A (Crazy Little) thing called love

6 Epilogo :A Primeira vez que fizemos amor


Notas iniciais
Bom dia/tarde/noite/ madrugada a todos!!!! Postando o ultimo capitulo desse desafio maravilhoso o qual consegui terminar a tempo!!!!! Muito obrigada a todos e todas que comentaram, estão acompanhando, leitores fantasmas e/ou favoritaram : vocês moram no meu coração s2. Aqui está o ultimo capitulo dessa aventura do Peter e da Gamora criada por mim. Boa leitura.

— O que a gente tem que fazer? — Peter disse a vendo se despir rapidamente na sua frente sem qualquer explicação assim que chegaram no vestiário da nave.

— Aquele pó que parecia glitter que você me empurrou pra baixo falando : “ Nossa isso é tão anos 70… Que tal dançarmos debaixo dele”? — Ela o imitou zangada vendo -o acenar com a cabeça se lembrando da cena- Eram esporos venosos. Se não tomar banho agora a porcaria dos esporos vai fazer vai te transformar em uma estátua em questão de tempo . — Ela tirou as botas e entrou de baixo do chuveiro apenas com suas roupas de baixo.

— Pff… Por favor, Gamora era só glitter fica calma. — O Senhor das Estrelas rolou os olhos e lhe deu um beijo na testa nada preocupado com qualquer consequência. Ela não via a hora dele morder a própria língua.- Vou jantar e checar se todos estão bem e vivos – Ele a deixou e foi fazer o que tinha dito.

Gamora ligou a água e deixou a escorrer em seu corpo tentando eliminar os esporos finos que eram muito bonitos, mas também eram muito perigosos. Só por raiva, quis que Peter virasse pedra por não ouvir seu concelho.

Não muito tempo depois, enquanto estava “de molho” depois de se ensaboar com um sabonete ouviu a porta do comodo se abrir. Um sorriso desdenhoso fez seus lábios se curvarem reconhecendo quem estava ali apenas pelo cheiro : Era Peter que entrou como o olhar baixo e sem dizer uma palavra se quer .

— Minha jaqueta favorita. Virou pedra assim que cheguei a cozinha – Ele parecia um cachorrinho que tinha se perdido na mudança totalmente encharcado . Seus olhos estavam vermelhos e cheios de lágrimas enquanto lavava o cabelo com shampoo.

— Bem … é melhor que a sua pele … — Ela falou sem qualquer sentimento lhe entregando o sabonete enquanto seus olhos curiosos analisavam o seu torso. Como queria dizer ‘ Bem feito’ mas não quis ser rude como antes — Sua vez…

Não era a primeira vez que ela o via assim seminu. Era até que comum vê -lo perambular usando apenas suas calças de couro , já que de acordo com ele não sentia frio por morar no Missouri. Mas agora parecia diferente : ela podia notar cada cicatriz em seu peito (inclusive a da mordida que a Ashkavarelana lhe tinha dado) e inevitavelmente o quão forte ele era.

— Acho que não consigo alcançar minhas costas e eu deixei meu esfregão no meu quarto – Peter murmurou notando o olhar dela sobre seu corpo e estendendo a mão com espuma e um resquício do sabonete em sua mão – Se importaria de…

Ela tomou o sabonete e começou a lavar as costas dele lentamente . Ele era um garoto muito mal por provocá -la daquele jeito, mas era algo gostoso que sempre gostava quando acontecia assim como a troca de olhares entre eles vinham se intensificando desde tinham dito que se amavam . Haviam pequenos toques e muitos beijos escondidos ou a mostra. Porém, talvez quisessem algo a mais , foi então que largou o sabonete e começou a massagear os ombros dele.

— Isso é bem melhor que banho – Ele relaxou enquanto as mãos dela deslizaram para seus biceps notando que ele tinha se arrepiado de leve – Não que eu goste de ficar sujo mas… você manda bem com isso .

— Obrigada – Ela murmurou de volta, envolvendo seus braços entono se seu torso e o abraçando indo parar de baixo d’água e deixando o liquido enxaguar a espuma que cobria seu corpo. As mãos dele deslisaram delicadamente pelos braços dela e seus dedos se intercalaram .

— Acho que … — Ele afastou os braços dela e virou-se para encará -la antes de apoiar na cintura dela suas mãos entrando debaixo da água corrente junto com ela – Assim é bem… melhor...

Numa questão de segundos, ambos os lábios estavam em contato e trilhando beijos pelo pescoço dela. Era estranho fazer aquilo num chuveiro, mas, ao mesmo tempo, a temperatura quente da água era tão confortável e ter Peter ali por perto a fazia esquecer de todos e de tudo. Os arrepios que antes estavam apenas leves, agora tinham se intensificado em contado com seu bigode áspero em sua nuca.

Seus dedos foram desesperadamente aos cabelos ruivos do companheiro o pressionando contra ela. Aos poucos, uma certa voracidade tomou conta de Gamora : ela aprofundou o beijo e o prensou contra a parede com delicadeza (que poderia ter perfurado a lataria e as paredes devido a sua força) e suas mãos desceram e se apoiaram em seu peito.

— Wow – Peter disse recobrando a respiração surpreso com as ações da moça – A quanto tempo você não…

— Não é da sua conta … — Foi a única coisa que ela conseguiu dizer antes de voltar a beijá -lo. A vida sexual dela não da conta dele (por mais que vinha o controlando e o fazendo desviar dos flertes de outras mulheres) – Acho melhor … irmos … para o meu quarto.

