Notas iniciais
Sim eu estou postando vários capítulos seguidos, mas é só porque já estavam prontos quando eu descobri esse site rsrsrs Então até o oitavo capítulo não vai ter essa introduçãozinha, porque convenhamos né, enfim desse até o oitavo espero que gostem e tenham uma boa leitura!

O trotar dos cavalos era silencioso graças à neve sobre aquele caminho de cascalho que levava até as portas do palácio do senhor do oriente que os aguardava na entrada simples e ainda sim grandiosa, tinha certeza que as enormes portas eram de madeira, porém brancas. Ao lado do imperador um homem com o uniforme da guarda real Solli e mais uma meia dúzia de seus próprios guardas. O homem tinha um rosto jovial apesar da idade, cabelos castanhos e lisos até a altura dos ombros, esbelto e com um largo sorriso forçado demais, os olhos azuis se concentraram nos rostos escondidos do que pareciam apenas sombras sobre aqueles cavalos, depois se fixaram nos emblemas dos longos capuzes negros, um sol no formato de uma lua crescente na lateral esquerda e então aquele sorriso nojento se alargou. O homem ao seu lado que tinha o mesmo emblema tratou de ficar ainda mais sério, o rosto belo com marcas pela idade se contraiu com a aproximação do grupo, os cabelos e a barba castanho claro brilhavam com o toque do sol, os olhos dourados se detiveram na menor figura, no meio dos outros quatro maiores e encararam o brilho por baixo das sombras do capuz.

Quando os cavalos pararam todos desceram ao mesmo tempo, nenhum som vindo do impacto, sombras, eram apenas sombras com aqueles capuzes negros e as mascaras que cobriam a maior parte do rosto, como um e ainda na mesma formação eles subiram a pequena escada até a entrada, todos se ajoelharam em um movimento fluído, menos a figura menor no centro que encarava o imperador, analisava cada respiração descompassada como um animal buscando a melhor forma de atacar, o homem passou a se remexer no lugar obviamente desconfortável e um músculo se contraiu no rosto do guarda Solli ao seu lado, um riso foi abafado pela mascara e a voz saiu baixa e distorcida quando ela falou:

—Levantem-se

Uma perna após a outra como víboras, em um movimento quase ensaiado eles se levantaram mantendo as mãos atrás das costa enquanto sua capitã avançava

—É novidade para mim um imperador nos receber na porta, deve estar muito desesperado mesmo

—E você é? – A voz continha uma raiva controlada já impaciente

—Capitã dessa unidade – ela respondeu mais fria do que a neve que começou a se acumular em suas roupas

O homem ao lado forçou uma tosse com as feições contraídas

—E você? Tem o símbolo da guarda real Solli, mas nunca o vi

—Capitão da guarda real, Julian – ele fez uma leve reverencia – Sua majestade me mandou para tratar da parte política

—Por quê? – ela disparou ríspida sem curiosidade alguma, estava analisando a situação

—Como eu disse para tratar da parte política – ela o encarou, só percebeu que tinha desfeito as feições neutras quando o homem afastou um passo

—Em todo caso, nós temos uma tarefa aqui – ela se voltou para o imperador – Lido com você depois, então?

—Vou lhes mostrar o local-

—Sem ofensa – ela o interrompeu – Não me interessa o quão grande e refinado o seu palácio é, ou a história da sua família, meu trabalho aqui é como assassina, não decoradora, então se puder ir direto ao ponto pouparia todos nós da companhia um do outro.

