18. Consequentemente, o cenário sumiu e virou Hogwarts durante a guerra. Bem, em um tempo mais definido, fomos parar exatamente na hora que Harry Potter deveria matar Tom Riddle.
Mas você deve imaginar o que aconteceu. Nosso bruxo, agora não mais menino, abriu os olhos atordoado. Quando ele viu Voldemort à sua frente, prestes a lançar o feitiço, nosso homem quase morreu.
—LAILAAAAAAAAAAAA!!!!!!- Ele conseguiu gritar antes do feitiço atingi-lo.
Você deve estar pensando ``wtf?! Harry Potter não pode morrer!’’ vou te dizer algo, querido leitor. Aqui, nesse mundo em que você não sabe o que vai acontecer, tudo pode acontecer. Você já percebeu que Harry Potter tem vida, e sabe que está dentro de um livro, como Percy Jaackson, e mais tarde, Katniss Everdeen. Você já percebeu que a escritora, Laila, IGirl ou como quiserem chama-la, aparece do nada, e é meio maluca. E você percebeu que eu, narrador, tenho vida, e que aqueles que narro podem me ouvir. Juntando tudo isso, você vai perceber, que esta história, pode de repente virar uma frustação no seu cotidiano. Na verdade, em todo este parágrafo, eu queria lhe dar uma dica: Tomara que você ame frustações, pois aqui, você terá muitas.
Então você já deve ter adivinhado. Exatamente . Harry Potter não morreu. Na verdade, a cena tinha se paralisado um milésimo de segundo antes de atingir nosso homem-menino. E, se você está irritado porquê eu disse que o ``raio’’ atingira o adolescente, perdoe-me. Eu estava olhando Harry Potter de frente, ou seja, a trás de Voldemort. Agora, decidi dar uma olhada de perto, aproveitando que tanto Voldemort, tanto Percy, quanto Harry, estavam paralisados.
Então, Laila se revela. Bem, na verdade, foram seus atos que se revelam. A cena, ainda paralisada, começa a ficar preto e branco. Mas não como naqueles filmes antigos que você assistiu caso goste de tais categoria. Não. O cenário começou a ficar como se alguém o estivesse desenhado. Vejo Harry Potter, em sua posição engraçada ( braços na tentativa de se levantar, cabeça para cima, boca aberta e as sobrancelhas arqueadas em uma forma meio esquisita) perdendo a cor, e ter apenas o contorno.
A culpada de tudo, aparece alguns segundos depois, rasgando nosso céu escuro.
—Oiiii!! Pera, Harry. Eu sei que você quer gritar comigo. Não se preocupe, daqui a pouco você pode se mover de novo. É que sabe, meu computador travou. – Sério, como essa menina conseguiu existir?- Eu tento te destravar amanhã.
Por algum motivo, o olho de Harry foi ``destravado’’, e agora olhava bravo para a escritora. Ai, ai, Harry. Como é ruim ser pequeno né? Você pode ser famoso em todo mundo, mas ainda não pode sair do seu destino. Você deve imaginar que seu olhar foi dirigido à mim agora. Mas o que aquele inocente menino poderia fazer com o narrador da história que ele estava destinado a seguir?
—Quieto, narrador! Eu gosto do Harry!— se Harry não estivesse paralisado, ele com certeza me daria um sorriso provocador, o típico que você recebe de seu irmão mais velho, quando ele fica com maior parte do chocolate por ser o mais velho. É. Se você for o mais novo, sabe o que estou sentindo agora. O feitiço se virou contra o feiticeiro.
—LAILA! VEM JANTAR! – Consigo ouvir o grito da mãe de Laila, no mundo dela.
—Ai mãe! Não estou com fome!-o olho que estava no rasgo desaparece, e consigo ver o teto branco do quarto de Laila. Você deve estar com a mesma pergunta que eu ``Mas a Laila não escrevia no computador?´´. Então. Vá procurar no Google a resposta da pergunta.
—QUEM MANDA AQUI SOU EU!
Fale com o autor