A Descendência Da Morte

2 Capítulo 1 - Party, Skeleton and the Shop


Notas iniciais
E AÍ LINDAS ♥! Desculpe eterno pela demora ( que foi principalmente culpa do Wesley).
Primeiro capítulo, que emoção *-* Espero que gostem! *u*

Parte Um: Party and Skeleton

Pov. Cathy

Estava entrando no recinto. Tudo estava uma bagunça. Bom, não queria ir á essa festa. Mas o quê me restava? Deveria provar aquele garoto uma lição.

*Flashback on*

– Hey, Nikki... Aquela garota ali é um ótimo exemplo de fracasso, é alguém que nunca iria á uma festa, como a de Cass. – Rian disse, entre risadinhas, á loira oxigenada da Nicole. (N.A.: Imagino Nikki/Nicole assim.)

E disse isso tudo na minha cara, enquanto eu estava pegando algo no meu “armário” – aquilo se parecia mais um dado, de tão pequeno -, e o mauricinho estava desfilando pelo corredor com sua vadia.

*Flashback off*

Estava calçando all-star sujo, um vestido no joelho preto e desfiado (colado ao corpo), e cabelo desarrumado e fui obrigada por Cassie — a dona da festa — a passar maquiagem. Eu odiava aquilo, mas fiz olhos marcantes e colori um pouquinho meu lábio apenas.

O salão estava bem legal. As mesas cheias de comidas gostosas e mesmo assim garçons rodavam pra lá e pra cá, a pista de dança com músicas eletrônicas (prefiro Rock) bem dançantes controladas por um DJ, as luzes piscavam, o globo girava, as pessoas dançavam.

Comecei a procurar por Cassie — ou Cass -. E depois de muito empurra e empurra eu a achei entrando no banheiro e a segui.Ela estava se olhando no espelho. Cassie tinha cabelos cacheados e curtos, na altura do ombro, castanho claro. Seu corpo era de violão. Ela usava uma maquiagem básica, vestia um vestido rosa brilhante glitter de arrasar com um poderoso salto.

– Hey Cassie. – Cumprimentei-a sorrindo. – Está linda. E que festa hein?!?

– Oi Cathy, brigada. Adorei sua make, apesar de que um blush em sua pele clara ficaria lindo! – Respondeu Cassie, já começou a remexer em sua bolsa.

Tentei a empedir. – Não precisa... Só vim dar um oi. Bela festa! Se diverta! – Continuei sorrindo, enquanto falava, e saí dali.

Fui até a mesa de petiscos e comecei a mordicar algum. Eu precisava começar a mostrar que estava ali e fazer efeito. Odiava ser alvo das atenções, mas não seria pisoteada por mauricinhos imbecis e patricinhas vadias.

Belisquei mais um pouquinho, tentando passar o nervosismo, mas não consegui. Resolvi afinal, ir para a pista de dança.

Onde mesmo eu tinha aprendido aqueles passos? Eu só sabia que queria dançar! E digamos, que estava fazendo isso bem...

O suor já escorria de meu corpo e pessoas me observavam dançando. Afinal, aquelas aulas tolas de dança valeram a pena. Fiz um passo final e segui até o balcão para pegar uma bebida.

Me escorei no balcão e puxei o cardápio, mas antes disso um garçom chegou até mim trazendo um vodka qualquer. Levantei uma sobrancelha pra ele e puxei a bebida, beberiquei e... Estava forte. Mas sacudi os ombros e bebi.

De repente apareceu um rapaz bem bonito. Loiro, de olhos verdes, um corporal um pouco musculoso, pele clara. E um pouco longe dele, percebi, havia outro. Cabelos curtos e castanho escuro, corporal bem musculoso, olhos negros e pele levemente bronzeada, mas mesmo assim clara.

Ele sentou ao meu lado, e ao lado dele, o outro menino. Pediram duas doses de algo que não consegui identificar e beberam em um gole cada. Eles são bebuns ou o quê?

– Olá. Sou Joseph — disse o menino loiro, dando um sorriso de leve — E você, deve ser Cathy.

Como ele sabia meu nome? Hmm, estranho. O outro menino só me olhava, mas depois de um tempo (um longo tempo, com ele explicando-me que tínhamos uma amiga em comum que falou de mim), nós três entramos em uma conversa praticamente interminável. Falávamos como se nos conhecêssemos à anos. Eles eram super divertidos, Dean e Joseph. Falamos sobre meu motivo de vir à festa, de como foi legal ver a cara daquele menino badboy ao me ver aqui (apesar de eu não confessar para eles o que aconteceu entre mim e meus colegas de escola) e também como eles haviam se mudado pra cidade ontem. Eles me faziam me sentir aconchegada, com suas vozes carinhosas e seus jeitos fofos.

Partimos para a pista de dança e dançamos mais um pouco. Joseph dançava pouco, parecia não gostar de dançar. Mas Dean dançava como se fosse a última festa de sua vida.

(...)

– Hey, Cathy! – Dean sorrindo, bem perto de mim, disse. Ele estava com bafo de álcool.

– Hey, Dean! – Respondi sorrindo. Eu acho que estava meio bêbada também.

Ele se aproximou e cochichou em meu ouvido: Me beija?