Os quatro atrás dela tinham um brilho nos olhos, mas não se atreveram a fazer qualquer movimento sem uma ordem

—Tudo bem... –um pouco desnorteado pela audácia com que ela se dirigia á ele tentou encontrar uma resposta, porém algo o impediu de dizer, talvez o bom senso ou o amor a própria vida – Vamos para um lugar mais reservado então

Dentro do palácio era consideravelmente mais quente que o lado de fora, não era feito de pedra, mas de madeira, bem iluminado por enormes candelabros, tapeçarias adornavam as paredes assim como muitas espadas, portas e mais portas, até chegaram há uma escadaria curva que se dividia em duas no centro de um salão, o andar de cima era ainda mais reservado, sem áreas abertas, apenas inúmeros quartos, palácio adentro, chegaram a uma porta no fim do corredor guardada por um guarda que entrou com eles, um escritório amplo e convidativo, uma lareira ao fundo na única parede de pura rocha, estantes com muitos livros ofuscavam a visão das paredes laterais e uma grande mesa no centro, nada de janelas, o único jeito de sair era pela porta que entraram que agora estava fechada.

O governante se sentou na ponta da mesa que já tinha alguns papéis espalhados sobre ela, ao seu lado esquerdo o capitão da guarda Solli e ao direito o outro homem que acabara de se juntar á eles, o cabelo castanho era comprido e liso, estava preso em um rabo de cavalo frouxo.

—Sentem-se – ele apontou para as inúmera cadeiras vagas, mas nenhum deles se moveu

—Estamos bem – ele deu de ombros

—Como queiram – por fim ele notou o olhar de Lizzy concentrado na nova companhia – Esse é o meu capitão da guarda Rogue, ele vai lhes fornecer qualquer informação a mais que precisarem, agora... – seu rosto se tornou tenso e até um pouco sombrio – Nunca tivemos problemas com as bestas, porém há um mês, eles começaram a... Avançar – Lizzy cruzou os braços – Começamos a ter relatos deles nos limites da floresta, um tempo depois eles atacaram uma casa afastada do centro da cidade – Apoiando os cotovelos na beira da mesa uniu as mãos sem olhar para ninguém em específico e continuou – Logo depois que pedi a ajuda de vocês, eles atacaram durante o dia, em uma segunda vez atacaram o centro bem debaixo dos nossos narizes, fomos incapazes de encontrá-los depois de entrarem na floresta, esses são mais espertos, cobrem seus rastros, é como se soubessem de algo, agora eu lhe pergunto “capitã”, se meus homens não conseguiram nada, vocês serão capazes de eliminar a ameaça?

O tom dele sugeriu que debochava da posição da garota, mas ela não se importou, não por hora, eles deveriam agradecer a mascara que agora cobria o sorriso em seu rosto, um sorriso aberto e afiado que deixava os dentes que eram praticamente todos afiados, aquilo faria suas espinhas congelarem, mas ela apenas respondeu como uma voz levemente embriagada de prazer:

—São apenas bestas, não podem lidar com verdadeiros monstros – voltando um pouco a si e deixando o leve prazer de um desafio de lado, ela continuou – Vamos começar o reconhecimento de área amanhã, por hoje vamos descansar — Não tinha sido um pedido, ela havia dado uma ordem à ele

—Tudo bem, pedirei que alguém os leve até seus respectivos quartos, suas bagagens já devem ter chegado – ele fez um gesto preguiçoso com a mão os dispensando

Como tudo o que faziam os quatro fizeram uma reverencia acentuada colocando a mão sobre o peito e abaixando a cabeça sincronizadamente enquanto sua capitã passava por eles em direção a porta sem ao menos olhar para o homem á cabeceira da mesa que poderia muito bem mandar executá-la por desacato. Assim que os cinco deixaram o cômodo Julian se pronunciou quebrando o silencio tenso que tinha se instalado na sala:

—Perdoe os modos dela, é praticamente uma criança, não sei onde meu rei estava com a cabeça para contratá-la e insistir que liderasse a unidade

—No entanto essa é a unidade mais temida e respeitada que ele jamais teve – o homem se recostou na cadeira ainda encarando a porta – Creio que nem mesmo você sabe a procedência dela e seus subordinados não é?

