Notas iniciais
HELLOOO IT'S MEEE!! HAHA estou aqui dnvvv!!! Não precisam choraaarr!! Eu sei, eu sei, passei séculos sem escrever pra vcs, mas eu queria que me entendessem, pq estou em temporada de provas e tive q me matar de estudar durante essas semaninhas q passei longe de vcsss!! :'( Enfim, bateu a inspiração esses dias e daí eu consegui terminar a tmp de saciar a vontade desenfreada de vcs por histórias de amor bandido!! KAKA cmg pelo menos eh assim, não canso de ler esse contos... Weeell, espero q se surpreendam tanto como eu me surpreendi qnd tive a ideia MARA desse cap. BOA LEITURA!! ♡♡♡

P.O.V. Sophia

Decerto, a aproximação do aluno novo, Andrew, era deveras estranha tendo em vista que eu sempre era excluída das atividades propostas por minha classe. A razão disso tudo? Sinceramente, eu não sei dizer ao certo quando isso tudo se iniciou ou por qual razão ninguém se dirigia muito a mim. Desde nova, nunca fui agitada ou extrovertida como os jovens da minha idade são, ou como eu desejaria ser. Constantemente tenho problemas externos, ou seja, familiares dos quais são motivos de todo o meu drama e chateação. Meus pais jamais serão considerados exemplos ideais de uma família feliz. Discussões são presentes em minha casa quase que diariamente por causas descabidas. Suspeito que meu pai tenha uma amante, mas não posso alegar com tal resolução, a menos que tenha ao menos uma prova desse impropério. Também desconfio que grande parte da culpa por essa má relação seja — com pesar, tenho que admitir — algum fato relacionado ao meu nascimento. Semanas atrás, pude ouvir uma conversa dos dois quando chegava do colégio.

Flashback on.

Havia acabado de entrar em casa novamente frustrada como todas as vezes em que fora tratada com pouca importância ao tentar me aproximar das garotas fúteis e extremamente convencidas de que seu grupo era totalmente seletivo quando a entrada de novos "integrantes", por assim dizer. Gostaria de me relacionar com as pessoas como todos presentes na instituição, mas eu jamais, em hipótese alguma, obtive sucesso. Talvez por não ser dígna dessa tão alvejada felicidade.

Minha casa era de uma proporção relativamente pequena comparada ao nosso antigo lar. A mudança de um ano antes tinha tido grande influência na vida tão perfeita a qual foi impiedosamente arrancada sem porquê — ou consentimento — de mim. Eu era capaz de ver a pobrezinha escorrendo pela bifurcações das minhas mãos sem chance de voltar atrás nas cruéis providências tomadas por meus progenitores.

Na escola da qual tinha um orgulho inexplicável de frequentar e ser estudante, eu era querida por todos, sobretudo respeitada justamente por ser quem eu era, e não pela sórdida perspectiva ensandescida das pessoas de dissimular minha real personalidade.

Minha família era gratos por sermos tão simples e felizes. Desentendimentos? Era algo inalcançável e improvável ao nosso ver. Éramos verdadeiramente satisfeitos por nossa situação.

A caminho do meu quarto, pude ouvir vozes alteradas vindas do quarto ao lado do meu, ou seja, dos meus tão amados pais.

— Como você ousa dizer isso com tanta convicção e perversidade? Por acaso está se escutando, Charlie? — a expressão desacreditada se fazia presente em suas feições. Porém, conseguia observar uma sombra de apreensão reluzindo no olhar de minha mãe, como se realmente houvesse medo da sagacidade do seu marido.

— Há sim algo o qual desconheço acontecendo desde que a Sophie nasceu! Tenho completa razão, e, de uma forma ou de outra, sabe que não estou mentindo, Mary. — meu pai se alterou e elevou a voz para sua esposa antes tão querida, mas agora sendo motivo de desconfiança quanto a mim.

— Não sei do que está falando! Louco!

No ápice da discussão, um espirro involuntário ressoou pela sala. Demorei algum tempo para perceber que era eu a feitora do ato inesperado e que, por sua vez, tinham me descoberto. Os dois me encaravam com o espanto adornando suas faces, como se questionando porque eu me encontrava logo no momento da desafortunada briga.

Eu tinha a nítida, sobretudo, quase certa impressão de que a descoberta desse segredo seria suficientemente capaz de assolar o restício da felicidade irrelevante, porém ainda presente na nossas vidas. A dúvida de haver algo realmente suspeitoso desconhecido por mim e por meu pai ecoava como um prenúncio a me execrar, conduzindo-me aos poucos ao desespero. Mal sabia eu que era incontestável afirmar a ameaça cada vez mais próxima de mim, e que, em um presságio irrevogável, a grande devastação estava por vir e iria nos levar direto à completa ruína antes do esperado.