– Claro! – Sorri e o agarrei pelo pescoço.

(...)

Pov. Autora/Autor

– I'm sexy and.. — Dean cantarolou no ouvido de Cathy.

Cathy gargalhou gostosamente e disse um "bobo" baixinho no ouvido de Dean, logo cantando mais um pedacinho da música.

Cathy inclinou-se um pouquinho sobre o musculoso peitoral de Dean, ficando na pontinha do pé e lhe tascando um beijo.

Quando, de repente, surge um esqueleto no meio dos dois. Os separando agressivamente e deixando um aranhado no rosto de Cathy.

Cathy saiu correndo para mesa de comida, assustada, enquanto Dean pegava uma espada (que antes estava na forma de pulseira em seu pulso esquerdo) destruindo um esqueleto rapidamente.

Cathy viu que Joseph estava com problemas lutando com mais um esqueleto — que saiu do chão, ela reparou — e que não seria fácil para Dean destruir os outros cinco que surgiam sozinho. Ela fez a primeira coisa que veio à cabeça, mesmo não sendo muito inteligente. Pegou a colher que estava dentro da bacia de ponche em cima da mesa que estavam os doces e atirou em um esqueleto na hora, acertando-o na cabeça. A cabeça do esqueleto voou vinte metros pra trás, deixando o corpo correndo de um jeito que poderia ser cômico se não fosse um esqueleto.

– COMO VOCÊ FEZ ISSO? — gritou Dean, desintegrando o corpo de um esqueleto que virou uma pilha de pó.

– NÃO SEI! — Cathy apenas respondeu gritando... E correu pra pegar a concha novamente.

Ela pulou em cima de três esqueletos ao mesmo tempo, não pensando em nada além de lutar. Ela não raciocinava, só lutava, sem pensar. Ela desintegrou os dois primeiros esqueletos somente dando um golpe com a concha e o terceiro foi jogado com força na parede, virando pó como os outros.

Dean terminou seu esqueleto, e Joseph conseguiu destruir o seu com um pontapé, sem problema.

Cathy viu tudo que haviam feito, os desatres que ocorreram na festa. Refrigerantes derrubados, luzes pifando, pessoas sangrando. Como tudo aquilo havia ocorrido? Mais esqueletos? Cathy não sabia.

Enquanto Cathy olhava os garotos lutarem apareceu outro em sua frente, que ela simplesmente torceu o braço, e o jogou no chão com força, fazendo-o fraturar o crânio e se desintegrar.

Dean e Joseph pegaram Cathy pelos braços e à levaram pra fora da festa, antes que alguém colocasse toda a culpa nela. Cathy estava apavorada. Chegando a rua eles a soltaram e ela olhou para eles...

– O que foi isso? – Disse Cathy, razoavelmente bêbada.

Dean encostou-se ao ombro de Joseph e falou algo com ele. Em questão de segundos Dean pegou algo do bolso e encostou em minha boca, fazendo que ficasse grogue.

Parte 2: And Shops

Pov. Autora

Caminhando pela calçada, loucamente bêbados, estavam Dean, Joseph e Cathy. As ruas do Canadá estavam gélidas, e com um vento irritante. As lojinhas da rua, que era o tal ‘Centro’ de uma cidade bem pequena, eram quase casas.

– Adoooorei essa bota! – Cathy disse balançando a cabeça, de modo doce. Quando viu uma bota militar, preta, em uma vitrine de uma das lojinhas.

– Vamos entrar? – Dean disse de modo sapeco.

– Não! – Joseph negou bravo.

Dean bufou e arrombou a porta com um chute. Nenhum alarme disparou, como o previsto. A cidade era pequena, e fora do alcance de ladrões. Ou assim achavam os moradores.

Joseph se emburrou e se jogou no chão. Igualzinho uma criança, algo que nunca faria em sã consciência. Cathy riu ainda bêbada — agora ainda mais, depois da droga — maravilhada com o feito de Dean e a palhaçada de Joe.

Eles entraram na loja, que estava realmente mais quente. Joseph levantou e colocou a porta provisoriamente no lugar, adentrando o lugar junto com os outros.

Cathy riu bêbada, novamente. Sua risada era algo doce e inocente, assim como rara também. Dean riu junto com ela, por nada. Simplesmente por rir, e Joseph os acompanhou.

A loja era realmente legal. Com roupas resistentes e ao mesmo tempo estilosas, bombava entre os adolescentes aventureiros.

Catheryna se arrepiou e Dean foi a abraçar. Cathy sorriu para ele e ele respondeu se inclinou para ela, dando-lhe um selinho.Joseph olhou para os amigos, rabugento, e foi para o fundo da loja.

Lá ele achou alguns cobertores e voltou jogando-os aos pés de Cathy e Dean, que estavam se agarrando. Ele voltou aos fundos da loja e pegou mais cobertores, se enrolou neles e dormiu cansado.

Notas finais
Gostou? Não gostou? Diz por favor... Digam tbm a parte favorita?! Eu amo isso... Diz o que quiser, mas diz e seremos felizes. Cathy é uma poderosa né? *U* E a foto da rua das lojinhas é quase idêntica ao que eu imaginei, mas os prédios são metade do tamanho sap´lsaçaçasda beijos ;*