Notas iniciais
Oláa! o Agora que estou com as coisas mais reguladas na universidade, será possível escrever os capítulos sem intervalos muito longos.(ainda bem né rsrs) :D Pretendia colocar essa parte junto com o Cap 3, mas ia ficar MUITO grande, então dividi! rsrsrs Enfim, Obrigada a todos que estão acompanhando a Fic, muito obrigada mesmo. Então, boa leitura a todos! :D

Após algum tempo procurando o quarto eu finalmente o achei, já estava perdendo até as esperanças. Entrei rapidamente e fechei a porta. Coloquei o uniforme sobre a cama. Olhei para a janela, e realmente a chuva estava mais forte. Relampeava um pouco, alguns raios cortavam o céu negro. Me perguntava se iriamos ao colégio com esse tempo. Peguei algumas roupas que estavam no guarda-roupa. E caminhei até o banheiro. Olhando para aquelas roupas...De quem elas deveriam ser? Será que eram da tal Yui? Só espero que sirvam em mim.
Entrei no banheiro e olhei para todos os lados, queria me certificar de que não havia ninguém ali. Aqueles homens tinham a mania de aparecer de repente nos lugares. Vi que não tinha ninguém, então tranquei a porta, me certifiquei de dar duas voltas na chave para que ninguém entrasse mesmo. E coloquei a chave sobre a pia. O banheiro era grande, possuía o chão de mármore em tom dorado, e a parede era metade de porcelanato, em tom creme com algumas rajadas de laranja claro, e a outra metade era da cor creme escuro, em algumas partes a parede apresentava detalhes em marfim, parecendo muito um quadro grande. A pia era grande e também de mármore, corada de preto e dourado escuro, havia abaixo do mármore uma cuba de madeira preta que continha 3 gavetas, e na parede rente a pia se via um grande espelho. As cores do banheiro eram harmônicas. Ao fundo vi a banheira de porcelana, ela estava fixada ao chão e ao fundo podia se ver um dos detalhes de marfim, esse era o maior de todos, e ia do teto ao chão, mas sua largura acompanhava a da banheira. Sobre a pia se encontrava um recipiente de vidro que parecia conter sais de banho, uma cesta que servia para colocar as roupas já usadas, uma escova de cabelo e um candelabro pequeno. Não entendi o porquê do candelabro, não havia necessidade de usá-lo já que tinha luz.
Abri a primeira das gavetas da pia para ver se encontrava alguma toalha de banho, mas nada, só havia achado creme dental e uma escova de dente, que eu usaria posteriormente. Resolvi então partir pra segunda gaveta, na qual encontrei velas e fósforos. Só faltava não ter toalha. Senti um leve desespero, pois eu teria que ir procurar um dos Sakamaki para pedir a toalha e tenho quase certeza que ele não reagiriam bem a isso. Puxei a gaveta de maneira a abri-la, finalmente lá estava as tolhas, contei umas 5 ao todo, assim peguei uma.
Caminhei até a banheira e abri a torneira de água quente e comecei a me despir.Tirei totalmente o pijama, que era parecido com um vestido curto. Voltei até a pia, dobrei o pijama, e coloquei na cesta. Um arrepio percorreu meu corpo, estava realmente frio. Eu estava somente de calcinha e sutiã e estava sentindo bastante frio. Fui até a banheira, mas vi que a água não estava nem na metade da banheira. Resolvi então pentear meu cabelo, fazia bastante tempo que não fazia isso, acabei rindo ao pensar nisso, embora o motivo para tal não fosse engraçado.