Flashback off.

Nos últimos dias nos quais a maior parcela do tempo pude ter a oportunidade de ficar sozinha em casa, tentei obter índicios do minha mais nova inquietude, mas, infelizmente, nada de muita significância fora encontrado por mim. Julguei estar muito bem acobertados em um local fora do alcance de terceiros e inviolável por pessoas indesejadas, ou seja os alienados da situação. Continuarei a procurar com a sã esperança de esclarecer de uma vez por todas esse pressentimento o qual insiste em me atormentar na consciência, ou não me chamo Sophie Bennet.

***

Finalmente, situava-me em meio ao recreio tão esperado por mim, concedendo-me alguns minutos de descanso contínuo. Enquanto reformulava uma maneira útil de realizar minha investigação, e ao mesmo tempo apreciava minha obra literária predileta, Jane Eyre, Andrew acariciava meus cabelos e os cheirava com um deleite secreto, deixando-me encabulada a cada instante. Afastei-me um pouco de seu alcance, podendo sentir minhas maçãs do rosto enrubescidas por tamanha ousadia de sua parte. Abaixei meu rosto, tendo as mechas como uma cortina a me resguardar.

— P-por que faz isso comigo, A-andrew? — disse em um timbre inaudível, condenando-me por ter gaguejado em um momento tão vergonhoso do qual era a principal atração.

Pude ouvi-lo emitir uma risada rouca, e erguer minha face com um dedo, fazendo-me olhar para sua expressão divertida no rosto, como se apreciasse meu embaraço repentino. Suas orbes continham uma sombra de perversidade que eu fazia questão de ignorar. Afinal, era apenas uma errônea e tola impressão, não era?

— Não se intimide tanto, sweetheart, isso é somente o começo de tudo, tenho certeza de que esconde uma paixão furtiva por mim em seu coraçãozinho. — me espantei com sua visão equivocada sobre mim e arregalei os olhos constrangida, sentindo minhas pulsações acelerarem. Talvez houvesse um fundo de verdade naquela insinuação... — Mas não se preocupe, amor — ele se inclinou sobre mim. Sentia seus lábios roçarem em meu ouvido numa carícia provocante, e a respiração quente e ofegante -, pode-se concluir que você é, e sempre será somente minha.

Nesse átimo de tempo, paralisei com seus dizeres insinuantes, não era capaz de movimentar um músculo sequer, não havia controle sobre mim. Encontrava-me com a boca entreaberta e a respiração descompassada. Em um ato inesperado, ele lambeu languidamente meus lábios, deliciando-se com a minha vulnerabilidade. Soltei um gemido inaudível, completamente em transe pela luxúria que nos rodeava.

— P-por favor...

— O que você deseja, meu doce? — seus dedos deslizavam por meus ombros expostos, causando-me arrepios involuntários. Com uma fome por algo ainda desconhecido por mim, ele inspirou fortemente meu pescoço, grunhindo excitado. Eu não podia fazer nada para me defender, estava em seu completo domínio, esforçava-me para reaver minhas faculdades mentais, mas era inútil, não conseguia reagir, e ele, evidentemente, aproveitava-se da minha passividade serpenteando suas mãos calejadas por minhas coxas, subindo meu vestido e alcançando a barra da minha lingerie. Em uma atitude audaciosa, tocou em minha intimidade por baixo da calcinha, adentrando seu dígitos em minha entrada enquanto friccionava seu polegar em um movimento circular no clitóris de modo discreto, sem chamar a atenção dos outros alunos presentes no pátio. O prazer me extorquia o fôlego, estava ofegante, e o estado apático juntamente com a prostração me impedia de resistir àquelas investidas tão pecaminosas. Andrew me fitava com uma volúpia explícita em seu olhar, como um realce profano de um predador sem o mínimo de piedade de sua pobre presa. Eu estava completamente à mercê de seus desejos. Naquele momento, ele poderia ter feito qualquer coisa comigo.

— Está gostoso, pequena? — suas palavras eram um cálido sopro nos meus sentidos. Massageava meu ponto sensível, causando-me espasmos de prazer por todo corpo. Sentia meu interior pulsar de excitação, e descargas elétricas percorrem meus membros numa velocidade inconstante. A censura me impedia de cometer a loucura de emitir gemidos em público, e eu era grata pelo mínimo de controle que ainda subsistia em mim. Jamais havia desfrutado uma sensação tão prazerosa como essa antes, e eu fazia questão de aproveitar cada segundo. — Geme para mim, Sophie, diga que você me pertence. Vamos, diga!

