Notas iniciais
Oi.
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...
...
...
É você mesmo Luana? Faz dois dias que teve capítulo duplo!
É, sou eu mesmo babies.
É, faz dois dias.
E..
*--------------------------* THIS IS AWESOME!
...
...
...
Tinha mais coisas pra falar.. hmm..
Sim, vamos lá, É FÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉRIAS!!!!!!!!!!! Isso mesmo!!!!! *---------------------* Então, como é FÉRIAS, e ficaremos 3 semanas assim nós..
tãn tãn tãn
VAAAMOS POSTAR MAIS RÁPIDO!!!!!!!!!!!!!
Yeeeeeeeees!!!!!!!!!
Lecál?
Eu tenho previsto de pelo menos + 4 capítulos nessas 3 semanas. Mas como o certo é um capítulo por semana (uma semana e meia no máximo) vamos tentar mais!
Mas eu não vou prometer nada tá okay? hihihi' Vamos ver..
Tinha mais coisa.. hmm..
Enfim, leiam! Nós falamos lá embaixo!! ♥'

Estava na beira da floresta, com mil pensamentos na cabeça. O helicóptero explodindo iria ao menos demolir com o rastreador (se é que havia um, talvez, por azar). E demoliria também minhas marcas, mas eles logo achariam as pegadas. Pela devastação que o fogo estava fazendo (comigo assistindo) não estava surtindo efeito em mim. O helicóptero já estava em pedacinhos, e grande parte do gramado também. O córrego que pulei -cheia de sorte- entre gramado e floresta não deixaria o fogo queimar nada. Minha ficha de roubo de helicóptero se encaixaria perfeitamente, e já deviam estar procurando por ele. Isso é algo que ninguém assistiu na televisão, ao menos. Já via as manchetes 'Menina de dezesseis anos rouba helicóptero e o explode á beira de um cadeia'. Claro que como sou de menor ainda vou pegar um pena mais leve, mas mesmo assim, não me safaria da cadeia. E quanto tempo seria a pena? Sem ideias. Eles vão me caçar, com toda certeza. Eles querem saber por que uma louca explode um helicóptero...

Fui totalmente roubada de meus pensamentos com sirenes. ONDE VOCÊ ESTÁ CATHERYNA? Ah é, a beira de um presídio. Tudo bem, ela é para pequenos furtos, venda de drogas em pequeno porte e etc. Mas continua sendo um presídio. Percebi que não havia só barulho de viaturas, e sim de bombeiros também.

Levantei-me e comecei a correr ao meio das árvores, que idiota foi a ideia de construir um presídio aqui. Com toda a certeza envolvia mão política suja no meio, traficantes, etc. É facílimo de fugir.

O presídio estava a poucos passos de mim, numa estrada de chão. Comecei a raciocinar que não havia plano. A sorte estava sempre a meu favor nos últimos dias. Isso é um tanto irônico para alguém azarada a vida inteira. Mas falando sério, como alguém que apenas com um curso básico para jovens militares, algumas dicas de seu pai e que sabe montar uma barraca e fazer uns nós apenas vai saber no meio de uma vasta floresta achar um presídio (mesmo que esteja a alguns metros)? Beirando a floresta novamente — e a estrada de chão em frente ao presídio -, agradeci á Afrodite, porque ali não havia apenas sorte, cá entre nós. Vi uma coruja piando em uma árvore perto e percebi pelas poucas aulas de mitologia grega que recebi num cursinho de férias escolares (que papai insistiu que eu iria gostar) era um símbolo de Atena. Então agradeci a ela também, que provavelmente me orientou no caminho seu eu perceber.

Agora, eu precisava traçar um plano para tirar Joseph e Dean de lá, e rápido. Ou iria acabar sendo presa e fazer companhia a eles. Ainda tenho as duas pistolas que roubei dos guardas. Não sei como usá-las. Ainda bem que sou uma menina que aprende rápido. Guardei as armas travadas, uma em cada bota. Observei a prisão, antes de caminhar até ela.

Um portão de aço cinza bem grande, muros de tijolos fortificados com cerca elétrica (desligada). Certamente meus dados bateriam com o da garota que roubou e botou fogo num helicóptero há poucos metros daqui, mas dei de ombros e caminhei até lá e bati no portão enorme da prisão cinza em minha frente. Não era grande coisa, mas mesmo assim chegava a dar medo de ter que ficar lá por meses, ou até anos. Afinal, quem roubou um helicóptero ganharia quanto tempo de pena? Enfim, nunca saberei. Logo, veio apenas um policial gordo e careca que tinha um bigode mal-feito. Usava o traje azul da polícia de Toronto, que era horrível.

