Notas iniciais
Olá... Eu (LuanaSmiling), e meu companheiro Wesley (Yelsewlauten), que escrevemos esta fic. Espero que gostem lindos :3 Prestem atenção que em algumas partes, ao se questionarem, ele usou a força da magia de seu poder de DG - Deus Grego.

Pov. Zeus e Pov. Autora*

*Perdão por este erro cometido... Assim que houver tempo de o reescrever, do ponto de vista único de Zeus, será feito. Obrigado pela compreensão. Nós próximos capítulos isso não acontece, garanto.

Primeira Parte

Estou eu aqui, Zeus, sentado em minha cadeira em frente à mesa, que deveria mandar o bilhete de expulsão de Zachary, filho de Ares, das terras do Olimpo. Será isso possível? Como era um garoto ‘especial’ ficava sob os cuidados das terras sagradas, e não é que o garoto foi tentarroubarPegasus?

E sendo assim, o senhor está convidado a se retirar– a caneta foi violentamente maltratada com o impacto.

UmPLOFTenorme surgiu no andar. Só consegui escutar o som, e por reflexo, olhar para cima. O som veio de lá, com a rachadura no teto da parede. E um segundoPLOFT, fez que quebrasse o teto.

Caiu um pedaço do teto, realmente grande, em cima da mesa de minha mesa. Com o impacto a perna da cadeira cedeu, a mesa quebrou do lado levando minhas pernas pra baixo da mesa – sem tempo de me preparar — e me puxando por chão. Com umclicconsegui me teletransportar para o lado da mesa quebrada.

Quando outro pedaço cai, por um triz, encima de mim. Movimentando-me rapidamente para frente escapei de outro e corri até o monte que se formou do grande buraco do teto. O escalei – provavelmente havia um (a) Deus (a) ali em baixo – e fiz um grande impulso para cima. Por um triz quase caí novamente, mas me agarrei a uma beirada do teto e escalei para cima. O teto/chão abaixo de mim começou a se rachar e eu corri até a ponta dele. Saltei para o chão, corri um pouco a frente, observei o céu e os lados, e parei para pensar um pouquinho.

Tais eram as questões:Quem atacou? Por quê? O que faria agora?

A última era a questão mais importante do momento então, remoí e remoí – no máximo por uns 5 minutos — e voltei para perto da pequena construção – pertinho do Olimpo, construída por Atena para eu espairecer do meu grande e vazio escritório do Olimpo -.

Cheguei ao lado da parede e – estando pelo lado de fora — pude empurrá-la com minha força e quebrá-la, já que desta vez não estava lá dentro para ser sufocado.

Depois de cair tudo que havia á cair comecei a escalar os montes de entulhos até a pilha mais alta, que no começo se formou pela parede rachada. Com poderes foi mais fácil, mas mesmo assim demorei a conseguir remover grande parte dos entulhos. Avistei a ponta de uma pele, que percebi depois de um tempo removendo coisas, ser a perna de Hermes.

O puxei fortemente pela perna e tirei-o lá de dentro.

Automaticamente comecei a gralhar com o individuo. E o joguei no chão novamente, em cima das pilhas de tijolos.

– Hermes! Você éLOUCO? Porque destruiu meu escritório seu bastardo? Como vou ouvir Rock agora? Você sabe que ninguém do Olimpo gosta de minhas músicas! Bastardo! Bastardo! Bastardo e bastardo! – Gralhei fortemente com ele, completamente irritado. Com meus berros enfurecidos consegui perceber uma leve tosse vindo dele.

– Pare com isso... – Pediu Hermes, tossindo mais e mais.

– Seu pateta, bobo e fútil! BASTARDO! Porque fez isso? – O respondi grosseiramente e esperei ele tentar argumentar.

– O quadro... – Hermes disse fracamente.

– Que quadro seu otário?!? – Perguntei nervoso.

– As sandálias... Elas...No dia quadragésimo segundo... – Zeus esperou nervoso. Ele falava normalmente e de repente parecia ser possuído. Além disso, falava lorotas! Os dias só vão até o trigésimo primeiro, no máximo.

De repente Hermes se levanta num pulo e começa dar gargalhadas da cara de Zeus. Quem ele acha que sou? Poseidon? O brincalhão, que leva tudo na boa?

– Não foi uma boa ideia, essa sua... Pois agora... AGUARDE! – Falei fortemente.

Hermes se encolheu de medo, apesar de ser um forte Deus. Resolveu se redimir com Zeus, que estava partindo para cima dele no momento.

– Acalme irmão. Estava brincando, mas a situação é realmente séria... — Fiquei furioso, mas, o soco que acertaria em seu rosto eu puxei pro lado e soquei o ar.