— Eu... — meu esforços para não escapar de minha boca nenhum som alto e chamativo esgotavam-se pouco a pouco — Eu sou sua, Andrew! — meu limite estava próximo de ocorrer, ansiava acima de tudo me aliviar dessa pressão agoniante, e me libertar dessa tortura física e psicológica.

— Isso, minha menina, goze para seu dono! Não irá adiantar nada resistir! — com suas palavras proferidas, não suportei por muito tempo, e o obedeci imediatamente, desfazendo-me em seus dedos, desfalecendo meu corpo em seu colo. Sentia-me torpe e enfraquecida, mas saciada por hora.

— Tão fraquinha, Sophie... — ele disse, mordendo seu lábio inferior, alisando meu rosto — Você se comportou como uma boa garota! — depositou com carinho um selinho no meu nariz.

Notei que ele fazia questão de esfregar sua ereção proeminente em suas calças sobre a minha palma, levando- me ao completo delírio. Em meio à minha visão distorcida e embaçada, era capaz de enxergar o homem que fora o feitor da ação que floresceu meu libido, observando-me ainda malicioso, lambendo os dedos e provando de minha essência com uma expressão capciosa, como se saboreasse seu gosto e pudesse reviver aquele momento por diversas vezes. Após poucos minutos passados naquele estado, enfim me dei conta da situação constrangedora que estava a ser subjugada.

Congelei.

O que eu estava fazendo?? Uma loucura, por certo?? O desespero se apossou de minhas entranhas, e em um repentino lampejo de realidade, o empurrei com o restício de minhas forças, afastando-me com um medo súbito.

— E-eu não posso fazer isso, Andrew! Perdoe-me! — levantei do banco em que costumávamos nos encontrar, e corri o mais veloz que meu fôlego aguentava. Minhas pernas trêmulas pareciam não poderem me sustentar por muito tempo, eu estava completamente desnorteada com o que houvera acabado de acontecer. Instantes antes de eu ir embora, pude escutá-lo murmurar em um timbre distante e baixo: "Você pode correr, mas não pode se esconder". Desgraçadamente, eu tinha consciência de que era a mais cruel e hedionda verdade, e as minhas chances de escapar ilesa desse envolvimento tão tentador eram, para minha infelicidade, mínimas!

***

— OH, MEU DEUS! — minha condição era caótica; estava ensopada de suor, com alguns fios grudados em minha testa e as palpitações do meu coração eram desreguladas, parecia que eu tinha corrido uma maratona. Meu olhar se direcionou rapidamente para a janela do meu quarto e em seguida para o relógio na cabiceira relativamente perto do meu alcance; ainda era noite, confirmei tal suposição pelo horário que residia no despertador; 3:30 da manhã.

Afinal, tudo havia sido apenas uma obra da minha mente doentia, decerto, mais uma das peças pregadas pela minha imaginação. Pude constatar a excitação que invadiu meu ser depravadamente durante meu sono, ao apenas sentir a calcinha fina que cobria minha intimidade inundada dos meus líquidos. Quão delirante era minha psique para fantasiar tamanho erotismo e influenciar na minha habitual racionalidade? Seria possível eu estar gostando além do necessário de alguém que mal conheço? Pensamentos rondavam meu cerebelo, atordoando-me por completo, intrigando, e aguçando minha lucidez já abalada pelos acontecimentos estranhos, porém recentes.

Categoricamente, a hora maldita havia chegado. E, agora, poderia afirmar de forma inquestionável a chegada da coisa que fizera questão de evitar a proximidade por tantos anos, e que, de modo infeliz, sabia que seria inútil a relutância adquirida baseada nos péssimos comentários que ouvira dos casos aparentes do qual eu estava sendo vítima, pois, surpreendentemente, o destino pusera-me, em uma prática covarde, defronte ao meu mais sórdido receio; a tão arrebatadora e afamada paixão!

Notas finais
Bommm, fiz com mt amor e carinho essa ~obra prima~ (só se for nos meus sonhos), e fiz questão de falar um pouco do que se passa na cabecinha da Sophia hehe!! :p Vejam oq acham dessa pequeno surto q eu tive qnd escrevi essa prt da fic, quase morri de tesão, mds *o* !! Perdoem-me mais uma vez pelo tmp q passei sem postar, kissus, e até breve amorecos!! ♡♡♡♡
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.