De repente tudo ficou preto. Eu não consigo enxergar nada, será que eu cai num sono e não notei? Belisquei-me para ter certeza que eu não estava sonhando, e novamente a dor me mostrou que eu não estava sonhando. A luz só podia ter acabado. Lembrei das velas e do candelabro. Abri a segunda gaveta, e quando estava com as velas e o fósforo na mão escutei um barulho de algo caindo na banheira com água.
— Aaaahh! – gritei de susto.
Juro que por um instante senti meu coração parar, para depois voltar a bater acelerado. Com o susto acabei deixando as velas e a caixinha de fósforo cair no chão. E agora pra achá-los no chão com aquele breu? Ouvi então o barulho do que parecia ser algo se remexendo na água da banheira. E novamente tremi de medo, meu coração batia forte e freneticamente. Conseguia sentir o pulsar de minhas próprias veias.
— T-t-em alguém aí? – perguntei gaguejando de medo.
Estava tudo escuro, eu não conseguia enxergar nem um palmo a minha frente. De repente o clarão de um relâmpago adentrou a janela e consegui enxergar tudo por um instante. Vi uma sombra dentro da banheira. Tinha alguém ali, tenho certeza de que eu vi alguém ali. O medo que sentia só aumentava mais e mais.
— Q-q-em está aí? – perguntei novamente, tentando não transparecer meu medo.
No fundo eu queria não ter nenhuma resposta, queria muito que o que eu vi não estivesse realmente lá. Não recebi nenhuma resposta. Mas eu sabia que tinha algo lá, embora não respondesse. Decidi achar as velas e o fósforo no chão. Comecei a tatear o chão em busca dos mesmos, mas sem deixar de prestar atenção no que me rodeava. Meus ouvidos estavam aguçados, prontos para captar o menor ruído. O medo começou a ser substituído pelo desespero. Eu precisava achá-los e rápido, e precisava ver o que estava lá. Sim! Eu precisava ver quem ou o que estava lá, mesmo com tanto medo, eu precisava ver!
Finalmente consegui achar uma vela e a caixa de fósforo e acendi a vela enquanto eu estava no chão. Conseguia enxergar muito pouca coisa, só as coisas bem perto de mim. Decidi colocar a vela no castiçal e assim iluminar o chão para acender outras velas. E foi o que fiz. Acendi ao todo 3 velas, pois essas eram as que estavam mais perto de mim. Não ia me aproximar daquela banheira atrás de velas. Nesse instante me lembrei da chave. A chave da porta. Assim eu poderia sair daquele sufoco sem nem olhar pra trás. Rapidamente fui pegar a chave quando escutei gotas caindo no chão. Com o susto deixei a chave cair no ralo da pia.
— Droga! Droga! Justo agora! – exclamei desesperada, batendo as mãos na pia.
Olhei de relance e vi que a sombra estava de pé, ou melhor o que estava na banheira estava de pé, e pelo barulho das gotas no chão, não se dera sequer ao trabalho de se secar. Fiquei completamente paralisada, sentindo um formigamento de medo tomar conta de mim.
Quando percebi havia um homem em minha frente. Pulei de susto e acabei batendo forte as costas na quina da pia. Fechei os olhos e gemi por causa da dor.

— Você é realmente barulhenta, sabia? – disse uma voz familiar.
Eu conhecia aquela voz. Abri os olhos ainda meio nauseada pela dor. A luz da vela me ajudava a enxergar e consegui ver que era Shuu que estava diante de mim.
— Então era você?! – exclamei indignada e aliviada.
Me senti extremamente aliviada, e isso fez o medo e o desespero irem embora. A única coisa que restou foi a dor nas costas.
— Você quase me matou de susto, sabia?! – continuei.
— Shhhh... – disse ele colocando o dedo indicador sobre os lábios e se aproximando de mim.
Não conseguia entender o que ele pretendia, e o porquê de estar se aproximando.
— Shuu, você está bem? – disse colocando uma das mãos em sua testa.
Quando era criança a Dr. Kanade fazia isso e perguntava se eu estava bem. Então isso significava algo, embora eu não saiba o que exatamente. Sempre vi isso como uma maneira de perguntar se a pessoa está bem. Sempre fiz isso com Kaname.
Shuu estava frio como a neve e extramente molhado.
— É melhor tirar essa roupa e se secar, se não vai acabar adoecendo! – disse preocupada. – Tome, fique com essa toalha. Depois pego outra pra mim. – disse por fim estendendo a mão com a toalha.
Ele deu uma leve risada, pegou a toalha e a jogou no chão.
— M-mas por quê? – indaguei surpresa.
— Você quer me ver nu, é? – fez uma pausa – Se é isso que queria, era só falar. – disse por fim olhando em meus olhos.
– N-n-ão é nada disso! É que você está todo molhado e...
De repente ele começou a tirar a camisa. Aquilo me assustou. Tentei puxar a camisa pra baixo de maneira a impedir que ele a tirasse, mas ele simplesmente se afastou e a tirou por completo.
— O que você está fazendo?! – exclamei assustada.
— Estou entrando no clima. – respondeu Shuu se aproximando ainda mais de mim.
Ele estava com um olhar diferente de antes, havia um pouco de diversão em seu olhar. Não entendi o que ele quis dizer. Entrando no clima? Como assim? Que clima?!
— Q-que clima? – tentei não gaguejar, mas não consegui.
Tentei andar para trás mas esbarrei na pia. Senti uma leve dor do impacto de antes. Não tinha pra onde correr. O medo começou a me invadir novamente. Não estava entendendo aquela situação. E ele continuou se aproximando, e cada passo dele mais tensa eu ficava. Até que nossos corpos se encontraram.Seu corpo molhado e frio encontrou meu corpo quente. Meu coração disparou, e um choque percorreu meu corpo, aquele misto de temperaturas fez meu corpo ficar dormente. Foi nessa hora que me dei conta de que estava de calcinha e sutiã. Tentei esconder meu corpo com minhas mãos mas foi em vão. Em um movimento rápido ele agarrou minha cintura e me colocou sentada sobre a pia.
— O que pensa que está fazendo? – disse confusa.
Então ele se aproximou e me puxou para perto dele, de maneira que nossos corpos se encostassem. Nosso sexos se encostaram, e aquilo me fez ficar totalmente bamba. Shuu ficou um tempo fitando meu pescoço e então começou a abrir lentamente sua boca. Novamente reparei em seus dentes maiores, os caninos. Aquilo devia ter algum significado, mas não conseguia saber qual, lembrei de Kaname, pois ele também possuía caninos assim. Mas não conseguia formular uma hipótese para isso pois não conseguia pensar em nada a não ser naquelas sensações que ele me provocava.


