A Cronica Das Arteiras E Dos Marotos...
7 O início do 3º ano
Notas iniciais
Pela autora:
Nem um de seus amigos sabia o por que Hermione havia sumido nas ultimas semanas, parou completamente de mandar cartas, e se comunicar de qual quer modo, a ultima vez que tivera contato com um de seus amigos foi quando enviará o presente de Harry.
Todos estavam preocupados com o sumiço da pequena bruxinha, até que na manhã da véspera do início das aulas eles recebem uma carta.
Harry e Rony eu tenho algumas novidades interessantes, por exemplo descobri que nunca fui uma nascida trouxa, e isso é muito mais esquisito do que vocês dois podem imaginar. Meu pai não é o meu pai de verdade, meu pai é um bruxo, e descobri que minha mãe também é. Contarei detalhes no trem.
Beijos de sua amiga Hermione.
A cara de Harry quando leu aquilo, foi uma expressão tipo: o.0 e a de Rony não foi muito diferente, mas a alegria de receberem noticias de sua amiga, mesmo que um curto bilhete como aquele, os deixaram ansiosos pelo outro dia, Harry também precisava falar com os dois, principalmente sobre o que o Sr. Wesley o alertará dias atrás. No mesmo dia já deixaram tudo pronto.
No dia seguinte
Pvd. Hermione:
Eu e minha mãe havíamos tramado um plano, iria para Hogwarts comigo esse ano como minha gata, ninguém saberia disso. Ela iria procurar o meu pai, por mais improvável que fosse ainda tinha chance de ele estar no castelo.
Ela me deu uma carta para mim entregar a Harry, como sua madrinha podia altorisar ele a ir nos passeios ao povoado. Com as horas passando minha mãe fez um feitiço e o meu “pai” esqueceu de tudo, e assim seguimos para a estação. Minha mãe entrou na plataforma comigo, lá dentro diminuiu até virar uma gatinha um pouco maior que um filhote.
Entrei no trem logo após guardar as bagagens, então eu e a minha “gatinha” fomos paradas por um loiro asqueroso.
– Olhe, quem esta aqui, a sangue ruim. – Hermione ficou com muita raiva de ouvir aquilo dessa vez, ficou se perguntando por alguns milésimos de segundo por que aguentar as provocações. Mas agora sabendo a verdade ela ficou muito irritada com aquilo, empinou a cabeça e falou com a maior classe do mundo:
– Sangue ruim? Eu não estou vendo nem um por aqui, priminho. Agora me dê lincensa que tenho que ir falar com bruxos q não baixam o nível por poder, como o resto da nossa família. — Ouvi uma risada felina vinda de minha mãe, enquanto eu passava reto pelo o loiro de boca aberta.
Minuto depois encontrei Harry e Rony e fomos a um vagão qual quer, que por acaso estava com Remo dentro.
– Quem vocês acham que é? – Perguntou Rony
– Professor R.J. Lupin. – Respondi
– Você viu ela sabe de tudo, como pode saber de tudo? — Falou novamente o Ruivo
– Esta escrito na maleta Rony, — disse apontando para cima — além disso ele é meu padrinho.
– Ah é você falou que tinha novidades, então quais são? – Harry disse enquanto Rony estava alheio a tudo.
– Bom, estávamos no meio da viajem da frança quando minha mãe olhou uma reportagem falando sobre a fuga de Sirius Black, e nós voltamos para casa imediatamente. Uma semana mais tarde, minha mãe me acordou no meio da noite e me apresentou a um homem, que disse ser meu padrinho. E me mostrou uma foto bruxa que tinha o seu pai, Harry, Sirius Black e ela. E falou “olhe aqui eu meu irmão e o seu pai.” E eu fiquei tentando entender aquilo até q me dei conta, Harry eu sou sua prima.
Ele me olhou com uma cara de pastel por uns 5 minutos e então me abraçou, forte. Por longos minutos e então se deu conta de um detalhe importante.
– Sirius Black é seu pai? – perguntou meu primo franzindo a testa.
– Sim, mas ele não é o culpado pela morte de seus pais Harry. James era como um irmão pra ele, e até hoje ele manda cartas alegando sua inocência para a minha mãe, que nunca deixou de confiar nele. Falando na minha mãe ela e meu pai são os seu padrinhos, então ela te mandou isso, não precisa ler agora, pode ler depois, mas tem um presente ai, minha mãe sabia que seria útil.