Peter apenas acenou com a cabeça ainda tentando processar tudo que tinha acontecido e Gamora parecia se divertir com sua feição em questionamento enrolando a toalha entorno de seu corpo, tirando a calcinha ,notando o queixo dele quase cair .

— Vamos ? — Ela saiu primeiro depois de ver que ele tinha ficado um tanto ‘animado’. Sem nenhuma resposta enrolou a toalha na cintura envergonhado com a situação e a seguiu mas precisou voltar para o banheiro buscar o Zune que estava preso em sua calça.

— Deixa eu ver : esqueceu seu rádio ? — Ele ouviu enquanto trancava a porta checando as músicas olhando para o aparelho.

— É … tava pensando em ...por… — Assim que os olhos dele a fitaram, deixou cair a toalha no chão. Ele engolir a saliva e seu rosto corar – em por….

— Em por? — ela caminhou a passos lentos até ele com um sorriso demoníaco .

— U- uma playlist… e… e.. curtir o clima… — Ela desabotoou o sutiã que usava e deixou cair no chão ( com os olhos dele praticamente vidrados em seu corpo) e ela acenou com a cabeça antes de colocar o Zune sobre uma mesa tocando ‘Take my Breath Away’.

— Vamos aproveitar então … — Ela disse languidamente antes de beijá- lo lentamente enquanto suas mãos soltaram a toalha da cintura dele – Nada de toalha na minha cama… — Brincou entre beijos o guiando para sua cama.

Já fazia algum tempo que as coisas tinham terminado, mas ainda ambos estavam ofegantes olhando para o teto sem saber o que falar. Era a primeira vez que a nave ficou vazia e que eles puderam ficar sozinhos. Peter pode usar sua magia pélvica sem que olhos curiosos e ouvidos sensíveis reclamassem dos barulhos apesar de ter tentado deixar o momento mais romântico com musica : um especial com as mais sexys o que incluía Marvin Gaye.

Gamora, então, virou-se para ele ainda com os seios a mostra, apenas coberta da cintura pra baixo, admirando o rosto corado (com um sorriso bobo). Ela nunca tinha ficado muito tempo na cama com alguém e se fosse nos tempos antigos, se levantaria tomaria um banho e partiria pra não importasse onde.

Peter Quill era perfeito. Com seus erros e acertos, ele era o seu Senhor das Estrelas. Ela nunca tinha visto um humano tão belo quanto ele, em todos os detalhes : o cabelo ruivo levemente enrolado, cada curva que os musculos torneados e rígidos que moldaram em seu corpo, cada pequeno vinco, a textura de sua pele sob a sua mão, o gosto de seu beijo …

— Você é a criatura mais linda que eu já vi – Peter disse com os lábios ainda com um sorriso se aproximando dela e dando um leve selinho e apoiando sua mão em sua cintura . O quarto todo ainda cheirava a sexo. — E a mulher mais incrível que já vi… E essa foi com certeza o sexo mais louco que já fiz em toda a minha vida…

— E isso é bom ? — Ela o questionou apoiando-se em seu peito e fitando os seus olhos.

— Muito… — Ele disse pondo uma mecha de cabelo atrás de uma orelha dela pondo a outra mão na curva da cintura dela – Que tal tomarmos um banho antes que outros cheguem ? E arrumarmos aqui para que eles não fiquem perguntando...

— O ultimo que chegar no banheiro paga um drink pro outro naquele restaurante bacana de Luganenhum- Ela não o deixou terminar e disparou enrolada no lençol que antes o cobria, fazendo -o a perseguir nu pela nave.

— Eu vou te pegar … — Ele gritou antes de abraçá -lao assim que a alcançou.

O que eles não puderam prever era que prever que haveria alguém mais na Milano naquela hora : Drax cruzou o caminho deles, porém, parou no meio do caminho . Peter encabulado cobriu suas partes intimas a mostra desconfortável.

—Drax! achei que...- Peter não sabia onde focar o olhar .

— Eu estava aqui desde o inicio, Quill . Mas não se preocupe, meu caro amigo. Podem continuar seu intercurso sexual que vou chamar os outros para zarparmos. A proposito : Não vejo a hora que você conte como foi – O Alienígena azul caminhou até a porta como se nada tivesse acontecido – Acredito que tenha sido muito bom por sinal. — disse antes de sumir.

O coração de ambos paralisou e eles se entre olharam sem palavras. Como eles tinham esquecido desse detalhe? Talvez porque eles não se lembravam (ou porque Drax nunca tinha contado) sobre o uso da ‘invisbilidade’.

— Então… — Peter disse coçando o pescoço.

— O último paga uma bebida – Ela respondeu como se nada tivesse acontecido, dando-lhe um beijo na bochecha antes de correr para o banheiro e ele entrou junto com ela.

— Empate. Acho que tenho algo melhor que uma bebida …- Peter parecia não muito a fim de pagar algo.

— O que é? — Ela o provocou deixando o lençol cair, revelando suas curvas .

— Surpresa – ele fechou a porta com um sorriso e um tom cheio de segundas intenções.

Notas finais
Obrigada por tudo! e obvio comentem ♥
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!