—Não, só soubemos da existência dessa unidade depois de algum tempo, meu rei pareceu achar que mantê-los em segredo de todos por um tempo seria... Melhor, mais seguro, quem sabe – Mas o soberano deixou de responder, talvez até mesmo de ouvir, continuou ali, tamborilando os dedos uns nos outros.

...

Estavam todos no corredor em frente à porta de seus respectivos quartos, aguardando. Por fim ela apareceu, cruzando os braços apoiou as costas no batente de madeira, os encarou por um momento, os olhos se detiveram nos hematomas do antebraço de Alícia que já estavam em um amarelo esverdeado, logo depois conseguiu encarar Rick por debaixo do capuz e encontrar um olho no mesmo estado e então suspirou

—Relatório?

—Limpo – responderam ao mesmo tempo em tom baixo

—Limpo demais... – sibilou para ninguém em específico – Durante a noite não quero que coloquem um pé fora desses quartos, deixem as portas trancadas, não quero que falem com ninguém aqui dentro sem minha permissão, não confio nenhum um pouco naquele... – ela se deteve com um grunhido que foi abafado pela mascara – Mas estou apenas sendo redundante, já sabem de tudo isso, como eu havia dito amanhã faremos reconhecimento da área, e eu vou estar com um certo mau humor porque esta nevando, então é bom que vocês estejam atentos e evitem respirar se for possível, descansem por hoje, se notarem qualquer coisa mais fora do normal que todo esse lugar, me avisem imediatamente, fui clara?

—Sim senhora, capitã

—Dispensados então – rapidamente ela lhes deu as costas trancando a porta

O cômodo era espaçoso para um quarto de hospedes, bem iluminado por uma grande janela, talvez um pouco gélido pela falta de uma lareira, mas aconchegante, melhor que o chão úmido e duro de uma floresta, no lado esquerdo uma cama grande o bastante para dois forrada com lençóis rosa claro, cores que normalmente lembram a primavera, o que lhe causava um certo desconforto pela falsa sensação

—A parte do “eu não sou decoradora” eu não entendi?

Com um riso abafado pela mascara, ela se sentou na beira da cama que mal afundou, encarando a luz no chão com leves e pequenas sombras feitas pela neve que caia lá fora, fechando as mãos em punhos sobre as coxas vociferou baixinho para si mesma:

—Quando voltarmos eu juro que se tiver de suportar aquele sorriso infeliz dele, sangue real vai cobrir aquele mármore que ele tanto gosta de polir – ela respirou por mais alguns instantes até se levantar e ir em direção a porta – Eu definitivamente não fui feita para lidar com esses idiotas cheios de poder – parou com a mão enluvada no trinco prestes a destrancar a porta – E é por isso que meu objetivo continua sendo rasgar a garganta de cada um deles

Como se outra coisa tivesse falado por ela, sua voz era feral e continha um certo prazer, talvez se deliciasse com a imagem mental do que acabara de pronunciar, então, saiu e trancou a porta, sem que ninguém notasse ela já estava no escritório e como pretendia os três permaneciam lá.

Recostou-se contra o batente da porta com os braços cruzados e um pé apoiado no mesmo, encarou todos da sala por um momento, analisando, considerando o que deveria dizer na frente do governante e seu sorriso repulsivo, eles, talvez por serem mais espertos do que pareciam, se mantiveram calados o tempo todo

