Notas iniciais
Galerinha me perdoem por todo esse tempo que fiquei sem postar, pois eu estava empenhado no Enem então.. Jah viu né?
Enfim, agora vou voltar à ativa!
Espero q gostem deste capítulo assim como gostaram do anterior!! Okay? XOXO

O silencio é quebrado quando Netto cai de joelhos, sangrando pelo nariz.

- Foi você que parou a bala? – pergunta Walber.

- Sim, mas não faço ideia de como...

- Controlando o ar! É um dom típico dos filhos de Zeus. – diz Dani, enquanto Cibele se abaixava perto de Thiane e punha a mão em sua cabeça. Então, um brilho amarelado, semelhante à luz do sol parte das mãos de Cibele. O ferimento de Thiane sara, e Cibele tonteia.

- O que foi isso? – quer saber Walber.

- É um poder dos filhos de Apolo. – Fala Ian – A cura. Foi assim que Cibele salvou o Netto, mas isso a desgasta bastante.

Thiane levanta, sem entender nada.

- O que aconteceu por aqui? – pergunta ela.

- Fomos atacados por dois ciclopes malucos e por um semideus psicótico. – fala Dani.

- Bem, os carros já eram...

- Temos que seguir a pé agora... – fala Noah – Uma das entradas para o submundo fica próxima daqui.

***

Os oito jovens então pegam suas armas e continuam o caminho. Dani, Netto e Ian iam mais à frente. Thiane e Walber seguiam no meio, ele lhe explicando tudo o que tinha acontecido. Noah e Zoë ajudavam Cibele a andar, cada um de um lado, mais atrás.

- É aqui! – diz Noah quando os jovens chegam a frente a uma casinha velha.

- Aqui? – diz Walber – Bem, imaginava a entrada para o reino das sombras bem diferente! Nem cabemos nós todos aí...

A casa era de fato pequena. Não tinha mais de três metros de largura. Era de madeira, e parecia que não era reformada há 50 anos.

Noah, Cibele e Ian tomaram a frente para entrar. Mas na hora em que Noah toca na maçaneta, todos sentem uma presença estranha. Walber já sentira aquilo, e sabia de quem era a presença. E notou que Noah também a reconhecia.

- Phobos! – os dois falam na mesma hora.

É então que um garoto pula de cima do telhado da casa. Usava óculos escuros, jaqueta, calça jeans com um pano sujo de sangue amarrado no joelho, correntes de caveira, e tinha uma grande espada nas mãos.

Zoë apontou uma flecha para Phobos, mas algo a impedia de disparar. Suas mãos começam a tremer.

- Não subestime os poderes do medo, garota – diz o deus – Nem sua preciosa Ártemis me venceu. Ela até que tentou... – Phobos põe a mão no joelho machucado – Meu irmão foi um fraco ao ser tão facilmente vencido!

E Phobos estalou os dedos.

Walber tem sua mente invadida subitamente por todas as suas lembranças assustadoras. Aparentemente o mesmo acontece aos outros, pois todos pareciam apavorados. Alguns punham as mãos na cabeça e caiam de joelhos. A cabeça de Walber estava em tempo de explodir, seu corpo suava e seu coração batia muito rápido. Sentiu-se tonto.

De repente, as lembranças somem... Walber nota que Netto, Thiane, Dani e Cibele tinham desmaiado. Noah, Zoë e Ian estavam de pé, embora não parecessem bem.

- Admiro a resistência de vocês... – Phobos batia palmas, irônico – Pena que não vão poder aproveitá-la por muito tempo.

E Phobos começa a se transformar num escorpião gigante. Logo tinha quase quatro metros de comprimento e era assustador. Noah preparou sua lança e partiu para o ataque. Ian fez o mesmo.

Walber tentou, mas caiu de joelhos. Estava fraco... Assim como Zoë.

Noah tentava espetar o escorpião com sua lança, enquanto Ian cravava a espada, nas fendas entre as escamas do monstro. Mas Phobos agarra Ian com uma de suas pinças e cospe algo no seu rosto.

- Temos que fazer algo! – diz Zoë – Oh, Lady Ártemis, dê-me forças!

Ela estava certa. Walber havia ficado apavorado, apenas olhando. Tinha que agir.

É quando o escorpião agarra Noah. Mas antes que fizesse algo, Walber consegue correr e corta uma das patas da criatura. O monstro vira-se na direção de Walber, largando Noah.

Walber achou que seria sua última visão, mas Zoë salta sobre a cabeça de Phobos, e crava uma lança de prata bem no cérebro do monstro. Zoë pula da cabeça do escorpião, antes que ele se desmanchasse num monte de areia e pó dourado. Correu até Ian, cujo rosto queimava em ácido.

- Oh deuses! – diz Walber se aproximando – Precisamos da cura de Cibele.

- Não há mais tempo! – afirma Zoë.

Notas finais
Gostaram? Espero q sim!
Por favor, deixem seus reviews!!