A Cronica Das Arteiras E Dos Marotos...

8 Briga.. Algo se vai bem rápido.


Hermione estava louca com o novo horário, correndo o tempo todo e o gira tempo no pescoço girando e girando. Na hora do almoço daquele dia ela e Rony estavam discutindo.

–... Você não gosta de ser ruim em matéria para variar!

– Só acontece que o Harry não vai morrer. Ele está bem não está vendo! Ele me tem minha mãe, Lupin e também meu pai para protegê-lo.

– Seu pai é um assassino Mione!- ele estava gritando e todo salão ouvia em silencio. — Não sei nem porque estamos andando com você, seu pai foi um comensal da morte, matou inocentes pelo o que sabemos, nem você nem ele são confiáveis!

– Meu pai é inocente. Mas quer saber, é melhor vocês saberem assim. – ela gritou para todo mundo ouvir. — Eu sou uma Potter, e também sou uma Black. Sou filha de Sirius Black e Melody Potter. Meu sangue é totalmente bruxo e das famílias mais antigas e poderosas. — Ela disse e sai do salão, deixando um salão com muitas pessoas pasmas e um Draco de queixo caído. Ela foi correndo para a floresta até se deparar com um cão negro. -Oi Sirius eu sei que é você. Não existem cachorros em Hogwarts.

O cão se tornou um homem de aparência cansada e machucado. O rosto mostrava uma expressão pasma.

– como você sabia que eu sou um animago? — fácil, minha mãe me contou. Oi papai.

– Hermione?- ela assentiu e ele o abraçou. – Quase esqueci que tinha você, os dementadores tentaram me fazer esquecer-se de você e de sua mãe, mas eu me transformava em cachorro para eles não conseguirem, passei tanto tempo assim que quase esqueci que sou humano.

– Pai, passou... Agora você vai ter a mim e minha mãe de volta. No final do ano, você volta com a gente ok?

– Para onde?Não tem local seguro para mim. — Mamãe ainda tem a casa dos Potter na França... Nós vamos para lá, ok?

– Ok, agora volte para a aula, minha querida. — Disse ele voltando a ser um cão e me dando uma lambida no rosto.

Saindo da floresta bati em alguém. E caímos no chão.

– Não olha por onde and... – Então ele olhou para mim só vi olhos cinza que me faziam suspirar, escondido havia anos. – Hermione, eu estava procurando você.

– Por que Malfoy?

– Por que eu queria muito que você me contasse por que nunca falou antes para ninguém que é uma Potter e um Black.

– Por que eu não sabia. Agora sai da minha frente, não prestava antes não tem motivo para você falar comigo agora.

– Não é bem assim... É que agora eu posso falar com você, acontece que sempre que eu via você, você estava com o Harry ou o Rony, ou perto dos meus amigos e eles não podiam saber o que eu sinto por você. Por que se contassem para o meu pai, ele iria me deserdar, ou me matar. – Disse com lágrimas nos olhos.

– Draco, não chora. Diz-me o que aconteceu? Por que ele iria te matar?

– Por que ele foi um comensal e até hoje não gosta nada dos nascidos trouxas, nem de trouxas. – falou Draco de maneira triste. – Eu jamais poderia ficar com uma nascida trouxa. Eu nunca tive pais liberais que me deixassem pensar sozinho, mas desde que te vi lá no primeiro ano, torci para você ficar na soserina, que você fosse sangue puro. Por que desde o primeiro instante eu gostei de você.

– como assim?- eu perguntei não podia acreditar no que estava ouvindo.

– Eu sempre morri de ciúme do Rony e do Harry, e queria estar perto de você por isso que incomodava tanto vocês. Queria estar perto de você Mione. – Ouvir o garoto que sempre a humilhou a chamando pelo apelido fez ela arrepiar. Ela também sempre havia gostado dele. — Claro que depois de eu passar anos te humilhando, e falando mal de você, Você nunca vai querer nada comigo. Porém é essa a verdade.

Ele estava muito perto mais do que devia uma distancia nada segura, que qualquer namorado da filha de um foragido devia ficar longe. Os lábios estavam quase rosando de tão próximos. Logo ela voltou a racionar.