– Realmente séria? Acalmar? Você destruiu meu escritório, me fez usar poderes, me pregou uma peça e ainda fingiu estar profetizando... E você quer que eu me acalme? – Perguntei olhando fixamente em seus olhos amedrontados.

– Desculpe! Realmente existe uma profecia... E euprecisote contar ok?

– Tudo bem. – Bufei após dizer aquilo. Não havia nada bem. Profecias não são bem.

– Eu destruí seu escritório sem querer... Minhas sandálias estão machucadas e Pegasus me deu uma carona até aqui. Mas, bom, ele resolveu me despachar para um Testrálio e então quando o cavalo estava prestes a aterrissar um Hipogrifo bateu com ele e me jogaram em cima do local, mas como cada um vinha de um lado eles meio que chacoalharam a construção e “deu no que deu”. – Hermes começou se explicando. – Então, após o acidente ouve muitos barulhos... E você sabe o que aconteceu.

– Porque você passou todo esse trabalho para vir até aqui, idiota? – O fuzilei com os olhos.

– Tenho um trabalho a cumprir. Encontrei uma garota totalmente estranha na rua, e ela falou-me, por o quê entendi: uma profecia... E também, que seria amaldiçoado se não te a repassasse. Bom, não a me lembro perfeitamente, mas é algo como...Uma criação de Hades, e também próxima ao deus da guerra, virá a tornar algo nebuloso...– Hermes se sacudiu tonto.

– O que aconteceu? Porque está mais pálido que o normal? Eu desmaiei? Foi como se não tivesse aqui...

– Agora você finalmente, contou uma profecia camarada. E eu tenho a leve impressão que ela não énadaboa...

Segunda parte

– Escola, o que deseja?– Disse uma vozinha irritante.

Escola! Esse é o nome do lugar onde os nossos futuros olimpianos, lobisomens, vampiros, e seres não-humanos aprendem.

– Humpf, ainda não concordo com esse nome... Que bobagem.– Zeus disse ao telefone impaciente.

– Quem é o senhor, por favor?– Disse novamente a vozinha irritante.

– Zeus, querida. Preciso de um lobo e um vampiro, pra já.– Disse com voz de deboche.

– Zeus? Isso é uma pegadinha ou uma piada de mal gosto?– Voz irritante!

Já estava pra lá de irritado com essa secretária, que incompetência! Não tem o Olimpo na discagem rápida?

– Chame a senhorita Margaret Floret, por favor. – Impaciente... Impaciente...

– Ela está em reunião... – Começou a ‘voz irritante’, mas Zeus a interrompeu.

– CHAME LOGO FLORET! SOU ZEUS!– Finalmente Zeus explodiu, e obviamente lançou um raio perto do prédio da escola.

Bip... Bip... Bip...

Que maravilha, não é mesmo? Lancei um raio forte demais, e acabou-se a luz. Tenho sérios problemas nervosos...

Levantei da nova escrivaninha, fortemente reforçada, e totalmente diferente da anterior que havia me deixado preso. Essa nova arquitetura de Atena era totalmente segura de coisas inesperadas, como uma peixada de cavalos mágicos em cima de seu escritório.

Teletransportei-me.

Clic! E eu estava na zona da “Escola”. Obviamente tive a consciência de tele transportar em local vazio. Parei no estacionamento.

Com visão de raios-X, que Hermes roubou dos mortais (que não sei como inventaram algo assim) e me deu por recompensa de demolir meu escritório, eu consegui ver através das paredes do prédio. Vários alunos circulavam, e eu tive que teletransportar novamente, para uma sala vazia, no segundo andar perto da sala de Floret.

De lá tive que caminhar, espantando alunos (mesmo na minha forma de mortal), até a sala de Floret.

Toc, Toc.

– Entre.

Empurrei delicadamente, porem rapidamente, a porta e entrei. Lá havia dois alunos, com caras de encrenqueiros, mas... Bons.

– Há Há! Exatamente o que eu precisava! – Senti os “cheiros” dos rapazes no mesmo momento.

Os dois estavam de olhos arregalados. E Floret estava com cara de preocupada, apenas.

– Oh Zeus! Você por aqui? Não vai matar mais nenhum aluno. – Floret diz, firmemente.

– Eles são treinados para sobreviver e lutar, Floret. E agora preciso desses rapazes... Mas garanto-te que eles não morrem. Lobo e vampiro, certo? O lobo levantou-se e foi até mim, apartamos as mãos e ele firmemente falou com um aceno de cabeça:

– Vamos lá?

Sorri abertamente para ele e fiz um gesto com a mão para chamá-lo e ele veio até mim.Abri a porta para eles passarem e abanei a cabeça para Floret.

Terceira Parte

No Olimpo, no alto de um morro observando o Olimpo, estávamos nos três. Deus, lobisomem e vampiro.