Shuu afastou delicadamente meu cabelo, pousou sua cabeça em meu pescoço e o lambeu, fazendo eu sentir um arrepio percorrer meu corpo, fechei os olhos em reflexo da sensação. Gotas de água caiam de seus cabelos e batiam em meu ombro intensificando ainda mais todos os estímulos.
—Você deve ser realmente saborosa... – sussurrou Shuu ao pé do meu ouvido.
— Mostrarei a você um mundo novo. – disse ele encostando os lábios em meu pescoço.
Minha pele e carne foram perfuradas. Senti meu sangue ser sugado vorazmente. Podia-se escutar meu coração bater intensamente. Em meu corpo percorria uma sensação mista de dor, prazer e medo.
— P-por favor... pare! – murmurei.
Em minha mente passavam se várias coisas, mas nenhuma parecia que iria me ajudar.
— Seu sangue é tão quente, que eu poderia me queimar. – murmurou Shuu retirando suas presas – Sua temperatura está subindo com minhas presas em seu pescoço.
— Você está ficando excitada. – murmurou ele novamente. – Você é bem safada.
Shuu levantou seu rosto de maneira a me olhar nos olhos, e foi se aproximando aos poucos, ainda me olhando nos olhos. Sua expressão era fixa, mas seu olhar mostrava que ele estava se divertindo com minhas reações. Shuu parou a milímetros de meus lábios, fiquei ruborizada com a situação e tentei virar o rosto, mas fui interceptada por sua mão que segurava minha mandíbula. Ele virou meu rosto de maneira a encará-lo e me beijou de repente. O beijo era quente e me fez sentir um calafrio de prazer que atravessou todo o meu corpo. Senti suas mãos deslizarem até chegar em meu seio, e em seguida um aperto, que me fez soltar um gemido. Enquanto me beijava sua mão continuou descendo, passando por minha cintura. Ele então me puxou mais pra perto dele, seus braços me envolveram, segurando-me com uma intensidade que só me fez querer mergulhar mais profundamente nele. Meu corpo só esquentava mediante a suas carícias. Suas mãos voltaram a deslizar sobre meu corpo, agora em minhas costas, parando na abertura de meu sutiã. Então ele o abriu e tentou o retirar, mas eu o interceptei, e de forma bruta ele conseguiu deixar meus seios a mostra. Novamente tentei os tapar com a mão, mas ele agarrou meus pulsos e os prendeu atrás de mim com sua mão.
— Is-so doí! – protestei.
— P-por favor, para! – murmurei ofegante.
Shuu fitou meus seios durante um tempo, aquilo me deixava com vergonha, então virei meu rosto e fechei meus olhos. Eu estava ofegante, o frio e os estímulos fizeram meu mamilo ficar rígido.
Então ele afagou meus cabelos e começou a beijar meu pescoço, foi descendo em direção a clavícula, e continuou descendo até meus seios. Aquilo fazia meu coração acelerar mais e mais.
Sem perder muito tempo, ele passou a ponta da língua no bico me fazendo contorcer, não consegui conter meu gemido. Sua língua gelada passando em meu mamilo me deixava em êxtase. Senti uma dor quebrar essa sensação, a dor era muito forte. Shuu havia mordido meu seio, e novamente ele começou a sugar meu sangue com ferozmente enquanto passava a língua em meu mamilo. Lagrimas começaram a brotar dos meus olhos. E minha visão começou a ficar inebriada pela dor. Queria que ele parasse mas não conseguia falar direito.
— Shuu, por favor! Não... – comecei a gemer de dor.

Shuu parou de sugar, retirou suas presas, e lambeu o sangue que ainda saía. Então aproximou seu rosto do meu e me acariciou.
— Seu sangue é melhor do que tudo que já provei. – disse com a boca ainda suja de sangue.
Ele parecia estar em Frenesi, pois seus olhos ardiam quando ele pronunciava a palavra Sangue.Ele enovelou suas mãos meus cabelos, deixando meus pulsos livres, e me deu outro beijo, porém mais intenso e sedutor, mas com sabor metalizado de sangue. Uma vontade imensa de aproximá-lo mais de mim emergiu, mas meu lado racional conseguiu controlar tal vontade. Senti uma dor no meu lábio inferior e o gosto metálico de sangue ficou mais forte, isso intensificou ainda mais as reações de Shuu. Estava me sentindo fraca, totalmente bamba, mas não pelos estímulos dele, mas sim pela perda excessiva de sangue.
Ele chupou o restante de sangue que brotava do meu lábio inferior. Minha visão começou a ficar embaçada e desmaiei.

Notas finais
Bom, é isso! Espero que tenham gostado. *0* Obrigada por lerem, e caso tenham gostado, por favor, comentem, favoritem e recomendem a outras pessoas se possível. :3 Se tiverem dúvidas,criticas ou sugestões é só falar! :D E muito obrigada a todos que estão acompanhando a Fic...fico muito feliz! *---* Até a próxima! o/