–Que quer mocinha? Está sozinha? -Ele levantou uma sobrancelha e me olhou surpreso.

–Olá, sou Jenna Rivers — falei o primeiro nome que veio em minha cabeça, ignorando suas perguntas. — Vim visitar dois meninos que foram presos há pouco tempo, arrombaram uma loja e estavam bêbados.

Ele escancarou o portão.

–Como chegou aqui? Poderia dizer o nome dos jovens, senhorita? — perguntou o policial, com uma cara de ranzinza.

–Ônibus. Dean e Joseph são velhos companheiros, queria dar meus parabéns por serem presos. — eu disse, rapidamente com um sorriso brincalhão falso. Torcia os dedos nas costas para ele acreditar. Comecei a mexer os pés de nervoso. Eles poderiam ter dados nomes falsos, mas eu esperava que não.

–Vou levá-la até eles — ele disse, com um olhar compreensivo e brincalhão, pegando um molho de chaves preso no cinto. Ele escolheu uma chave e com um gesto me chamou.

Depois de eu ter entrado e ele ter chaveado o grande portão novamente ele me encarou mais sério — enquanto continuava segurando o molho de chaves -.

–Posso lhe revistar antes?

E agora, meu plano desabou. Levantei os braços e abri as pernas enquanto ele apalpava meus braços e depois meu tronco. Quando se abaixou pra apalpar meus pés, dei uma joelhada em seu nariz, seguida de um cotovelaço na nuca. Então, o primeiro policial estava inconsciente. O arrastei até a parede da prisão, onde havia uma cadeira, que o coloquei como se estivesse dormindo em serviço. Havia um pouco de sangue em seu nariz, que limpei com a camiseta de dentro de seu casaco. Nojento.

Peguei a chave que ele escolheu (que estava em sua mão flácida, sortimente separada das outras) e adentrei a prisão, pela pequena porta aberta. Ali havia um policial dormindo e alguns corredores. Parti para um corredor um pouco escuro, cheio de grades enferrujadas, onde abrigavam quatro ou cinco homens em cada. Quando eu passava, alguns batiam palmas, outros assoviavam, e um até disse 'Quer dar uma passada aqui na minha cela, gata?' na maior cara de pau do mundo. Apenas ignorei todos, mas eu era obrigada a olhar cela por cela.

Segui pelo corredor, procurando Dean e Joseph em todas as celas, até que cheguei às duas últimas do corredor e os achei. Na cela deles havia somente dois beliches e um vaso, e como companhia tinha um menino loiro magricelo, que parecia perturbado. Dean me avistou e logo saiu correndo até a grade e gritou a sacudindo.

–Cathy! Você voltou por nós! -Ele estampava um sorriso enorme no rosto.

–Cala a boca, idiota. Ou você quer que nos peguem enquanto tiro vocês daqui? -sussurrei.

Dean se calou, e mostrou-se surpreso. Deve ter ouvido os barulhos. Claro que eu já ouvia o barulho de um policial vindo conferir a causa de tanto barulho, mas ele parou. Pelo jeito algum preso foi desrespeitoso, ou algo parecido. Reparei em Joseph no canto de um beliche encolhido me encarando ferozmente.

Abri a cela na correria, e ainda deixei a chave cair, tendo que tentar de novo. E depois os dois saíram de lá, e o menino magricelo...

Coloquei a mão em seu peito o barrando, mas pelos passos apressados vindo em nossa direção eu apenas deixei, e balancei os ombros rapidamente, fazendo um gesto com a mão de 'vem' para eles e corri. Enquanto corria tirei uma arma da bota e joguei para Joseph, o fazendo sorrir.

Dean sussurrou um palavrão. Percebi que os presos estavam quietos agora, provavelmente pelo barulho do atrito do cassetete e corpo de antes. O policial estava fechando um cela, e nós viu caminhando em sua direção. Armado apenas de um cassetete e nós com duas pistolas com o dedo de silêncio no lábio que Joseph estava fazendo ele se calou. Dean correu até ele, e sem ao menos tempo de se defender o guarda estava rendido.

O que eu não esperava era ver cinco policiais com dois cães vindo em nossa direção, armados.

Eu não sabia o que fazer, fiquei pasma. Achei que sairia dali tranquilamente e meu plano seria um sucesso, mas deu incrivelmente errado. Eu devia ter imaginado isso.

–Há. Há. Há. — o guarda de trás, antes inconsciente, deu uma risada estrondosa — Vou fazer picadinho de você, menina. Quer fugir da lei? É isso que ganha.