– Draco é melhor sairmos daqui! – Ele pareceu decepcionado.

– Você nunca vai me dar uma chance, não é?

– Draco se nós não sairmos daqui agora você só vai ter essa chance depois de eu morrer. — ela falou apontando para o cão do tamanho de um lobo que estava se preparando para morder o Malfoy.

Ele a pegou pela mão e saiu correndo. Os dois apareceram na aula da maneira mais engraçada de todas. Eles estavam correndo para lá quando ela pisou na capa dele e ele caiu com ela por cima e saíram rolando. Ele ficou por cima dela no final da lomba e deu um beijo desajeitado no canto da boca dela, que a deixou vermelha.

– Draco da pra sair de cima de mim estamos na aula. — Isso fez o loiro despertar, ele levantou e ajudou ela a levantar e ficou de mão dada com ela. Enquanto isso do outro lado da aula Harry e Rony queriam quebrar a cara do Malfoy.

– O que a minha prima viu nesse babaca?

– Ela merece, ela é filha de um traidor assassino. Ela é uma idiota. Ela é... — Rony estava muito irritado.

– O amor da sua vida. – completou Harry. — Serio Rony você não pode ficar bravo com ela o que você fez hoje magoou muito ela. Eu não sei, mas acho que ele gosta mesmo dela olha o sorriso no rosto dele.

– Eu tenho que admitir sempre que ela dava um corte nele ele parecia triste.

– Pois é Rony, você perdeu. Agora não tem mais nada que o impede de ficar com ela. O Pai dele não vai matar ele por sair com uma Black.

Lá em cima uma gata via dois irmãos ruivos aprontando. E quando eles estavam entrando no dormitório ela entrou com eles. E logo ela se transformou em humana. Durante a transformação eles pensaram: ”droga, Minerva vai nos matar.” Mas quando viram que não era ela ficaram muito aliviados. Porém um pouco assustados.

– Minha filha me falou que vocês são os encrenqueiros da escola. Então provavelmente estão com algo que me pertence.

– Quem é você?- Perguntaram os gêmeos.

– A irmã gemia de Tiago Potter. Ou melhor, a criadora do mapa que está no seu bolso. — Falou apontando para o grêmio da direita, Fred.

– O que?! Mas não tem mapa nem um no meu bolso. – disse Fred.

– Vocês não vão conseguir me enganar jamais. Fala seria eu fui a primeira pessoa a ser expulsa de duas escolas de magia, por pegadinhas. – disse ela revirando os olhos. Tudo bem que não era uma completa verdade, mas ela nunca terminou o ultimo ano por causa do que aprontava com Sirius no quarto. – Accio Mapa do Maroto. Um pedaço de pergaminho amassado saiu da calça de Fred enquanto seu irmão olhava pasmo. — Ah, finalmente isso vai para as mãos certas. As mãos da Mione. Deixa-meeu ver se não tem nada errado nele... Eu juro solenemente não fazer nada de bom... O que?- ela perguntou quando viu a filha beijando o Malfoy. – Vou dar uma bronca nessa garota se eles estiverem namorando.

– Sra. Potter? Ela quem? – Perguntou George.

– Em primeiro lugar senhora Potter só tem a minha cunhada. Em segundo se fosse senhora seria Black ou Granger, não Potter. Em terceiro, quem mais minha filha Hermione.

– E a senhorita certinha está beijando quem?- Perguntou Fred

– Draco Malfoy. – Os queixos dos gêmeos caíram.

– Ah aqui está ele, como esse homem me da dor de cabeça. –Disse a mulher a encontrar seu antigo noivo na floresta perto da aula. — Não sei como não dei um tiro na cabeça dele... Ah sei sim, eu o amo. Agora me deixa ver onde está meu amigo Remus. – Ela achou na sala dele. Claro. – O que? O traidor está aqui! – E depois sussurrou – Tenho que contar para Sirius.

– Você está ajudando o Black? – Perguntou Fred.