– Afinal, o que quer com a gente? — o vampiro perguntou.

– Qual o nome de vocês rapazes? – perguntei.

– Dean. – o lobo respondeu. Ele era alto, um pouco mais que o vampiro, com cabelo meio curto, musculoso, pelelevementebronzeada, mas branca, e olhos castanhos.

– Eu perguntei primeiro Zeus, mas é Joseph. Sentiria imensa honra em te conhecer, se não soubesse com esses anos, que é encrenca ter você por perto. – o vampiro disse. Ele era loiro, com o cabelo arrumado com gel (mas meio bagunçado), com pele clarinha e olhos verde água, levemente malhado.

O lobo vestia o uniforme da escola. O vampiro uma camiseta pólo branca com uma calça social, com uma série face de professor de História dos Vampiros.

– Bom, se preparem, porque não tem mais volta pra vocês. – Zeus piscou o olho para os garotos e pigarreou para começar. – Vocês vão ter que aceitar a missão de vocês, porque tudo é um sigilo absoluto. Até o fato de vocês saberem que existe alguma missão, ou um perigo, já é morte na certa se não fossem necessários.

Dean continuou observando tranquilamente Zeus, enquanto Joseph se apavorava. Zeus pigarreou.

– Hum, professor... Você já passou bastante nessa vida! Você não deveria estar assustado com a morte. Esse garoto lobo aí, não está.

Dean sorriu abertamente.

– Claro! Estou aparentando, isso não diz nada. Posso estar planejando saltar por cima de você, me transformar e sair daqui a 50km por hora, logo depois pegaria Pegasus, que está ali – apontou — e nunca mais me veria.

Zeus olhou furioso para os dois.

– Acho que teremos de ir para meu escritório, sendo assim. Dean sacudiu os ombros e Joseph pigarreou.

– Bobagem! Fale logo. – Joseph, sério, falou.

Quarta parte

Eu olhei sério para os dois meninos que estavam sentados à minha frente. O escritório estava com uma mesa velha no centro e três cadeiras em volta dela. Foi o que um de meus servos conseguiu à tempo. Era o necessário, no momento.

– Eu os trouxe aqui para algo maior do que vocês imaginam. Algo que vocês nunca nem imaginaram serem importantes o suficiente para fazer. — a cara que ambos faziam, um pouco de pavor e um pouco de honra era imperdível — Tenho uma missão, como vocês já sabem.

– Continue. — disse o lobo. Garoto com atitude, esse.

– Haverão recompensas — eu disse. Sabia que um lobo nunca rejeitaria alguma coisa com recompensas. Pigarreei. — Bom, o planeta de vocês corre perigo. A missão de vocês é simples. Capturem Catheryna, uma filha de Hades. Ela é muito perigosa, mas não sabe que é filha de Hades, ainda não. Vocês deverão levá-la até a Escola em segurança. Lá, decidiremos o destino dela.

– E o quêeuganho com isso? — perguntou Dean, me olhando, com cara de entediado. Esse menino ainda traria problemas ao Olimpo, mas agora era minha única opção.

– Três sacos de dracmas de ouro e... ahn... vejamos... um Pegasus bebê? — eu disse, sabendo que era uma recompensa alta. Isso o traria bastante confiança e a missão se realizaria corretamente, eu espero.

– E como vamos saber onde ela está? — perguntou o vampiro. Ele não ligava pra recompensas, eu notei. Ele queria honra, queria prestígio. Queria um troféu, queria seu nome na lista de honra da Escola.

– Eu teletransporterei-os até lá — eu disse. — Já estão prontos? Vou mandá-los agora, se for preciso. — encostei no ombro de ambos, um com cada mão.

– Ãhn... Temos um prazo? — o lobo perguntou.

– Três meses, no máximo — eu disse, os vendo desaparecer em minha frente.

Provavelmente Catheryna não iria gostar de ter dois desconhecidos surgindo em sua vida, mas era preciso. Uma filha de Afrodite... Espero que esse jogo vá funcionar. Meus peões estão em jogo, e minha vida depende deles.

Notas finais
SOBREVIVEU ATÉ AQUI? *U* Então ok! Estou feliz. MUITO OBRIGADO POR LER! Saiba que o prólogo é do ponto de vista de Zeus e tal, mas o restante dos capítulos será ponto de vista Cathy/Dean/Joseph, e algum imprevisto talvez... Agora pfvr, pfvr, pfvr, se leram até aqui, poderiam fazer o simples gesto de dizer o que achou ali embaixo na caixinha? Significaria muito. MUITO OBG A VC QUE LEU LEITOR LINDO♥
ps: Qualquer dúvida sobre Mitologia Grega - pra quem não conhece - aqui do cap, é só falar. E qualquer outra também, claro.