Joseph deu um passo a frente, e todos os guardas ameaçaram atacar nosso grupo. Ele os observou calmamente, e sem nenhum movimento brusco e com uma voz calmante ele disse:

–Vocês não querem nos prender ou nos atacar. Vocês querem esquecer que algum dia passamos por aqui e se procurarem por nós vocês nunca nós viram e vão se negar a nós procurar. Vão soltar presos aos poucos e fazer como se eles fugissem. Vão procurar por eles depois, mas nunca por nós.

–Sim, mestre — disseram os cinco guardas, em uníssono e saíram caminhando em direções vagas.

O que Joseph fez? Eu não sabia. Claramente foram hipnotizados apenas, talvez. Os cães que estavam ali, como foram simplesmente largados pelos policiais, correram até nós, pulando e nós lambendo. Eu sorri para os meninos, e percebi que o garoto magricela estava neutro. Ele parecia uma presença invisível que não afeta em nada.

Apenas saímos calmamente, os quatro, com os cães correndo em nossa volta, latindo e brincando. E então ouvimos gritos felicidade vindos da prisão e começamos a correr para a floresta. Adentramos pela floresta, correndo feito loucos. Os cachorros eram rápidos, e corriam felizes ao nosso lado pela floresta.

Passamos beirando a área do incêndio, onde havia os destroços do helicóptero, mas parecem nem ter notado nossa presença. Corremos mais um pouco até chagarmos à uma clareira em uma distância razoável da prisão.

Eu mal tinha conseguido recuperar totalmente meu fôlego quando Joseph chegou perto de mim explodindo ódio. Ele estava quase espumando, ui.

–Foi totalmente sua culpa sermos presos! Zeus nós mandou atrás de você, porque certamente você é uma encrenqueira! Ora, você deveria ir a Escola SOZINHA, como TODOS NÓS! Ter o instinto de DEFESA. MAS NÃO VOCÊ TINHA QUE TER DOIS BOBINHOS CORRENDO ATRÁS DE VOCÊ! E UM DESSES BOBINHOS TEM UMA FICHA A ZELAR, INCLUSIVE NO MUNDO HUMANO E O QUE VOCÊ FAZ? DEIXA-NOS SERMOS PRESOS E FOGE! SUA VADIA! -Disse tudo com um fluir, despejando todo seu ódio em cima de mim.

Dean revira os olhos e o garoto magrelo está assustado.

–Vê o que tenho que aguentar? -Me dirijo ao garoto, e ele me levanta uma sobrancelha.

–SUA... -Joseph começa novamente a querer me ofender.

Eu o pego pelo colarinho da camisa. -Não ouse me intitular. Você não sabe quem sou. Seria engraçado você ser uma garota que lutou pela má fama de guri a vida toda e ela resolve ir numa festa. E daí chega dois caras. Eles bebem, lutam com algo estranho que aparece querendo nós matar e depois, aé, depois ELES QUEREM TE RAPTAR E LEVAR PRA UMA FLORESTA. Eu não sou tão burra assim, né? E se eu não tenho instinto e sei lá mais o que, o problema é MEU não seu. VOCÊ QUIS CORRER ATRÁS DE MIM, EU NÃO PEDI. ENTÃO CALE A BOCA. E é bem engraçado também, como você faz uma voz calminha pra um bando de policiais e eles te obedecem, mas é MUITO difícil você fazer UM te obedecer na hora que te trancou numa MERDA DE UMA CELA! -explodo de raiva também.

Ele me empurra violentamente, e eu solto sua camiseta, eu caio no chão. E Dean, que estava chocado até agora, corre até mim. Eu o ignoro e levanto em um salto.

–Escuta aqui... -quem estava espumando de raiva agora era eu.

–ESCUTA AQUI NADA. Você acha que eu pedi pra correr atrás de você -os cães começaram a latir para Joseph enquanto ele caminhava em minha direção- menina? Eu não pedi. E eu sei sim quem você é, uma menina metida a garoto que acha que pode me vencer. Sou um vampiro — os cães começaram a latir tão fortemente que Joseph os notou, e com um gesto um estalar de dedos eles se calaram -. E eu estava mais fraco ao meio dia, que foi quando nós prenderam. Claro que eu arrebentaria as grades da cela facilmente se eu não tivesse me recuperando de uma ressaca, causada por você, e com falta de comida. Você não tinha o direito, ouviu? Mas agora por questão de honra você vai ser levada á Escola, mocinha — ele tentou fazer uma voz irônica -.

Eu ouvi ele falar a palavra vampiro, foi isso mesmo?