– Sim, mas ele não é do mau. Ele é bom. Ele é meu noivo. Ele é o pai da Mione. Ele salvou Harry dos escombros da casa dos pais naquela noite. Ele não matou ninguém ele seria incapaz. – Ela voltou a olhar o mapa e viu um nome que a muito não lia ou ouvia. – Sev? O que ele faz aqui?

– Sev? Você esta falando do Snape? O pior professor de todos? – George falou.

–Não eu estou falando do quinto maroto, Severus Snape. Ex-namorado de Lilian Potter. O cara que junto dela, de Remus, Lunny, e eu desenvolvemos uma cura temporária para licantropia. Um cara extremamente gente boa, muito simpático e divertido que se dava muito bem em poções.

– Nós só conhecemos um Severus Snape nessa escola e ele não bate com essa descrição. Tirando a parte das poções. Ele é nosso professor de poções.

– Deve ser ele. Vou lá conversar. Mas primeiro vou dar o mapa para a Mione e dar uma bronca no Sirius. Melhor fazer o contrario.

Os gêmeos deixaram ela sair e lhe deram a senha. Ela saiu como humana mesmo. E foi andando até a cabana de Hagrid onde os alunos da Grifinoria e da Sonserina estavam tendo aula de trato das criaturas mágicas.

– Oi professor poderia falar com a minha filha Hermione, meu sobrinho Harry e esse loiro de pasmo do lado dela? — Disse quando me aproximava.

– Melody? Melody Potter? É você mesmo?- Disse atraindo os olhares de todos os alunos. – Não vejo você dês do tribunal de Sirius. Opa sinto muito isso é um assunto delicado, não, que insensível eu.

– Tudo bem Hagrid. Posso falar com eles? — Seu sobrinho está dando uma volta de hipogrifo, mas pode falar com sua filha e o senhor Malfoy.

– Obrigada, Hermione, Draco me sigam. – Falou seguindo para perto da floresta.

–Srta. Potter o que quer comigo? – Perguntou Draco nervoso. Hermione apertou sua mão por traz da capa dando-lhe forças. – Eu juro que eu e Hermione não fizemos nada de mais.

– Draco, o pai dela teria o matado caso o contrario, não é Sirius? – Assim que ela falou um homem saiu da floresta.

– Claro. — Disse o Black.

– Papai, a vovó não te ensinou que é feio ouvir a conversa dos outros? – Falou Hermione segurando muito forte a mão de Draco.

– A minha mãe é uma ridícula, já a sua outra avó me ensinou o que é uma família, eu sou mais um Potter do que um Black, embora nunca tenha casado com a minha ruivinha. – Disse abraçando a mulher que quase se casou. — Olha Hermione eu sei que você gosta dele, mas por que está com o filhote de comensal.

– Desculpa, mas eu gosto mesmo da Mione, e não me orgulho de nada que fiz para defender o nome da minha família. Se eu já tivesse para onde ir poderia ajudar a colocar muitos comensais na cadeia. Mas se fizer isso sem ninguém, eu poderia morrer nas mãos do meu pai. Ele não ama ninguém só me teve para manter o nome da família.

– Lembranças de crianças não podem ser alteradas. Prova no tribunal totalmente aceita. Você tem quantos nomes? – Disse Hermione.

– Sete o resto está preso ou desaparecido. – Falou Draco.

– Meu irmão pertence aos sete nomes? – Perguntou Sirius.

– Não, pelo que meu pai me falou, seu irmão traiu você-sabe-quem e vocês sabem o que acontece com quem o trai. – Draco falou fazendo uma careta.

– Ok, quais são os nomes? – falou Melody olhando para o genro.

– Lucio e Narcisa Malfoy, Igor Karkaroff jj, os pais de Crabbe e Goyle e Severo. Ah, ainda tem o senhor Nott – Ele falou.

– Severo não é comensal, é espião. Provavelmente está lá colhendo informações. – Disse Melody. — Posso pegar suas lembranças agora?

– Sim, quanto mais rápido eu sair daquela casa mais feliz eu vou estar, só preciso saber aonde eu vou ficar. — disse ele com uma esperança de ficar com eles.

– Acho que pode ficar conosco, até pelo menos ajeitarmos a ordem.