—Tudo bem – ela começou com um pequeno gesto com a mão enluvada ainda com a porta aberta, o que significava que todos deveriam ouvir – Correndo o risco de ser redundante vou repetir para que fique claro, eu sou a comandante dessa unidade, e ao contrário do que pensam, não é atoa, não quero ninguém dos seus, criados, guardas, o que for, trocando um olhar se quer com os meus subordinados, qualquer coisa que precisem, é a mim que vocês procuram – ela fez uma pausa para encará-los mais uma vez e prosseguiu – Agora quero estabelecer algo, como havia dito, amanhã cedo começamos o reconhecimento da área, preciso de localizações, nomes, números, mas nós somos perfeitamente capazes de fazer o trabalho sozinhos, já acho que tenho gente demais comigo, então até o fim do dia espero que tenham me entregue por escrito as denuncias, localização dos locais de ataque, onde as bestas são geralmente vistas e nomes dos moradores que tiveram contato, coisas assim e se por a caso sua unidade tenha algo que me interesse, por escrito e a não ser que queiram testar minha paciência – ela casualmente afastou o manto negro revelando as adagas presas as coxas, ambos os capitães xingaram – Vão obedecer, não porque estou mandando – cruzando novamente os braços o manto voltou a cobrir as armas – Mas porque tenho certeza têm algum valor por suas vidas ou por manter seu corpo inteiro e por último, Ju... – ela gesticulou com as mãos, obviamente não tinha se dado o trabalho de guardar nenhum nome

—Julian – ele completou semicerrando os olhos sobre ela

—Pois bem, assim que minha conversa com vossa auteza terminar – ela se deliciava com o próprio sarcasmo – Pretendo lhe explicar algumas coisas sobre meu trabalho que você obviamente desprezou ou não se deu o trabalho de ouvir ao ser mandado para cá, então você e seu semelhante – um gesto mais que banal para o outro capitão sentado á mesa – Podem se retirar e me aguardar do lado de fora como bons cãeszinhos enquanto seus mestres discutem um pouco de política.

Um riso de canto que eles não teriam o prazer de ver por conta da mascara que ela provavelmente não tiraria até estar em seu quarto que estava á mais de uma semana de distancia no momento.

Obviamente ambos os capitães não se agradaram com o convite de retirada ou com o belo comentário, no entanto pareceu agradar ao homem na ponta da mesa

—Por favor cavalheiros, a moça requisita uma conversa particular

—Mas senhor

—Rogue, nós ficaremos bem, saia

—Como quiser senhor – uma breve reverencia ao se levantar

Lizzy os observou sair encarando de perto os rostos contraídos, trancou a porta e aguardou antes de se aproximar, foi até a cadeira ao lado direito do homem que a encarava com um olhar interessado demais, mas ao invés de sentar na cadeira, ela se pôs a mesa, de lado para ele com os pés apoiados no acento da cadeira, o sorriso dele aumentou —“repulsivo”-, apesar de xingá-lo de várias formas na privacidade de sua mente, mantia as feições o mais agradáveis e interessadas que podia, ele se inclinou apoiando os antebraços na mesa.

—Então, vai me dizer por que a cidade real esta tão cheia de visitantes? Ou melhor, ex-escravos? Notei as marcas nos pulsos e tornozelos – ela deslizou a mão pela base do rosto dele, se aproximando, pressionando

—Hora, eu apenas gosto de pensar que os libertei e ofereci um lar

—Sabe — se não fosse pela mascara agora eles estariam compartilhando suas respirações – Não gosto que tentem jogar comigo

—Ah é? – ele se levantou um pouco a cadeira rangeu com o movimento súbito e mesa gemeu com a pressão a mais, aparentemente não conseguia desviar o olhar dos olhos dela – É uma pena, estava louco para brincar com você... – ele afundou o rosto em seu pescoço como se saboreasse seu cheiro, recuou um pouco ao descobrir que o pescoço também estava coberto

—Se me responder minhas perguntas... – ela o afastou com uma mão no rosto e outra nos embaraçando os cabelos dele, o fez encará-la, os olhos se semicerram delicadamente, um convite – Então pensarei no seu caso – ele sorriu —“porco” – Quem sabe o que pode ganhar como recompensa?

Um riso de escárnio, então ele se aproximou, passou as mãos pelas costas dela até chegar a sua bunda onde uma das mãos permaneceu apalpando enquanto a outra desceu até a sua coxa e continuou com esse movimento preguiçoso de subir e descer

—Ele me disse que mandaria um presente para fortalecer nossa futura união, não imaginei que fosse algo tão extravagante – ele se aproximou mais uma vez de seu pescoço

—Ele disse é...