–Vampiro. -experimentei a palavra, sentindo uma gostinho de.. verdade. Afrodite falou, oras. E mesmo ela sendo bem desnaturada eu acreditava nela. -Enfim, vampiro -ironizei-, eu não vou a Escola. Ela parece ser bem legal, pelo o que Afrodite me contou. Mas você nunca, e entende bem esse nunca, vai mandar em mim. Eu até poderia ir a Escola, mas não vou. Vou a casa de meus avós. E já fiz minha parte, já soltei vocês. Agora vou partir, com as armas e um cão. -Disse determinada.

–Não. -Disse Joseph autoritariamente.

–PAREM, PORCARIA. -Disse Dean, com um linguajar á deixando á desejar. Ele se meteu nos poucos centímetros que restavam entre nós dois. -Já estou de SACO CHEIO DAS BRIGUINHAS DE VOCÊS. CHEGA! Joseph PARE de querer mandar em Cathy. E Cathy PARE de querer fugir, nós só queremos o SEU BEM, entendeu? Precisamos nos unir, pra já. Se tivéssemos explicado tudo para você, você acreditaria? -Dean tentou argumentar, xingando bastante junto.

Um sonoro 'não' saiu da minha boca.

–Viu? E bem, com o tempo que fiquei na cadeia... -Dean foi interrompido.

O garoto calado finalmente produziu som, com um bufar e depois uma risada.

–Não se meta. -Dean foi curto e grosso, mas logo sorriu. -Ok, no misero tempo que fiquei na cadeia então. Quem é você, afinal, moleque? -Disse se referindo ao garoto magrelo e pálido.

–Josh. -num sussurrar, quase sem poder escutar-se, o garoto disse.

–Ok.

–E daí? Tchau. -Grossa falei e dei as costas. Quando dei o primeiro passo Dean apareceu á minha frente.

–Pare. -Disse ele com a mão em meu peito me bloqueando.

Dei um tapa em sua mão e me sentei no chão de pernas cruzadas. Um cachorro foi até mim e eu comecei a acariciá-lo, brincando, fingindo tédio.
Joseph bufou.

–OK, AGORA CHEGA! -Dean disse. -JÁ NÓS METEMOS EM MIL CONFUSÕES, E AINDA NÃO CONFIAMOS UM NO OUTRO.

–Verdade. -Disse Cathy, e sorriu para Dean.

Dean mostrou a língua para ela.

–Quem bota a língua pede beijo, sabia? -Brinquei com ele.

–Sabia. -Disse e caminhou em minha direção.

Meu coração começou a palpitar fortemente. Sentia um nervoso, mas simplesmente fui cara de pau. Eu me levantei, e pulei em cima dele, o roubando um beijo inesperado e fazendo-nos cair no chão.

Eu caí em cima dele, e sua boca quente continuava na minha. Quando nossos pulmões pediram por ar, o soltei, e deixei um selinho em seus lábios. Dean sorriu para mim e pegou uma mecha de meu cabelo. Seus olhos estavam brilhantes.

Então ele olhou diretamente pra mim e sussurrou um 'safada'. Sorri. Barulhos de calçados em atrito com a terra da floresta correndo por perto de nós alertaram, e eu levantei em um pulo, seguida por Dean.

Josh já estava correndo.

Joseph junto com a gente, e os dois cães, corremos em disparada. Eu me conectei com eles ao correr, e nós corremos majestosamente juntos. Louco, mas verdade. Joseph era metido, brigão, mandão e muito certinho. Mas é ele que está me protegendo, também, embora eu não admita isso. Dean era bobalhão e estupidamente alegre, mas era meu Dean. Era estranho o amor de irmão que comecei a sentir por Joe e como meu coração adorava acelerar quando Dean chegava mais perto de mim. Josh estava na frente, em disparada, e ele não fazia parte de nossa sintonia. Ele corria rápido, saltando rapidamente também por cima dos galhos e outras coisas rotineiras da floresta. Nos desviamos, corremos, pulamos.

Mas corremos muito, e logo meu corpo estava esgotado.

–Por favor? Paramos aqui, só um minuto. -não conseguia recuperar o fôlego.

Joseph e Dean estavam me olhando com compreensão, mas não estavam tão mortos quanto eu. Sim, mortos. Eu estava praticamente morta, meu corpo estava esgotado. Respirando com muita dificuldade, fui tentar inspirar uma golfada de ar e tropecei. Joseph me segurou, antes que caísse.

–Cuidado Cathy. -Ele disse sorrindo e tirou uma mecha de cabelo de meu rosto.