– Ok Mione, mas como é o seu nome então, não é Hermione Jean Grenger é como?
– Hermione Lunny Potter Black! E eu sou prima do Malfoy, que merda!
– Quase todo mundo tem parentesco com os Black, Mione – Disse Rony. – Minha avó por parte de mãe é prima de 5º grau da avó do seu pai.
– Então ta, né Rony.
Pov. Autora
De noite nos dormitórios:
– ai Hermione, você é tão feia, e ridícula, não é a toa que nem um garoto gosta de você. Além disso você é uma sangue ruim nunca ninguém vai se importar com você, você é escoria do mundo bruxo, você não é ninguém. Você é...- e então irritada e cansada de ouvir essas mentiras Hermione desferiu um tapa no rosto de Lilá, muito merecido na minha opinião. – Como você atreve me tocar sangue ruim?
– Sangue Ruim é você, Lilá, eu não vou mais aturar ser tratada como um lixo, como a escoria se eu não sou, sabe o pavor que todos estão sentido? Sabe a pessoa que todos estão temendo? Bom essa pessoa eu não preciso temer em hipótese alguma. Sabe por que, Lilá? Porque ele é meu pai. Isso mesmo eu sou a filha do assassino mais procurado do mundo bruxo, e sabe de quem eu também sou filha? Da garota que seu pai tentou abusar uma vez nessa mesma escola, mas o irmão dela impediu, irmão cujo Harry é filho, então querida não se meta novamente comigo por que eu posso ser o seu pior pesadelo. Por que? Porque eu sou uma Potter, e também uma Black!
A loira arregalou os olhos, e saiu correndo chorando! E então Hermione notou o que tinha feito, e ficou brava consigo mesma, poderia ser afastada da escola por isso. Olhou para a sua cama e notou que sua mãe não estava no quarto.
Durante a outra cena no dormitório masculino:
Harry estava na janela ao lado de sua cama lendo a carta que sua tia escreverá, todos estavam dormindo então ouviu-se um choro baixinho vindo do garoto-que-sobreviveu.
– Eu não acredito, todos esses anos eu tinha alguém a mais no mundo que os meus tios, mas por minha causa meus pais morreram, se não fosse por essa maldita maldição. – O garoto dizia cada palavra com tristeza e rancor. – Eu podia ter sido criado por ela, ter crescido com Hermione, ter tido uma família, mas não tudo por conta de um encanto, um estúpido encanto.
– Um encanto que mesmo estúpido salvou a sua vida. Se não fosse por ele você teria morrido em seu primeiro ano meu sobrinho. — Disse uma voz, doce, severa, calma e amável, assim como a que Harry imaginava que seria a de sua mãe. O garoto se assustou. Olhando para frente viu apenas o dormitório do mesmo jeito que estava antes, então olhou para o lado e viu uma mulher de aproximadamente uns 30 anos, de cabelos castanhos, e olhos castanho-esverdeados, muito bela com aparência de cansada.
–Vo-vo-você é a mãe da Mione. — Disse o garoto assutado.
– É engraçado você me chamar de mãe da Mione, é como ver o meu irmão me chamar de a mulher do cachorro — Falou a mulher puxando uma risada fraca no final. – Ele fazia isso quando estávamos brigados, embora eu nunca tenha sido casada com Sirius, James sabia que ele sempre foi e sempre vai ser o amor da minha vida.
– Você não vai me matar, não é? – Harry disse, provavelmente lembrando de tudo que Sr. Wesley havia-lhe dito.
–Harry, por que eu o mátria? Você é o mais perto do que vou chegar do meu irmão enquanto viver, você é a única coisa que restou dele e da Lily...- Disse a mulher começando a chorar. – Eu juro,eu quis te criar, Harry, eu quis. Mas não podia, o feitiço, bom eu já expliquei na carta. Mas eu queria muito ter criado você, e quando Hermione me contou o que você passa pelas mãos daqueles trouxas, bem digamos que dês do primeiro ano em que estudei com sua mãe eu e Petúnia nos odiamos, e quando Lily casou com James, bom daí ela começou a odiar mais ainda o mundo bruxo, perdeu o contado assim.
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