Lizzy e Alícia eram armas incríveis, mas sua beleza era estonteante, Alícia era bem mais exótica e tinha seios mais fartos, Lizzy tinha um rosto mais comum apesar do corpo não deixar a desejar, sua majestade tinha o infeliz costume de utilizar isso para persuadir possíveis aliados ou acalmar outros que estavam descontentes com as alianças, normalmente a capitã não deixava que isso se prolongasse e acabava extremamente estressada, enquanto Alícia se divertia

—Então... – ele começou a se apossar cada vez mais dela, falando baixo ao pé do ouvido, ela o tinha bem a onde o queria – Faça logo as perguntas

—Por que trás os escravos para cá? – a voz ronronada parecia deixá-lo ainda mais embriagado de prazer – Por que deixá-los tão próximos de você e afastar seu próprio povo? Não vi nenhum deles por aqui, pelo menos achei que não

—Vou lhe contar um segredo – ele mordiscou a ponta da orelha dela – Eu compro todos esses escravos como oferenda

—Como? – a risada grave e baixa aqueceu seu pescoço

—As bestas, se quiserem podem atacar a vontade, eles são ração praticamente – ele mordeu mais uma vez – Fiz para proteger meu verdadeiro povo – “canalha descarado” — Só que eu não posso deixar que saibam e como elas começaram a ficar folgadas demais, resolvi chamá-los para lhes dar uma lição, além de tudo são escravos não é, mas trabalham bem, dão duro para pagar sua dívida comigo aumentando o comércio da cidade

—E como mantêm tudo isso? – ela acariciou seus cabelos e ele afundou O rosto ainda mais nela

— Essa cidade é a maior distribuidora de escravos por assim dizer, diversidade, bom preço, mas só faço comércio com reis ou barões nobres demais para sequer ousarem dizer algo sobre isso – alguém bateu á porta

—Majestade? Esta tudo bem aí? A princesa quer vê-lo!

Ele xingou baixinho ao socar a mesa, Lizzy calmamente se desvencilhou dele e desceu da mesa

—Acho melhor eu ir, continuamos essa conversa uma outra hora – o frio envolveu seu pescoço onde antes estava aquecido pelo hálito dele, apesar do ódio ela se obrigou a rebolar enquanto andava

Assim que abriu a porta deu de cara com uma garota pouco mais alta e provavelmente da mesma idade, os olhos azuis e o cabelo incrivelmente comprido eram iguais aos do pai, porém as feições delicadas e sérias, com certeza eram da mãe, a rainha que provavelmente era excluída de qualquer assunto ali já não a tinha visto, era possível que odiasse o marido tanto quanto o rosto impaciente e infeliz da garota sugeriam. O intervalo de poucos segundos entre a entrada dela no escritório e a saída de Lizzy do mesmo, foi o suficiente para se analisarem e então a porta se fechou mais uma vez.

—Você – Lizzy apontou para Julian que esperava encostado em uma parede – Estou de mau humor para olhar para a sua cara por muito tempo, e caso não tenha entendido isso quer dizer que falo com você depois – o homem apenas revirou os olhos nada surpreso com a situação.

Assim que voltou ao quarto, Lizzy foi direto para o banheiro adjacente, encheu a banheira com água quente e todos os tipos de ervas que encontrou no armário, se recusou a encarar o espelho e conforme tirava cada camada de roupa preta podia contemplar as cicatrizes na pele pálida, a maioria não a incomodavam, mas olhar para os pulsos ou para os tornozelos por muito tempo a enjoavam. Quase gemeu de alivio ao entrar na água quente e passou pelo menos cinco minutos esfregando o pescoço antes de relaxar e os olhos começarem a se fechar, estava tão cansada que não se importou de dormi ali mesmo.

Notas finais
Entãoo? Espero que estejam gostando a ponto de suportar as minhas notas kkkkk, Enfim vejo vocês no próximo capítulo!