Sorri de volta e me apoiei a árvore a minha direita. Ele me soltou.

Dean estava mordendo o lábio. Joe estava sentado no chão observando a lua minguante. Os cães estavam farejando tudo a volta. Josh estava a certa distância de nós.

Fiz sinal em reconhecimento de Josh, á Joseph. Ele se levantou e caminhou até ele. Josh se esquivou, e Joseph o agarrou pelo braço.

–O que faremos com ele? -Joe perguntou, ainda o segurando.

Eu sacudi os ombros.

–Hipnotize. Você sabe que não posso fazer isso. -Dean disse sorrindo, como sempre.

–Ele não vai conseguir viver na floresta. -Joseph disse, contestando.

Encarei os dois, dividida.

–Que tal hipnotizar ele para que não fuja e que permaneça conosco até a cidade, então lá se afaste de nós e faça como se nunca nós visse? Certo? -Propus.

Dean afirmou com a cabeça e Joseph simplesmente o olhou firmemente nos olhos e começou a falar 'Não fuja...'

–Espere! Por favor, eu consigo sobreviver. Eu não quero viver sob esse efeito. Me deixe ir.

–Desculpe. -Joseph disse então o encarou com aqueles enormes olhos lindos. -Não fuja e fique conosco até a cidade mais próxima. Assim que chegarmos se afaste. Você nunca nós viu, certo?

–Certo. -Josh disse e afirmou com a cabeça com os olhos vidrados.
Joseph se afastou de Josh e se juntou a nós novamente.

–Me sinto mal fazendo isso. -Joe confessou.

O observei. Ele estava com uma cara que dava pena.
Mordi os lábios e chamei Dean. Ele foi até mim e deixou um beijo em minha bochecha. Eu sorri.

–Estou morta de sede. -Após pronunciar aquelas palavras me senti mais sedenta ainda.

Os cachorros estavam com a língua de fora deitados na grama, com sede também.

–Vou procurar água. -Joseph se levantou e saiu dali caminhando tranquilamente.

–Pelo jeito, você não sabe de muitas coisas... Então, acho melhor comentar que sou um lobisomem — disse Dean.

Sorri.

–Já sabia.

–Como? -Dean chocou-se.

–Joseph é vampiro. Eu sou semideusa. Você deveria ser algo para estar na escola, certo? Vampiro não é. Eu estava na dúvida entre semideus e lobisomem. Você é estressado na Lua Cheia mesmo? -Disse tudo com um sorriso no rosto.

–Um pouco. -ele mordeu o lábio e suas bochechas se avermelharam.
Ele era simplesmente a coisa mais fofa do mundo com vergonha. Não consegui ignorar isso.

De repente ouvi uns barulhos vindo de onde Joseph veio. Dean colocou um dedo nos lábios e pegou minha pistola, com minha permissão.

Ele caminhou sorrateiramente, com um cão em seu encalço, enquanto o outro estava ao meu lado. Cocei a cabeça do Pastor Alemão, e fiz um gesto com a mão de 'vai'. Ele entendeu e saiu correndo atrás de Dean também.

Completamente em silêncio comecei a tentar escalar a árvore a qual estava apoiada até agora. Consegui um pouco, e me sosseguei em um galho grosso. Comecei a ruer as unhas, minha boca estava completamente seca. Os barulhos cessaram. O que só me deixou mais nervosa.

Arranquei uma folha da árvore e comecei a morder. Como não senti gosto amargo a engoli e comecei a comer folhas para passar o nervosismo. Após comer umas cinco e parar pelo barulho que estava fazendo, comecei a observar atentamente tudo a meu redor. Galhos e folhas comuns. Então comecei a contar as árvores a meu redor e as observar. Uma, Duas, Três... O que é aquilo? Na terceira árvore, bem próxima a mim, há uma coisa preta se balançando.

Tarde demais. Só deu tempo de me agarrar a árvore para a 'coisa preta' pular em meu galho. Essa coisa preta era um puma. E esse puma acabou de pular em cima de mim, rosnar e deixar um babado cair em cima de meu rosto.

Notas finais
Vocês querem o próximo capítulo, eu sei! muahahahaha
Eu AMO tigres, yea. Mas aqui teve que ser encaixado um puma, porque ele é um animal típico das florestas do Cánada e continua sendo lindo..
Eu estou morrendo de vontade de fazer um game! Que tal? Então, ainda não dá :( Só daqui um ou dois capítulos.. :/
Finalmente -yuuuup- o capítulo ficou bastante ação. Concordam? ;) Digam o que acharam tá babies?
Beijoos ;*